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6 impacto ambiental

  1. 1. IMPACTO AMBIENTAL • É a cadeia de efeitos que se produzem no meio natural e social (antrópico), como consequência de uma determinada ação. Ação do homem  Impacto No Meio Físico Biológico Sócio-econômico Cultural
  2. 2. Tipos de Impactos Ambientais Desmatamento; Alterações do relevo Impermeabilização do solo; Mudanças no regime hidrológico; Modificações ou destruição de ecossistemas; Poluição Ambiental (atmosfera, solo e águas); Modificações de caráter global.
  3. 3. Desmatamento: Pior quando realizado em locais inadequados. Leis Federais 12.651 e 17.727 de 2012 • Art. 4o Considera-se Área de Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas, para os efeitos desta Lei: • I - as faixas marginais de qualquer curso d’água natural, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de: • I - as faixas marginais de qualquer curso d’água natural perene e intermitente, excluídos os efêmeros, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de: (Incluído pela Lei nº 12.727, de 2012). • a) 30 (trinta) metros, para os cursos d’água de menos de 10 (dez) metros de largura; • b) 50 (cinquenta) metros, para os cursos d’água que tenham de 10 (dez) a 50 (cinquenta) metros de largura; • c) 100 (cem) metros, para os cursos d’água que tenham de 50 (cinquenta) a 200 (duzentos) metros de largura; • d) 200 (duzentos) metros, para os cursos d’água que tenham de 200 (duzentos) a 600 (seiscentos) metros de largura; • e) 500 (quinhentos) metros, para os cursos d’água que tenham largura superior a 600 (seiscentos) metros.
  4. 4. Desmatamento • Diminui a proteção do solo contra erosão; • Diminui a captura de carbono; • Impede a recarga de aquíferos; • Causa desequilíbrio climático.
  5. 5. Taxas de Erosão • Segundo a Agência Nacional de Águas - ANA a taxa de corrosão da terra no Brasil varia entre 15 a 20 toneladas ao ano por hectare. O índice aceitável está entre 9 e 12 toneladas.
  6. 6. Agricultura sem manejo adequado facilita a erosão
  7. 7. Região do Rio Mattole na Califórnia. A primeira foto área antes do desmatamento em 1948, a segunda em 1972 após o desmatamento. Desmatamento
  8. 8. Desmatamento
  9. 9. Desmatamento
  10. 10. Desmatamento
  11. 11. Alterações de Relevo • Alterações no escoamento superficial natural da água, causando problemas de drenagem, com possibilidades de erosões e/ou enchentes; • Formação de poças que facilitam a proliferação de insetos transmissores de doenças; • Assoreamento dos recursos hídricos também facilitando enchentes; • Poluição da paisagem.
  12. 12. Impermeabilização do solo • Edificações, pavimentação e calçamentos transformam o solo de permeável para impermeável, aumentando o volume de escoamento das águas pluviais pela superfície do terreno. • Causa uma sobre carga na rede de drenagem pluvial, que em geral foram projetados para contribuições de água, quando haviam outras condições de impermeabilização do solo que estão sendo progressivamente ultrapassadas. • Redução da recarga dos aquíferos, com a diminuição da água subterrânea • Redução da evapotranspiração da água, com a diminuição da umidade do ar e aumento de temperatura
  13. 13. DUBAI 1990 2000 2007 Impermeabilização do solo
  14. 14. Mudanças no Regime Hidrológico • Além dos impactos sobre o regime hidrológico, causados pelo desmatamento, alterações de relevo, e impermeabilização do solo, o homem tem provocado mudanças no sistema natural de escoamento das águas, através de barramentos, alterações nos trajetos dos rios; aterros, construção de sistemas de drenagem e transposições de bacias.
  15. 15. Transposição do rio São Francisco
  16. 16. Modificações ou destruição de ecossistemas • Destacam-se as florestas e demais formas de cobertura vegetal, oceanos, lagos e lagoas, rios e riachos, manguezais, dunas, estuários, alagados, pântanos, restingas, falésias e recifes. • Geram danos à flora e fauna; desequilíbrio ecológicos; prejuízos às atividades sociais, econômicas e culturais; modificações do regime hidrológico; alterações climáticas; desfiguração da paisagem e desvalorização de áreas. Desmatamento  Pastagem/agricultura/impermeabilização
  17. 17. Manguezal
  18. 18. Floresta Atlântica - Desmatamento na rua Tenente A . João
  19. 19. Falésias – penhascos rochosos sofrendo erosão marinha
  20. 20. UH Balbina – AM: Gerou uma área alagada superior à prevista no projeto
  21. 21. POLUIÇÃO • ATMOSFERA; • SOLO; • ÁGUAS SUPERFICIAIS E SUBTERRÂNEAS.
  22. 22. Contaminação Ambiental • É quando o estado de poluição de um local pode provocar doenças no homem. • Nem sempre a poluição, no seu sentido amplo, significa riscos de transmissão de doenças. A contaminação, no entanto, está associada às doenças que o ambiente pode ocasionar. • A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB identificou entre 1970 e 2008 que o Benzeno, Tolueno, Etilbenzeno e Xileno (BTEX) e solventes halogenados como predominantes nas 2.514 áreas contaminadas, sendo que 78% correspondem a postos de combustíveis.
  23. 23. CAMADAS DA ATMOSFERA  variam de acordo com a temperatura e altura São aproximadamente constantes na composição N (78,1%) e O (20,9%); vapor de água (1-3%). Ventos, chuvas e nuvens. Ocorrem os principais fenômenos de poluição atmosférica. Camadas ionizadas permitem a reflexão de ondas radioelétricas e as auroras boreais, além de possuir 90% do vapor de água. • Mesosfera ou Ionosfera – De 49 a 82 Km • Troposfera Até 12 Km - • Estratosfera – De 12 a 49 Km Possui a camada de Ozônio entre 25 e 30 km ocorre uma diminuição de vapor de água •Termosfera – De 82 a 145 km
  24. 24. RESOLUÇÃO/CONAMA/n.º 003 de 28 de junho de 1990 Art. 1º - São padrões de qualidade do ar as concentrações de poluentes atmosféricos que, ultrapassadas, poderão afetar a saúde, a segurança e o bem-estar da população, bem como ocasionar danos à flora e à fauna, aos materiais e ao meio ambiente em geral. Art. 3º - Ficam estabelecidos os seguintes Padrões de Qualidade do Ar: I - Partículas Totais em Suspensão a) Padrão Primário 1 - concentração média geométrica anual de 80 (oitenta) mg/m3 de ar. 2 - concentração média de 24 (vinte e quatro) horas de 240 (duzentos e quarenta) mg/m3 de ar, que não deve ser excedida mais de uma vez por ano. b) Padrão Secundário 1 - concentração média geométrica anual de 60 (sessenta) mg/m3 de ar. 2 - concentração média de 24 (vinte e quatro) horas de 150 (cento e cinqüenta mg/m3 de ar, que não deve ser excedida mais de uma vez por ano. Art. 4º - O monitoramento da qualidade do ar é atribuição dos Estados.
  25. 25. Fontes Naturais de Poluição do Ar • Vulcões (SO2); • Queimadas (SO2 - NO4 - CO2 ); • Decomposição anaeróbica de matéria orgânica (gás sulfídrico - H2S e metano - CH4); • Desnitrificação por bactérias (NO4); • Causas antrópicas.
  26. 26. Fontes antrópicas de poluição do ar • industrias; • queima de combustíveis fósseis; • destruição e queima da vegetação; • queima de lixo; • aplicação de agrotóxicos, compostos radioativos, uso de sprays (clorofluorcarbonetos). Essas fontes de poluição podem ser móveis ou estacionárias
  27. 27. Lei 6938 de 31 de agosto de 1981 – Política Nacional do Meio Ambiente define Poluição Ambiental Degradação da qualidade ambiental resultante das atividades que direta ou indiretamente: 1. Prejudique a saúde, a segurança e o bem estar da população; 2. Criem condições adversas às atividades sociais e econômicas; 3. Afetem desfavoravelmente a biota; 4. Afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente; 5. Lancem matéria ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.
  28. 28. Consequências da Poluição do Ar • A relação entre determinado poluente e os efeitos que ele provoca vai depender da dispersão do poluente no ar (velocidade e sentido dos ventos, estabilidade atmosférica e, topografia), a distância que alcança, sua concentração e tempo de exposição ao mesmo. • Alguns efeitos: diminuição da visibilidade, danos à saúde humana, danos à vegetação, danos aos animais, danos aos materiais, desfiguração da paisagem e alterações climáticas.
  29. 29. Chaminé mais alta para permitir melhor dissipação dos poluentes
  30. 30. Uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Observar o sentido do vento
  31. 31. Poluição do Solo • É qualquer alteração provocada nas suas características, pela introdução de produtos químicos ou resíduos, de forma que ele se torne prejudicial ao homem e a outros organismos ou tenha os seus usos prejudicados. • As principais fontes de poluição do solo são: utilização de fertilizantes artificiais; aplicação de pesticidas; lançamento de resíduos sólidos (lixo); postos de combustíveis, disposição de cadáveres e disposição de esgotos no solo.
  32. 32. Poluição por Resíduos Sólidos e Esgoto O lançamento de resíduo sólido (lixo) no solo pode resultar: • Aspecto estético desagradável, desfigurando a paisagem; • Produção de maus odores; • Presença de roedores, insetos e catadores; • Poluição da água pelo carreamento de detritos para a mesma ou através do chorume; • Produção de gases (metano) explosivos como resultado da decomposição anaeróbica do resíduo; • Poluição do ar, se houver queima de lixo
  33. 33. • Os locais para onde são levados os resíduos sólidos no País são: Lixão; Aterro Controlado; Aterro Sanitário (NBR 13.896): Doméstico ou Industrial. Mas a partir de 2014 só poderá existir aterro sanitário. Segundo o Altas de Saneamento (2011), a destinação do lixo para aterro sanitário só era feita em 2008 por 33% dos municípios. O Brasil produz 183 t de lixo por dia. • Os resíduos sólidos industriais são classificados segundo a NBR 10.004/04 em Classe 1 (perigosos); Classe 2 (não inertes) e Classe 3 (inertes). • Os resíduos sólidos podem ser domésticos ou industriais. RESIDUOS SOLIDOS QUE NÃO PODEM SER RECICLADOS
  34. 34. Lixão de Garuva com catadores informais em 2000. É a pior forma de descarte do lixo, visto que prolifera insetos e Roedores, mau cheiro e chorume.
  35. 35. Impermeabilização com geomembrana, e posterior cobertura com argila Construção do Aterro Sanitário doméstico de Caxias do Sul – RGS. ABNT 8419/1992 – Apresentação de Projetos de Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos Urbanos.
  36. 36. Fonte: Núcleo de Meio Ambiente - ACIJ, 2002 Aterro Sanitário Industrial
  37. 37. Lei Federal 12.305 de 2 de Agosto de 2010 Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos Art 1o § 1o Estão sujeitas à observância desta Lei as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou indiretamente, pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam ações relacionadas à gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos sólidos. Art. 3o Para os efeitos desta Lei, entende-se por: XII - logística reversa: instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada; XIV - reciclagem: processo de transformação dos resíduos sólidos que envolve a alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas, com vistas à transformação em insumos ou novos produtos, observadas as condições e os padrões estabelecidos pelos órgãos competentes do Sisnama e, se couber, do SNVS e do Suasa; XVIII - reutilização: processo de aproveitamento dos resíduos sólidos sem sua transformação biológica, física ou físico-química, observadas as condições e os padrões estabelecidos pelos órgãos competentes do Sisnama e, se couber, do SNVS e do Suasa;
  38. 38. Lei Federal 12.305 de 2 de Agosto de 2010 Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos Art. 9o Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. Art. 10 explicita que cabe ao Distrito Federal e Municípios a gestão integrada dos resíduos sólidos gerados nos respectivos territórios. Art. 33. São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa,mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de: I - agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso, observadas as regras de gerenciamento de resíduos perigosos previstas em lei ou regulamento, em normas estabelecidas pelos órgãos do Sisnama, do SNVS e do Suasa, ou em normas técnicas; II - pilhas e baterias; III - pneus; IV - óleos lubrificantes, se=s resíduos e embalagens; V - lâmpadas fluorescentes, =e vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; VI - produtos eletroeletrônicos e seus componentes. Art. 54. A disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, observado o disposto no § 1o do art. 9o, deverá ser implantada em até 4 (quatro) anos após a data de publicação desta Lei.
  39. 39. Depósito de pneus nos EUA: Riscos para a Saúde e o Meio Ambiente.
  40. 40. Asfalto ecológico – solução para pneus usados • SPECH (2004) desenvolveu na UFRGS uma tese de Doutorado “Avaliação de misturas asfálticas com incorporação de borracha reciclada de pneus”. Essa mistura utiliza 1% de borracha reciclada de pneus (1000 pneus para um quilômetro de asfalto).
  41. 41. As cidades que mais reciclam no Brasil 1. Curitiba (PR); Itabira (MG); Londrina (PR); 2. Santo André (SP); Santos (SP). Obs: 1 L. de óleo de cozinha, polui um milhão de litros de água. Este pode virar sabão ou biodiesel (www.cempre.org.br), tintas e colas. Tipo Lata de alumínio Papelão Garrafas PET Papel Vidro Taxa de reciclagem em relação ao total disponível 94% 77% 50% 50% 46%
  42. 42. Poluição das águas • Os poluentes podem alcançar as águas superficiais ou profundas através do lançamento direto, precipitação, escoamento pela superfície do solo ou infiltração. • As fontes de poluição podem ser: • Fontes pontuais (localizadas) : tubulações de esgotos domésticos e industriais, lixões, cemitérios, postos de combustível e as galerias de águas pluviais. • Fontes difusas (não localizadas): plantações e chuvas ácidas onde o escoamento superficial ou de infiltração se dá em grandes áreas, erosões de margens de rios.
  43. 43. Atlas do Saneamento (2011) • Coleta de esgoto no Brasil em 2008 só era feita em 52,2% dos municípios. O restante era lançado nos rios ou no solo. • Por lei a tubulação de coleta de esgoto deve ficar na rua, entre 1,2 e 6m abaixo da superfície do solo, além de ter ligação em cada unidade consumidora de água e as vezes ter estações elevatórias.
  44. 44. Fonte: ANA, A Evolução da Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil. Março2002. Esgotos domésticos no Brasil coletados Fontes de poluição das águas
  45. 45. Fonte: ANA, A Evolução da Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil. Março2002. Esgotos domésticos tratados no Brasil Fontes de poluição das águas
  46. 46. Atlas do Saneamento no Brasil, 2011
  47. 47. Atlas do Saneamento no Brasil , 2011
  48. 48. Atlas do Saneamento no Brasil (2011)
  49. 49. Cemitérios tem de ter licença ambiental • A Resolução 335 CONAMA, de 03 de abril de 2003 e publicada em 28.05.03 no Diário Oficial da União define que cemitérios horizontais e verticais deverão ser submetidos a processo de Licenciamento Ambiental e na fase de licença prévia do mesmo, entre outros documentos deverá ser demonstrado o nível máximo do aquífero freático, ao final da estação de maior precipitação pluviométrica deve ser no mínimo 1,50 m em relação a base da sepultura (art. 3 e 5.).
  50. 50. Resíduos dos Serviços de Saúde • Resultam das atividades exercidas nos serviços relacionados com atendimento à saúde humana e animal. • São tratados pela Resolução da Agência de Vigilância Sanitária – ANVISA n. 306/2004 e Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente – CONAMA 358/2005.
  51. 51. Poluição de origem doméstica. Jardim Paraiso – junho de 2004. Autoria: Rafael c
  52. 52. Saneamento - Lei federal 11.445/2007: • Art. 2o Os serviços públicos de saneamento básico serão prestados com base nos seguintes princípios fundamentais: • ... III - abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos realizados de formas adequadas à saúde pública e à proteção do meio ambiente; • IV - disponibilidade, em todas as áreas urbanas, de serviços de drenagem e de manejo das águas pluviais adequados à saúde pública e à segurança da vida e do patrimônio público e privado;... • Art. 4o Os recursos hídricos não integram os serviços públicos de saneamento básico. • Parágrafo único. A utilização de recursos hídricos na prestação de serviços públicos de saneamento básico, inclusive para disposição ou diluição de esgotos e outros resíduos líquidos, é sujeita a outorga de direito de uso, nos termos da Lei no 9.433, de 8 de janeiro de 1997, de seus regulamentos e das legislações estaduais
  53. 53. Fonte de poluição das águas a partir da atividade agrícola É uma fonte difusa de poluição por ocupar grandes áreas.
  54. 54. Fonte de poluição das águas a partir da atividade industrial Fontes industriais, são fontes estacionárias.
  55. 55. POSTO DE COMBUSTÍVELPOSTO DE COMBUSTÍVEL ANTES E DEPOISANTES E DEPOIS DAS ADEQUAÇÕES PARA O LICENCIAMENTODAS ADEQUAÇÕES PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DETERMINADO PELAAMBIENTAL DETERMINADO PELA RESOLUÇÃO CONAMA 273RESOLUÇÃO CONAMA 273 Fonte de poluição das águas a partir de postos de combustível É uma fonte estacionária de poluição.É uma fonte estacionária de poluição.
  56. 56. POSTO DE COMBUSTÍVELPOSTO DE COMBUSTÍVEL ANTESANTES DAS ADEQUAÇÕES PARA ODAS ADEQUAÇÕES PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DETERMINADO PELA RESOLUÇÃOLICENCIAMENTO AMBIENTAL DETERMINADO PELA RESOLUÇÃO CONAMA 273CONAMA 273
  57. 57. ANTES…ANTES…
  58. 58. DEPOIS…DEPOIS… No caso de vazamento, o tubo de monitoramento detecta-o imediatamente.
  59. 59. Rios com diferentes qualidade de água se encontram: Cubatão mais claro e do Braço mais escuro e poluído.
  60. 60. Resolução do CONAMA 237 de 19 de dezembro de 1997 • A localização, construção, instalação, ampliação, modificação e operação de empreendimentos e atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras, bem como qualquer empreendimento capaz de causar degradação ambiental, dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental competente...
  61. 61. 1-RIO CITARUM - INDONÉSIA Hoje, o rio Citarum, perto de Jacarta, capital da Indonésia, é o depósito de lixo doméstico de nove milhões de pessoas. Para lá seguem ainda os resíduos industriais de cerca de 500 fábricas têxteis. Mesmo assim, 80% do fornecimento de água da capital parte das águas deste rio. Hoje, atravessar de barco o Citarum é um desafio. A água mal se vê. Em Dezembro de 2008, o Banco de Desenvolvimento Asiático anunciou um empréstimo de 500 milhões de dólares (336 milhões de euros) para limpar o rio. O programa será aplicado durante 15 anos.
  62. 62. Impactos de caráter global Algumas substâncias lançadas no ambiente podem provocar problemas ambientais de caráter global, tais como: • Efeito estufa; • Destruição da camada de ozônio e • Chuvas ácidas.
  63. 63. EFEITO ESTUFA Os raios solares que alcançam a Terra, uma parcela é refletida antes de atingir a superfície. A parte que não é refletida, é posteriormente remetida pela Terra, sob a forma de calor. A presença de CO2 ( 55%), metano - CH4 (15%), os CFCs (20%) e óxido nitroso (N2O) e ozônio (O3) - 10% na atmosfera torna a mesma opaca à radiação térmica que tenta sair do espaço, devolvendo-a à Terra, ocasionando o aquecimento global.
  64. 64. CAMADA DE OZÔNIO • A presença do ozônio na estratosfera é benéfica, pois atua como filtro, retendo a radiação ultravioleta. Os clorofluorcarbonetos são apontados como responsáveis pela destruição da camada de ozônio. • O buraco na camada de ozônio tem sido constatado principalmente na Antártica, onde as condições meteorológicas são favoráveis às reações químicas causadoras da destruição da camada de ozônio. Reações químicas similares podem ocorrer em outras partes do Planeta. • A destruição da camada de ozônio causa câncer de pele, incidência de catarata, danos às plantas e destruição do fitoplancton.
  65. 65. O buraco na camada de ozônio • Segundo a UNEP e NASA, o buraco na camada de ozônio vem aumentando muito lentamente. • O problema deixou de ser dramático porque praticamente parou-se de emitir as substâncias responsáveis por sua formação.
  66. 66. CHUVAS ÁCIDAS • As águas das chuvas são levemente ácidas, com pH aproximadamente de 5.65, devido a dissolução de gases, especialmente CO2. • O lançamento de gases na atmosfera, a partir de fontes poluidoras do ar, principalmente do dióxido de enxofre (SO2) e dos óxidos de nitrogênio (NOx), contribui para aumentar a acidez das águas, formando as chuvas ácidas (pH inferior a 5.65). prejudicando o abastecimento humano e outros usos; declínio da população de peixes e de outros organismos aquáticos; danos a vegetação,; impactos sobre o solo e corrosão de monumentos históricos • Os gases responsáveis pelas chuvas ácidas são oriundos da queima de combustíveis fósseis e das atividades industriais.
  67. 67. O aquecimento global é o pior impacto ambiental • A década de 90 foi a mais quente desde que se fizeram as primeiras medições, no fim do século XIX. • Consequência notável foi o derretimento das geleiras nos pólos e o aumento de 10 cm no nível dos oceanos. • Amostras de geleiras da Antártica revelam que as atuais concentrações de carbono são as mais altas dos últimos 420.000 anos e, provavelmente, dos últimos 20 milhões de anos. • O Kilimanjaro, a montanha de neves eternas situada na África perdeu 82% da cobertura de gelo desde 1912.
  68. 68. Segundo a UNEP e CDIAC (Carbon Dioxide Information Analyses Center) • Os grandes problemas do planeta em 2012 são: ► A crescente emissão de CO2; ► A perda de 12% da biodiversidade desde a ECO 92; ► A multiplicação de carros fez aumentar as emissões de poluentes, que contribuem para a emissão dos Gases Efeito Estufa (GEE).
  69. 69. Impactos do Aumento de Temperatura Global • Em até 20 C: Derretimento das geleiras e morte dos recifes de coral; • Em até 30 C: escassez de água; • Em até 40 C: extinção de espécies, tempestades/secas/incêndios e queda da produtividade agrícola. Fonte: Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC)

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