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Seguranca Hidrica em Debate

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Palestra oferecida na Casa da Cidade no dia 08/Set/2015, ao lado de Marussia Whately, e mediada por Luiz Nassif. Um olhar permacultural sobre a Crise da Agua, e que estrategias a permacultura, como ciencia de design ecolgico, oferece para transformar crise em oportunidade, escassez em abundancia, com os recursos que temos em maos?

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Seguranca Hidrica em Debate

  1. 1. Guilherme Castagna São Paulo, 08 de setembro de 2015
  2. 2. POPULAÇÃO MUNDIAL
  3. 3. A EXPANSÃO DA MANCHA URBANA
  4. 4. Fonte: Jornal Zero Hora, RBS http://zerohora.rbsdirect.com.br/imagesrc/14418960.jpg?w=620 Para onde vai seu esgoto? Para onde vai a poluição do ar e das ruas? ADIVINHA: De onde vem a água que você bebe?!?
  5. 5. A EXPANSÃO DA MANCHA URBANA & AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS LOCAIS http://megacidades.ccst.inpe.br/sao_paulo/VRMSP/capitulo3.php Aumento da temperatura do ar de 2,1º C e diminuição da umidade relativa do ar em 7%
  6. 6. RESILIÊNCIA ZERO
  7. 7. SABESP + SSRH: Estratégia para enfrentamento da Crise Volume Morto Obras de interligação de sistemas Programa de Bônus + Tarifa Contingência Redução de pressão
  8. 8. Resultado prático das intervenções: Transposição Rio Guaio – Taicupeba (1m³/s) http://www.espaco.org.br/site_mananciais/?p=1096
  9. 9. Resultado prático das intervenções: Redução da pressão Jardim das Olivas, Guarulhos: moradores ficam 12 dias sem água (Agora, 28/01/15 – http://goo.gl/4y3hM0) Saúde, São Paulo: moradores ficam 4 dias sem água (The Guardian, 25/02/15 – http://goo.gl/JzWU6J) Cidade Ariston, Carapicuíba: moradores ficam 7 dias sem água (O Estado de SP, 09/03/15 – http://oesta.do/1FB901I) Centro de Diadema: moradores ficam 10 dias sem água (R7, 06/04/15 –http://bit.ly/1GEbm3T) Vila Gustavo, São Paulo: moradores têm água uma hora por dia (http://goo.gl/c2TrHh). Jardim Turquesa, no M’Boi Mirim, São Paulo: moradores adoecem após serem abastecidos por água contaminada por esgoto (Folha de SP, 27/03/15 - http://goo.gl/qJiV1P). Vila Brasilândia, Derivação da Vila Brasilândia, Fregueisa do Ó e Vila Jaguara, São Paulo: moradores ficam 20 horas por dia sem água (Folha de SP, 16/04/15 – http://goo.gl/nnYNQ2) Jardim Paulistano, São Paulo: assim como no M’Boi Mirim, moradores adoecem após receberem água contaminada por esgoto (O Estado de SP, 27/04/15 – http://goo.gl/4z2s4e) Jardim Conceição, Osasco: moradores têm água apenas 3 horas por dia, às vezes passam mais de três dias sem água, e já adoeceram por entrar em contato com água contaminada (El País Brasil, 14/05/15 –http://goo.gl/t4l4jt). Limão, São Paulo: moradores contratam um caminhão-pipa por dia para garantir abastecimento (O Estado de SP, 24/05/15 – http://goo.gl/rzfxkV)
  10. 10. MANUAL DE INSTRUÇÕES: CICLO GLOBAL & INFILTRACAO Toda água que haverá no planeta já existe, hoje Corrida por agua em SP alimenta procura por pocos clandestinos e pode ter graves consequencias para as reservas subterraneas http://bit.ly/1QmeLGo Cidades no interior de SP furam pocos para evitar falta de agua http://bit.ly/1LhFPCi
  11. 11. MANUAL DE INSTRUÇÕES: CICLOS GLOBAL & LOCAL Toda água que haverá no planeta já existe, hoje
  12. 12. ARVORES PARA CONFORTO TERMICO E REGULACAO CLIMÁTICA
  13. 13. ESTRUTURA EXISTENTE: MANANCIAIS (quantidade e qualidade)
  14. 14. MANEJO INTEGRADO DE ÁGUA Águas residuárias Água de chuva Abastecimento de água
  15. 15. ESTRUTURA EXISTENTE: Estacoes de tratamento de esgoto ABC – 1,9m³/s Barueri – 9,7m³/s Parque Novo Mundo – 2,5m³/s São Miguel – 0,8m³/s Suzano – 0,8m³/s ----------------------------------- TOTAL – 15,7m³/s (vs. 50m³/s abastecimento) Polimento com ecologias aquáticas Membranas de Ultrafiltração
  16. 16. ETE Ponte dos Leites Araruama/RJ Lagoas de aeração Lagoa de decantação com macrófitas flutuantes Wetlands com macrófitas emergentes Tratamento DESCENTRALIZADO de esgoto (estacoes publicas vs. tratamento in loco)
  17. 17. Tratamento DESCENTRALIZADO de esgoto (estacoes publicas vs. tratamento in loco) Estação de tratamento em Telki – Polônia (Organica) Estação de tratamento (Mizumo)
  18. 18. ESTRUTURA EXISTENTE: Melhoria de qualidade nos rios Canal Baima (Fuzhou/China) John Todd Ecological Design Canal Paco (Manilla/Filipinas) BioMatrix
  19. 19. 1. REDUZIR o consumo ao estritamente necessário (ACABAR com vazamentos)
  20. 20. Mictório sem água Descarga de dois toques em caixa embutida em dry wall Garrafa PET na caixa acoplada Torneiras com e sem sensor 1. REDUZIR o consumo ao estritamente necessário
  21. 21. Fonte: SUN MAR GESTÃO DA DEMANDA Fonte: IPEP (2005) Cartilha Manejo Apropriado de Água (IPESA)
  22. 22. ÁGUA CINZA Cinzas 75% Preta 25% Wetlands de fluxo horizontal para tratamento de água cinza
  23. 23. UTILIZAÇÃO DE VERMIFILTRO PARA TRATAMENTO DE ESGOTO Cinzas 75% Preta 25%
  24. 24. UTILIZAÇÃO DE AGUA DE LENCOL FREATICO
  25. 25. NASCENTE SP https://www.facebook.com/NascenteSP
  26. 26. Natural Urbanizado REDUÇÃO DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL + MELHORIA DA QUALIDADE DA ÁGUA
  27. 27. REDUÇÃO DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL + MELHORIA DA QUALIDADE DA ÁGUA
  28. 28. Água de chuva: Controle na fonte
  29. 29. JARDIM DE CHUVA: Anatomia
  30. 30. JARDIM DE CHUVA: Aplicacoes
  31. 31. Fluxus - Experiências Premiadas
  32. 32. REFERÊNCIAS Alianca pela Agua http://aguasp.com.br ICLEI – Programa de Gestão Integrada de Aguas para Municípios http://sams.iclei.org/o-que-fazemos/promovemos-a-acao- local/programas/gestao-sustentavel-e-integrada-de-aguas- urbanas.html Soluções para Cidades - Iniciativas Inspiradoras (ABCP) http://solucoesparacidades.com.br/category/saneamento /2-iniciativas-inspiradoras-saneamento/ Cisterna Já! http://www.cisternaja.com
  33. 33. Guilherme Castagna guilherme@fluxus.eco.br http://www.fluxus.eco.br

Editor's Notes

  • Crise da água como um fenômeno global

    Ora escassez absoluta, ora escassez por contaminação das fontes locais

    Mudanças climáticas globais, mudanças climáticas locais, gestão inadequada da água na escala regional e local
  • Mancha urbana e mananciais
    Formação dos núcleos urbanos e impacto nas águas locais
    Afastamento vs tratamento de esgoto
    O MODELO FALIDO de buscar água cada vez mais longe por falta de visão da necessidade e importância de melhor gerir as “águas locais”
    Longe de um centro urbano, cada vez mais próximo de outro. A disputa por água.
    Cidade como ralo vs. cidade como produtora de água
  • A saúde de nossos rios é a maior mostra de como vivemos na Terra.

    Manejo desintegrado dos serviços de saneamento. São gerenciados de forma isolada, mas tratam de temas absolutamente integrados, em especial quando lidamos com o tema “Água”: abastecimento de água, tratamento de efluentes, manejo de água de chuva. Todos fazem parte do mesmo ciclo, e assim, a qualidade do “produto final”, depende de quanto essa preocupação da qualidade da água está presente nos 3 eixos.

  • A expansão da mancha urbana, a remoção da vegetação, e o acréscimo das estruturas produtoras e mantenedoras de calor.
    Queima de combustíveis fosseis, vias de asfalto e concreto (grande inercia termica), zero retencao de agua.
    Criacao de uma paisagem naturalmente desertica, com grande amplitude termica e reducao da umidade local
  • Manchetes recentes de jornais (2014/2015) atestando a criacao de um clima desertico na cidade, comprovados pela grande amplitude termica, ar seco, e cheias mesmo em periodos de seca. Ou seja, nao ha capacidade de retencao de agua na cidade, o naturalmente acelera a transformacao da paisagem original da mata atlantica em deserto (man-made). Resiliencia zero.
  • A permanencia e continuidade da disponibilidade de agua no interior dos continentes em funcao da existencia de árvores (evapotranspiração).

    Notar a limitacao de “entrada” de água nos aquiferos profundos (recarga), e a extração predatória atual desses volumes para abastecimento humano. Nossa herança consumida para pagar as contas mensais de “cartão de crédito”! Uma hora vai acabar!

    Se o volume de agua no planeta e’ fixo, a crise entao fica escancaradamente clara como sendo de incapacidade de adequacao da ocupacao humana a disponibilidade local. Hora de rever nossas praticas e nos adequar ao “Manual de Instrucoes”: ciclo d’ agua como guia para todo e qualquer tipo de atividade humana.


    O ciclo d’agua global como uma composição de ciclos d’agua locais. Novamente, a importancia de se manter a floresta no interior dos continentes para promover a “producao” e retencao de agua no interior”, associado a estrategias basicas de retencao, infiltracao, e evapotranspiracao.

    Ausência de árvores causa redução nos indices pluviométricos totais, e PRINCIPALMENTE, ocorrência de chuvas de maior intensidade, e menor regularidade. Em resumo, chuvas fortes com aumento dos periodos secos.
  • A permanencia e continuidade da disponibilidade de agua no interior dos continentes em funcao da existencia de árvores (evapotranspiração).

    Notar a limitacao de “entrada” de água nos aquiferos profundos (recarga), e a extração predatória atual desses volumes para abastecimento humano. Nossa herança consumida para pagar as contas mensais de “cartão de crédito”! Uma hora vai acabar!

    Se o volume de agua no planeta e’ fixo, a crise entao fica escancaradamente clara como sendo de incapacidade de adequacao da ocupacao humana a disponibilidade local. Hora de rever nossas praticas e nos adequar ao “Manual de Instrucoes”: ciclo d’ agua como guia para todo e qualquer tipo de atividade humana.


    O ciclo d’agua global como uma composição de ciclos d’agua locais. Novamente, a importancia de se manter a floresta no interior dos continentes para promover a “producao” e retencao de agua no interior”, associado a estrategias basicas de retencao, infiltracao, e evapotranspiracao.

    Ausência de árvores causa redução nos indices pluviométricos totais, e PRINCIPALMENTE, ocorrência de chuvas de maior intensidade, e menor regularidade. Em resumo, chuvas fortes com aumento dos periodos secos.
  • Pesquisas recentes derivadas do 2WSSC, por Monash University (Aus): https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=monash%20university%20mawson%20lakes%20canopy%20cover%20thermal%20comfort
  • Um empreendimento pode ser visto como um componente do ciclo d’agua regional, mas também pode ser visto como um ciclo local, em si mesmo. O desafio do manejo integrado portanto, passa a ser atender a demanda local e restaurar o ciclo local com o manejo apropriado dos recursos locais (superficiais).
  • Tratamento de esgoto como subproduto do processo de tratamento:
    . Primario: lagoas de aeracao
    . Secundario: decantacao e remocao preliminar de nutrientes em tanque de macrofitas flutuantes
    . Terciario: fluxo superficial (aparente) em tanques de plantas emergentes, formadas por ilhas de sombrinhas chinesas e papirus.
  • Através do mapeamento é possivel identificar perdas significativas em vazamentos e outros equipamentos que podem ser regulados
  • Vazao total: 52m3/s

    Supondo aplicacao num universo de 50% das economias
    Vazao aplicada: 26m3/s

    Assumindo economia de 20% (com instalacao de torneiras, valvulas e caixas de descarga de duplo toque, mictorios sem agua)

    Economia resultante: 5,2m3/s (equivalente a transposicao do Sao Lourenco)

    Custo estimado: R$800/economia x 3.250.000

    R$2,6bi
  • GESTÃO DA DEMANDA:
    Qualquer projeto deve tomar como partido atuação imediata na gestão da demanda. Se nao temos agua potavel para todos os usos, e’ fundamental, portanto, que utilizemos estrategias para minimizar ou anular o consumo de agua potavel para fins nao-potaveis. Um exemplo e’ o uso do banheiro seco, que dispensa qualquer tipo de agua (potavel ou nao-potavel) e ainda transforma o “esterco humano” em fertilizante. Mais uma oportunidade de recriacao dos ciclos locais! Coco e’ materia organica e sinonimo de fertilidade, so’ e’ um problema se nao inserido positivamente em ciclos virtuosos.
  • ÁGUA CINZA:
    Dentre o consumo total de agua servida produzido por uma residencia, cerca de 75% se trata de agua cinza (agua sem fezes), que poderia ser tratada localmente para reuso direto no local. O volume de agua cinza produzido diariamente e’ maior do que o volume consumido diariamente com fins nao-potaveis, dai, passa a ser possivel reduzir diretamente o consumo de uma residencia com o simples reuso de agua em cerca de 30% do total consumido.

    Como exemplo sao mencionados o reuso direto com aplicacao para frutiferas, tomando proveito da enorme quantidade de microorganismos beneficos presentes a superficie do solo, o que ainda favorece o tratamento efetivo a medida em que a agua infiltra e e’ disponibilizada para infiltracao junto as arvores, que acabam produzindo muito mais frutos numa irrigacao passiva, que ainda dispensa a utilizacao de agua potavel. Um outro elemento natural pode ser a utilizacao de wetlands construidos para purificacao de agua cinza visando o reuso interno na edificacao.
  • ÁGUA RECICLADA:
    O vermifiltro surge como uma estrategia inovadora para transformacao das fezes em nutrientes, atraves da utilizacao de minhocas californianas para digestao da materia organica. O sistema é de fato um filtro que permite a livre passagem da agua servida e a disponibiliza para tratamento complementar, sendo retido todo o material particulado. Como a agua servida não ficou em contato direto com mais água contaminada (como numa fossa, por exemplo), ela possue boa qualidade, e ainda pode ser tratada para reuso nao-potável de forma simples através de wetlands construídos, ou mesmo para aplicação subsuperficial para frutíferas, como no exempl anterior.
  • ÁGUA RECICLADA:
    Agua de lencol freatico
  • MELHORIA DA QUALIDADE DA ÁGUA DE ESCOAMENTO E GESTÃO HIDROLÓGICA:
    Áreas urbanizadas tendem a produzir escoamento de cerca de 95% do volume total precipitado anual, situação oposta ao ambiente natural, onde cerca de 95% é retido e infiltrado. Isso em função basicamente da criação de estruturas impermeabilizantes (pisos de concreto, asfalto, cimento), e áreas verdes sem condições mínimas de retenção e infiltração de água em função da compactação dos solos, comprometimento de sua estrutura e porosidade. A ausência de vegetação de porte também mantém altas as temperaturas do solo, o que o torna menos receptível à retenção de água.
  • MELHORIA DA QUALIDADE DA ÁGUA DE ESCOAMENTO E GESTÃO HIDROLÓGICA:
    Áreas urbanizadas tendem a produzir escoamento de cerca de 95% do volume total precipitado anual, situação oposta ao ambiente natural, onde cerca de 95% é retido e infiltrado. Isso em função basicamente da criação de estruturas impermeabilizantes (pisos de concreto, asfalto, cimento), e áreas verdes sem condições mínimas de retenção e infiltração de água em função da compactação dos solos, comprometimento de sua estrutura e porosidade. A ausência de vegetação de porte também mantém altas as temperaturas do solo, o que o torna menos receptível à retenção de água.
  • USO DE AGUA DE CHUVA E DE AGUA DE DRENAGEM SUPERFICIAL + CONTROLE DE ESCOAMENTO E MELHORIA DA QUALIDADE DA AGUA

    O melhor lugar para reter água é onde ele cai (“controle na fonte”)!

    Utilização de um amplo conjunto de elementos para promover a retenção de água no lote, favorecendo a infiltração, evapotranspiração, e disponibilidade de água local para uso (potável ou não-potável):

    Atuação no empreendimento idêntico ao manejo recomendado para grandes áreas. Sempre do topo do morro (telhado!) para baixo.
  • CONTROLE DE ESCOAMENTO E MELHORIA DA QUALIDADE DA AGUA

    Jardins de chuva são elementos fundamentais para uma nova paisagem retentora de água. São simples e baratos de executar, dispensam rega ou irrigação na maior parte do ano (podem dispensar completamente, dependendo das espécies escolhidas), e são facilmente replicáveis.
  • CONTROLE DE ESCOAMENTO E MELHORIA DA QUALIDADE DA AGUA

    O jardim de chuva ‘e um elemento versatil e pode ser adaptado a uma serie de contextos e condicoes, como em parques, jardins publicos, quintais, areas inclinadas, calcadas e ate’ mesmo em vias de transito de veiculos. Quando utilizado em calcadas exige areas amplas de passeio, e pode ainda ser integrado as galerias pluviais existentes, disponibilizando agua com qualidade muito superior a agua de escoamento das vias.
  • USO DE AGUA DE CHUVA E DE AGUA DE DRENAGEM SUPERFICIAL
    Projetos desenvolvidos pela Fluxus:
    . Harmonia 57: expo na Bienal de Veneza 2008, Zumtobel Award, categoria Sustentabilidade no Ambiente Construído, 2010
    . Estádio Nacional de Brasília: Plano de Manejo de Águas Pluviais, premiado Von Martius (2013), e Saint Gobain (2014)

    Característica em comum: ZERO CONSUMO DE ÁGUA POTÁVEL PARA FINS NÃO-POTÁVEIS, MÁXIMA RETENÇÃO E INFILTRAÇÃO PARA RECARGA DE LENÇOIS RASOS. Para mais info consulte o link para download dos cadernos de sistematização dos projetos, disponiveis no slide 36.
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