Emoções, Sentimentos e Afectos

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    Professora: Vera Lúcia Lourenço – psicóloga jurídica perita.
    Ministrou recentemente em Brasília os Cursos de Pericia Psicológica Policial e o
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    • Como identificar a mentira – Sinais Não-verbais da dissimulação
    • Gestos
    • Face
    • Fala
    • Aspectos psicológicos do interrogatório
    • A linguagem do corpo
    • O Corpo Fala
    • Estudos de casos

    PALESTRANTE

    VERA LUCIA LOURENÇO JACOMETI:
    CRP 05/25939

    PSICOLOGA FORMADA CEUCEL; ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA JURIDICA, PERITA,
    MINISTRANTE DOS CURSOS DE EXTENSÃO DE PERICIA PSICOLÓGICA POLICIAL E CRIMINAL,
    PSICOLOGIA JURIDICA, ABUSO SEXUAL&PEDOFILIA, PSICOPATOLOGIA JURIDICA NA
    UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ E UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA.
    Professora treinadora da Acadepol nos cursos de Pericia Psicológica e Indentificação de Sinal.
    Participação no Programa SALTO ALTO- CBN- SALVADOR
    CURSO PERICIA NA POLICIA CIVIL/ACADEPOL/RJ- 2ª TURMA EM MARÇO/2012
    CURSO PERICIA NA SECRETÁRIA DE SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO DO MARANHÃO- MARÇO/2012
    PROFESSORA DE CURSO DE FORMAÇÃO NA ACADEPOL/RJ PARA MEDICOS LEGISTAS E PILOTOS
    PROFESSORA DE CURSOS DE FORMAÇÃO NA ACADEPOL/RJ PARA MEDICOS LEGISTAS NO IML/RJ
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Emoções, Sentimentos e Afectos

  1. 1. A EMOÇÃO<br />“A palavra emoção traduz, em geral, à mente uma das seis emoções ditas primárias ou universais: alegria, tristeza, medo, cólera, surpresa ou aversão. (…)” Damásio, António<br />Trabalho realizado por:<br /><ul><li>Filipe Loureiro
  2. 2. Luís Bação
  3. 3. Rui Reis</li></li></ul><li>Índice<br /><ul><li>Mente e Emoção:
  4. 4. Introdução ao tema;
  5. 5. PhineasGage.
  6. 6. Emoções, sentimentos e afectos:
  7. 7. Emoções vs Sentimentos vs Afectos;
  8. 8. Relações que estabelecem;
  9. 9. Emoções primárias e emoções secundárias;
  10. 10. Teorias das emoções.
  11. 11. Universalidade das emoções:
  12. 12. De que forma a expressão das emoções pode variar consoante a cultura?
  13. 13. Existe uma forma universal de se expressarem as emoções?
  14. 14. Perspectiva Evolutiva;
  15. 15. Perspectiva Fisiológica;
  16. 16. Perspectiva Cognitivista;
  17. 17. Perspectiva Culturalista.</li></li></ul><li><ul><li>As estruturas biológicas da emoção:
  18. 18. Reactividade emocional; a amígdala;
  19. 19. Caso MatildaCrabtree
  20. 20. Função biológica das emoções;
  21. 21. Córtex orbitofrontal no processo da tomada de decisões;
  22. 22. Caso Elliot;
  23. 23. Marcadores somáticos.</li></li></ul><li>Mente e emoção<br />
  24. 24. Falando e pensando em emoções pela primeira vez, destacamos sempre uma de seis emoções:<br /><ul><li>Alegria;
  25. 25. Tristeza;
  26. 26. Medo;
  27. 27. Ira;
  28. 28. Espanto;
  29. 29. Nojo.</li></ul> Tratam-se, no fim e ao cabo, das emoções básicas ou universais. Sem que sequer nos apercebamos, desde que nos levantamos até que nos deitamos estas fazem parte das nossas experiencias diárias. Se repararmos, de facto a emoção é a primeira que característica que evidenciamos ao nascer, através do choro.<br />
  30. 30. Serão as emoções importantes? Sim. Estas têm um papel muito importante na vida de cada um de nós, pois:<br /><ul><li>Alertam-nos para o perigo;
  31. 31. Proporcionam-nos a hipótese de criar laços com os outros, desempenhando um papel importante na vida em sociedade;
  32. 32. Influenciam a tomada de decisões;
  33. 33. Alteram o nosso comportamento;
  34. 34. Fornecem aos outros informações sobre o nosso estado interno;
  35. 35. etc.</li></li></ul><li>Desde que se tem memória do homem se interessar pelo estudo dos processos emocionais que este caiu em erro em relação a dois aspectos:<br />Considerar emoção e cognição como faces opostas da mesma moeda, dois conceitos incompatíveis, dois domínios antagónicos; <br />Outro, por consequência do primeiro, era considerar que a cognição, superior por definição, impunha naturalmente a sua “vontade” à emoção.<br />
  36. 36. Emoções, sentimentos e afectos<br />
  37. 37. Emoção<br />As emoções:<br />Têm origem numa causa, num objecto<br />São reacções corporais específicas, observáveis<br />São públicas e voltadas para o exterior<br />São automáticas e inconscientes<br />Polaridade: podem ser negativas ou positivas<br />São versáteis: variam em intensidade e são de breve duração<br />Relacionam-se com o tempo: as emoções têm principio e fim<br />
  38. 38. <ul><li>Assim, emoção designa-se como:
  39. 39. Um processo passageiro, desencadeado por um estimulo (externo ou interno);
  40. 40. Opera a nível psíquico, maioritariamente inconsciente, e é difícil de verbalizar, no entanto, representa um poderoso meio de comunicação (expressão facial).</li></ul> Os animais também experienciam emoções, a diferença é que as emoções humanas têm como característica o modo como estão ligadas às ideias, aos valores, aos princípios e aos juízos complexos que só os seres racionais podem ter.<br />
  41. 41. Componentes das emoções:<br />Componente cognitiva – ocorre quando tomamos conhecimento do facto: se não houver conhecimento deste, não se experimenta qualquer emoção.<br />Componente avaliativa – é feita uma avaliação, agradável ou desagradável da situação<br />Componente fisiológica – manifestações orgânicas, corporais face á emoção<br />
  42. 42. Componente expressiva – expressões corporais que permitem mostrar ao outro as nossas emoções <br />Componente comportamental – comportamento que o sujeito poderá ter face a outro, é o estado emocional que desencadeia determinado conjunto de comportamentos.<br />Componente subjectiva – relaciona-se com o que o indivíduo sente a nível emocional e interior a que só ele tem acesso, ou seja, é o estado afectivo associado à emoção.<br />
  43. 43. Sentimentos<br /><ul><li>Sentimento, por sua vez, é um processo mental relativamente estável, resultante da emoção. É uma experiência subjectiva dos afectos e das emoções; este processo distingue-se da emoção pelo seu carácter subjectivo e cognitivo e é inseparável dos valores. Um sentimento é privado (não observável pelos outros), ao contrário das emoções.
  44. 44. O Ser Humano enquanto ser dotado de consciência, analisa, interpreta, organiza e reflecte sobre os seus próprios sentimentos, isto é, constrói sentimentos a partir dos mesmos.</li></li></ul><li>Segundo António Damásio:<br />Emoções e sentimentos constituem, respectivamente, o começo e o fim de um processo contínuo;<br />As emoções são públicas enquanto que os sentimentos são privados;<br />Os mecanismos subjacentes às emoções e aos sentimentos são distintos;<br />Os mecanismos básicos da emoção não requerem, necessariamente consciência;<br />Emoções geram sentimentos e estes, por sua vez, geram emoções num ciclo contínuo;<br />Os sentimentos possuem uma relação privilegiadas com a consciência.<br />
  45. 45. Correlação Emoções/ Sentimentos<br />
  46. 46.
  47. 47. Concluindo…<br />È certo que a sociedade desempenha um papel muito mais importante na formação das emoções secundárias (ou não fossem elas designadas, também, de emoções sociais; emoções que se dão em sociedade). Por outro lado, as emoções primárias são inatas e biologicamente programadas. No entanto, uma coisa não leva à outra pelo que também as secundárias o são, em certa medida, e também a sociedade actua sobre as primárias.<br />
  48. 48. Afecto<br />Existe, ainda, um terceiro conceito, o afecto.<br /> Este é bastante utilizado e empregue ao longo da nossa vida e quotidiano, podendo ser empiricamente sinónimo de emoção ou sentimento, erradamente, no entanto.<br />Então o que é o afecto?<br />O afecto é a sensação imediata e subjectiva que temos em relação a um objecto, pessoa, situação. Logo, os afectos estão associados às emoções e sentimentos, mas não se confundem com estes.<br />
  49. 49. Falar de afectos é falar da relação. <br />A relação implica uma troca, em que se dá e se recebe, o que envolve sempre modificação dos elementos envolvidos. Nestas relações somos afectados pelos outros e afectamo-los.<br />Os afectos que se estabelecem constroem a matriz da nossa vida pessoal e podem exprimir-se pelo amor mas também pelo ódio. A nossa sobrevivência psicológica funda-se nas relações interpessoais.<br />
  50. 50. Emoções: Universalidade e Diversidade<br />As emoções básicas caracterizam-se por expressões universais, ou seja, são comuns a todos os indivíduos. Os nossos rostos não se costumam designar como “espelhos da alma” por mero caso, pois estes reflectem emoções. Estas manifestações são compreensíveis para todas as pessoas, independentemente da cultura.<br />Exemplo: independentemente do local do planeta em que nos encontramos, qualquer pessoa saberá identificar alegria no nosso rosto ao esboçarmos um sorriso.<br />
  51. 51. Perspectivas sobre as emoções<br />As emoções constituem um aspecto muito<br />complexo do ser humano e são objecto de várias<br />interpretações que se organizam em várias<br />perspectivas.<br /> Estas perspectivas dão-nos a conhecer a<br />natureza e a base das emoções.<br />Perspectiva evolutiva;<br />Perspectiva fisiológica;<br />Perspectiva cognitivista;<br />Perspectiva culturalista.<br />
  52. 52. Perspectiva Evolutiva<br />Foi desenvolvida por Charles Darwin, que, através da comparação de expressões de emoções humanas com as dos animais, identificou seis emoções primárias ou universais: a alegria, a tristeza, a cólera, o desgosto, a surpresa e o medo. Para cada uma destas emoções, descreve as suas manifestações fisiológicas. <br /> Darwin considera que as emoções desempenham um papel adaptativo fundamental na história da espécie humana, sendo determinantes na nossa capacidade de sobrevivência.<br />
  53. 53. As emoções são públicas, pelo que podem ser partilhadas com os outros através de expressões faciais<br />
  54. 54. Experiencia de Ekman…<br />Paul Ekman foi um cientista que desenvolveu uma investigação em que procurou testar uma hipótese que defendia: “indivíduos de culturas distintas sentiriam diferentes emoções”. Ekman realizou uma experiência: apresentou a uma tribo isolada da Nova Guiné, expressões emocionais de norte-americanos. Ekman concluiu que havia emoções que estavam presentes e que se manifestavam de forma semelhante nos dois povos que apresentavam culturas tão diferentes, ou seja, há emoções que são universais, independentemente da aprendizagem e da cultura, mas Paul Ekman não exclui a influência da cultura na expressão das emoções.<br />
  55. 55. Perspectiva Fisiológica<br />O psicólogo e médico William James tem como interesse fundamental o estabelecimento da relação entre o corpo e a mente, que se influenciariam mutuamente: a mente influencia o corpo e o corpo influencia a mente.<br />Exemplo: Posso sentir-me triste se assumir uma expressão facial de tristeza. (numa situação que nos provoca um choro de tristeza, só depois é que tomamos consciência da tristeza).<br />
  56. 56. Perspectiva Cognitivista<br />De acordo com a perspectiva cognitista, existe uma relação entre os nossos processos cognitivos e as emoções. As nossas cognições são um elemento fundamental no desencadeamento das emoções: é o modo como eu encaro uma situação, que causa a emoção.<br />Exemplo: Zango-me com uma pessoa porque interpreto o seu comportamento como ofensivo, (não é o comportamento da pessoa em si que provoca a minha raiva, mas o facto de eu o interpretar como tal).<br />Conclusão: As emoções dependem assim do modo como avaliamos as situações.<br />
  57. 57. Perspectiva Cultural<br />De acordo com a perspectiva culturalista, as emoções são comportamentos aprendidos no processo de socialização, ou seja, as emoções são como a linguagem, uma construção social. A cada cultura correspondem diferentes emoções e diferentes formas de as exprimir.<br />Exemplo: Em algumas culturas não se admite que os homens chorem, enquanto que noutras culturas a expressão das emoções pelo choro é valorizada. <br />Independentemente do sexo, o modo como se chora, quem pode chorar, onde se chora, varia de cultura para cultura.Cada cultura tem o seu conjunto de regras que especificam o tipo de emoções que se podem manifestar nas diferentes situaçõesExemplo: Um desgosto profundo pode ser sentido da mesma forma idêntica por um japonês, um português, ou um indiano, mas o modo de o exprimir é diferente.<br />
  58. 58. Estruturas Biológicas da Emoção<br />
  59. 59. As bases biológicas da emoção são:<br />Papel regulador, pois ajuda um organismo a sobreviver;<br />A cultura e a aprendizagem alteram a expressão das emoções, atribuindo-lhe um significado diferente. As emoções são inatas.<br />Os dispositivos cerebrais responsáveis ocupam um conjunto restrito de zonas: tronco cerebral, progredindo para as partes superiores.<br />Esses dispositivos são activados automaticamente e inconscientemente.<br />
  60. 60. Regularmente, há uma grande tendência a considerar apenas os juízos racionais como determinantes na avaliação de situações e na construção de respostas aos estímulos. Para o melhor ou para o pior, os processos emocionais também influenciam esses factores, e em larga medida.<br />O que levou, no caso MatildaCrabtree, um pai a disparar, quase instintivamente sobre a sua própria filha?<br />Como já foi referido, as emoções são essenciais para a sobrevivência do ser humano e, na verdade, o sistema límbico (estrutura cerebral associada às emoções) toma controlo sobre nós quando nos encontramos em situações de perigo, ou possivelmente perigosas. Existem estruturas específicas que nos permitirão entender melhor este processo.<br />
  61. 61. Reactividade Emocional<br />A amígdala é a estrutura cerebral envolvente mais importante na reactividade emocional imediata ao medo e à ira.<br />Amígdala: <br />Parte integrante do sistema límbico, localizada no interior de cada hemisfério, no lobo temporal;<br />Processa o significado emocional dos estímulos, gerando reacções emocionais e comportamentais imediatas.<br />
  62. 62.
  63. 63. Associando ao caso ‘Crabtree’, percebe-se que a existência de um caminho de emergência entre o tálamo e a amígdala, é chamado a intervir em casos de emergência. O pai de Matilda, pressupondo que podia estar um ladrão dentro de casa pressupôs ainda a possibilidade de ter de disparar caso este aparecesse, assim quando Matilda sai do roupeiro, como o seu pai se encontra em estado de emergência, o sistema límbico assume controlo do cérebro e antes que a sensação visual chegasse ao córtex associado, por meio do caminho de emergência, o seu pai age disparando sem ter conhecimento que dispara contra a própria filha.<br />
  64. 64. Concluindo…<br />A função biológica das emoções é, então, dupla:<br />Tem, por um lado, o papel de produzir uma reacção específica a uma situação indutor;<br />Por outro lado permite a regulação do estado interno do organismo, com a finalidade de o preparar para essa reacção específica.<br />
  65. 65. Estado emocional; alterações fisiológicas e reacção específica<br />
  66. 66. A amígdala constitui uma estrutura importante no processamento do medo e ira, mas, porém, não explica a totalidade das expressões emocionais. Existe, portanto, uma estrutura (que tem sido alvo de estudos num passado recente) e que não faz, inclusive, parte do sistema límbico.<br />Córtex orbitofrontal:<br />Situado na face inferior do lobo fontal;<br />Importante no planeamento e na coordenação de comportamentos destinados a atingir objectivos;<br />Age antecipando e avaliando o valor potencial da recompensa/prejuízo de um comportamento.<br />
  67. 67. A região frontal, funciona coordenando, unificando e integrando toda a informação que chega ao cérebro, logo, a existência de casos como o de Elliot permitiram demonstrar a importância do córtex orbitofrontale do circuito pré-frontal-amígdala no processo de tomada de decisões, visto que mais nenhuma zona tinha sido danificada. Para além disso, o caso Elliot mostra-nos que a emoção faz parte integrante dos processos de raciocínio e de tomada de decisão. <br />Elliot parece incapaz de aprender com os erros e tal acontece, apenas e só, porque o seu raciocínio deixou de ser afectado por sinais provenientes dos mecanismos de emoção.<br />
  68. 68. Concluindo…<br />A mente funciona como um todo, unificando e integrando diversos aspectos e processos inter-relacionados;<br />Existe um clara relação de interdependência entre processos cognitivos e emocionais.<br />
  69. 69. Marcadores Somáticos<br />A hipótese dos marcadores somáticos, criados por António Damásio, devem-se a casos da natureza dos de Elliot.<br />Marcadores Somáticos:<br />Através da aprendizagem depreendemos a recompensa ou prejuízo associados a certas situações. Assim saberemos, para diferentes situações, que certa acção pode levar a um resultado menos bom;<br /> Funcionam como uma campainha de alarme<br />
  70. 70. Concluindo…<br />Os marcadores somáticos baseiam-se no passados das nossas emoções: na medida em que uma acção levou, no passado, a uma experiência negativa, estaremos motivados a evitá-la e a pensar numa acção alternativa (e assim consecutivamente).<br />Os marcadores somáticos aumentam a precisão e eficiência dos nossos processos de decisão.<br />

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