A Implantação da República<br />
A monarquia<br />Antes de 1910, Portugal era uma monarquia.<br />No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoa...
As vantagens da República<br />No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um...
Porquê a revolta?<br /><ul><li>Por tudo isto, grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republi...
A instabilidade política dos últimos governos da Monarquia Constitucional contribuíram para tal.
Também o Ultimato de 1890 fora um golpe duro para a imagem do rei e do sistema que representa.
Este era acusado de desperdiçar o dinheiro do reino, sem vantagens.</li></li></ul><li>A Revolta<br /><ul><li>De 4 para 5 d...
 Embora muitos envolvidos se tenham esquivado à participação — chegando mesmo a parecer que a revolta tinha falhado — esta...
O contributo da população civil, dando alimentos, cuidando dos feridos ou ajudando a levantar barricadas, foi também impor...
O acontecimento foi tão importante para o país, que essa data é um feriado nacional.</li></li></ul><li>O último rei de Por...
O 1º Presidente da República de Portugal<br /><ul><li>O primeiro presidente foi Teófilo Braga, mas foi apenas presidente d...
Significado das cores:</li></ul>	- o vermelho é uma cor de força, coragem e alegria; representa o sangue derramado na form...
A Bandeira nacional (continuação)<br /><ul><li>A bandeira portuguesa é chamada de Bandeira Nacional, por vezes também de B...
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A implantação da república lénia ana rita_tatiana

  1. 1. A Implantação da República<br />
  2. 2. A monarquia<br />Antes de 1910, Portugal era uma monarquia.<br />No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda. Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava o seu lugar. <br />Os problemas que as pessoas viam na monarquia eram devidos a coisas muito simples: <br /> E se o rei governasse mal? E se fosse cruel para com os súbditos (o povo)? E se ficasse doente ou louco? E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas? E se decidisse mal coisas importantes para o país? E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?<br />Claro que estes problemas podem acontecer com qualquer governante, fosse ele um rei ou outro...<br />
  3. 3. As vantagens da República<br />No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema diferente: uma república.<br />As repúblicas têm dirigentes eleitos por períodos de tempo mais curtos, e o controlo do poder parecia mais eficaz. <br />
  4. 4. Porquê a revolta?<br /><ul><li>Por tudo isto, grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republicano, foram-se revoltando e acabaram por conseguir terminar com a monarquia e implantar a República.
  5. 5. A instabilidade política dos últimos governos da Monarquia Constitucional contribuíram para tal.
  6. 6. Também o Ultimato de 1890 fora um golpe duro para a imagem do rei e do sistema que representa.
  7. 7. Este era acusado de desperdiçar o dinheiro do reino, sem vantagens.</li></li></ul><li>A Revolta<br /><ul><li>De 4 para 5 de Outubro de 1910 houve a revolta republicana.
  8. 8. Embora muitos envolvidos se tenham esquivado à participação — chegando mesmo a parecer que a revolta tinha falhado — esta acabou por suceder graças à incapacidade de resposta do Governo, que não conseguiu reunir tropas que dominassem os cerca de duzentos revolucionários que na Rotunda (Lisboa) resistiam de armas na mão.
  9. 9. O contributo da população civil, dando alimentos, cuidando dos feridos ou ajudando a levantar barricadas, foi também importante.</li></li></ul><li>A Implantação da República<br /><ul><li>A República foi proclamada dos Paços do Concelho (a Câmara Municipal), em Lisboa, no dia 5 de Outubro de 1910, pelos representantes do partido republicano.
  10. 10. O acontecimento foi tão importante para o país, que essa data é um feriado nacional.</li></li></ul><li>O último rei de Portugal<br />O último rei foi D. Manuel II (1908-1910), que partiu da Ericeira para o Reino Unido com a restante família real *, ficando aí a viver no exílio.<br />* O pai, D. Carlos, e o irmão mais velho, o príncipe Luís Filipe, foram assassinados em 1908. Para o exílio foi acompanhado pela mãe (D. Amélia de Orleães) e a avó (D. Maria de Sabóia).<br />
  11. 11. O 1º Presidente da República de Portugal<br /><ul><li>O primeiro presidente foi Teófilo Braga, mas foi apenas presidente do Governo Provisório, até às eleições de 1911. Nessas foi eleito como primeiro Presidente da República de Portugal Manuel de Arriaga, cargo que desempenhou até 1915.</li></li></ul><li>A bandeira nacional<br /><ul><li>A Bandeira Nacional da República é dividida na vertical com duas cores fundamentais: verde escuro do lado esquerdo (ocupando dois quintos) e encarnado à direita (ocupando três quintos).
  12. 12. Significado das cores:</li></ul> - o vermelho é uma cor de força, coragem e alegria; representa o sangue derramado na formação do país;- o verde é a cor da esperança e do mar;<br /> - o branco representa a paz.<br /><ul><li>Outros símbolos:- o Escudo lembra a defesa do território;- as Quinas, a azul, representam as primeiras batalhas na conquista do país ;- cada quina contém cinco pontos brancos: as cinco chagas de Cristo;- os sete castelos amarelos representam os castelos tornados aos mouros por D. Afonso III. </li></ul> - a esfera armilar é o símbolo que o Rei D. Manuel I escolheu para representar as descobertas marítimas.<br />
  13. 13. A Bandeira nacional (continuação)<br /><ul><li>A bandeira portuguesa é chamada de Bandeira Nacional, por vezes também de Bandeira das Quinas e ainda de Bandeira verde-rubra.
  14. 14. O modelo da actual Bandeira de Portugal foi aprovado por decreto da Assembleia Nacional Constituinte de 19 de Junho de 1911.</li></li></ul><li>O hino nacional<br /> Às armas, às armas!Sobre a terra, sobre o mar,Às armas, às armas!Pela Pátria lutarContra os canhões marchar, marchar!Saudai o Sol que despontaSobre um ridente porvir;Seja o eco de uma afrontaO sinal do ressurgir.Raios dessa aurora forteSão como beijos de mãe,Que nos guardam, nos sustêm,Contra as injúrias da sorte.Às armas, às armas!Sobre a terra, sobre o mar,Ás armas, às armas!Pela Pátria lutarContra os canhões marchar, marchar!<br />Heróis do mar, nobre povo,Nação valente, imortal,Levantai hoje de novoO esplendor de Portugal!Entre as brumas da memória,Ó Pátria sente-se a vozDos teus egrégios avós,Que há-de guiar-te à vitória!Às armas, às armas!Sobre a terra, sobre o mar,Às armas, às armas!Pela Pátria lutarContra os canhões marchar, marchar!Desfralda a invicta Bandeira,À luz viva do teu céu!Brade a Europa à terra inteira:Portugal não pereceuBeija o solo teu jucundoO oceano, a rugir d'amor,E o teu braço vencedorDeu mundos novos ao Mundo!<br />
  15. 15. O hino nacional <br /><ul><li>O hino nacional “A Portuguesa” foi composto por Henrique Lopes de Mendonça e a música por Alfredo Keil.
  16. 16. A Portuguesa foi designada como um dos símbolos nacionais de Portugal na constituição de 1976, constando no artigo 11.°, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa (Símbolos nacionais e língua oficial): "2. O Hino Nacional é A Portuguesa." </li></li></ul><li>Trabalho realizado por:<br />Ana Rita Azevedo<br />Tatiana Lourenço<br />Lénia Almeida <br />6ºB<br />

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