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IIISecin Curso Pre-evento

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Curso Pré-evento - III SECIN, Londrina, PR, 23/nov/2009 - http://www2.uel.br/eventos/secin/program.php - Tema: Tendencias para a organizacao e o compartilhamento da informacao

Published in: Technology
  • Olá Suely! Adorei o curso/palestra sobre Web 2.0, espero fazer uso de todas as ferramentas apresentadas - e estarei divulgando entre meus estagiários.

    Um grande abraço

    Micheli
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IIISecin Curso Pre-evento

  1. 1. Documentos hipermídia em tempos de web 2.0 SOARES, S. B. C., novembro/2009 Apresentação licenciada por uma licença Creative Commons Mini-Curso Pré-evento - http://www2.uel.br/eventos/secin/program.php http://slideshare.net/suelybcs
  2. 2. SKYPE: suelybcs Suely de Brito Clemente Soares SOARES, S. B. C., novembro/2009 Apresentação licenciada por uma licença Creative Commons Mestre em Educação, Ciência e Tecnologia (FE-UNICAMP) Cibertecária - Bibliotecária aposentada/UNESP - Palestrante Profa. EaD pela FEBAB - http://www.febab.org.br MSN: [email_address] http://delicious.com/suelybcs http://twitter.com/suelybcs Blog: Ciberteclando com suelybcs http://suelybcs.wordpress.com Sala virtual [agendar] http://connectnow.acrobat.com/suelybcs http://slideshare.net/suelybcs Gtalk: [email_address]
  3. 3. Sumário 01 Depoimento redação de dissertação hipertextual 02 A história da escrita - de “0” a “2.0” 03 Web 2.0 Compartilhamento - Redes Sociais 04 Upgrade de “1.0” para “2.0” 05 Blogs Wikis RSS Twitter ... 06 Comunicação científica visibilidade – onde publicar? - fator de impacto e índice-h 07 Documentos hipermídia 08 DOI Handle 09 Direitos Autorais Copyleft Creative Commons
  4. 4. 01 Depoimento redação de dissertação hipertextual
  5. 5. Redação de dissertação hipertextual um depoimento sobre produção de documento hipermídia <ul><li>Mestrado em Educação, Ciência e Tecnologia Faculdade de Educação - UNICAMP </li></ul><ul><li>(março/2003 – fevereiro/2006) </li></ul><ul><li>Dissertação em PDF disponível na Biblioteca Digital: </li></ul><ul><li>http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000384508 </li></ul><ul><li>Versão hipertextual disponível somente em CD-ROM anexo à versão impressa </li></ul>
  6. 8. SUMÁRIO - CONTENTS 1 INTRODUÇÃO - INTRODUCTION . . . 1 2 COMUNIDADES VIRTUAIS - VIRTUAL COMMUNITIES . . . 21 2.1 Comunidades: uma retrospectiva - Communities: a retrospective . . . 24 2.2 Comunidades: alguns conceitos - Communities: some concepts . . . 25 2.3 Bibliotecas universitárias e seus serviços de referência – University libraries and its reference services . . . 34 2.3.1 Para quê comunidades virtuais de bibliotecários? - For what virtual communities to librarians? . . . 46 2.3.2 Para quais bibliotecários? - For which kind of librarians? . . . 48 2.3.3 Como? - How ? . . . 49 3 METODOLOGIA DA PESQUISA - RESEARCH METHODOLOGY . . . 53 4 CONSTRUÇÃO DA COMUNIDADE CIBEREDUC - BUILDING THE CYBEREDUC COMMUNITY . . . 65 4.1 Construção do ambiente no TelEduc - Building the environment on TelEduc . . . 68 4.2 Das ferramentas do CiberEduc - About CyberEduc´s tools . . . 74 4.3 Dos sujeitos da pesquisa - About research´s subjects . . . 81
  7. 9. <ul><li>REFERÊNCIAS – REFERENCES . . . 147 </li></ul><ul><li>GLOSSÁRIO – GLOSSARY . . . 173 </li></ul><ul><li>9 APÊNDICES - APPENDIXES . . . 183 </li></ul><ul><li>APÊNDICE A – Telas do CiberEduc - APPENDIX A – CyberEduc´s screens . . . 187 </li></ul><ul><li>APÊNDICE B – Formulário da entrevista inicial - APPENDIX B – Initial interview . . . 227 </li></ul><ul><li>APÊNDICE C – Formulário da entrevista final - APPENDIX C – Final interview . . . 231 </li></ul><ul><li>APÊNDICE D – Arquivo “Minha Agenda” - APPENDIX D – “My Agenda” File . . . 233 </li></ul><ul><li>APÊNDICE E – Mensagem de convite para inscrição no CiberEduc - </li></ul><ul><li>APPENDIX E - Invitation message to subscribe CyberEduc . . . 239 </li></ul><ul><li>APÊNDICE F – Totais de acesso por ferramenta do CiberEduc – </li></ul><ul><li>APPENDIX F - Total access to CyberEduc´s tools . . . 241 </li></ul><ul><li>APÊNDICE G – Questionário de avaliação de indicadores de qualidade – </li></ul><ul><li>APPENDIX G - Quality benchmarks evaluation questions . . . 247 </li></ul><ul><li>APÊNDICE H – Matriz reduzida de dados coletados do questionário de avaliação – APPENDIX H - Collected data reduced matrix from evaluation questions . . . 255 </li></ul>
  8. 10. 10 ANEXOS - ANNEXES . . . 259 ANEXO A - Certificado de participação no CiberEduc – ANNEX A – Participation certificate at CyberEduc . . . 263 ANEXO B - Relatório individual do maior número de Acessos – ANNEX B - Individual access report sample . . . 265 ANEXO C - 1 CD-ROM - versão linear e versão hipertextual da dissertação - ANNEX C - 1 CD-ROM - dissertation´s linear and hypertext versions . . . 271 11 ÍNDICE - INDEX . . . 273
  9. 15. 7 REFERÊNCIAS - REFERENCES ABRAM, S. Communities: the three R´s-roles, relevance, and respect. Information Outlook, Washington, v. 7, n. 6, p. 37-38, 2003. ALAVA, S. (Org.) Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2002. * ALMEIDA JÚNIOR, O. F. Implicações entre formação e objeto da área de informação. In: ENCUENTRO DE DIRECTORES, 8.; ENCUENTRO DE DOCENTES DE ESCUELAS DE BIBLIOTECOLOGÍA Y CIENCIAS DE LA INFORMACIÓN DEL MERCOSUR, 6., 2004a, Mar Del Plata, Argentina. Anais. 1 CD. ** ARAÚJO, L. H. L. Uma aplicação da dinâmica não-linear para avaliação de desempenho de comunidades virtuais de aprendizagem: além da tela do computador: linguagem, emocionalidade e corporalidade. Brasília, DF. 2004. 198 fls. Dissertação (Mestrado em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação) – Universidade Católica de Brasília, Brasília. Disponível em: http://www.bdtd.ucb.br/tede/tde_arquivos/3/TDE-2005-03-08T15:27:32Z-170/Publico/Dissetacao_LuizHenrique.pdf Acesso em 1 jun. 2005. ROCHA, H.V. Perspectivas de desenvolvimento doTelEduc . Vídeo de palestra proferida no dia 26 de novembro de 2003, no Auditório do Centro de Computação da UNICAMP. Disponível em: http://www.ccuec.unicamp.br/ead/index_html?foco2=Eventos/ 75574/943135&focomenu=Eventos Acesso em: 10 jun. 2004. -------------------- SENGE, P. M. A quinta disciplina : arte e prática da organização de aprendizagem. 10. ed. São Paulo: Nova Cultural, 2002. * ** *** WORLD SUMMIT ON THE INFORMATION SOCIETY, Geneve, 2003 – Tunis 2005. Tunis Commitment: president of the PrepCom of the Tunis phase: Document WSIS-05/TUNIS/DOC/7-E. 18 november 2005. Original: english. Disponível em: http://www.itu.int/wsis/docs2/tunis/off/7.pdf Acesso em: 17 dez. 2005.
  10. 26. Redação Acadêmica – [email_address] <ul><li>Referências: espaço simples, duplo entre elas </li></ul><ul><li>Alinhar à esquerda - Não Justificar (abre espaços) </li></ul><ul><li>Títulos negritados , sub-títulos não: livros, teses </li></ul><ul><li>Negritar títulos dos periódicos e não dos artigos </li></ul><ul><li>EVENTOS – nome do evento em maiúsculas, seguido do número ordinal, data, local. Anais... Lugar: Editora, data. </li></ul><ul><li>Primeiras letras das palavras dos títulos dos artigos, dos livros e das teses: sempre em minúsculas , com exceção da P rimeira e dos N omes P róprios </li></ul><ul><li>Autores são separados entre si por ponto e vírgula, nas referências e no texto ( quando estão entre parêntesis) </li></ul><ul><li>Separá-los com “ , ” “ e ”, e não &, se citados em frases </li></ul><ul><li>Os títulos dos periódicos são seguidos do nome da cidade de publicação e sigla do estado se homônimas </li></ul>
  11. 27. Importância de normalizar filiação acadêmica em periódicos científicos - Resolução UNESP-72, de 5-11-2009 http://www.unesp.br/cgb/int_noticia_imgesq. php ?artigo=4633
  12. 28. http://unesp.br/cgb/mostra_arq_multi.php?arquivo=1
  13. 29. http://www.rc.unesp.br/biblioteca/normasabnt. php
  14. 30. MORE http://www.rexlab.ufsc.br:8080/more/
  15. 31. Redação Acadêmica http://palazzo.pro.br/cronicas/020.htm
  16. 32. http://www.pucrs.br/gpt/index. php
  17. 33. http://www.pucrs.br/manualred/
  18. 34. 02 A história da escrita de “0” a “2.0”
  19. 35. Como evoluímos no registro da informação, da pictografia à web 2.0? Seria a web 2.0 uma volta à oralidade [mediatizada]? A maneira como o homem registra/escreve/documenta a informação de sua época bem como o(s) suporte (s) e formato (s) que utiliza revela(m) a época >< imagem >< desenho >< oralidade >< Pictografia (25 mil a.C.) Escrita (4 mil a.C.) Imprensa – Gutenberg (séc. XV) Internet (séc. XX - web 1.0) Web 2.0 (séc. XXI) >< imagem >< desenho >< oralidade ><
  20. 36. http://www.youtube.com/watch?v=NJsacDCsiPg
  21. 37. 03 Web 2.0 Compartilhamento - Redes Sociais
  22. 38. Popularização do uso do termo 2005
  23. 39. O pai do termo web 2.0 é Tim O'REILLY que, em 2005, publicou o artigo: What is web 2.0? http://oreilly.com/
  24. 40. Tim O´Reilly – O que é a web 2.0 ? http://www.youtube.com/watch?v=CQibri7gpLM& feature = related
  25. 41. Web 2.0 a partir de 2005 tudo passou a ser “2.0” Profissional 2.0, biblioteca 2.0 o uso deste termo seria somente um modismo? como foi nos anos 90 o uso destes prefixos? “ cyber ” - “ e ” Cyber Cafe, Cyb rarian, Cyber space, Ciber tecária... e Money, e Government, e Finance, e Commerce, e Theses atualmente uso do “i” para iPhone, iPOD...
  26. 42. Web “2.0” kit de aplicações desenvolvidas por pessoas que adotaram novas posturas
  27. 43. Twitter - SlideShare
  28. 44. Web“2.0” inversão de consumidor para produtor de conteúdos de agente passivo (leitor) (individual) para agente ativo (lautor) (coletivo)
  29. 45. Os documentos on-line hipermídia interativos refletem a era que estamos vivendo hoje: tempos de web 2.0... 3.0...
  30. 46. Web 1.0 = somente leitura Web 2.0 = leitura/escrita Web 3.0 = leitura/escrita/executável web executável/web semântica
  31. 47. Sites Interativos Blog Twitter RSS Integração/Mídias Wiki Mashup Del.icio.us PodCast Tagging YouTube Slideshare Redes Sociais: Orkut, MySpace, FaceBook, Ning... Web 2.0 é sinônimo de compartilhamento aplicações web 2.0 facilitam a interação humana mediatizada
  32. 48. O que é Web 2.0 http://webinsider.uol.com.br/index. php /2006/10/30/ o-que-e-web -20/ Mashup Blog Tagging Wikis Redes Sociais on-line Streaming media Social bookmarking
  33. 49. “ 2.0” = compartilhar é um privilégio <ul><li>Somos seres sociais = dependemos uns dos outros </li></ul><ul><li>Dependência se resolve </li></ul><ul><li>com comunicação </li></ul><ul><li>Comunicação poderá gerar um documento </li></ul><ul><li>[sonoro, textual, audiovisual] </li></ul><ul><li>Documentos hipermídia </li></ul><ul><li>compartilhados </li></ul><ul><li>em redes </li></ul><ul><li>não de máquinas </li></ul><ul><li>mas de pessoas </li></ul>
  34. 50. <ul><li>Privilégio: ter competência informacional para estar inserido na rede social de pares </li></ul><ul><li>Compartilhar: privilégio de poder suprir necessidades [próprias e/ou de indivíduos/grupos] </li></ul><ul><li>A história da escrita mostra que privilegiados documentaram as épocas </li></ul><ul><li>Em todas elas existiram excluídos </li></ul><ul><li>Nós temos o privilégio [e responsabilidade] de estarmos documentando o momento atual: web 2.0 </li></ul>
  35. 51. Aplicações 2.0 Compartilhamento de imagem, texto, áudio e vídeo
  36. 52. Compartilhamento de vídeos – YouTube Broadcast Yourself (divulgue-se) - http://www.youtube.com <ul><li>YouTube vem do inglês you você e tube - tubo , ou, no caso, gíria </li></ul><ul><li>utilizada para designar a televisão . </li></ul><ul><li>Antes do lançamento do YouTube em 2005 , havia poucos métodos </li></ul><ul><li>simples disponíveis a usuários normais de computadores que queriam </li></ul><ul><li>colocar seus vídeos na Internet. </li></ul><ul><li>Com sua interface de fácil uso, YouTube tornou possível a qualquer </li></ul><ul><li>um que usa computador a postar na Internet um vídeo que milhões de </li></ul><ul><li>pessoas poderiam ver em poucos minutos . </li></ul><ul><li>A grande variedade de tópicos cobertos pelo YouTube tornou o </li></ul><ul><li>compartilhamento de vídeo uma das mais importantes partes da </li></ul><ul><li>cultura da Internet. </li></ul><ul><li>Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Youtube#Anota.C3.A7.C3.B5es </li></ul>
  37. 53. YouTube no seu celular http://www.youtube.com/mobile
  38. 54. YouTube na sua Tv http://www.youtube.com/youtubeonyourtv
  39. 55. Compartilhar imagens/fotos: flickr http://www.flickr.com
  40. 56. http://www.slide.com/arrange?song=231371&fx=0&tt=0&bc=0&sk=0&cy=lt&mode=music&th=0&sc=0 http://www.slide.com Compartilhar fotos em Slideshow
  41. 57. Compartilhar slides: Slideshare http://slideshare.net/suelybcs
  42. 58. Compartilhamento em Blog de slides em SlideShare http://scholarlypublishing.blogspot.com/search/label/Librarian
  43. 59. PodCast – Compartilhar áudio MP3 http://www.gengibre.com.br/perfil/nepomuceno
  44. 60. Compartilhamento de arquivos em áudio http://www.gengibre.com.br/perfil/suelybcs PodCast gratuito, basta se cadastrar gravar áudio no celular e enviar ou gravar áudio diretamente no gengibre
  45. 61. Compartilhamento share – social bookmarking D el.icio.us Twitter Facebook ... http://www.addthis.com
  46. 62. <ul><li>BOOKMARK & SHARE </li></ul><ul><li>possibilidade do leitor adicionar aos seus favoritos, enviar e-mail a quem queira ou adicionar nosso(s) portal(ais) em sites de favoritos como Del.icio.us e muitos outros </li></ul><ul><li>observem como revistas do portal CAPES já incluíram este logo nas suas páginas </li></ul><ul><li>utilize o AddThis - serviço gratuito </li></ul><ul><li>http://www.addthis.com </li></ul>
  47. 64. http://portal.unesco.org/ci/en/ev. php-URL _ID=27501&URL_DO= DO_TOPIC&URL_SECTION =201. html Compartilhar favoritos gravar em sistemas para reuso por outros e não no próprio micro
  48. 65. http://www.del.icio.us.com Compartilhar favoritos
  49. 66. Abrir conta gratuita em 3 passos: Tutorial em português sobre Delicious http://www.meiobit.com/meio-bit/tutorial/tutorial-delicious
  50. 67. Link Del.icio.us em periódicos
  51. 68. do Del.icio.us para o Twitter
  52. 69. Redes Sociais on-line http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social# Redes_Sociais_na_Internet <ul><li>Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. </li></ul><ul><li>A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. </li></ul><ul><li>Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum. </li></ul><ul><li>Segundo Fritjof Capra , &quot;redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica , os limites culturais e as relações de poder &quot; . </li></ul>
  53. 70. Principais Redes Sociais on-line em ordem de data de lançamento <ul><li>LinkedIn (maio/2003) http://www.linkedin.com/ </li></ul><ul><li>MySpace (ago./2003) http://br.myspace.com/ </li></ul><ul><li>hi5 (19/jan.2004) http://www.hi5.com/ </li></ul><ul><li>Orkut/google (24/jan./2004) http://www.orkut.com </li></ul><ul><li>Facebook (4/fev./2004) http://www.facebook.com </li></ul><ul><li>Ning (out./2004) http://www.ning.com/ </li></ul><ul><li>YouTube (fev./2005) http://www.youtube.com </li></ul><ul><li>Twitter (mar./2006) http://twitter.com </li></ul><ul><li>Via6 (fev./2007) http://www.via6.com/ </li></ul><ul><li>Sonico (28/jul./2007) http://www.sonico.com/ </li></ul><ul><li>Lista de redes sociais http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_redes_sociais </li></ul>
  54. 71. http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A43129& xgs =1 COMO PODERÃO SER ARTICULADAS AS REDES SOCIAIS?
  55. 72. Instituições HIERÁRQUICAS versus redes DISTRIBUÍDAS http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A43129& xgs =1 Augusto de Franco: redes sociais (distribuídas) são movimentos de desconstituição de hierarquia (na exata medida dos seus graus de distribuição) http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A30853&xgs=1          Augusto de Franco criou esta rede social no Ning .
  56. 73. Diagramas de Paul Baran redes centralizadas – descentralizadas – distribuídas BARAN, P. On distributed communications: I. introduction to distributed communications networks. In: Memorandum RM-3420-PR, August 1964. Santa Mônica: The Rand Corporation, 1964. C horizontal [não hierárquica] AB verticais [hieráquicas]
  57. 74. C horizontal [não hierárquica] Instituições HIERÁRQUICAS versus redes DISTRIBUÍDAS AB verticais [hieráquicas]
  58. 75. Redes sociais e política <ul><li>Não basta estar na web para se eleger, </li></ul><ul><li>advertem os estrategistas políticos de </li></ul><ul><li>Barack Obama, que estiveram no Brasil </li></ul><ul><li>em out/2009. Bem Self, Scoot </li></ul><ul><li>Goodstein, Peter Giangreco e Jason </li></ul><ul><li>Ralston, vieram participar de seminário </li></ul><ul><li>em São Paulo. </li></ul><ul><li>Eles ganharam fama mundial ao usar </li></ul><ul><li>com habilidade as redes sociais e </li></ul><ul><li>ferramentas na web para fazer a </li></ul><ul><li>campanha do presidente eleito dos </li></ul><ul><li>Estados Unidos. Visite o blog </li></ul><ul><li>http://www.efeitoobama.wordpress.com </li></ul><ul><li>e o microblog </li></ul><ul><li>http://twitter.com/efeito_obama </li></ul>Campanha Digital de Barack Obama http://www.slideshare.net/tarushijio/campanha-digital-de-barack-obama
  59. 76. 04 Upgrade de “1.0” para “2.0”
  60. 77. Ser ou não ser “ 2.0” Eu sou ou não sou?
  61. 78. SIM NÃO Por que sim? Por que não?
  62. 79. Ser “ 2.0” upgrade 1.0 p/ 2.0 de consumidor a produtor de conteúdo
  63. 80. Ser 1.0 é ...
  64. 81. Usar o computador somente como máquina de escrever e/ou pesquisar
  65. 82. Usar a internet somente como leitor passivo: pesquisar baixar imprimir
  66. 83. Usar o celular somente para falar Despertador Câmera Filmadora MP3,4,5... Rádio FM Torpedo Calendário Calculadora Agenda E-mail Bluetooth Check-in TVdigital Modem M-banking GPS Leitor/cartões MSN RealPlayer Gravador
  67. 84. Celular 2.0 como artefato completo: “tudo em um só aparelho” smartphones cada vez mais sofisticados [+cérebro! e +bolso!] http://www.nextel.com.br/NextelWebSite/blackberry/tour-virtual. aspx
  68. 85. Ser 2.0 = Compartilhar INFORMAÇÃO é perder poder? quem detinha a informação, tinha o poder não compartilhando aumentava o seu domínio sobre determinada área ou assunto A informação, de certa forma, não circulava e você passava a ter um valor acumulado ( Carlos Nepomuceno )
  69. 86. INFORMAÇÃO é / ou era poder? a visão antiga de colocar na gaveta, pelo contrário, ao invés de ser um símbolo de poder, é uma perda de status, pois rapidamente aquela informação tende a perder cada vez mais o valor Compartilhar e estar no centro do compartilhamento, nos leva não mais a perder, mas a ganhar o tempo todo, no ritmo que a rede exige ( Carlos Nepomuceno )
  70. 87. colaborador inteligente é aquele que está o tempo todo colocando o seu conhecimento à prova e evoluindo-o com o que há de mais novo naquele campo, não deixando que aquilo que ele sabe perca o valor. ( Carlos Nepomuceno ) Ser 2.0
  71. 88. Para ser 2.0 é preciso ter disposição interesse infra-estrutura [a 3.0 vem aí...]
  72. 89. AUTODIDATISMO Ser autodidata é um estilo de vida Ser 2.0 também...
  73. 90. A chave é ter motivação para a APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA
  74. 91. Ser ou não ser “2.0”: uma decisão de cunho pessoal! Por que ser criativo, empreendedor ou inovador? Há um preço a ser pago... Quem se “atreveria” ?
  75. 92. Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite... A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.
  76. 93. Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se debater e a lutar Aos poucos com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga no qual ela subiu Dali, conseguiu levantar vôo e sair do copo
  77. 94. Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido, novamente caiu num copo, desta vez cheio de água Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:
  78. 95. soluções do passado, em contextos diferentes, podem transformar-se em problemas ... se a situação se modificou, dê um jeito de mudar tem um canudo ali, nade até lá e suba A mosca tenaz respondeu: &quot;Pode deixar que eu sei como resolver este problema&quot; E continuou a se debater mais e mais até que, exausta, afundou na água
  79. 96. Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao redor e ficamos lutando inutilmente até afundarmos em nossa própria falta de visão! Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir
  80. 97. É por isso que os japoneses dizem que na garupa do sucesso vem sempre o fracasso. Os dois estão tão próximos que a arrogância pelo sucesso pode levar à displicência que conduz ao fracasso. Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação. (Os donos do futuro - Roberto Shinyashiki) Se a única ferramenta que você conhece é o martelo, todo problema que aparece você pensa que é prego .
  81. 98. 05 Blogs Wikis RSS Twitter...
  82. 99. Web 2.0: você está pronto para dividir o poder? http://nepo.com.br/2009/05/04/livro20_web20/
  83. 100. Blog Não Zero pensando em rede http://www.naozero.com.br/blog-do-planalto
  84. 101. Blog do YouTube Brasil http://youtubebrblog.blogspot.com/
  85. 102. Wikipédia enciclopédia livre http://www.wikipedia.org
  86. 103. Aplicações web 2.0 em Wiki Por livre, entende-se material em domínio público ou que se possa fazer absolutamente qualquer uso, inclusive criar novos trabalhos originais baseados em um anterior sem a necessidade de prévia autorização e o uso com interesse comercial dos mesmos. Coletânea de citações Livros e manuais livres Dicionário em várias línguas Fonte de notícias livre Centro ilimitado do aprender Diretório de espécies Coordenação dos projetos Imagens, sons, vídeos Acervo/textos originais
  87. 104. Wiki - Uso da Web 2.0 em cursos http://oficina-seer.wikidot.com/
  88. 105. Wiki - Web 2.0 na sala de aula http://editora.wikidot.com/
  89. 106. RSS feeds (notícias) em RSS R eally S imple S yndication ferramenta que distribui notícias sem usar e-mail versões mais recentes dos sistemas já incluem ferramenta RSS
  90. 107. DOI – FEED
  91. 108. RSS – Feeds (notícias)
  92. 109. Como se inscrever em um FEED
  93. 110. Enviar feeds diretamente da PubMed http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=helppubmed.section.pubmedhelp.Saving_and_Emailing_
  94. 111. http://twitter.com/suelybcs Mini blog com msg de até 140 caracteres
  95. 112. Twitter - Conceitos, Estratégias e Ferramentas, por Martha Gabriel http://www.slideshare.net/marthagabriel/twitter-conceitos-estratgias-e-ferramentas-por-martha-gabriel Twitter na Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres , conhecidos como &quot;tweets&quot;), através da própria Web , por SMS e por softwares específicos instalados em dispositivos portáteis como o Twitterberry desenvolvido para o Blackberry
  96. 113. O que é o Twitter, como usar e como responder http://www.vejaisso.com/2007/12/20/o-que-e-o-twitter-como-usar-e-como-responder/
  97. 114. 100 maneiras de usar o Twitter em sua biblioteca http://mobile-libraries.blogspot.com/2009/09/100-ways-to-use-twitter-in-your-library.html
  98. 115. Inúmeros aplicativos para Twitter
  99. 116. Aumentar caixa de texto que é só até 140 caracteres http://tweetextend.com/index. php Adicione até 14.000 caracteres – Digite sua msg nesta caixa de texto e clique “Sign”
  100. 117. Extensão do Firefox que permite postagens além dos 140 caracteres no Twitter http://twitzer.com/twitzer. aspx
  101. 118. Inserir Widget do Twitter em site, FaceBook , MySpace http://twitter.com/goodies/widgets Atualiza automaticamente os twetts do Twitter no seu site ou em redes sociais configurar
  102. 119. 06 Comunicação científica visibilidade – onde publicar? - Fator de Impacto e Índice-h
  103. 120. No contexto da comunicação científica e da produção de documentos hipermídia qual a importância da web 2.0 ? conhecimento: compartilhamento - redes sociais transformações nas inter-relações pessoais (tempo real – deterritorializada) informação: suportes - hipermidiática - híbrida transformações na editoração formal
  104. 121. A comunicação científica está mudando porque a COMUNICAÇÃO mudou
  105. 122. COMUNICAÇÃO MEDIATIZADA séc XX: De 1 para muitos (Rádio – TV – web 1.0) De 1 para 1 - via dupla (telefone) séc XXI: audiovisual e de muitos para muitos (web 2.0)
  106. 123. A redação acadêmica ainda está dependente do computador como máquina de escrever/gravar em PDF
  107. 124. Apesar de todos os avanços tecnológicos resultantes da própria evolução da ciência, a academia tem sido tradicional e conservadora na produção dos documentos/veículos da comunicação científica
  108. 125. <ul><li>Por que a mudança está sendo tão lenta? </li></ul><ul><ul><li>Segundo Declan Butler (2005): </li></ul></ul><ul><ul><li>= the conservatism of scientists </li></ul></ul><ul><ul><li>= their habit of communicating via seminars and peer-reviewed journals </li></ul></ul><ul><li>BUTLER, D. Science in the web age: joint efforts. Nature, n. 438, p. 548- </li></ul><ul><li>549, 2005. Disponível em: http://www.nature.com/nature/journal/v438/n7068/full/438548a.htm </li></ul>
  109. 126. princípio fundamental da comunicação científica: qualquer pesquisador precisa de v i s i b i l i d a d e ser lido - ser citado isto é, precisa estar i nserido na rede social de seus pares publicar em periódicos indexados - bem avaliados revisados pelos pares (peer-reviewed) (Fator de Impacto + Qualis/CAPES + Índice-h) livros - capítulos - palestras - eventos
  110. 127. “ C i t a ç õ e s” aviso ao pesquisador navegante: Sorria! você está sendo totalmente vigiado! controle automatizado: avaliação da produção científica pelas citações (Fator de Impacto – Qualis/CAPES - Índice-h)
  111. 128. sugestões – onde publicar? <ul><li>nacionais: SCIELO – SEER – DOAJ - PKP </li></ul><ul><li>estrangeiros: Acesso Aberto - WoS </li></ul>HighWire free - Scopus <ul><li>Repositórios importantes da área </li></ul><ul><li>e- Teses BDTD NDLTD </li></ul>
  112. 129. <ul><li>FATOR DE IMPACTO </li></ul><ul><li>é o indicador bibliométrico publicado anualmente no Journal of Citation Reports (JCR) pelo ISI-Thomson Scientific (ISI) </li></ul><ul><li>é calculado com base em citações feitas por publicações predominantemente internacionais, indexadas pela WoS </li></ul><ul><li>(MUGNAINI, 2008) </li></ul>
  113. 130. <ul><li>O Fator de Impacto de determinado </li></ul><ul><li>periódico é definido como a razão entre </li></ul><ul><li>o número de citações feitas no </li></ul><ul><li>corrente ano a itens publicados nesse </li></ul><ul><li>periódico nos últimos dois anos, </li></ul><ul><li>e o </li></ul><ul><li>número de artigos (itens fonte) </li></ul><ul><li>publicados nos mesmos dois anos </li></ul><ul><li>pelo mesmo periódico (JCR, 2006) </li></ul>
  114. 131. Exemplo de cálculo do FI de 2006 Periódico: Physical Review Letters - FI 2006: 7.072 N.º de citações recebidas em 2006 para os artigos publicados em: 2005 = 28078 2004 = 23332 Total = 51410 N.º de artigos publicados em: 2005 = 3694 2004 = 3575 Total = 7269 Citações recebidas 51410 = 7.072 Número de artigos 7269 Fonte: Journal Citation Reports (2006)
  115. 132. <ul><li>A validade do indicador FATOR DE IMPACTO </li></ul><ul><li>está diretamente associada à aceitação </li></ul><ul><li>de duas premissas: </li></ul><ul><li>as publicações relevantes </li></ul><ul><li>são freqüentemente citadas [QUANTITATIVA]; </li></ul><ul><li>b) o conjunto de publicações indexadas pelo ISI </li></ul><ul><li>é suficiente para apreender os resultados </li></ul><ul><li>das pesquisas a serem avaliadas [QUALITATIVA] </li></ul><ul><li>as evidências comprovam que a utilização do indicador, de modo não contextualizado e relativizado, </li></ul><ul><li>pode resultar no estabelecimento de </li></ul><ul><li>critérios de avaliação injustos </li></ul>
  116. 133. Críticas ao Fator de Impacto <ul><li>Complexidade - Huth (2001, p. 16) afirma que &quot;o FI representa os resultados finais de um conjunto complexo de variáveis. As pessoas que consultam o FI não podem desconsiderar esta complexidade“ </li></ul><ul><li>Densidade/Área - o número de citações feitas aos artigos varia de forma proporcional à densidade/área (n. referências) </li></ul><ul><li>@ Engenharia, Tecnologia e Matemática: citam poucas referências por artigo - média entre 5 e 6 </li></ul><ul><li>@ Psicologia e Biologia: média entre 8 e 10 citações por publicação. </li></ul><ul><li>@ Astronomia, Geologia, Física, Química e Medicina Clínica, artigos com 12 a 15 referências e receberem, em média, esse mesmo número de citações </li></ul><ul><li>@ Pesquisa biomédica, com um número superior de referências e citações: entre 18 e 20 por publicação </li></ul>
  117. 134. Críticas ao Fator de Impacto <ul><li>o ritmo de obsolescência da literatura é uma variável </li></ul><ul><li>importante para a análise de impacto, considerando que a </li></ul><ul><li>velocidade com que novos conhecimentos de uma área são </li></ul><ul><li>incorporados à literatura tem reflexos na idade das referências </li></ul><ul><li>citadas nos artigos </li></ul><ul><li>Como para o cálculo do FI de um periódico são contabilizadas </li></ul><ul><li>apenas as citações feitas aos artigos publicados nos últimos </li></ul><ul><li>dois anos, verifica-se que áreas que obsolescem mais </li></ul><ul><li>lentamente, ou seja, que referem trabalhos mais antigos, </li></ul><ul><li>tendem a receber poucas citações no exato período valorizado </li></ul><ul><li>pelo ISI </li></ul><ul><li>Desse modo, mesmo que determinada área apresente, em </li></ul><ul><li>média, artigos muito densos, ela não apresentará </li></ul><ul><li>necessariamente FI alto se os trabalhos citados forem mais </li></ul><ul><li>antigos do que dois anos </li></ul>
  118. 135. A Biblioteca (local ou da rede) de uma Instituição poderá colaborar com sua comunidade acadêmica publicando na web a produção científica em: Portal de Periódicos publicar todos os títulos em um único portal institucional em sistema que permita busca simultânea em todos – produção da instituição O SEER faz isso - http://cecemca.rc.unesp.br/ojs Repositório Institucional publicar toda produção acadêmica - de qualquer tipo – em qualquer formato - inclusive separatas de artigos já publicados em periódicos comercializados - com indexação automática - dentro de padrões internacionais – com acesso aberto (gratuito) – sistema que permita busca simultânea em todos O DSpace faz isso (gratuito) - O DigiTool faz isso (proprietário/compatível/Aleph) Portal de Eventos publicar todos os eventos em um único portal institucional em sistema que permita busca simultânea em todos – produção da instituição O SOAC faz isso – http://200.145.36.250/ocs
  119. 136. Citações: CrossRef – Scopus - PubMed Google Scholar – Web of Science
  120. 137. http://scholar.google.com acadêmico – onde fui citado?
  121. 138. Onde fui citado? = Scopus
  122. 140. Onde fui citado? = CrossRef
  123. 141. Onde fui citado? = ligação p/ ISI
  124. 142. Onde fui citado? ligação p/ Google
  125. 143. WOS: 23 artigos que citaram este
  126. 144. Scholar recuperou 19 citações
  127. 145. O que é Índice- h ? HIRSCH, J. E. propôs o índice- h neste artigo, publicado em 2005, em agosto no repositório arXiv e em novembro no Proceedings of the National Academy of Sciences “ An index to quantify an individual's scientific research output” http://arxiv.orgabsphysics0508025 http://www.pnas.org/cgi/content/abstract/102/46/16569
  128. 146. Obviamente a base de dados a ser utilizada deverá ter cobertura suficiente para abranger todo o período da produção científica de um pesquisador (tradução nossa)
  129. 147. O que é Índice- h ? <ul><li>H de H IRSCH, J. E. </li></ul><ul><li>“ I propose the index `h ´ </li></ul><ul><li>defined as the </li></ul><ul><li>number of papers </li></ul><ul><li>with citation number </li></ul><ul><li>higher or equal to `h ´, </li></ul><ul><li>as a useful index </li></ul><ul><li>to characterize the </li></ul><ul><li>scientific output of a researcher” </li></ul>
  130. 148. O que é Índice- h ? “ Eu proponho o índice- h , definindo-o como o número de h trabalhos com número igual ou superior a h citações , como um índice útil para caracterizar a produção científica de um pesquisador” (HIRSCH, 2005, tradução nossa )
  131. 149. Como se calcula o Índice- h ? <ul><li>Ordenar todos os trabalhos </li></ul><ul><li>de um determinado autor, </li></ul><ul><li>do 1º. ao último, do mais </li></ul><ul><li>citado para o menos citado, </li></ul><ul><li>em duas colunas </li></ul>O índice “h” será ≥ ao número em que as linhas se cruzam A primeira coluna em ordem crescente pela quantidade de trabalhos A segunda coluna em ordem decrescente pela quantidade de citações 45 44 43 42 ... 41 Trabalhos 40 45 50 72 87 Citações
  132. 150. Como se calcula o Índice- h ? Autor com índice- h = 44 tem pelo menos 44 trabalhos com 44 ou + citações O índice “h” será ≥ ao número em que as linhas se cruzam 45 44 43 42 ... 41 Trabalhos 40 45 50 72 87 Citações
  133. 151. Fonte: HIRSCH, J. E. (2005) Proc. Natl. Acad. Sci. USA, 102, p.16569-16572 http://www.pnas.org/cgi/content/abstract/102/46/16569 Curva esquemática do número de citações versus número de trabalhos, enumerados em ordem decrescente de citações (tradução nossa) o índice- h é igual ou maior ao valor onde se cruzam as linhas do número de citações com a do número de trabalhos
  134. 152. SPIRES , WEB of SCIENCE e SCOPUS fornecem o índice- h O programa livre ”PUBLISH or PERISH” calcula o índice- h tendo como base o Google Acadêmico Informações completas sobre o Publish or Perish : http://en.wikipedia.org/wiki/Publish_or_perish
  135. 153. CITAÇÕES DA PRODUÇÃO ACADÊMICA Avaliação Docente - Institucional Programas PG http://en.wikipedia.org/wiki/Publish_or_perish P U B L I S H OR P E R I S H
  136. 155. http://www.harzing.com/index.htm
  137. 156. QUADRO COMPARATIVO DOS INDICADORES FATOR DE IMPACTO E ÍNDICE- h O ato de medir implica em: quem mede, o que mede, porque mede e qual régua usa Busca pelo PoP ... busca por ISSN e etc. acesso aberto/gratuito acesso restrito/pago predominante e periférica ciência predominante citações qq documento citações em periódicos qualquer período 2 anos qualquer base Web of Science periódicos - autores periódicos ÍNDICE- h FATOR DE IMPACTO
  138. 157. http://arxiv.org/abs/0809.0290 NIF (Normalized Impact Factor) Prof. George E. A. Matsas – IFT - UNESP * Físico formula novo critério para identificar lideranças em comunidades de pesquisa * NIF mede impacto do pesquisador pela média das lideranças de sua própria área de pesquisa * Média de número de citações que tem e que faz * NIF superior a 1 é líder , inferior a 1 é seguidor
  139. 158. PostRank: uma nova medida de valor para a produção intelectual Fonte: lista bib_virtual@ibict.br em nome de [email_address] - Enviada:segunda-feira, 7 de setembro de 2009 <ul><li>PostRank  é um sistema desenvolvido pela AideRSS pontuação </li></ul><ul><li>para classificar qualquer conteúdo online tipo itens de feed </li></ul><ul><li>RSS, postagem e comentário em um blog, artigos, ou </li></ul><ul><li>NewsStories e  Postagem em uma Lista. </li></ul><ul><li>O PostRank baseia-se no engajamento social que aquela peça </li></ul><ul><li>de informação movimentou e remete para uma medida de </li></ul><ul><li>valor do interesse ou da relevância, baseadas no que as </li></ul><ul><li>pessoas acham,  que um item de informação online na web </li></ul><ul><li>possa ter. </li></ul><ul><li>Exemplos de envolvimento incluem escrever um post no blog, </li></ul><ul><li>responder a uma postagem, bookmarking uma URL </li></ul><ul><li>publicamente, referenciando um artigo, deixar  um comentário </li></ul><ul><li>em um blog, enviar um link  ou clicar em um link para ler um </li></ul><ul><li>um item de noticia no NewsRSS. </li></ul>
  140. 159. Considerações <ul><li>Ciência “predominante” - Ciência “periférica” </li></ul><ul><li>Brasil “periférico” - critérios de “predominante” </li></ul><ul><li>Opção: Movimento “Open Access” – Acesso Aberto </li></ul><ul><li>Importância das citações e referências corretas </li></ul><ul><li>Importância de colocar DOI - http://dx.doi.org/ ... </li></ul><ul><li>Uniformidade dos SOBRENOMES (seu e de outros) </li></ul><ul><li>Não usar travessão para substituir AUTOR </li></ul><ul><li>Continuar publicando com sobrenome de solteira (hífen novo sobrenome) </li></ul><ul><li>Colocar nas referências de seus trabalhos no Lattes e em todas as suas publicações on-line: </li></ul><ul><li>Disponível em: <...>. Acesso em: 29 ago 2008 </li></ul>
  141. 160. 07 Documentos Hipermídia
  142. 161. O periódico científico eletrônico ou não tem 4 atores: Autores Editores Avaliadores Leitores Atores deste processo precisam de upgrade? com raras exceções?
  143. 162. Periódicos “ 2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Autores ainda escrevem como se fossem publicar na versão impressa com raras exceções
  144. 163. Periódicos “ 2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Editores publicam na web a versão impressa de seus periódicos com raras exceções
  145. 164. * Fluxo editorial exclusivamente on-line * habilitar ferramentas para leitores publicarem comentários nos artigos e participarem do processo de avaliação
  146. 165. Periódicos “ 2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Avaliadores com sérias restrições ao modelo on-line Mesmo fluxo da versão impressa com raras exceções
  147. 166. Editores respeitam restrições pois grande parte dos mais conceituados avaliadores preferem modelo tradicional
  148. 167. Periódicos “ 2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Leitores “ 1.0” pesquisam baixam imprimem
  149. 168. Há leitores “2.0” de periódicos “1.0” e o contrário também é verdadeiro pertencemos à geração “interface”
  150. 169. Periódicos “ 2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Como mudar? disposição interesse infra-estrutura [a web 3.0 vem aí...]
  151. 170. utilizar Tabelas Dinâmicas <ul><li>http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-med/tab_dinamica/tabdin.html#_Toc452783936 </li></ul><ul><li>Tabela Dinâmica é uma tabela interativa que resume uma grande quantidade de dados rapidamente, ou os combina de tabelas diferentes. </li></ul><ul><li>É possível girar suas linhas e colunas para ver resumos diferentes dos dados de origem, filtrar os dados exibindo páginas diferentes ou exibir os detalhes das áreas de interesse. </li></ul>
  152. 171. Google Scholar, Scopus e WOS (em 2006) http://www.bio-diglib.com/content/3/1/7
  153. 172. Comentários de leitores neste artigo http://www.bio-diglib.com/content/3/1/7/comments
  154. 174. Interação leitor/autor <ul><li>http://www.dicas-l.com.br/educacao_tecnologia/educacao_tecnologia_20060921.php </li></ul>
  155. 175. [Bib_virtual] Peer-review on-line? Será o fim dos feudos? ‏ De: bib_virtual-bounces@ibict.br em nome de Cicero Silva (ciceroinaciodasilva@gmail.com) Enviada: quinta-feira, 9 de abril de 2009 20:00:21 - Para: [email_address] Revista Leonardo (MIT Press) e a Universidade do Maine adotam novo sistema de peer-review baseado na avaliação não só de pares, mas on-line de todos interessados nos assuntos, através de sistemas eletrônicos de votação, comentários e anotações. Vejam um dos primeiros exemplos, um livro que é todo comentado on-line (peer review) a ser publicado pela MIT Press: http://lab.softwarestudies.com/2008/05/mit-autoriza-o-uso-de-blog-para-reviso.html   Cicero AVALIAÇÃO/comentários ABAIXO DOS ORIGINAIS SUBMETIDOS – AVALIAÇÃO FEITA ON-LINE PELOS PARES LEITORES E NÃO SOMENTE PELOS REFEREES
  156. 176. Audio Summary http://beta.nejm.org/AudioSummary/
  157. 177. Artigos falados http://beta.nejm.org/AudioArticle/default.aspx
  158. 178. ouvir o artigo e ver slideshow em ppt http://beta.nejm.org/AudioSummary/#
  159. 179. Áudio Vídeo Slides http://sdu.ictp.it/openaccess/
  160. 180. Editorial em vídeo http://www.freemedicaljournals.com/htm/index.htm
  161. 181. http://www.myjove.com/index.stt <ul><li>What is JoVE? Journal of Visualized Experiments (JoVE) is a video journal for biological research. </li></ul><ul><li>Video publications will be indexed in MEDLINE/ Pubmed </li></ul><ul><li>Back in 2006  we wrote   enthusiastically  about the first issue of the online  Journal of Visualized Experiments  — the aim of which is to publish video films of experimental work to help apply laboratory protocols. A &quot;YouTube for test tubes&quot;, as  it was then called . </li></ul><ul><li>Since then JoVE has published more than 200 videos of laboratory procedures. Now (says  Nature,  4 Sept, p 13), the content of JoVE will be indexed in the  MEDLINE base  and thus available through the  PubMed  search engine. </li></ul><ul><li>An interesting policy move from the side of the  National   Library of Medicine , because it means that the video format is now being endorsed on a par with text articles as an acknowledged form of publication (cf. how NLM last year began to endorse blogs as publications, see  earlier post here ). </li></ul>
  162. 183. 2006: textos pelo PDA ou celular http://webinsider.uol.com.br/index. php /2006/01/24/ textos-do-webinsider-em-pdas-e-celulares-via-hands /
  163. 184. PDA – sumários e abstracts http://www3.interscience.wiley.com/mobile_edition/
  164. 185. 08 DOI Handle
  165. 186. DOI D igital O bject I dentifier http://dx.doi.org/ HANDLE http://handle.net
  166. 187. Dicas DOI: Digital Object Identifier <ul><li>http://www.doi.org </li></ul><ul><li>Informações + importantes: </li></ul><ul><li>http://seer.ibict.br/index.php?option=com_content&task=view&i </li></ul><ul><li>d=277& Itemid =120 </li></ul><ul><li>http://www.doi.org/infokit/0607DOIFAQs.pdf </li></ul><ul><li>Utilizar agência CROSSREF p/ obtenção do DOI </li></ul><ul><li>http://www.crossref.org/ </li></ul><ul><li>http://www.crossref.org/01company/join_crossref.html </li></ul><ul><li>http://www.crossref.org/help/CrossRef_Help.htm </li></ul><ul><li>Taxas: </li></ul><ul><li>http://www.crossref.org/02publishers/20pub_fees.html#annual </li></ul><ul><li>Informações: </li></ul><ul><li>http://www.crossref.org/01company/15doi_info.html </li></ul><ul><li>Demo: http://www.crossref.org/09demo/index.html </li></ul><ul><li>Formulário: http://www.crossref.org/webDeposit/ </li></ul>
  167. 188. DOI para livros e capítulos http://www.crossref.org/02publishers/dois_for_books.html
  168. 189. Como pesquisar pelo DOI
  169. 190. Pesquisa no próprio Journal pelo DOI
  170. 191. Uso do radical http//:dx.doi.org/
  171. 192. DOI no Currículo Lattes
  172. 193. Incluir DOI no final da referência
  173. 196. copia
  174. 197. cola
  175. 198. Inclui radical link
  176. 199. link Sugestão já enviada para Scielo e para ABNT – CB-14 (Reunião de revisão da NBR 6023: Referências em 5/junho/2009)
  177. 200. 09 Direitos Autorais Copyleft Creative Commons
  178. 201. Direitos Autorais Licenças C reative C ommons Copyright > Copyleft movimento Acesso Aberto à comunicação científica consulte: http://kuramoto.blog.br/
  179. 202. Direitos autorais - Creative Commons <ul><li>http://creativecommons.org/license/ </li></ul><ul><li>Com uma licença Creative Commons, você mantém seus direitos autorais mas todos possibilita a outros copiar e distribuir sua obra contanto que atribuam crédito a você -- e somente sob as condições que você especificar aqui. Se você quiser oferecer sua obra sem nenhuma condição, escolha o domínio público . </li></ul><ul><li>O Creative Commons ajuda-lhe a publicar seu trabalho online enquanto informa a outros exatamente o que eles podem e não podem fazer com seu trabalho. Quando você escolhe uma licença, nós lhe providenciamos as ferramentas e os tutoriais que possibilitam você adicionar as informações sobre a licença no seu site, ou em um dos vários serviços gratuitos de hospedagem que já incorporaram o Creative commons. </li></ul>
  180. 203. http://creativecommons.org/licenses/by-sa/1.0/deed.pt
  181. 204. Licenças Creative Commons <ul><li>Creative Commons : seja criativo! </li></ul><ul><li>http://biblio.crube.net/?p=600 </li></ul><ul><li>apresentações em Flash que foram usadas no </li></ul><ul><li>V Fórum Internacional de Software Livre, </li></ul><ul><li>no debate Creative Commons </li></ul><ul><li>É uma apresentação bem didática do </li></ul><ul><li>que é esse movimento </li></ul><ul><li>http:// mirrors.creativecommons.org/getcreative/br / http:// mirrors.creativecommons.org/reticulum_rex/br / </li></ul>
  182. 205. Incluir selo CC em portais de periódicos Incluir botão AddThis em portais de periódicos
  183. 206. Incluir selo CC em artigos de periódicos
  184. 207. sugestões de leituras Juliano Spyer <ul><li>Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter </li></ul><ul><li>http://livrodotwitter.blogspot.com/ </li></ul><ul><li>Para entender a internet (texto integral gratuito) </li></ul><ul><li>http://paraentenderainternet.blogspot.com/2009/01/ba </li></ul><ul><li>ixe-o-pdf-do-livro.html   </li></ul><ul><li>Conectado (visualização quase integral do texto no books do google) </li></ul><ul><li>http://books.google.com.br/books?id=UksDs0jcBXwC </li></ul><ul><li>&pg=PA7&dq=conectado+%2B+zahar&sig=ACfU3U2 </li></ul><ul><li>GAk0ta2dsupmJ2AkemggzOq-qgw#PPA176,M1 </li></ul>
  185. 208. “ [...] é irônico que pela primeira vez na história as tecnologias da informação criaram a possibilidade da comunidade global, mas fazê-la acontecer, de fato, exige atos do c o r a ç ã o h u m a n o ” (Richard McDermott - Knowing in community)   SKYPE: suelybcs MSN: suelybcs@hotmail.com Ciberteclando com Suelybcs http://suelybcs.wordpress.com http://twitter.com/suelybcs http://delicious.com/suelybcs http://slideshare.net/suelybcs Gtalk: suelybcs@gmail.com SOARES, S. B. C., outubro/2009 Apresentação licenciada por uma licença Creative Commons

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