Lubrificantes Para Forja

3,761 views

Published on

Lubrificantes para forja a quente de aço

Published in: Business, Technology
0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
3,761
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
42
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Lubrificantes Para Forja

  1. 1. Lubrificantes para Matrizes de Prensas de Forja a Quente Seu impacto na qualidade do forjado, na vida do ferramental e na produção de peças forjadas
  2. 2. IMPORTANCIA DA LUBRIFICAÇAO <ul><li>Em um processo de forja a quente, a LUBRIFICAÇÃO das matrizes e a CHAVE para a QUALIDADE e a PRODUTIVIDADE. </li></ul><ul><li>A operação de LUBRIFICAR, no entanto, não e simples e depende do bom estabelecimento de parâmetros tais como: </li></ul><ul><li>Escolha do lubrificante, forma e volume do spray </li></ul><ul><li>Experiência do operador, mesmo quando Robôs são utilizados. </li></ul>
  3. 3. Para que serve um Lubrificante para Forja <ul><li>Lubrificar (reduzir o atrito metal-metal) </li></ul><ul><li>Destacar (possibilitar a ejeção ou remoção das peças forjadas da matriz) </li></ul><ul><li>Refrigerar (remover calor da matriz) </li></ul><ul><li>Preservar (proteger e por conseqüência prolongar a vida das matrizes) </li></ul>
  4. 4. O que é um Lubrificante para Forja? <ul><li>Um lubrificante para matrizes de forja e um composto químico que possui uma formulação tal que possibilita o processo de forjamento seja realizado dentro de parâmetros aceitáveis pela industria de forja (e neste ponto surge a primeira grande questão que e a que diz respeito a estes parâmetros já que os mesmos são diferentes de industria para industria e inclusive em oportunidades também diferentes dentro de mesma industria em função da peça e característica da peça forjada) </li></ul>
  5. 5. Tipos usuais de Lubrificantes para Forja <ul><li>Dispersões de Grafite em meio aquoso. </li></ul><ul><li>Dispersões de Grafite em meio oleoso. </li></ul><ul><li>Compostos sintéticos a base de sais. </li></ul><ul><li>Dispersões de Sólidos Lubrificantes tais como Disulfuro de Molibdênio, Nitruro de Boro, Vidro. </li></ul>
  6. 6. O que é o Grafite? <ul><li>O grafite é uma das formas do mineral carbono. Sua origem pode ser natural ou artificial. </li></ul>
  7. 7. Propriedades importantes do Grafite <ul><li>Geometria das partículas. </li></ul><ul><li>Tamanho das partículas. </li></ul><ul><li>Teor de Pureza. </li></ul>
  8. 8. Estrutura do Grafite
  9. 9. Diferenças entre o Grafite natural e o Sintético ou Artificial <ul><li>As diferenças estão no processo produtivo e não na estrutura. Propriedades praticamente idênticas. </li></ul><ul><li>Grafite natural:extração mineral. </li></ul><ul><li>Grafite sintético: Produzido a partir do coque de petróleo. </li></ul>
  10. 10. Mitos e verdades sobre o Grafite -I <ul><li>Mito </li></ul><ul><li>Todo grafite e igual? </li></ul><ul><li>Serve para o mesmo objetivo? </li></ul><ul><li>Verdade </li></ul><ul><li>Unicamente os grafites naturais ou artificiais de estrutura hexagonal e cristalina são adequados. Grafites de estrutura amorfa não possuem propriedades lubrificantes adequadas. </li></ul>
  11. 11. Mitos e verdades sobre o Grafite-II <ul><li>E o tamanho das partículas o diferencial entre os diferentes grafites utilizados pelos fabricantes de Lubrificantes para Forja? </li></ul><ul><li>Verdadeiro e falso ao mesmo tempo. Nem sempre partículas pequenas são necessárias. A combinação de tamanho e teor de carbono contido no grafite e que faz a diferencia. </li></ul>
  12. 12. Matriz de forjamento-
  13. 13. Inter relação de variáveis no forjamento. Seu impacto na aderência. <ul><li>Grau de diluição do produto. </li></ul><ul><li>Densidade da mistura lubrificante. </li></ul><ul><li>Temperatura da matriz. </li></ul><ul><li>Pressão da lubrificação na matriz. </li></ul>
  14. 14. Tendências na Lubrificação de matrizes I. <ul><li>Automação do processo para possibilitar a produção de mais quantidade de peçãs por hora. </li></ul><ul><li>Aplicação do lubrificante a matriz em forma atomizada capaz de penetrar a barreira térmica próxima a matriz e esfriar a mesma rapidamente. </li></ul>
  15. 15. Tendências na Lubrificação de Matrizes II <ul><li>Sistemas Robotizados. </li></ul><ul><li>Sistemas completos de Lubrificação. </li></ul><ul><li>-Armazenamento e recarga automatizada. </li></ul><ul><li>-Sistemas Dosadores da mistura Lubrificante. </li></ul>
  16. 16. Fatores que influenciam a vida das matrizes <ul><li>Pressão exercida no forjamento </li></ul><ul><li>Velocidade do escoamento do aço. </li></ul><ul><li>Tipo de aço utilizado. </li></ul><ul><li>Coeficiente de Atrito. </li></ul>
  17. 17. Como deve atuar o Lubrificante para promover o maior vida da Matriz <ul><li>Em primer lugar aderindo firmemente a matriz após a sua aplicação. </li></ul><ul><li>Em segundo lugar proporcionando um coeficiente de atrito reduzido capaz de promover uma efetiva transferência de calor. </li></ul>
  18. 18. Temperatura de trabalho do Lubrificante <ul><li>Para promover seu cometido em forma efetiva o lubrificante tem que “trabalhar” em temperaturas compreendidas entre os 200 e 300 graus C. </li></ul>
  19. 19. Que influencia a transferência de calor da matriz? <ul><li>Densidade da mistura lubrificante. </li></ul><ul><li>Pressão de aplicação do lubrificante a matriz. </li></ul>
  20. 20. Que influencia o coeficiente de atrito? <ul><li>Aderência do filme lubrificante a matriz. </li></ul><ul><li>Tipo e característica do Lubrificante utilizado. </li></ul>
  21. 21. Que influencia maiormente o aumento de temperatura das matrizes? <ul><li>Tempo de contato da peça na matriz. </li></ul>
  22. 22. Fatores nem sempre observados na Lubrificação <ul><li>Qualidade da água utilizada na mistura. </li></ul><ul><li>Homogeneidade da mistura lubrificante. </li></ul>
  23. 23. Quais os principais ingredientes de um Lubrificante para Forja? <ul><li>Água desmineralizada. </li></ul><ul><li>Grafite cristalino (natural ou sintético) </li></ul><ul><li>Resinas promotoras da aderência. </li></ul><ul><li>Estabilizantes. </li></ul><ul><li>Espessantes. </li></ul><ul><li>Inibidores bacteriológicos. </li></ul>
  24. 24. Termográfica das Matrizes-I
  25. 25. Termográfica das Matrizes-II
  26. 26. VIDA DAS MATRIZES <ul><li>Objetivo importante a atingir: </li></ul><ul><li>MANTER O CUSTO TOTAL DO FERRAMENTAL ABAIXO DE 10 % DOS CUSTOS TOTAIS DA PRODUÇAO. </li></ul>
  27. 27. Lubrificação -Controles a efetuar-I- <ul><li>Escolha do Produto-Controle da Especificação do Fabricante- </li></ul><ul><li>Tipo de Grafite. </li></ul><ul><li>Tamanho das partículas. </li></ul><ul><li>Teor de cinzas. </li></ul><ul><li>Teor de Sólidos. </li></ul><ul><li>Ph do concentrado. </li></ul>
  28. 28. Lubrificação -Controles a efetuar-II <ul><li>No Lubrificante pronto para uso: : </li></ul><ul><li>Verificar que o teor de sólidos escolhido para o produto diluído esteja correto e seja constante. </li></ul><ul><li>Verificar que a mistura lubrificante se mantenha sob agitação mecânica em forma permanente. </li></ul>
  29. 29. Lubrificação -Controles a efetuar-III <ul><li>Na aplicação do Lubrificante : </li></ul><ul><li>Tempo,angulo,tamanho da gota lubrificante, vazão e distancia do bico pulverizador das áreas a lubrificar. </li></ul>
  30. 30. Lubrificação -Controles a efetuar -IV- <ul><li>No sistema aplicador (Robot) </li></ul><ul><li>Tempo de avanço. </li></ul><ul><li>Tempo de sopro. </li></ul><ul><li>Tempo de recuo. </li></ul><ul><li>Tempo de refrigeração (água):0.2 de seg. </li></ul><ul><li>Vazão de água. </li></ul><ul><li>Tempo de lubrificação :0.2 de seg. </li></ul><ul><li>Vazão de lubrificante. </li></ul>
  31. 31. Spray do Lubrificante <ul><li>Modos usuais da Gota Lubrificante </li></ul>
  32. 32. Interação entre a matriz e a peça <ul><li>Extrema complexidade em virtude de : </li></ul><ul><li>Temperatura e seu controle (variação em ambas). </li></ul><ul><li>Transferência de calor e sua remoção.(esfriamento do billet e aquecimento / esfriamento da matriz) </li></ul><ul><li>Tempo de contato billet / matriz. </li></ul><ul><li>Lubrificação. </li></ul><ul><li>Material da matriz. </li></ul>
  33. 33. Barreiras Tecnológicas a enfrentar <ul><li>Descoberta de ingredientes novos que contribuam a uma melhor lubrificação e a uma redução da incidência da lubrificação na vida da matriz. </li></ul><ul><li>Melhor entendimento da relação existente entre o filme lubrificante a superfície da matriz. </li></ul>
  34. 34. A arte de forjar -Para pensar- <ul><li>A forja é uma tecnologia de cunho experimental. </li></ul><ul><li>A maior parte do conhecimento da arte de forjar tem sido originada através dos anos pelo método de erro e acerto. </li></ul><ul><li>Fundamental pelo acima exposto: observação continua do processo pela base operacional (operadores,supervisores,etc) e registro mais apurado das ocorrências. </li></ul>
  35. 35. Peças forjadas a quente-I
  36. 36. Peças forjadas a quente II
  37. 37. FORGING LUBRICANTS <ul><li>GUSTAVO G.SCHIUMA </li></ul><ul><li>BRASIL: 5511-9172-7769 </li></ul><ul><li>ARGENTINA:5411-4773-9893 </li></ul><ul><li>MEXICO:5281-8372-1358 </li></ul><ul><li>Mail : gschiuma@terra.com.br </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

×