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(6) a matéria e os planos de existência

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(6) a matéria e os planos de existência

  1. 1. GET ÁGUA VERDE Curso Básico de Teosofia A Matéria e os Planos de Existência
  2. 2. Podemos entender que no "Sem Começo" a energia cósmica encontrava-se em repouso e equilíbrio, o Nada era então o estado não manifesto, atemporal. Então, no Akâsha ou o "Éter Dinâmico", explodiu a vibração de origem: "No princípio era...": A Matéria e os Planos de Existência
  3. 3. O Verbo, para São João; o big-bang para os físicos; o Damaru, o Tambor de Shiva, para o tântrico. E ao momento que engendrou o espaço- tempo valoroso a Einstein, o Verbo, o Som Original – cujo eco vibrará no universo até a dissolução final, o Mahapralâya – se diversificará num infinito derramar de seres e formas, pois, como a matéria é energia e vice-versa, tudo, universo ou grão de areia, é um campo de forças em perpétuo estado vibratório. A Matéria e os Planos de Existência
  4. 4. Os investigadores teosóficos verificaram pelo poder de suas clarividências, e cujas observações tem sido comparadas e checadas ao longo de séculos, que a estrutura da matéria é mais complexa que a ciência atual admite. Os gregos lançaram o conceito de que a matéria se resumiria a um bloco fundamental, chamado átomo (do grego a=não tomo=divisão), e hoje a ciência verifica que um simples "átomo", como até então fora chamado, contém até 200 subpartículas diferentes, organizando-se em "nuvens" onde é impossível definir simultaneamente a posição e velocidade das subpartículas (segundo o Princípio da Incerteza, de Heisenberg). A Matéria e os Planos de Existência
  5. 5. Princípio da Incerteza de Heisenberg Um dos pilares da Mecânica Quântica é o princípio da incerteza de Heisenberg. De acordo com este princípio, para prever a posição e velocidade futuras de uma partícula é necessário poder medir a posição e velocidade atuais. Para se observar a partícula é necessário fazer incidir sobre ela um raio de luz, por exemplo. Se o comprimento de onda do raio (fóton) for longo, ou seja, menos energético, perturbará menos o movimento da partícula e será possível conhecer a sua velocidade com alguma precisão. Todavia, não conseguimos determinar a posição da partícula com maior rigor do que a distância entre cristas de onda sucessivas. Sendo o comprimento de onda longo, essa distância será maior e, portanto, maior será também a incerteza quanto à posição da partícula. O oposto ocorrerá se fizermos incidir um raio com um comprimento de onda mais curto: perturbará mais o movimento da partícula (tornando mais incerta a sua velocidade), mas permitirá localizá-la com maior precisão. Heisenberg demonstrou que a incerteza quanto à posição multiplicada pela incerteza quanto à velocidade nunca pode ser inferior a uma certa quantidade - a chamada constante de Planck.
  6. 6. A Matéria e os Planos de Existência Em A Doutrina Secreta, H.P.Blavatsky, explicou o conceito muito antigo do ocultismo de que a matéria é apenas a "condensação do espírito". Aquilo que temos como objetivo é a materialização de algo puramente subjetivo, ou espiritual. A energia (do grego ergos=trabalho) é o conceito vigente para descrever a gama de estados da matéria. Albert Einstein, que foi um confesso leitor das obras de Blavatsky, descreveu matematicamente em sua teorização a conversibilidade de energia e matéria, o que se consubstanciou na fórmula E=MC² (a energia é igual a massa vezes o quadrado da velocidade da luz).
  7. 7. A Matéria e os Planos de Existência Blavatsky adiantou-se aos físicos quânticos, e em sua obra magna aparece a terminologia "energia atômica" pela primeira vez na história.
  8. 8. Energia Atômica A energia atômica é uma forma de energia obtida a partir das partículas constituintes da matéria, os chamados átomos. O conceito de átomo proposto na Grécia antiga vem sendo estudado até hoje. Até agora, o único modelo científico que explica a constituição da matéria é o modelo do átomo. A obtenção da energia a partir deste ente consiste no processo de fissão nuclear (quebra do núcleo), onde há a liberação de uma enorme quantidade de energia.
  9. 9. A Matéria e os Planos de Existência Segundo Leadbeater, grande pesquisador e membro da Sociedade Teosófica, a matéria primordial é uma "bolha no espaço primordial". A matéria cósmica indiferenciada é para nós uma pura abstração, chamado no ocultismo oriental de Koilon. Quando um sistema solar começa a se manifestar, o regente deste sistema, chamado em Teosofia de Logos Solar, "cria" por assim dizer, a matéria desde o plano imanifestado, fazendo com que surjam as "bolhas" no Koilon primordial.
  10. 10. A Matéria e os Planos de Existência Os planos de Existência ou campo de evolução são constituídos pelo terceiro aspecto da divindade solar (chamado no cristianismo de Espírito Santo), sendo seus "átomos" constituídos no plano mais elevado (Mahaparanirvânico) por "uma bolha" de Koilon. A cada novo plano criado segue-se uma progressão geométrica, sendo o plano Paranirvânico (ou monádico) sendo constituído por 49 bolhas primordiais. P L A N O S D A N A T U R E Z A
  11. 11. A Matéria e os Planos de Existência O processo de adensamento progride nesta progressão (49 elevado ao número do plano de existência), de forma que no plano material em que vivemos, os "átomos" são constituídos por 49 bolhas de Koilon (quarenta e nove elevado à sexta potência), e as substâncias materiais conhecidas pela ciência são constituídas não de algumas poucas subpartículas, nem meras 200 como já reconhece a ciência, mas ao menos por 13.841.287.201 bolhas da matéria do plano puramente espiritual. P L A N O S D A N A T U R E Z A 6
  12. 12. A Matéria e os Planos de Existência Leadbeater em seu livro Química Oculta revelou o modelo do átomo ultérrimo de matéria física, ou ANU, como também foi chamado, que teria a aparência de um complexo vórtice que vemos na figura ao lado, sendo constituído pela circulação das milhões de partículas (bolhas) que o compõe.
  13. 13. A Matéria e os Planos de Existência A extraordinária complexidade de um sistema átomo de matéria física nos faz contemplar a grandiosidade da mente do criador de nosso sistema solar, chamado em teosofia de Logos. Caso ele retirasse a sua vontade da organização de seu sistema, a própria matéria tenderia a se converter em energia pura e se dissipar, pois é a SUA VONTADE (o primeiro Aspecto, o "Pai" da trindade Cristã) que mantém coeso todo o seu sistema.
  14. 14. A Matéria e os Planos de Existência Seguindo um princípio cósmico, da SUA CONSCIÊNCIA (o segundo Aspecto, o "Filho" da trindade Cristã), ele dimana as partículas de sua própria consciência, chamadas em Teosofia de Mônadas (do grego, a unidade sem divisão). A Mônada é o verdadeiro Átomo, no sentido da indivisibilidade, mas não com relação à matéria, mas sim em relação ao Espírito. A Mônada é a "Chispa Divina", o "Cristo em Nós" (segundo o apóstolo Paulo), que evolui através da sua relação com os planos de existência.
  15. 15. A Matéria e os Planos de Existência Nossas Mônadas são os peregrinos (Jivatmas) que por milhões de anos descendem e ascendem pelos planos, ganhando consciência e autoconsciência. Em sua espiritualidade as Mônadas já são perfeitas, mas em sua humanidade ainda não. A Doutrina Secreta expõe em suas proposições que existe uma "identidade" entre a Alma humana e Superalma Universal, e que a peregrinação pelos planos de existência é uma Lei Cósmica.
  16. 16. A Matéria e os Planos de Existência Segundo as pesquisas teosóficas, do Sol promanam três grandes energias, as quais tem grande importância em nossa evolução: o Fohat, a Kundalini e o Prana. Dentre estas três, Prana e Kundalini são as mais importantes, por ser a primeira, a "vitalidade" que movimenta a vida nos planos de existência, e Kundalini por ser a "energia criativa" que desenvolve todos os seres.
  17. 17. A Matéria e os Planos de Existência Fohat é a mais elevada energia solar, sendo responsável pela transmissão da vontade mais elevada aos planos inferiores. Poucos humanos atualmente tem relação direta com Fohat, com exceção dos Iniciados e verdadeiros Mestres da Grande Fraternidade Branca.
  18. 18. Uma força importante na formação do universo é Fohat, o “incessante poder formador e destruidor”. Durante um período de inatividade do universo, no imanifestado antes da formação do cosmos objetivo, Fohat permanece latente e coeterno com Parabrahman e Mulaprakriti. Ele é o aglutinador de ambos, que liga e separa, sendo assim o desejo criador. No período de atividade, de manifestação do universo, Fohat torna-se o raio divino da criação que aplica a Ideação Cósmica no seio da Substância Primordial. Fohat é a essência da eletricidade cósmica. A Matéria e os Planos de Existência
  19. 19. P L A N O S D A N A T U R E Z A O Campo da Evolução Podemos chamar de campo de evolução ao universo material no qual a evolução se desenvolve. Espírito e Matéria não são, na realidade, existências separadas e distintas, mas, antes, pólos opostos de um número. Em nosso Sistema Solar, o Campo de Evolução compõe-se de Sete Planetas, ou mundos, que podem ser divididos em três Grupos: 1) o Campo onde há apenas a manifestação lógica; 2) o campo de evolução Supranormal; 3) o campo de evolução normal Humana, Animal, Vegetal, Mineral e Elemental. A Matéria e os Planos de Existência
  20. 20. A Matéria e os Planos de Existência Formatação TIRZA FANINI Material didático de uso interno e exclusivo dos membros da Sociedade Teosófica
  21. 21. F I M A Matéria e os Planos do Universo

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