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(2) sociedade teosófica parte ii - o movimento

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o movimento teosófico

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(2) sociedade teosófica parte ii - o movimento

  1. 1. SOCIEDADE TEOSÓFICA PARTE II
  2. 2. O MOVIMENTO TEOSÓFICO O termo “Teosofia” existe há milhares de anos e é uma herança dos filósofos do Egito antigo, mas foi no século três da era cristã que Amônio Saccas batizou de Teosofia Eclética a sua filosofia platônica universalista. Literalmente, “Theos-sofia” significa Ciência ou Sabedoria Divina, porém, cabe perguntar: “Como é que funciona e se expressa no mundo a sabedoria divina?” A verdade é que não pode haver um conhecimento sem uma prática. Nenhuma filosofia sobrevive se não houver uma escola em que ela seja ensinada, testada e praticada. Academia de Platão
  3. 3. Platão e Aristóteles Ptlomeu Epicuros Rafael Anaximandro Diógenes Pitágoras Heraclito Euclides Na cidade de Atenas, no ano 387 a.C, o filósofo e matemático grego Platão, fundou uma academia de estudos científicos e filosóficos. Tornou-se a academia mais importante da Filosofia e da Matemática da Antiguidade Clássica, tendo estado em funcionamento durante 900 anos. No afresco "A escola de Atenas“, Rafael presta uma homenagem a essa escola onde estão representados os pensamentos da academia de Platão através de várias personalidades do mundo matemático e filosófico grego e também pessoas famosas da Antiguidade.
  4. 4. O MOVIMENTO TEOSÓFICO Em Alexandria, há 17 séculos, Amônio Saccas criou uma escola neoplatônica de Teosofia. Em Nova Iorque, em 1875, Helena Petrovna Blavatsky fundou a escola moderna de Teosofia, o chamado “movimento teosófico”. Tanto hoje como na antiguidade, “Teosofia” é aquela sabedoria universal e eterna que está presente nas grandes religiões e filosofias e nas principais ciências da humanidade, a Teosofia é, portanto, uma ponte entre as culturas. É um conhecimento interdisciplinar. Ela requer uma abertura mental, um espírito crítico e um constante desafio a dogmas, rotinas e burocracias de todo tipo.
  5. 5. O MOVIMENTO TEOSÓFICO O objetivo é abrir as portas do conhecimento para que cada estudante possa ver e compreender uma verdade revolucionária: o fato de que sua alma é uma parte viva do todo universal. Em outras palavras, a Teosofia faz com que se amplie no estudante, “Antahkarana”, a ponte, a relação dinâmica entre a alma mortal e a alma imortal. Assim, cada pessoa passa a ver a evolução do universo como uma fotografia ampliada da sua própria evolução individual. Ele percebe que todo ser humano é, em si mesmo um resumo do universo, assim como cada átomo de matéria física é uma miniatura do sistema solar.
  6. 6. ATMA Espírito BUDHI Amor EGO MANAS Inteligência ANTAHKARANA CORPO ASTRAL MENTAL CONCRETO PERSONALIDADE CORPO FÍSICO
  7. 7. ATMA Espírito BUDHI Amor EGO MANAS Inteligência ANTAHKARANA CORPO ASTRAL MENTAL CONCRETO PERSONALIDADE CORPO FÍSICO
  8. 8. Individualidade e Personalidade agindo de forma integrada ATMA MENTAL CONCRETO CORPO EMOCIONAL MANAS BUDHI CORPO FÍSICO
  9. 9. O MOVIMENTO TEOSÓFICO A Lei da Unidade e do Equilíbrio determina que as coisas ocorram “assim na terra como no céu; assim em pequena escala como em grande escala”. Que linhas sagradas, então, guiam o tempo todo a evolução humana? O aprendizado passa inevitavelmente, pela compreensão das leis do Carma e da Reencarnação. Estas são, respectivamente, as leis da “responsabilidade” e da “segunda chance”. Com o tempo, porém, o estudante acaba descobrindo que a lei da reencarnação é na realidade uma parte da lei do Carma. O conceito ainda é pouco compreendido, mas a lei do carma é o princípio eterno da justiça universal e da harmonização constante de todos os seres e coisas do universo.
  10. 10. O MOVIMENTO TEOSÓFICO O que se planta, se colhe, e deste modo aprendemos a plantar o que é bom, justo e verdadeiro. Carma e reencarnação são dois aspectos absolutamente essenciais da filosofia esotérica. Aquele que ignora esses dois temas dificilmente pode ser considerado teosofista. Cabe perguntar, porém: “O que é, exatamente, que reencarna em nós?” A resposta é desafiadora. Não é o corpo. Não é a alma mortal. É apenas a alma imortal, a Mônada, o Espírito elevado, e não o eu inferior, que reencarna. A cada renascimento, a alma imortal está associada a um novo corpo e uma nova alma mortal.
  11. 11. O MOVIMENTO TEOSÓFICO Ao final de uma vida, não há apenas uma morte física; algum tempo depois dela, ocorre a morte astral, do eu inferior. E então a alma imortal segue, livre, para o “Devachan”, o “local dos deuses”, de onde só despertará para uma nova existência. As encarnações sucedem-se durante um tempo inimaginavelmente longo, até que um dia a Alma se liberta finalmente da roda da reencarnação e alcança a condição de um Buddha, um Adepto, um Mahatma, um Mestre. Esses seres trabalham sempre em silêncio e anonimamente.
  12. 12. “Devachan” para os hindus, “Sukhavati” para os budistas, “Asgard” para os nórdicos, “Paraíso” para os cristãos, todas a religiões falam de um lugar, onde a nossa alma imortal se dirige após a morte.
  13. 13. O MOVIMENTO TEOSÓFICO Helena Blavatsky não criou, e não pretendeu ter criado, a sabedoria. Auxiliada e orientada por Mahatmas, ela apenas colocou à disposição elementos para que a sabedoria universal possa ser mais facilmente percebida e vivida. Blavatsky, Mestre Kootumi à esquerda, mestre Morya e Sant Germain
  14. 14. O MOVIMENTO TEOSÓFICO Porém, todo conhecimento implica necessariamente testes e responsabilidades. E testes mostram tanto erros como acertos, avanços, e fracassos. A Teosofia, como filosofia abstrata e universal, se desdobra na prática e no dia-a-dia, através de um amplo Movimento Teosófico onde não faltam desafios e limitações humanas. Inevitavelmente, a filosofia esotérica mais autêntica trabalha para que a humanidade se liberte de crenças cegas e automáticas. Ela dá elementos para que cada indivíduo possa desenvolver uma compreensão autônoma e solidária da vida e do Universo. O movimento teosófico, com suas diversas escolas de pensamento, oferece um vasto campo de testes e aprendizados.
  15. 15. Sendo humano, o movimento tem dentro de si o joio e o trigo, verdades e ilusões, a letra morta e o espírito que vivifica.
  16. 16. A busca sincera dos objetivos do movimento permite a cada aprendiz desenvolver o seu discernimento e ver além das aparências, sem cair no dogma, na rotina ou no ritual.
  17. 17. Como separar o joio do trigo? Parte da tarefa de todo aquele que ingressa na ST como membro é a de ter uma exata compreensão do papel de nosso movimento no mundo. Temos que estar extremamente cônscios DE QUEM SOMOS E AO QUE ESTAMOS e simultaneamente, estar atentos AO QUE NÃO SOMOS. Comecemos por este último.
  18. 18. O QUE A SOCIEDADE TEOSÓFICA NÃO É
  19. 19. Palavras da Presidente Mundial da Sociedade Teosófica Sra. Radha Burnier: “A Sociedade Teosófica faz questão de deixar claro o que “não é”, isto se faz necessário porque a Sociedade tem sido identificada com certos tipos de atividades e, ainda que possa sentir simpatia por elas, não é seu propósito especializar-se nesses campos. A Sociedade não se identifica com nenhuma religião em particular, portanto, não é uma seita religiosa. Não é uma sociedade com particulares rituais e cerimônia, não possui ensinamentos com práticas ou métodos de desenvolvimento psíquico ou espiritual. Não é uma organização espírita. Não é uma sociedade de cura ou de assistência social. Não é uma organização vegetariana. Não é sociedade política em nenhum sentido e não advoga nenhum sistema social ou financeiro em particular. Seu propósito fundamental é produzir filantropos sábios e ativos; a vida promove inúmeras oportunidades para servir.”
  20. 20. O QUE É A SOCIEDADE TEOSÓFICA
  21. 21. A MISSÃO DA SOCIEDADE TEOSÓFICA E SEU REAL PAPEL NO MUNDO (Carta de HPB, 1888. Extraído do livro Helena Blavatsky – A Vida e a Influência Extraordinária da Fundadora do Movimento Teosófico Moderno. Ed Teosófica. Página 170) “... Os teosofistas são necessariamente amigos de todos os movimentos pelo melhoramento das condições da humanidade, sejam eles intelectuais ou simplesmente práticos. Nós somos amigos de todos os que lutam contra o alcoolismo, contra a crueldade para com os animais, contra as injustiças para com as mulheres, contra a corrupção na sociedade ou no governo, apesar de não nos envolvermos com a política. Somos amigos dos que exercem a caridade prática, que buscam levantar um pouco o tremendo peso da miséria que está esmagando os pobres. Mas, na nossa qualidade de teosofistas, não podemos nos engajar em nenhuma dessas grandes tarefas em particular. Como indivíduos podemos fazer isso, mas como teosofistas temos um trabalho mais importante e muito mais difícil a fazer...
  22. 22. A MISSÃO DA SOCIEDADE TEOSÓFICA E SEU REAL PAPEL NO MUNDO ...A função dos teosofistas é abrir os corações e as mentes dos homens para a caridade, a justiça e a generosidade, atributos que pertencem especificamente ao reino humano e são naturais no homem, quando ele já tem desenvolvidas as qualidades do ser humano. A teosofia ensina o homem-animal a ser um homemhumano: e quando as pessoas tiverem aprendido a pensar e a sentir como verdadeiros seres humanos, elas agirão humanitariamente, e trabalhos de caridade, justiça e generosidade serão feitos espontaneamente por todos...”
  23. 23. A SOCIEDADE TEOSÓFICA COMO DIFUSORA DA CIÊNCIA SAGRADA Através dos escritos de Blavatsky fica claro que “A Doutrina Secreta”, a Sociedade Teosófica e seus jovens e velhos Jnãna Yogues (membros), formavam a tríade ideal para a difusão da Ciência do Espírito. Blavatsky repetiu inúmeras vezes a seguinte frase: “A Teosofia é o ilimitado oceano da verdade, amor e sabedoria universais, refletindo seu brilho sobre a terra”. Para logo em seguida complementar: “A Sociedade Teosófica foi fundada para mostrar à humanidade a sua existência”.
  24. 24. A SOCIEDADE TEOSÓFICA COMO DIFUSORA DA CIÊNCIA SAGRADA Com certeza, a Doutrina Secreta e a Fundação da Sociedade Teosófica foram as duas razões primordiais de sua existência. Em primeiro lugar, “A Doutrina Secreta”, para fornecer ao mundo esse estupendo manancial de conhecimentos referentes à sabedoria universal. O segundo, a Sociedade Teosófica, como um veículo apropriado para a disseminação desse conhecimento na humanidade. Um e outro podem ser vistos como uma unidade indissolúvel. Um sem o outro, correria o risco de tornarem-se letra morta. A Doutrina Secreta mais um livro sagrado e a ST mais uma seita.
  25. 25. A SOCIEDADE TEOSÓFICA COMO DIFUSORA DA CIÊNCIA SAGRADA Por causa desse possível risco, faltava um terceiro elemento para o sucesso da ST – a qualidade de seus membros. Consciente disso, Blavatsky procurou infundir um terceiro e último esforço: deixar gravado na mente de seus filiados a importância de levarem em frente, para as futuras gerações, o conhecimento da Ciência Sagrada. Faltava que cada um de seus membros viesse a se tornar, além de um indivíduo livre, um agente consciente no Plano Divino, tal qual ela o era.
  26. 26. Chegamos agora num ponto muito delicado do assunto. É o de compreendermos mal, as palavras acima citadas e acreditarmos que a Sociedade Teosófica tenha sido fundada, apenas para difundir a Doutrina Secreta ou render culto a sua fundadora. Os que seguiram esta trilha perderam-se no caminho. Quando se afirma, que a missão da ST é o de ser um veículo ou um canal para a difusão da Sabedoria Divina, seria um erro pensar que a Doutrina Secreta, seja o único arcabouço dessa sabedoria. Nem mesmo Blavatsky, jamais pensou dessa forma nem por um segundo. Ela deu sim, sua contribuição ao mundo, desenterrando valiosos tesouros da sabedoria, a muito esquecidos ou perdidos pela humanidade. Mas ela mesma bebeu e fartou-se, com a sabedoria de inúmeras tradições religiosas, escolas de sabedoria, grandes pensadores etc. Foi essa abertura mental e essa liberdade de pensamento que ela nos deixou como herança e, cujo exemplo, podemos seguir sem chances de erro.
  27. 27. O sucesso de nossa missão poderá ser visto, todas às vezes que estes chamados agentes livres e conscientes, atraírem para si, a responsabilidade anteriormente dela.
  28. 28. O que não podemos esquecer!
  29. 29. “O objetivo é abrir as portas do conhecimento para que cada estudante possa ver e compreender uma verdade revolucionária: o fato de que sua alma é uma parte viva do todo universal.”
  30. 30. “Em outras palavras, a Teosofia faz com que se amplie no estudante, “Antahkarana”, a ponte, a relação dinâmica entre a alma mortal e a alma imortal.”
  31. 31. “Assim, cada pessoa passa a ver a evolução do universo como uma fotografia ampliada da sua própria evolução individual.” “Ele percebe que todo ser humano é, em si mesmo um resumo do universo, assim como cada átomo de matéria física é uma miniatura do sistema solar.”
  32. 32. A Lei da Unidade e do Equilíbrio determina que as coisas ocorram “assim na terra como no céu; assim em pequena escala como em grande escala”. Que linhas sagradas, então, guiam o tempo todo a evolução humana? ....as leis do Carma e da Reencarnação. Estas são, respectivamente, as leis da “responsabilidade” e da “segunda chance”.
  33. 33. “As encarnações sucedem-se durante um tempo inimaginavelmente longo, até que um dia a Alma se liberta finalmente da roda da reencarnação e alcança a condição de um Buddha, um Adepto, um Mahatma, um Mestre.”
  34. 34. “A função dos teosofistas é abrir os corações e as mentes dos homens para a caridade, a justiça e a generosidade.” (Estando em nossas fileiras ou não, aproveitamos para prestar nossa sincera homenagem, a todos os seres, que de uma forma ou de outra, compreenderam o que é viver nesse elevado estado de espírito.)
  35. 35. “A teosofia ensina o homem-animal a ser um homem-humano: quando as pessoas tiverem aprendido a pensar e a sentir como verdadeiros seres humanos, elas agirão humanitariamente, e trabalhos de caridade, justiça e generosidade serão feitos espontaneamente por todos.”
  36. 36. “A Teosofia é o ilimitado oceano da verdade, amor e sabedoria universais, refletindo seu brilho sobre a terra.” “A Sociedade Teosófica foi fundada para mostrar à humanidade a sua existência.”
  37. 37. Esse conhecimento do mundo divino é uma tradição intercultural, milenar e também moderna, cuja descoberta gradual fará com que todos os dogmas religiosos, nacionalistas e ideológicos se desfaçam e as guerras e o fanatismo comecem a perder sentido.
  38. 38. “Nenhuma filosofia sobrevive se não houver uma escola em que ela seja ensinada, testada e praticada.”
  39. 39. Depois de separar o “joio” e “trigo”, de termos bem claro em nossas mentes, o que somos e o que não somos, ao que estamos e ao que não estamos, resta a pergunta: Somos de fato uma escola de sabedoria? (Tema para debate em grupo)
  40. 40. «É APENAS NECESSÁRIA A PERCEPÇÃO DAS COISAS OBJETIVAS PARA, FINALMENTE, DESCOBRIR QUE O ÚNICO MUNDO DE REALIDADE É O SUBJETIVO.» (ISIS SEM VÉU)
  41. 41. F I M D A P A R T E II O MOVIMENTO TEOSÓFICO

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