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Porque "usuários" prospectam futuros?

Apresentação de slides do seminário ministrado no grupo Design Prospectivo, em 26 de agosto de 2021.

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Porque usuários


futuros?

prospectam


rodrigo@gonzatto.com
rodrigo gonzatto
gonzatto.com
Lygia Clark e H
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Porque "usuários" prospectam futuros?
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especialista


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doutor


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ideias a partir da tese

“Usuários e Produção

da Existência”
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Fred van Amstel
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o

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o

www.designeopressao.org
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s

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Porque "usuários" prospectam futuros?

  • 1. Porque usuários 
 futuros? prospectam 
 rodrigo@gonzatto.com rodrigo gonzatto gonzatto.com Lygia Clark e H é lio Oiticica. Di á logo de m ã os”. Fotografia (1966)
  • 4. rodrigo 
 freese 
 gonzatto professor 
 Design/PUCPR mentor 
 Apple Developer Academy 
 
 especialista 
 Design de Interação doutor 
 Tecnologia e Sociedade/UTFPR ideias a partir da tese
 “Usuários e Produção
 da Existência” (Gonzatto, 2018) + produção recente junto com
 Fred van Amstel
  • 5. Rede Álvaro Vieira Pint o www.alvarovieirapinto.org Rede Design Opressã o www.designeopressao.org
  • 8. Vieira Pinto Campos dos Goytacazes 1909 ⭒ Rio de Janeiro 1987 † 
 Paulo Freire ⭒ 1921 Recife † 1997 São Paulo Ler Vieira Pinto e Paulo Freire me apresentou 
 um viés dialético-existencial para Design e IHC +Augusto Boal +Fanon 
 +Marcela Lagarde …outras?
  • 9. fenomenológico-existencial 
 materialista-dialética ontologia — ser humano existencialismo 
 marxismo Usuários e Produção da Existência (Gonzatto, 2018) 
 User oppression in HCI (Gonzatto, van Amstel, em submissão) subdesenvolvimento 3º mundismo dependência
  • 10. ser humano é ação no mundo seu ser inclui o mundo ao redor 
 ser humano produz 
 sua própria existência 
 humano é produto e produção do mundo 
 transforma a realidade para se transformar Usuários e Produção da Existência (Gonzatto, 2018)
  • 11. ser humano é histórico 
 e o futuro “…para ser tem que estar sendo” 
 (Freire - Pedagogia do oprimido) 
 “O futuro não nos faz. 
 Nós é que nos refazemos na luta para fazê-lo” 
 (Freire - Pedagogia da indignação) nunca está pront o não é determinad o sempre é aberto “educando” “processo de 
 humanização” Existential time and historicity in interaction design (van Amstel, Gonzatto, 2021, no prelo)
  • 12. futuro vocação ontológica 
 do ser humano esperança projeto trabalho inconclus o incomplet o inacabado sempre em construçã o sempre em desenvolvimento sonho inédito 
 viável ser mais novas formas 
 de convivência
  • 13. crítica ao 
 fatalismo critica a 
 domesticação 
 do futuro critica a 
 ideologia da 
 técnica critica a 
 futurologia negação da historicidade 
 do existente human o crític a 
 ser-menos / desumanizaçã o des-dialetização do mundo crítica ao 
 neoliberalismo critica a o embasbacamento crítica a 
 educação 
 bancária crítica a 
 dor do futurível 
 (o que poderia ter sido) crítica ao 
 messianismo e 
 saudosismo crítica a 
 desproblematizaçã o do futuro 
 (futuro como dado)
  • 14. The ideology of the future in design fi ctions (Gonzatto, van Amstel, Merkle, Hartmann, 2013) Futuro da Tecnologia ou Tecnologia do Futuro? (Gonzatto, Merkle, 2016) a especulação sobre o futuro está sempre falando… 
 sobre o presente 
 futuro não se descobre, 
 se produz 
 “A condição, própria da consciência, de estar centralizada no presente, mas ter por essência do seu modo de ser o expandir-se, o projetar-se na reminiscência do passado e na predição do futuro, obriga toda futurologia a assumir necessariamente o caráter de ideologia social.” (ÁlvaroVieira Pinto) futuros são ideológicos
  • 16. por qual futuro “usuários” podem esperar? atencioso 
 “usuários” cada vez mais exigentes com os produtos forçam o mercado a melhorar criativ o o mercado incluirá cada vez mais “usuários” como prosumidores colaborativo 
 o futuro do mercado é cultura da colaboração tecnológic o “usuários terão mais opções, mais funções ao alcance da mão ativ o nas mídias digitais usuários são ativos, diferentemente dos antigos telespectadores passivos
  • 17. por qual futuro “usuários” podem esperar? atencioso 
 “usuários” cada vez mais exigentes com os produtos forçam o mercado a melhorar criativ o o mercado incluirá cada vez mais “usuários” como prosumidores colaborativo 
 o futuro do mercado é cultura da colaboração tecnológic o “usuários terão mais opções, mais funções ao alcance da mão ativ o nas mídias digitais usuários são ativos, diferentemente dos antigos telespectadores passivos exemplos de 
 usuarismo 
 futurologia “esperem que sua hora vai chegar” porque não antes? porque pressupõe-se que o futuro não é criado pelos “usuários”
  • 18. presente exclusão digital di fi culdade de acesso a equipamentos, internet 
 escasso letramento digital (educação) 
 falta de investimentos em acessibilidade precarização do trabalh o uberização do trabalho que produz pela dependência de demanda das plataforma s obsolescência programada 
 produtos que só servem no agor a propriedade intelectual 
 tradição mediante royalties dati fi cação: 
 sem controle dos próprios dados; 
 qual a fi scalização da LGPD ? ausência de direitos: limitado a condição de consumidor; qual a fi scalização do Marco Civil (interesses de mídia sociedade civil ) sistemas fechados: caixas pretas. 
 artefatos que di fi cultam a transformação para outros projetos. perda do direito ao repar o criminalização do software livre, 
 cultura hacker, a chamada “pirataria”
  • 19. Usuários e Produção da Existência (Gonzatto, 2018) 
 User oppression in HCI (Gonzatto, van Amstel, em submissão) caracterização ingênua de usuário : “quem usa” 
 (computadores, máquinas, sistemas e outros artefatos)
  • 20. Usuários são afastados dos espaços e tempos projetuais privilegiados Usuários foram 
 desespecializados Usuários e Produção da Existência (Gonzatto, 2018) busca por caracterização crítica de usuário : construção social e histórica
  • 21. • “Usuários” não são ignorantes: lhes foi negada a especialização em tecnologias computacionais • Pessoas foram historicamente desespecializadas de sua busca pelo domínio das tecnologias digitais • Nos negamos a reconhecer 
 que “usuários” podem se especializar Usuários foram 
 desespecializados
  • 22. • Utentes projetam, nos espaços que lhes são possíveis Mas esses não são espaços de projeto privilegiados pelo modo de produção capitalista. • Afastados dos espaços projetuais propícios 
 para transformar computadores 
 (fábrica, indústria, estúdio) • Mesmo “fora” exige-se de usuários uma 
 percepção do sistema que cujo espaço para 
 ter/participar é muito regulado Usuários são afastados dos espaços e tempos projetuais privilegiados
  • 23. opressão dos usuários 
 limitação, regulação ou negação de participação da produção das tecnologias que podem efetivamente transformar seu entorno e servirem de mediação para uma produção da existência para si. User oppression in HCI (Gonzatto, van Amstel, em submissão) usuarismo 
 distinção social de grupos por 
 sua relação com as técnicas que nega, subestima, prevene, bloqueia ou explora o seu desenvolvimento humano domesticação do futuro 
 ocultação do futuro como 
 campo de superação da opressão do presente ocultada por operação ideológicas como:
  • 24. caracterização cotidiana de projeto: “usuário” posto como o 
 “outro” dos projetistas 
 de fi nido pela carência/ausência/falta projetista 
 projeta 
 dentro 
 especialista 
 técnic a razão 
 sujeit o futur o usuário 
 usa 
 fora 
 não-especialist a intuiçã o emoçã o objet o presente Usuários e Produção da Existência (Gonzatto, 2018)
  • 25. quando “usuários” começam a dominar tecnologia s paramos de chama-los de “usuários 
 “se tornam ” hackers 
 everyday designer 
 amateur designer 
 non-expert designers 
 co-designers 
 não-designers 
 etc. 
 
 não “usam”. fazem: 
 design intuitivo 
 design espontâneo 
 ad hoc appropriations creative use 
 creative practice 
 design-by-use 
 Non-Intentional Design 
 etc. Usuários e Produção da Existência (Gonzatto, 2018)
  • 26. Exemplo de teorização de usuários em IHC 
 algumas promessas User oppression in HCI (Gonzatto, van Amstel, em submissão) advogar por seus interesses 
 (Cooper and Bowers, 1995; Woolgar, 1990 ) colocá-los no centro do projeto 
 (Vandenberghe; Slegers, 2016; Spinuzzi, 2003 ) proteger de riscos associados a erros de uso (Pereira et al., 2015 ) satisfazer suas necessidades 
 (Kaptelinin and Nardi, 2012 ) facilitar sua vida funcionalmente 
 (Banon and Bødker, 1991)
  • 27. quem paga e fi nancia 
 “usuários” sendo: 
 
 Centrado s Modelado s Avaliado s Testados 
 
 — designers trabalham para quem? Design Centrado no Usuário mas submisso a lógica de mercado que vem antes dele?
  • 28. Estudos críticos sobre usuários revelam 
 uma outra imagem: User oppression in HCI (Gonzatto, van Amstel, em submissão) recurso cênico do espaço projetual 
 (Sharrock and Anderson, 1994) representados como ingênuos (Bannon, 1991) 
 ou exóticos (Cooper and Bowers, 1995) vitimizados por problemas de usabilidade, dependentes de salvacção por um designer- herói (Spinuzzi, 2002). representados de forma abstraídas, sem referências históricas e comunitárias (Bannon and Bødker, 1991; 
 Oudshoorn, 1991), estereotipados (Melo, 2012), patologizados (Cooper and Bowers, 1995), descorpori fi cados (Lupton, 1995), e desempoderados (Kerssens, 2016; Clement, 1994) seres passivos nas mãos de designer, como “amigos imaginários” (Massanari, 2010)
  • 30. projet o reduzid o a o us o instrumenta l caracterizad o po r demanda s 
 d o presente , d o agor a com o s e dependesse m apena s d e outro s 
 par a transforma r su a realidad e induze m a image m super fi cia l 
 d e qu e “usuários ” nã o produze m futuro s
  • 31. “usuário” não de fi ne só quem us a 
 caracteriza con fi guração socio-histórica, marcada pela opressão, 
 do modo injusto como pessoas são postas 
 para se relacionar com as tecnologias que necessitam para sobreviver User oppression in HCI (Gonzatto, van Amstel, em submissão)
  • 32. condição de “usuário pessoa a quem foi negada especializar-se nelas e foi afastada dos espaços onde poderia participar em seu projeto (de existência ) mas que é pessoa que projeta, futura, produz 
 porque precisa usar tecnologias computacionais 
 para sobreviver e ser Usuários e Produção da Existência (Gonzatto, 2018)
  • 34. não tem apoio e não podem depender dos projetos de designers pro fi ssionai s pois possuem outros interesse s pois possuem outras condições amanuais “usuários” prospectam futuros … projeta m especula m porque precisam! 
 para sobreviver (resistência ao ser menos ) para produzir sua existência (anúncio de ser mais )
  • 35. Criando pelo uso:
 com o disponível nas circunstância s com o que se “tem a mão” Adaptando/regulando
 com o que se tem disponível Projetando novas funções em objetos 
 que não foram “feitos para aquilo”
  • 36. dual SI M caso de comunidades rurais no Quênia uso de mais de um SIM no mesmo celular 
 (interface amanual) como criar um botão de desliga ? tirar a bateria para celular desligar quando trava= botão de desligar (interface amanual) celular como lantern a foi observando o uso de celulares como lanternas que essa funcionalidade foi “adicionada” usuarios prospectam massivamente em us o em um ciclo de projeto e aplicaçã o interfaces amanuais
  • 37. emoticons : ) #hashtags 
 @pessoa praticamente todas as funções sociais de redes sociai s foram criadas pelos seus “usuários” tempos e espaços de projetos diferente s demandas diferentes Adaptando/regulando
 com o que se tem disponível
  • 38. “nuvem dos “usuários” 
 
 e-mail, grupo, whatsApp para si mesmo 
 para armazenamento ou notas 
 ou para transferir arquivos do celular pro computador “usuários ” projetando novas funções em objetos 
 que não foram “feitos para aquilo”
  • 40. “usuários ” projetam, computam e interagem 
 entre 
 o grau de amanualidade social possível 
 e o grau de amanualidade que cria m é uma amanualidade que foi 
 negada, 
 constrangida, 
 subdesenvolvida
  • 41. prospecta m não com as técnicas de Design, IHC e Computação 
 que nunca lhe foram ensinadas, mas com 
 uso, não-us o gambiarra, adaptação, resigni fi caçã o resistência, contra-projeto 
 com técnicas manuais, artesanais, acessíveis, abundante s “usuários” se especializam em criar espaço projetua l 
 nas brechas dos 
 processos produtivos
  • 42. uma outra imagem 
 de “usuário”: 
 
 “Usuários” como sujeitos 
 na pesquisa e na prospecçã o de futuros
  • 43. • “Usuários não devem ser só “objetos de futuros 
 (a quem o futuro se destina) • “Usuários tem técnica, projetam e produzem mesmo que em condições desprivilegiadas • “Usuários” produzem Design, e o 
 Design deveria reconhecer a produção por utentes. Que futuro é esse que 
 “usuários produzem?
  • 44. ativismo LGB T projetando inclusão de nome social em formulários https://ufmg.br/comunicacao/noticias/nome-social- pode-ser-incluido-na-plataforma-do-curriculo-lattes
  • 45. “Eu acho que só quem não briga é quem não tem futuro. 
 E quem não tem futuro, não tem presente. Entende? Porque o futuro a fi nal de contas não é uma província que fi ca distanciada 
 de mim, muito além de mim, 
 à espera de que eu chegue lá, pelo contrário, eu sou fazedor 
 do futuro. Somos nós enquanto gente, enquanto povo, enquanto classe social e, também, enquanto indivíduos que temos que transformando o presente, com o aprendizado que a experiência do passado nos deu, criar o futuro. Quer dizer, o futuro é uma invenção da gente.” Glossário Audiovisual do educador Paulo Freire. Verbete: FUTURO http://glossario.paulofreire.org/verbete/203
  • 46. entregadore s projetando apps 
 (e disputando futuros) 
 com greve https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2020/07/01/greve-dos- entregadores-ocorre-em-diversas-capitais-do- brasil-con fi ra.htm
  • 49. Álvaro Vieira Pinto O Conceito de Tecnologia 
 vol. 1 Compreende-se portanto que uma fi loso fi a, ao pretender constituir-se à base das criações humanas do presente, especialmente as de ordem tecnológica, e levar em conta o processo da realidade, origine igualmente uma “futurologia”, uma certa prospecção do porvir, tendo por essência a descoberta daquilo, atualmente existente, que será negado no futuro. A legítima futurologia deve incluir portanto 
 não apenas a previsão do novo que está por vir, 
 mas a indicação do que se acha em via de desaparecer, porque este último aspecto é c 
 condição da possibilidade do primeiro.”
  • 51. ou incluir-se no projeto 
 dos “usuários incluir “usuários 
 no projeto? empoderamento emancipação
  • 52. retomar o projeto “para o outro” como “para si ” inverter a participação: 
 onde usuários já são sujeitos dos futuros? não o “usuário” participando do design: “usuário” já está projetand o mas outros assumindo-se também como “usuários” e a apoiando o 
 design que vem de “usuários” inverter a participação
  • 53. modalidade de projeto 
 que é impossível de se realizar 
 sem ser por “usuários o projeto para si manifesto fabless projeto para si, empoderamento emancipatório libertação, partindo da manualidade, 
 não aceitação de ser apenas “usuário” para nós
  • 54. 1) As pessoas constroem as máquinas; 2) As capacidades de fabricação digital da comunidade superam as de qualquer indivíduo; 3) O laboratório de fabricação digital existe onde quer que a comunidade necessite; 4) O resultado é mais importante que os métodos e ferramentas utilizados para obtê-lo; 5) Pode existir um laboratório de fabricação digital sem máquinas, mas não sem pessoas. Mani fi esto Fab-Less: cómo fabricar casi cualquier cosa con casi nada 
 (Emilio Velis e coletivos de El Salvador) outras condições/corporeidades 
 no subdesenvolvimento : designers “como usuários
  • 55. o futuro para si para nós participar dos movimentos de LIBERTAÇÃO (o novo) que a 
 RESISTENCIA (a opressão) dos usuários já anunci a “usuários” já estão projetando suas existências 
 suas condições materiais
  • 56. quem tem que se fazer incluído” 
 na participação são os “projetistas ” para tal, também 
 precisam estar como/com “usuários ” produção de futuros 
 pela produção de 
 novas formas de existência
  • 57. Álvaro Vieira Pinto O Conceito de Tecnologia 
 vol. 2 (p. 693) “Deste modo parece-nos lícito dizer que a futurologia eloqüente euforicamente desenhada por economistas e sociólogos a serviço do imperialismo constitui alguma coisa pior que um erro: é uma inutilidade. 
 O homem, em última instância, não está interessado em saber com que máquinas irá conviver mas com que homens. Outra maneira de dizer a mesma coisa: 
 o que o homem espera do futuro não são melhores máquinas, que lhe dêem maior conforto, 
 mas melhores homens, formando uma 
 sociedade fraterna, sem riscos, privações, 
 angústias e explorações.