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História idade média arábes

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História idade média arábes

  1. 1. A alta idade média: a civilização árabe<br />História<br />
  2. 2. Os Árabes e a expansão<br />Durante a Alta Idade Média, a Europa foi invadida, ao norte, pelos bárbaros, e, ao sul, pelos árabes, que fecharam a mais importante via comercial da época – o mar Mediterrâneo. Esse fechamento veio intensificar um processo já em curso: a formação do feudalismo.<br />
  3. 3. A Arábia pré-islâmica<br />Na península da Arábia predominam áreas desérticas (5/6 do território aproximadamente), encontrando-se condições propícias para a concentração humana somente nos oásis e nas proximidades do mar, especialmente no Iêmen e no Hedjaz. Nessa região floresceu a civilização árabe, dividida em tribos de origem semita.<br />
  4. 4. A Arábia pré-islâmica<br />Antes de Maomé, o povo árabe se dividia em árabes urbanos, de Meca e Yatreb, e beduínos, do interior. Todos viviam em tribos autônomas comandadas pelos xeques (sheiks).<br />Sheiks com Michael Jackson<br />
  5. 5. A Arábia pré-islâmica<br />Em épocas de guerra, a tribo combatia sob a chefia do emir. Tanto os árabes do interior como os da cidade eram POLITEÍSTAS, e seus ídolos ficavam em Meca, num santuário chamado Caaba:<br />
  6. 6. Pedra Negra<br />Meca, Caaba<br />
  7. 7. Segundo os árabes, a Caaba foi um presente enviado pelos céus. <br />Segundo eles, a pedra antes era branca, mas por causa do pecado ficou preta!<br />
  8. 8. A Arábia pré-islâmica<br />Em consequência, Meca era o principal centro comercial e religioso da Arábia, dominado pela tribo dos coraixitas, guardiã da Caaba e a grande interessada em preservar o estado atual.<br />Recapitulando...<br />- áreas desérticas (dificuldade p/ pecuária e agricultura, então viviam do comércio)<br />-várias tribos autônomas (não tinham poder centralizado)<br />-Meca – cidade sagrada (Caaba – Pedra Negra, onde ficavam + de 300 ídolos)<br />
  9. 9. Maomé e a unificação<br />Revelação = Alá é o único deus.<br />Choque com os CORAIXITAS (tribo que dominava Meca)<br />Fuga de Meca (Hégira, quando maomé fugiu para Medina buscar seguidores, o ano 1 para os árabes foi a partir desse fato).<br />Unificação da política e religião árabe.<br />
  10. 10. Maomé e a unificação<br />A unificação árabe teve Maomé como principal personagem. Nascido em Meca, em 570, era membro da poderosa tribo dos coraixitas, embora pertencesse a uma família pobre, a Hechemita. Ficou órfão muito cedo e foi educado pelo tio, participando de várias caravanas, o que certamente o levou a tomar contato com as crenças monoteístas da religião: o cristianismo e o judaísmo. Quando adulto, casou-se com a rica viúva Cadija, proprietária de uma caravana, fato que lhe permitiu dedicar-se intensivamente à meditação religiosa.<br />
  11. 11. Maomé e a unificação<br />A partir de 610, Maomé começou a pregar uma nova religião: Alá era o único deus, e Maomé, seu profeta; o povo deveria ter “islão em relação a Alá” isto é, submissão a Deus.<br />
  12. 12. Maomé e a unificação<br />A nova religião de Maomé colocava em risco o domínio dos coraixitas, pois Maomé condenava a idolatria da Caaba, motivo da peregrinação anual dos árabes a Meca. Pressionado pelos coraixitas, Maomé fugiu de Meca para Medina e seus seguidores conquistaram Meca, em 630, realizando a unificação religiosa e política da Arábia. Maomé morreu em 632, deixando a Arábia unificada, sob o fervor de uma fé comum e um ideal – a Guerra Santa ou “djihad” (conversão do infiel).<br />Guerra Santa – conceito de Girá. É os islâmicos espalharem sua religião no mundo, converter pessoas.<br />
  13. 13. O islamismo<br />O islamismo tem por base o Corão (ou Alcorão), livro sagrado dos muçulmanos ou maometanos (“crentes”). Como se fosse um “manual de comportamento”<br />
  14. 14. O islamismo<br />As práticas do culto são simples: <br />Orar 5 vezes ao dia, voltado para Meca –<br />
  15. 15. O islamismo<br />As práticas do culto são simples: <br />Visitar Meca, pelo menos uma vez na vida –<br />Segundo o Corão, todo islâmico precisa ir pelo menos 1 vez á Meca, se for uma pessoa doente tem que mandar alguém para representá-lo.<br />
  16. 16. O islamismo<br />As práticas do culto são simples: <br />Jejuar no mês de Ramadã (9° mês, quando Maomé recebeu a revelação) –<br />Não come NADA! Apenas 1 refeição depois do por do sol, só! (os islâmicos adultos saudáveis) <br />
  17. 17. O islamismo<br />As práticas do culto são simples:<br />Ir á Mesquita nas sexta –feiras<br />MESQUITA DE LONDRINA<br />
  18. 18. Seitas maometanas<br />Pouco depois da sua formação, o islamismo se dividiu em algumas vertentes. As duas mais importantes são a dos sunitas e a dos xiitas.<br />
  19. 19. Sunitas<br />Os sunitas defendem um chefe de Estado, sucessor de um profeta, eleito pelos crentes (não importa se é sucessor de Maomé). Sustentam que a Sunna (diário de Maomé), segunda fonte de ensinamento sobre os ditos, as ações e o comportamento do profeta, é válida para a pregação do islamismo.<br />Maior parte do Iraque é sunita, eles acreditam que é sagrado o Alcorão e Sunna.<br />O chefe de Estado é eleito pelos crentes e não precisa ter descendência de Maomé.<br />
  20. 20.
  21. 21. Xiitas<br />Para os Xiitas, o chefe religioso e político tem de ser parente do profeta, e não admitem outra fonte de ensinamento que não seja o Corão.<br />No Irã predomina os Xiitas (11 de setembro provavelmente teve relação com eles).<br />Califas – sucessores de Maomé<br />
  22. 22.
  23. 23. Islâmicos extremistas – minoria<br />Quando eles não conseguem converter pessoas ao islamismo viram homem-bomba e etc.<br />
  24. 24. A expansão islâmica<br />Os califas, chefes sucessores de Maomé, iniciaram a expansão islâmica e, aproveitando-se da fraqueza dos novos vizinhos, ativaram a Guerra Santa, resolvendo suas dificuldades econômicas com a prática do botim (saque dos vencidos).<br />A expansão em direção ao Ocidente se fez sob a dinastia omíada e atingiu seu ápice quando Tarik atravessou o estreito de Gilbraltar, penetrando na península Ibérica e subjugando grande parte dos visigodos. Os árabes só foram detidos na batalha de Poitiers, nos Pireneus, por Carlos Martel. <br />
  25. 25.
  26. 26. A batalha de Poitiers<br />
  27. 27. A expansão islâmica<br />Em 750, a dinastia omíada foi derrubada e o comando passou para a dinastia abássida, enquanto um sobrevivente omíada, Abderamã, fugiu para a Espanha, estabelecendo um emirado em Córdoba, que se tornaria mais tarde um califado independente.<br />Com a dinastia abássida, o Império Árabe declinou e se desmembrou em vários califados, sofrendo pressões cada vez maior por parte dos cristãos, empenhados na reconquista de territórios europeus, principalmente na península Ibérica. <br />
  28. 28. A expansão islâmica<br />A expansão islâmica, além de acelerar a ruralizaçãoeuropéia, introduziu valiosos conhecimentos de astronomia, medicina, alquimia, filosofia, agricultura e álgebra, influenciando também significativamente na arquitetura e na literatura (As mil e uma noites).<br />

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