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ERNA 5ºANO 2013
Equipamentos de Protecção Individual e Colectiva
Sinalização de Segurança
1
 OBJECTIVOS
 “Proteger tão pouco quanto possível, mas
tanto quanto necessário”.
2
 Os perigos são fontes potenciais de acidentes.
O controlo do risco dentro de limites
aceitaveis é o objectivo a atingir,...
 1º e 2º caso envolvem medidas construtivas ou de
engenharia, que actuam sobre os meios de trabalho
(máquinas)
Ex: supres...
 A adopção de medidas construtivas constitui
o método mais desejavel e eficaz de
protecção.
 Devem ser encaradas na fase...
 Os equipamentos de protecção individual
(EPI) são dispositivos e/ou acessórios
destinados a serem utilizados pelo
trabal...
 Os EPI’s exigem do trabalhador um sobre
esforço no desempenho das suas funções
devendo, também por esta razão, ser usado...
 Um equipamento de protecção individual
deve ser:
- Eficaz (adequado aos riscos a proteger);
- Robusto;
- Prático;
- Cómo...
 Os EPI’s devem:
1. respeitar as disposições comunitárias referentes à
sua concepção e construção em matéria de
segurança...
 A selecção dos EPI’s deverá ter em conta:
 os riscos a que o trabalhador está exposto;
 as condições em que trabalha;
...
 Os EPI’s podem ser usados em três situações distintas
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 Ensaio de Dispositivos de Protecção Individual na
Empresa
 Para testar um novo EPI, devem tanto quanto possível,
escolh...
 A decisão final sobre a utilização do EPI deve ser
tomada com base numa análise cuidada do posto de
trabalho, análise es...
 FORMAÇÃO DO UTILIZADOR
 Os EPI's são simples?
 É fácil a utilização correcta de um dado EPI?
 Para muitos EPI's é nec...
 Os pontos fundamentais na formação do
utilizador são os seguintes:
1. Porquê utilizar um determinado EPI e qual o
tipo d...
PRINCIPAISTIPOS DE PROTECÇÃO
INDIVIDUAL
16
 As classificações mais usuais dos EPI’s
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 Protecção da Cabeça
 A cabeça deve ser
adequadamente protegida
perante o risco de queda de
objectos pesados, pancadas
v...
 O capacete é composto por duas partes, o casco ou carcaça e pelo arnês
(armação interior de apoio) que deve adaptar-se à...
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 Protecção dos Olhos e do Rosto
 Os olhos constituem uma das partes mais sensíveis do
corpo onde os acidentes podem atin...
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 Acções mecânicas,
 Acções ópticas : Os olhos e também o rosto
protegem-se com óculos e viseiras
apropriados, cujos vidros deverão resistir ...
 Acções térmicas, devidas a
temperaturas extremas.
 Acções químicas, através de
produtos corrosivos (sobretudo
ácidos e ...
 Protecção dasVias
Respiratórias
 A atmosfera dos locais de trabalho
encontra-se, muitas vezes,
contaminada em virtude d...
 A protecção das vias respiratórias é feita
através dos chamados dispositivos de
protecção respiratória - aparelhos filtr...
 Protecção Auditiva
 Norma NP EN 458:2006
 Há fundamentalmente, dois tipos
de protectores de ouvidos: os
auriculares (o...
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 Protecção doTronco
 O tronco é protegido através
do vestuário, que pode ser
confeccionado em diferentes
tecidos.
 O ve...
 Protecção dos Pés e dos
Membros Inferiores
 A protecção dos pés deve ser
considerada quando há
possibilidade de lesões ...
 Protecção dos Pés e dos
Membros Inferiores
 Em certos casos verifica-se o risco
de perfuração da planta dos pés
(ex: tr...
 Protecção das Mãos e dos MembrosSuperiores
 Os ferimentos nas mãos constituem o tipo de lesão mais
frequente que ocorre...
 Protecção contra Quedas
 Em todos os trabalhos que
apresentam risco de queda
livre deve utilizar-se o cinto
de seguranç...
 O cinto deve ser ligado a
um cabo de boa
resistência, que pela
outra extremidade se
fixará num ponto
conveniente.
 O co...
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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 No interior e exterior das instalações da
empresa, devem existir formas de aviso e
informação rápida, que possam auxilia...
 EXEMPLOS DE SINAIS DE EMERGÊNCIA
 Fornecem informações de salvamento de
acordo com o pictograma inserido no sinal.
 Sã...
 EXEMPLOS DE SINAIS DE EMERGÊNCIA
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 EXEMPLOS DE SINAIS DE EQUIPAMENTOS DE COMBATE A
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INCÊNDIO
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 EXEMPLOS DE SINAIS DE OBRIGAÇÃO
 Indicam comportamentos obrigatórios de
acordo com o pictograma inserido no sinal.
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 EXEMPLOS DE SINAIS DE OBRIGAÇÃO
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OBRIGATÓRIO
USAR ÓCULOS
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 EXEMPLOS DE SINAIS DE PROIBIÇÃO
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 EXEMPLOS DE SINAIS DE PROIBIÇÃO
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PROIBIDO
FUMAR
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 SIANIS DE PERIGO
 Indicam situações de risco potencial de
acordo com o pictograma inserido no sinal.
São utilizados em ...
 EXEMPLOS DE SINAIS DE ADVERTÊNCIA
DE PERIGO
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PERIGO
SUBSTÂNCIAS
INFLAMÁVEIS
PERIGO
SUBSTÂNCIAS
PERIGOSAS
PERIGO
SUBSTÂ...
 EXEMPLOS DE SINAIS DE MATÉRIAS
PERIGOSAS
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SEGURANÇA DE MÁQUINAS
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 SEGURANÇA DE MÁQUINAS
 Muitos processos produtivos dependem da
utilização de máquinas, pelo que é importante a
existênc...
 SEGURANÇA DE MÁQUINAS
 Os requisitos de segurança de uma máquina:
 Devem estar visíveis e acessíveis partir do posto d...
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 PERIGOS ASSOCIADOS ÀS MÁQUINAS
 Mecânicos
 Lesões ocasionadas por elementos móveis
 Lesões ocasionadas por element...
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 DISPOSITIVOS DE PROTECÇÃO
 Protectores fixos: os mais vulgarmente utilizados são as
guardas. São estruturas metálica...
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 DISPOSITIVOS DE PROTECÇÃO
 Comando bi-manual: para uma determinada operação, em vez de
uma só botoneira existem duas...
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4. hst epi's e sinalização de segurança

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Higiene e Seguranca: EPIs e Sinalizacao. Universidade Independente de Angola
Prof: Diana Sacoto

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4. hst epi's e sinalização de segurança

  1. 1. ERNA 5ºANO 2013 Equipamentos de Protecção Individual e Colectiva Sinalização de Segurança 1
  2. 2.  OBJECTIVOS  “Proteger tão pouco quanto possível, mas tanto quanto necessário”. 2
  3. 3.  Os perigos são fontes potenciais de acidentes. O controlo do risco dentro de limites aceitaveis é o objectivo a atingir, já que a sua eliminação só muito raramente é possivel! 3 1 P ----> H 2 P ----> H 3 P ----> H 4 P ----> H Limitar/Eliminar o perigo Envolver o perigo Afastar o Homem Proteger o Homem
  4. 4.  1º e 2º caso envolvem medidas construtivas ou de engenharia, que actuam sobre os meios de trabalho (máquinas) Ex: supressão de uma fuga de ar comprimido com vista à redução do nivel de ruido produzido.  3º caso, medidas organizacionais, actuam no sistema Homem-Máquina-Ambiente Ex: rotação periodica de trabalhadores expostos ao risco de trauma acustico.  4º caso, medidas individuais ou de protecção individual, actuam no Homem Ex: protectores auditivos 4
  5. 5.  A adopção de medidas construtivas constitui o método mais desejavel e eficaz de protecção.  Devem ser encaradas na fase de concepção ou de projecto (maior racionalização e menor custo).  Segurança aditiva é mais cara, e em geral, menos eficaz que a primeira 5
  6. 6.  Os equipamentos de protecção individual (EPI) são dispositivos e/ou acessórios destinados a serem utilizados pelo trabalhador para o proteger dos riscos quando estes não puderem ser evitados ou limitados, dentro de limites aceitáveis, por meios técnicos de protecção colectiva ou por processos de organização do trabalho. 6
  7. 7.  Os EPI’s exigem do trabalhador um sobre esforço no desempenho das suas funções devendo, também por esta razão, ser usados quando as medidas de protecção integrada e de protecção colectiva não são suficientes para garantir a segurança e a saúde do trabalhador. 7
  8. 8.  Um equipamento de protecção individual deve ser: - Eficaz (adequado aos riscos a proteger); - Robusto; - Prático; - Cómodo; - De fácil limpeza e conservação. 8
  9. 9.  Os EPI’s devem: 1. respeitar as disposições comunitárias referentes à sua concepção e construção em matéria de segurança e saúde, 2. Ser adequados relativamente aos riscos a prevenir, sem que eles próprios induzam a um incremento do risco 3. Ser adequados às características do portador. Todo o EPI é de uso pessoal pelo que na realização de qualquer trabalho deva estar à disposição dos trabalhadores, o equipamento mais adequado para o trabalho a efectuar. 9
  10. 10.  A selecção dos EPI’s deverá ter em conta:  os riscos a que o trabalhador está exposto;  as condições em que trabalha;  a parte do corpo a proteger;  as características do próprio trabalhador.  Consideram-se 3 categorias de risco para os EPI’s:  Categoria I – desenho ou concepção simples, risco baixo – marcaCE, autocertificavel pelo fabricante  Categoria II – desenho intermedio, risco medio – marca CE certificada por laboratorio intermedio  Categoria III – desenho complexo, risco elevado – marca CE + codigo de 4 digitos do organismo de certificação.  MarcaCE – directiva nº 89/686/CEE 10
  11. 11.  Os EPI’s podem ser usados em três situações distintas 11
  12. 12.  Ensaio de Dispositivos de Protecção Individual na Empresa  Para testar um novo EPI, devem tanto quanto possível, escolher-se trabalhadores com um critério objectivo de apreciação.  É indispensável a sua elucidação quanto aos riscos a controlar, bem como o ensaio de mais de um tipo de protecção.  O registo de elementos como: durabilidade, efeito de protecção, comodidade, possibilidade de limpeza, entre outros, é extremamente importante para uma solução definitiva. 12
  13. 13.  A decisão final sobre a utilização do EPI deve ser tomada com base numa análise cuidada do posto de trabalho, análise essa em que devem participar chefias e trabalhadores.  A co-decisão conduz a uma maior motivação para o seu uso. 13
  14. 14.  FORMAÇÃO DO UTILIZADOR  Os EPI's são simples?  É fácil a utilização correcta de um dado EPI?  Para muitos EPI's é necessária uma acção de demonstração, quando são utilizados pela primeira vez.  A transferência de informação deve estar associada à motivação. 14
  15. 15.  Os pontos fundamentais na formação do utilizador são os seguintes: 1. Porquê utilizar um determinado EPI e qual o tipo de protecção que ele garante? 2. Qual o tipo de protecção que ele NÃO garante? 3. Como utilizar o EPI e ficar seguro de que o EPI garante a protecção esperada? 4. Quando se devem substituir as peças de um dado EPI? 15
  16. 16. PRINCIPAISTIPOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL 16
  17. 17.  As classificações mais usuais dos EPI’s 17
  18. 18.  Protecção da Cabeça  A cabeça deve ser adequadamente protegida perante o risco de queda de objectos pesados, pancadas violentas ou projecção de partículas.  A protecção da cabeça obtém-se mediante uso de capacete de protecção, o qual deve apresentar elevada resistência ao impacto e à penetração. 18
  19. 19.  O capacete é composto por duas partes, o casco ou carcaça e pelo arnês (armação interior de apoio) que deve adaptar-se à forma da cabeça.  O casco é a parte exterior resistente do capacete e é constituído por:  - Calote: elemento resistente e que dá a forma ao casco;  - Aba: parte que circunda a calote;  - Pala: parte frontal da aba.  O arnês é o conjunto de elementos que têm a dupla função de absorver a energia transmitida pelo impacto e a manterem uma correcta posição do capacete sobra a cabeça do utilizador. O arnês é constituído por:  - Suspensor: conjunto de fitas resistentes que ligam o casco à banda e que se destinam a absorver e a distribuir a energia cinética resultante do impacto sobre o capacete;  - Banda: cinta flexível que envolve e que se ajusta ao perímetro do crânio e que está ligada ao suspensor.  - Cerra-nuca: apêndice da banda que se pode ajustar e que permite manter o capacete na posição correcta. 19
  20. 20. 20
  21. 21.  Protecção dos Olhos e do Rosto  Os olhos constituem uma das partes mais sensíveis do corpo onde os acidentes podem atingir a maior gravidade.  As lesões nos olhos, ocasionadas por acidentes de trabalho, podem ser devidas a diferentes causas:  Acções mecânicas, através de poeiras, partículas ou aparas;  Acções ópticas, através de luz visível (natural ou artificial), invisível (radiação ultravioleta ou infravermelha) ou ainda raios laser; 21
  22. 22. 22  Acções mecânicas,
  23. 23.  Acções ópticas : Os olhos e também o rosto protegem-se com óculos e viseiras apropriados, cujos vidros deverão resistir ao choque, à corrosão e às radiações, conforme os casos. 23
  24. 24.  Acções térmicas, devidas a temperaturas extremas.  Acções químicas, através de produtos corrosivos (sobretudo ácidos e bases) no estado sólido líquido ou gasoso; 24
  25. 25.  Protecção dasVias Respiratórias  A atmosfera dos locais de trabalho encontra-se, muitas vezes, contaminada em virtude da existência de agentes químicos agressivos, tais como gases, vapores, neblinas, fibras, poeiras. 25
  26. 26.  A protecção das vias respiratórias é feita através dos chamados dispositivos de protecção respiratória - aparelhos filtrantes (máscaras). 26
  27. 27.  Protecção Auditiva  Norma NP EN 458:2006  Há fundamentalmente, dois tipos de protectores de ouvidos: os auriculares (ou tampões) e os auscultadores (ou protectores de tipo abafador).  Os auriculares são introduzidos no canal auditivo externo e visam diminuir a intensidade das variações de pressão que alcançam o tímpano. 27
  28. 28. 28
  29. 29.  Protecção doTronco  O tronco é protegido através do vestuário, que pode ser confeccionado em diferentes tecidos.  O vestuário de trabalho deve ser cingido ao corpo para se evitar a sua prisão pelos órgãos em movimento. A gravata ou cachecol constituem, geralmente, um risco. 29
  30. 30.  Protecção dos Pés e dos Membros Inferiores  A protecção dos pés deve ser considerada quando há possibilidade de lesões a partir de efeitos mecânicos, térmicos, químicos ou eléctricos.  Quando há possibilidade de queda de materiais, deverão ser usados sapatos ou botas revestidos interiormente com biqueiras de aço, eventualmente com reforço no artelho e no peito do pé. 30
  31. 31.  Protecção dos Pés e dos Membros Inferiores  Em certos casos verifica-se o risco de perfuração da planta dos pés (ex: trabalhos de construção civil) devendo, então, ser incorporada uma palmilha de aço no respectivo calçado. 31
  32. 32.  Protecção das Mãos e dos MembrosSuperiores  Os ferimentos nas mãos constituem o tipo de lesão mais frequente que ocorre na indústria. Daí a necessidade da sua protecção.  O braço e o antebraço estão, geralmente menos expostos do que as mãos, não sendo contudo de subestimar a sua protecção. 32
  33. 33.  Protecção contra Quedas  Em todos os trabalhos que apresentam risco de queda livre deve utilizar-se o cinto de segurança, que poderá ser reforçado com suspensórios fortes e, em certos casos associado a dispositivos mecânicos amortecedores de quedas. 33
  34. 34.  O cinto deve ser ligado a um cabo de boa resistência, que pela outra extremidade se fixará num ponto conveniente.  O comprimento do cabo deve ser regulado segundo as circunstâncias, não devendo exceder 1,4 metros de comprimento. 34
  35. 35. SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA 35
  36. 36.  No interior e exterior das instalações da empresa, devem existir formas de aviso e informação rápida, que possam auxiliar os elementos da empresa a actuar em conformidade com os procedimentos de segurança.  Com este objectivo, existem conjuntos de símbolos e sinais especificamente criados para garantir a fácil compreensão dos riscos ou dos procedimentos a cumprir nas diversas situações laborais que podem ocorrer no interior de uma Empresa ou em lugares públicos. 36
  37. 37.  EXEMPLOS DE SINAIS DE EMERGÊNCIA  Fornecem informações de salvamento de acordo com o pictograma inserido no sinal.  São utilizados em instalação, acessos e equipamentos, etc.  Têm forma rectangular, fundo verde e pictograma a branco. 37
  38. 38.  EXEMPLOS DE SINAIS DE EMERGÊNCIA 38
  39. 39.  EXEMPLOS DE SINAIS DE EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIOS 39 EXTINTOR BOCA DE INCÊNDIO TELEFONE DE EMERGÊNCIA AVISADOR SONORO BOTÃO DE ALARME ESCADA DE INCÊNDIOS
  40. 40.  EXEMPLOS DE SINAIS DE OBRIGAÇÃO  Indicam comportamentos obrigatórios de acordo com o pictograma inserido no sinal.  São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.  Têm forma circular, fundo azul e pictograma a branco. 40
  41. 41.  EXEMPLOS DE SINAIS DE OBRIGAÇÃO 41 OBRIGATÓRIO USAR ÓCULOS DE PROTECÇÃO OBRIGATÓRIO USAR CAPACETE DE PROTECÇÃO OBRIGATÓRIO USAR AURICULARES DE PROTECÇÃO OBRIGATÓRIO USAR MÁSCARA DE PROTECÇÃO OBRIGATÓRIO USAR BOTAS DE PROTECÇÃO
  42. 42.  EXEMPLOS DE SINAIS DE PROIBIÇÃO  Indicam comportamentos proibidos de acordo com o pictograma inserido no sinal.  São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.  Têm forma circular, o contorno vermelho, pictograma a preto e o fundo branco. 42
  43. 43.  EXEMPLOS DE SINAIS DE PROIBIÇÃO 43 PROIBIDO FUMAR PROIBIDO FUMAR E FOGUEAR PROIBIDA A ENTRADA A PESSOAS NÃO AUTORIZADAS PASSAGEM PROIBIDA A VEÍCULOS DE MOVIMENTO DE CARGAS ÁGUA IMPRÓPRIA PARACONSUMO NÃO OBSTRUIR
  44. 44.  SIANIS DE PERIGO  Indicam situações de risco potencial de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc. Têm forma triangular, o contorno e pictograma a preto e o fundo amarelo. 44
  45. 45.  EXEMPLOS DE SINAIS DE ADVERTÊNCIA DE PERIGO 45 PERIGO SUBSTÂNCIAS INFLAMÁVEIS PERIGO SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS PERIGO SUBSTÂNCIAS TÓXICAS PERIGO SUBSTÂNCIAS CORROSIVAS PERIGO SUBSTÂNCIAS RADIOACTIVAS PERIGO DE ELECTROCUSSÃO
  46. 46.  EXEMPLOS DE SINAIS DE MATÉRIAS PERIGOSAS 46
  47. 47. SEGURANÇA DE MÁQUINAS 47
  48. 48.  SEGURANÇA DE MÁQUINAS  Muitos processos produtivos dependem da utilização de máquinas, pelo que é importante a existência e o cumprimento dos requisitos de segurança em máquinas industriais ou a sua implementação no terreno de modo a garantir a maior segurança aos operadores.  Uma máquina é todo o equipamento, (inclusivé acessórios e equipamentos de segurança), com movimento, (engrenagens), e com fonte de energia que não a humana. 48
  49. 49.  SEGURANÇA DE MÁQUINAS  Os requisitos de segurança de uma máquina:  Devem estar visíveis e acessíveis partir do posto de trabalho normal  Devem estar devidamente identificados em português, ou então por símbolos  O comando de arranque: a máquina só entra em funcionamento quando se acciona este comando, não devendo arrancar sozinha quando volta a corrente  O comando de paragem: deve sempre sobrepor-se ao comando de arranque STOP DE EMERGÊNCIA: corta a energia, pode ter um aspecto de barra, botão, ou cabo. 49
  50. 50. 50  PERIGOS ASSOCIADOS ÀS MÁQUINAS  Mecânicos  Lesões ocasionadas por elementos móveis  Lesões ocasionadas por elementos de transmissão  Lesões ocasionadas pela projecção de elementos da máquina  Lesões ocasionadas pela projecção de partículas do material de trabalho  Eléctricos  Electrocussão  Queimaduras  Outros perigos  Origem térmica  Exposição ao ruído  Exposição à vibração  Não aplicação das regras de segurança
  51. 51. 51  DISPOSITIVOS DE PROTECÇÃO  Protectores fixos: os mais vulgarmente utilizados são as guardas. São estruturas metálicas aparafusadas à estrutura da máquina e devem impedir o acesso aos órgãos de transmissão. O acesso será restrito e só para acções de manutenção.  Protectores móveis: neste caso as guardas são fixadas à estrutura por dobradiças ou calhas o que as torna amovíveis. A abertura da protecção deve levar à paragem automática do “movimento perigoso”, (pode- se recorrer a um sistema de encravamento eléctrico).
  52. 52. 52  DISPOSITIVOS DE PROTECÇÃO  Comando bi-manual: para uma determinada operação, em vez de uma só botoneira existem duas que devem ser pressionadas em simultâneo. Isto obriga a que o trabalhador mantenha as duas mãos ocupadas evitando cortes e esmagamentos (guilhotinas, prensas).  Barreiras ópticas: dispositivo constituído por duas “colunas”, uma emissora e a outra receptora, entre elas existe uma “cortina” de raios infra-vermelhos.Quando alguém ou algum objecto atravessa esta “cortina” surge uma interrupção de sinal o que leva á paragem de movimentos mecânicos perigosos.  Distâncias de segurança: define-se distância de segurança, a distância necessária que impeça que os membros superiores alcancem zonas perigosas do equipamento.

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