Aula 05 bacterias

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  • Ola professor voce recebeu as imagens que lhe enviei da minha filha de 12 anos, gostaria de saber se voce ja tem uma resposta.
    Obrigado. Ivete Carvalho Farmacia Anhanguera. Boa tarde
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Aula 05 bacterias

  1. 1. Bactérias  Biologia, Nutrição e Divisão bacteriana  Mecanismos de Patogenicidade  Cocos GRAM-POSITIVOS: Staphylococcus, Streptococcus e Enterococcus
  2. 2. Biologia, Nutrição e Divisão bacteriana  As bactérias são:  Organismos unicelulares e procariontes, relativamente simples e muito pequeno;  Nutrição:  Ocorre predominantemente pela absorção.  Divisão:  Por fissão binária;  Eubactérias e Archaea;
  3. 3. Eubactérias e Archaeabacterias  Eubactérias:  Gram-negativas (parede celular fina)  Bactérias não-fotossintetizantes  Bactérias fotossintéticas anaeróbicas  Cianobacterias  Gram-positivas (parede celular espessa)  Bastonetes  Cocos  Sem parede celular  Micoplasmas  Actinomicetos  Archaea:  Parede celular incomum  Arquibacterias
  4. 4. Grupos de Bactérias – Bergey’s Manual Exemplos Espiroquetas Treponema, Borrelia, Leptospira Bactérias Gram-Negativas Aeróbicas/ Microaerofilas, Moveis, Helicoidais/ Vibrioides Campylobacter, Helicobacter Bastonetes e Cocos Gram-Negativos Aeróbicos Pseudomonas, Bordetella, Legionella, Neisseria, Moraxella, Brucella Bastonetes Gram-Negativos Anaeróbicos Facultativos Escherichia, Salmonella, Shigella, Klebsiella, Serratia, Proteus, Yersinia, Enterobacter,Vibrio,Pasteurella, Hemophilus Gardnerella G.vaginalis Bastonetes Anaeróbicos, Gram - Negativos, Retos, Curvos e Helicoidais. Bacteroides, Fusobacterium. Bactérias Dissimilatorias Redutoras de Sulfato ou de Enxofre. Desulfovibrio Cocos Anaeróbicos Gram-Negativos Veillonella Riquetsias e Clamidias Rickettsia typhi, C. trachomatis Micoplasmas M. pneumoniae, Ureaplasma Cocos Gram-Positivos Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniaea, Enterococcus, Lactococcus Bastonetes e Cocos Gram-Positivos Formadores de Esporos Sporosarcina,Bacillus anthracis, Clostridium tetani, C.botulinum, C. perfringes. Bastonetes Gram-Positivos Regulares Não - Formadores e Esporos Lactobacillus, Listeria monocytogenes Bastonetes Gram-Positivos Irregulares Não - Formadores e Esporos Corynebacterium diphteriae,Propionibacterium acnes, Actinomyces Micobacteria Micobacterium tuberculosis e Micobacterium leprae. Nocardias Nocardia asteroides Bactérias Deslizantes, Embainhadas, que Brotam e/ou São Pedunculadas: Caulobacter, Cytophaga, Hyphomicrobium, Sphaerotilus natans Bactérias Quimioautotroficas Nitrobacter e Nitrosomas Thiobacillus Bactérias Fototroficas Bactérias Verdes e Púrpuras Cianobacterias Actinomicetos Streptomyces Archaea Halobacterium e Halococcus Sulfolobus e Metanogeneas
  5. 5. Flora Normal (Microbiota Normal)  1º Contato: lactobacilos da vagina da mãe – intestino do recém- nascido.  Ambiente: respiração e alimentação.  Adulto normal: 1 x 1014 células bacterianas.
  6. 6. Staphylococcus, Propionibacterium, Corynebacterium, Candida,Pityrosporum Staphylococcus,Difteroides Lactobacillus Corynebacterium, Streptococcus, Candida Fusobacterium,Actinomyces,Treponema, Bacteroides Staphylococcus,Difteroides, Streptococcus, Hemophilus, Neisseria Bacteroides,Lactobacillus,Enterococcus,Escherichia coli Proteus,Klebsiella,Enterobacter,Bifidobacterium,Citrobacter Fusobacterium,Candida Staphylococcus,Micrococos,Enterococcus Difteroides,Pseudomonas ,Klebsiella Proteus,Streptococcus,Clostridium Lactobacillus,Candida,Trichomonas Flora Normal (Microbiota Normal)
  7. 7. Microbiota Normal - Hospedeiro  Antagonismo microbiano: microbiota normal pode beneficiar o hospedeiro prevenindo o crescimento excessivo de microrganismos nocivos.  Competição de nutrientes  Produção de substancias nocivas  Afetando condições como: pH e oxigênio
  8. 8. Microbiota Normal - Hospedeiro  Simbiose , Relação simbiótica ou Relação simbiôntica: associação de dois organismos (geralmente de espécies diferentes) vivendo juntos.  Comensalismo: É uma relação simbiótica que é benéfica para um organismo sem acarretar qualquer conseqüência para o outro.
  9. 9. Microbiota Normal - Hospedeiro  Mutualismo: É uma relação simbiótica benéfica para ambos os organismos (isto é, uma relação mutuamente benéfica). E. coli Vitamina K
  10. 10. Microbiota Normal - Hospedeiro  Parasitismo: É uma relação simbiótica benéfica para um organismo (parasita) e danosa para outro (hospedeiro).
  11. 11. Microrganismos Oportunistas  São organismos que não causam doença em seu habitat normal, em uma pessoa saudável, mas que pode se tornar patogênico sob certas circunstancias.  AIDS – Pneumocystis carinii (pneumonia)
  12. 12. Cooperação entre microrganismos  Sinergismo: Quando dois ou mais microrganismos se unem e agem em conjunto para produzir uma doença que nenhum dos dois, isoladamente, poderia causar. Pode ser definido como sinergismo ou relação sinérgica (infecções sinérgicas). Fusobacterium, Actinomyces, Prevotella e espiroquetas - Gengivite
  13. 13. Definições  Patologia : estudo cientifico da doença  Etiologia: causa da doença  Patogenos: microrganismos causadores de doença.  Patogenicidade: capacidade de causar doença.  Patogênese: forma com que a doença se desenvolve.  Infecção: invasão ou colonização do corpo por microrganismos patogênicos.  Doença: estado anormal em que parte do corpo ou todo ele não estão ajustados corretamente ou são incapazes de realizar suas funções normais.
  14. 14. Doença Infecciosa Patógenos (Microrganismos causadores de doença infecciosa) infecção Geralmente o termo ´´infecção`` é utilizado como sinônimo de ´´doença infecciosa`` Porém, muitos microbiologistas utilizam a palavra ´´infecção`` para se referir ao fato do patógeno se alojar no organismo do hospedeiro, podendo ou não causar doença (neste caso o indivíduo pode ser um portador). Doença Infecciosa - Infecção
  15. 15. Aguda Desenvolve-se rapidamente, mas dura apenas um período curto (gripe). sarampo Crônica Desenvolve-se mais lentamente, e as reações do corpo podem ser menos grave, mas a doença provavelmente será continua ou recorrente por longos períodos (Tuberculose). Tuberculose Subaguda Doença intermediaria entre aguda e crônica (bacterioses) Gravidade ou Duração de uma Doença
  16. 16. Infecção local (Espinhas, furúnculos e abscessos,) Infecção Generalizada Vários órgãos estão infectados pelo patógeno (sarampo). Falta de tratamento Infecção Localizada Área limitada Infecção Sistêmica Disseminação pelo sangue ou linfa Extensão do Envolvimento do Hospedeiro
  17. 17. Desenvolvimento da Doença EXPOSIÇÃO AO PATÓGENO PERÍODO DE INCUBAÇÃO PERÍODO PRODRÔMICO PERÍODO DE DOENÇA MORTE CONVALESCÊNCIA
  18. 18. Reservatórios de Infecção  Reservatórios Humanos – Portadores: são reservatórios vivos da infecção (AIDS).  Reservatórios Animais – Zoonoses: doenças que ocorrem primariamente em animais selvagens e domésticos e podem ser transmitidas aos seres humanos (Raiva).  Reservatórios inanimados – solo e água.
  19. 19. Transmissão de Doenças  Transmissão por contato:  Direto – pessoa a pessoa (toque, beijo, relação sexual): resfriado, infecção estafilococicas, gonorréia.  Indireto – objeto inanimado (fomite: toalha, tecidos,copos, seringas): HIV, oxiúros.  Perdigotos – gotículas: tosse, espirro, risada ou conversa (< 1m): Influenza, coqueluche
  20. 20. Transmissão de Doenças  Transmissão por veículos:  Água – água contaminada com esgoto não tratado ou inadequadamente tratado (cólera).  Alimentos– alimentos incompletamente cozidos, mal refrigerados ou preparados em condições pouco higiênicas (teníase).  Ar– gotículas que percorrem mais de 1 m (tuberculose).  Outros: sangue, líquidos corporais, drogas e líquidos intravenosos.
  21. 21. Transmissão de Doenças  Transmissão por vetores:  Artrópodes:  Transmissão mecânica: transporte passivo de patógenos nas patas do inseto ou outras partes do corpo.  Transmissão biológica: transporte ativo – picada, defecação, vomito.
  22. 22. EXPOSIÇÃO AO PATÓGENO PERÍODO DE INCUBAÇÃO PERÍODO PRODRÔMICO PERÍODO DE DOENÇA MORTE CONVALESCÊNCIA Tempo que decorre entre a chegada do patógeno e o aparecimento dos sinais e sintomas O paciente está indisposto, porém ainda não apresenta a doença É o tempo em que o paciente apresenta os sinais e sintomas típicos associados a doença. Tempo de recuperação. Desenvolvimento da Doença
  23. 23. Portas de Entrada • Membranas mucosas •Trato respiratório •Trato gastrintestinal •Trato geniturinário •Conjuntiva •Pele •Via parenteral Aderência Adesinas ou ligantes Glicoproteinas ou lipoproteinas Numero de Microrganismos invasores Penetração ou Evasão das Defesas do Hospedeiro •Cápsulas - Virulência •Componentes da parede celular (proteína M) •Enzimas (leucocidinas) Lesão as Células do Hospedeiro/ Efeitos Citopaticos •Lesão direta •Toxinas •Exotoxinas (proteínas) •Endotoxinas (lipideos A) •Hipersensibilidade Mecanismos de Patogenicidade
  24. 24. Staphylococcus • Família: Micrococcacea • Planococcus, • Micrococcus, • Stomatococcus, • Staphylococcus. • Staphylococcus: 33 espécies - 17 podem ser isoladas de amostras biológicas humanas.
  25. 25. Staphylococcus O gênero Staphylococcus é composto por várias espécies: S. lugundensis S. schleiferi S. sciuri S. lentus S. caseolyticus S. hyicus S. chromogenes S. intermedius S. delphini S. carnosus S. simulans S. cohnii S. xylosus S. saprophyticus S. gallinarium S. kloosii S. equorum S. arlettae S. epidermidis S. capitis S. warnei S. caprae S. hominis S. aureus S. auricularis S. haemolyticus S.pulvereri S.saccharolyticus S. pasteuri S. felis S. muscae S. piscifermentans S. vitulus
  26. 26. Staphylococcus . Cocos Gram-positivos medindo 0,5 a 1,5 mm de diâmetro, imóveis, catalase positiva, não esporulados, aeróbios facultativos, usualmente ocorrem em aglomerados característicos (cacho de uvas).
  27. 27. Staphylococcus aureus O nome “aureus” significa “dourado” em latim, qualidade atribuída ao pigmento amarelado característico produzido pela bactéria.
  28. 28. Staphylococcus aureus • De todas as espécies do gênero, o S. aureus é o mais importante. • É responsável pelo segundo maior número de infecções em seres humanos.
  29. 29. Staphylococcus aureus  Infecções cutâneas: Foliculite, Impetigo, Furúnculos, Carbúnculos.  Foliculite: infecção do folículo piloso – obstrução.
  30. 30. Staphylococcus aureus  Infecções cutâneas: Foliculite, Impetigo, Furúnculos, Carbúnculos.  Furúnculos e Carbúnculos (vários sítios de drenagem): infecção do folículo piloso ou glândulas sebáceas– obstrução- tecido subcutâneo.
  31. 31. Staphylococcus aureus  Infecções cutâneas: Foliculite, Impetigo, Furúnculos, Carbúnculos.  Impetigo: vesículas de paredes delgadas, que se rompem e formam crostas.
  32. 32. Staphylococcus aureus  Infecções cutâneas
  33. 33. Staphylococcus aureus  Infecções cutâneas
  34. 34. Staphylococcus aureus  Infecções profundas:  Bacteremia (abscessos metastaticos),  Endocardite,  Pneumonia,  Meningite,  Artrite bacteriana.  Feridas cirúrgicas, queimaduras...
  35. 35. Staphylococcus aureus  Fatores de virulência:  Cápsula  Impedir a fagocitose;  Aderência  Proteína A  Presente na parede celular;  Uni-se a região Fc da IgG – interferindo a opsonização --- fagocitose;
  36. 36. Staphylococcus aureus  Fatores de virulência:  Enzimas:  Catalase – atua inativando peróxido de hidrogênio e radicais livres tóxicos formados no interior das células fagocitárias.  Coagulase ou fator de agregação - recobre as células bacterianas com fibrina – opsonizacao – fagocitose.  Fibrinolisina – degrada coágulos de fibrina – disseminação da infecção.
  37. 37. Staphylococcus aureus  Fatores de virulência:  Hemolisinas:  Alfa - hemolisina – tem ação letal sobre leucócitos polimorfonucleares e eritrócitos (Agar sangue).  Beta - hemolisina – tem ação contra uma variedade de células (Agar sangue).
  38. 38. Staphylococcus aureus  Fatores de virulência:  Toxinas:  Leucocidinas : leucócitos;  Exfoliatinas ou Toxinas epidermoliticas: dissolvem a matriz mucopolissacaridica da epiderme – Síndrome estafilococica da pele escaldada.
  39. 39. Síndrome da Pele Escaldada - Exfoliatina (Gottifried Ritter, 1878)  Formação de bolhas;  Aparecimento de áreas descamadas em carne viva.  Recém-nascidos e lactentes.
  40. 40. Síndrome da Pele Escaldada Exfoliatina
  41. 41. Staphylococcus aureus  Fatores de virulência:  Toxinas:  Enterotoxinas A e E : Intoxicação estafilococica alimentar.  Mecanismo desconhecido – peristaltismo intestinal  Diarréia e vomito – 2 a 8 horas.
  42. 42. Staphylococcus aureus  Fatores de virulência:  Toxinas:  Toxina da síndrome do choque tóxico 1: Síndrome do choque tóxico  Febre, hipotensão, vertigem ortostatica, eritrodermia (rash),vômitos, diarréia, insuficiência renal, cefaléia, calafrios, faringite e conjuntivite.  Mecanismo – não esclarecido
  43. 43. Staphylococcus epidermidis A segunda espécie mais importante do gênero Staphylococcus. E uma espécie bem menos virulenta do que S. aureus.
  44. 44. Staphylococcus epidermidis • Não apresentam a produção de coagulase • Algumas cepas apresentam a produção muito tímida de certas enzimas • Esta espécie tem muitos fatores de adesão, sendo perigosa para pacientes que fazem uso de material invasivo de plástico (cateter, próteses, etc.).
  45. 45. Staphylococcus epidermidis • Pode causar: • Endocardite; • Infecções por cateter; • Bacteremia; • Infecções de feridas; • Infecções urinarias; • Infecções em locais com prótese...
  46. 46. Staphylococcus saprophyticus • Não apresentam a produção de coagulase • Frequentemente causa infecção do trato urinário, especialmente em mulheres, podendo chegar a causar cistite, uretrite e pielonefrite, e em casos extremos bacteremia.
  47. 47. Diagnostico laboratorial
  48. 48. Coleta (swab) Gram Agar Sangue 18-24 h / 370C Testes de Identificação Caldo de Enriquecimento 18-24 h / 370C
  49. 49. Diagnóstico Laboratorial  Prova da Catalase:  Consiste em colocar uma amostra de bactéria em contato com o peróxido de hidrogênio, e pesquisar a formação de bolhas de oxigênio. 2H2O2 2H2O + ↑O2 catalase
  50. 50. Staphylococcus + Streptococcus -
  51. 51. Diagnóstico Laboratorial  Prova da Coagulase: A produção de coagulase é exclusiva ao Staphylococcus aureus. coagulase Fibrinogênio Fibrina
  52. 52. No laboratório clínico, faz-se um ensaio com plasma de coelho. A bactéria em questão é inoculada num tubo com plasma de coelho. Se o plasma coagular, a espécie é S. aureus. Se não coagular deixar mais 20h, totalizando 24h verificar novamente
  53. 53. Identificação de Staphylococcus Coco GRAM + catalase + Streptococcaceae - Staphylococcus spp. Coagulase + Staphylococcus aureus Staphylococcus Coagulase negativa -
  54. 54. Padrões de Hemólise
  55. 55. Streptococcus  Fisiologia e Estrutura:  Cocos Gram positivos em cadeias curtas ou longas, catalase negativos, anaeróbios facultativos, nutricionalmente exigentes.  Crescem em Agar sangue .  Colônias > 0,5 mm - Grupos A,C,G  Colônias < 0,5 mm - “Grupo viridans”, “Grupo milleri
  56. 56. Classificação dos Estreptococos  Característica Hemolítica: Hemólise em Placas de Agar Sangue
  57. 57. Classificação dos Estreptococos Classificação sorológica realizada no Instituto Rockfeller / N. York/USA - 1933 Rebecca Lancefield 1895-1981
  58. 58. Classificação dos Estreptococos  Grupos Sorológicos: 20 grupos – Grupos de Lancefield: Carboidrato C (variações na composição) – parede celular. (A,B,C,D,E,F,G,H,K,L,M,N,O,P,Q,R,S,t,U e V).  Grupo A - Streptococcus pyogenes  Grupo B - Streptococcus agalactiae  Grupo C - S. equi, S. dysgalactiae  Grupo D - S. bovis, S. equinus  Grupo viridans - S. mitis, S. mutans, S. salivarius  Grupo milleri - S. anginosus, S. intermedius
  59. 59. Estudo do Gênero Streptococcus  Principais Espécies:  S. pyogenes – grupo “A”  S. agalactiae – grupo “ B”  S. pneumoniae  S. viridans  Enterococcus faecali
  60. 60. Streptococcus pyogenes Beta hemolítico do Grupo A
  61. 61. Streptococcus pyogenes  Fatores de virulência:  Fibrila – possibilita a fixação da bactéria a mucosa faringoamigdalina.  Composição: Proteína M e o acido lipoteicoico.  Presente na parede celular  Interação com a fibronectina – receptor das células da mucosa do hospedeiro.  Invasão não e bem conhecido.
  62. 62. Streptococcus pyogenes  Fatores de virulência:  Toxina eritrogenica (Streptococcal pyogenes exotoxin - Spe):  Dissemina pela via hematogenica  Altera a permeabilidade capilar  Origina eritemas característicos da escarlatina.  Cápsula – fagocitose;  Proteína M – fagocitose;  Estreptolisina O – lesa as hemácias e outras células.
  63. 63. Streptococcus pyogenes  Infecções mais freqüentes, localizam-se:  Faringe e Amídalas (faringoamigdalites)  Pele (piodermites – Impetigo - e erisipela) *** Bacteremia *** Febre reumática *** Glomerulonefrite *** Outras infecções
  64. 64. Streptococcus pyogenes A resposta imunológica gerada leva à formação de anticorpos com reação cruzada entre certos antígenos estreptocócicos e os tecidos humanos, e pode ser responsável pela patologia associada com essas seqüelas não purulentas.
  65. 65. Erisipela
  66. 66. Febre Escarlatina
  67. 67. Aspectos Clínicos Faringo-AmigdaliteFebre Escarlatina
  68. 68. Aspectos Clínicos
  69. 69. Streptococcus agalactiae  Algumas amostras podem não produzir hemólise beta.  Colonizam o trato respiratório superior, trato intestinal baixo e vagina, de modo que 5 a 40% das gestantes podem estar colonizadas, possibilitando infecção em recém nascidos.  São inicialmente reconhecidos como causadores de sepsis puerperal e infecções neonatais ou perinatais.  A infecção pode ocorrer no útero, no momento do nascimento ou nos primeiros meses de vida.  Doença Neonatal:  Bacteremia, pneumonia, meningite  Pós parto:  Endometrite, infecção de ferida cirúrgica
  70. 70. Streptococcus pneumoniae (Pneumococos)  Cocos capsulados, Gram positivos, 0,5 - 1,2 mm, em forma de diplococos lanceolados, podem ser encontrados em cadeias curtas ou ocasionalmente em células isoladas.  Colônias Lisas - capsuladas e virulentas  Colônias Rugosas - ausência de cápsula
  71. 71. Streptococcus pneumoniae (Pneumococos)  No Agar sangue formam colônias de 0,5 a 1mm de diâmetro, apresentando hemólise tipo alfa (parcial), mucoides de acordo com a presença de cápsula, verificando-se geralmente uma depressão central decorrente de autólise.  Necessitam de um meio complexo e o estímulo de CO2 para o crescimento.
  72. 72. Streptococcus pneumoniae (Pneumococos)  Pneumonia  Ocorre quando os mecanismos de defesa estão comprometidos, permitindo colonização do trato respiratório superior e migração para a árvore brônquica, geralmente posterior a uma virose ou mesmo após casos de sarampo. *** Meningite, Septicemia, Otite media, sinusite
  73. 73. Enterococcus  Algumas espécies: E. faecalis, E. faecium, E. casselifavus , etc.  Bacteremias, Endocardite, Infecções do trato urinário e biliar, infecções de feridas, infecções pélvicas e intra-abdominais.
  74. 74. Diagnostico laboratorial
  75. 75. Coleta (swab) Gram Agar Sangue 18-24 h / 370C Testes de Identificação Caldo de Enriquecimento 18-24 h / 370C
  76. 76. Crescimento em Agar Sangue  HEMÓLISE APRESENTADA:  Total – Beta hemólise  Parcial – Alfa hemólise  Ausência de hemólise - Gama
  77. 77. Diagnóstico Laboratorial  Prova da Catalase:  Consiste em colocar uma amostra de bactéria em contato com o peróxido de hidrogênio, e pesquisar a formação de bolhas de oxigênio. 2H2O2 2H2O + ↑O2 catalase
  78. 78. Micrococcaceae + As bactérias desta família são catalase POSITIVAS Streptococcaceae - As bactérias desta família são catalase NEGATIVAS
  79. 79. Teste da Bacitracina  O teste da bacitracina é realizado para a identificação presuntiva de Streptococcus pyogenes (estreptococos beta hemolítico de grupo A de Lancefield), uma vez que 95% das amostras são sensíveis a este antimicrobiano.  Para a realização do teste, semeia-se uma placa de ágar- sangue com a amostra beta-hemolítica em identificação.  No centro da área semeada deposita-se um disco contendo bacitracina.  As culturas são incubadas a 37oC durante 24 horas.  A observação de um halo de inibição do crescimento ao redor do disco indica susceptibildiade.
  80. 80. Teste da Optoquina a) A partir da placa de semeadura primária, selecionam-se três ou quatro colônias bem isoladas do microrganismo a ser testado e inocula-se por estrias, a metade de uma placa de agar sangue de b) Coloca-se um disco padronizado contendo 5mg de optoquina, no centro da área inoculada, incubando- se a 35-37°C durante 18-24 horas, em uma jarra com vela (5% a 10% de CO2). c) O aparecimento de uma zona de inibição de 14- 18mm indica, presuntivamente, a presença do Streptococcus pneumoniae.
  81. 81. SEQUENCIA DIAGNOSTICA STAPHYLOCOCCUS STREPTOCOCCUS
  82. 82. Teste da Bile Esculina a) A partir da placa de agar sangue, inocula-se duas a três colônias suspeitas no meio de agar bile esculina, inclinado em tubos 13x100. Incubar a 37°C durante 18-24 horas. b) Se ocorrer um enegrecimento na superfície inclinada do meio, a prova é considerada positiva e identifica presuntivamente amostras de Enterococcus e Streptococcus do grupo sorológico "D". Havendo uma modificação discreta ou nenhuma alteração no meio, o teste é considerado negativo.
  83. 83. Teste da Bile Esculina
  84. 84. CANSEI!

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