Plano E Profundidade

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Plano E Profundidade

  1. 1. Plano e Profundidade
  2. 2. Séc. XVI Renascimento Reconheceu como regra fundamental a combinação das normas do plano
  3. 3. Séc. XVII Barroco Composição voltada para os efeitos de profundidade
  4. 4. Características que marcam a evolução da representação plana para a representação em profundidade: <ul><li>Ruptura do plano </li></ul><ul><li>Graduação de cores </li></ul><ul><li>Perspectiva de objeto </li></ul>
  5. 5. Ruptura do plano O plano articula a imagem em camadas dispostas paralelamente à boca da cena, a enfatizadas as relações entre os elementos que se dispõe à frente e os que se encontram atrás, fazendo com que o observador se vê obrigado a penetrar até o fundo do quadro.
  6. 7. Graduação de cores As cores nos fundos das telas começam a espaçar-se progressivamente, dando origem a um sistema de perspectivas cromáticas vigorosas. Somente as cores tornam perfeitamente compreensíveis as razões pelas quais o conjunto se caracteriza por um efeito de profundidade tão intenso.
  7. 9. Perspectiva de objeto A redução dos objetos através da perspectiva sempre foi do conhecimento dos artistas. A súbita diminuição de tamanhos implicará sempre em um movimento que se dirige ao fundo. Idêntico efeito é produzido tanto pela disposição dos móveis, como pelos ornamentos do assoalho.
  8. 11. A profundidade manifesta-se mais intensamente quando se torna perceptível através de um movimento , em muitos casos com disposição em diagonal. O processo de decomposição dos planos clássicos desenvolve-se paralelamente ao processo de desvalorização da linha . Existem peculiaridades que se mantêm constantes apesar de todas as transformações. A Itália sempre possuiu uma sensibilidade maior em relação aos planos do que o Norte germânico , que tem no sangue a tendência a explorar a profundidade .

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