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Gestão do Conhecimento

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Aula 2 da disciplina "Redes sociais e gestão do conhecimento - wikis e blogs corporativos", ministrada por Cely Carmo Giraldes no curso de Gestão de Hipermídia da Unicid.

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Gestão do Conhecimento

  1. 1. O que é conhecimento?
  2. 2. Signi- Infor- Dado ficado mação Mensagem com Conjunto de registros Ferdinand de Saussure: finalidade de exercer estruturados, distintos conceito, reside no algum impacto sobre o e objetivos sobre fatos, plano das idéias (e não julgamento ou eventos e/ou da forma, como o comportamento do transações. significante) destinatário.
  3. 3. Infor- Conhe- Intenção mação cimento Aprendizado + fluxo de comunicação: processos SOCIAIS
  4. 4. O que é gestão do conhecimento?
  5. 5. Qual o maior problema na sua organização, falta ou excesso de dados e informações?
  6. 6. Produção – do conhecimento: modernidade  Noção de estoque Gestão – do conhecimento : pós-modernidade  Idéia de processo, dinâmica e abrangente Fonte: Francisco Sodero Toledo - historiador, professor e pesquisador, gerente do Portal www.valedoparaiba.com
  7. 7. Dados Informações
  8. 8. Dados Informações Wikipedia: Gestão = Administração A administração é um conjunto de normas e funções elaboradas para disciplinar elementos de produção, que têm como objetivo alcançar um resultado eficaz e retorno financeiro. Administrar envolve a elaboração de planos, pareceres, relatórios, projetos, arbitragens e laudos, em que é exigida a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de Administração.
  9. 9. Os computadores ficaram 8.000 vezes mais baratos entre 1970 e 2000; nessa mesma escala, um veículo “Classe A” da Mercedes Benz custaria algo em torno de 2 dólares. No Brasil, considerando-se o critério peso,a exportação em 2000 foi de 55 bilhões de dólares (recorde), ou seja, 220 dólares a tonelada. O valor médio da tonelada dos importados, no Brasil, passou de 329 dólares em 1993 para 600 dólares em 2000 (valorização dos intangíveis); Fonte: Gestão da Empresa na Sociedade do Conhecimento - Marcos Cavalcanti, Elisabeth Gomes e André Pereira, citado por José Alberto C. da C. Cadais – SERPRO/Ministério da Fazenda - 2001
  10. 10. A Netscape, no primeiro dia na O Google alcançou US$ 200 Nasdaq, foi cotada a 3 bilhões de bilhões de valor de mercado dólares, tendo um faturamento à em outubro de 2008, época de apenas 17 milhões deixando IBM e Oracle pra (valorização de 176 vezes). trás – meses depois de ultrapassar a Apple. Netscape valia 10 vezes mais do que a AOL. Suprema ironia: hoje a AOL O que o Google vende? tem um valor de mercado 10 vezes Palavras-chaves? Ou mais do superior ao da Netscape. que isso...? Fontes: José Alberto C. da C. Cadais – SERPRO/Ministério da Fazenda – 2001 / Folha de S. Paulo e IDGNow!
  11. 11. - Em 2000 mais de 55% da riqueza mundial era proveniente de intangíveis; -Exportações de intangíveis (USA): - em 1974 = 3%; - em 2000 = 17%; Fonte: José Alberto C. da C. Cadais – SERPRO/Ministério da Fazenda - 2001
  12. 12. Ao contrário dos tradicionais fatores de produção (terra, mão de obra e  capital), o conhecimento não se esgota com o uso. - Troque um Dólar por Real com alguém, e cada um continuará com o equivalente a um dólar. Compartilhe seu conhecimento com alguém e o total acumulado dobrará. O valor do conhecimento pode diminuir a medida em que ele é  difundido. Na Economia do Conhecimento, empresas têm sido valorizadas pelos  intangíveis, chegando a valer mais do que possuem materialmente. - Ativos Intangíveis: aptidão profissional, relações com clientes e fornecedores, marcas, patentes, competência coletiva, alguns indivíduos específicos etc. Fonte: José Alberto C. da C. Cadais – SERPRO/Ministério da Fazenda – 2001. Adaptado de STEWART + SVEIBY
  13. 13. Calcula-se que os valores intangíveis – incluindo imagem e reputação – correspondam a 35% do valor total de uma marca. Maior empresa em valor de mercado do mundo, a Petrochina teria US$ 350 bilhões em ativos intangíveis!
  14. 14. • 94% das companhias consideram a gestão do conhecimento estratégico para seus processos empresariais de TI; • capturam em média somente cerca de 45% de seu capital intelectual; • 36% das companhias têm políticas formais para o compartilhamento do patrimônio de conhecimento; • e um número ainda menor tem políticas formais para capturar esse patrimônio; • 66% diz que o maior desafio é modificar o comportamento dos funcionários e 62% afirmam que aumentariam seus investimentos em gestão do conhecimento. Fonte: INFORMATIONWEEK – Pesquisa com 200 gerentes de tecnologia da informação de empresas americanas - 01/06/2000, citado por José Alberto C. da C. Cadais – SERPRO/Ministério da Fazenda - 2001
  15. 15. Consumidores Todos e usuários da os profis- internet ???? Chefes, enc sionais ??? arr- Média gados, líder MANIFESTO gerência es CLUETRAIN Alta direção
  16. 16. Gestão do Conhecimento  Conjunto de procedimentos estabelecidos para desenvolver e controlar todo tipo de conhecimento essencial para a organização atingir seus objetivos. Objetivo  Apoiar o processo decisório em todos os níveis Metas  Identificar os fluxos informais de comunicação  Mapear as formas pelas quais o conhecimento é compartilhado / socializado  Verificar se houve a criação de novo conhecimento Planejamento Estratégico Realizar um diagnóstico da situação atual;   Estabelecer políticas, procedimentos e tecnologias  Coletar, distribuir, utilizar o conhecimento como fator de mudança organizacional Fonte: Clarice Muhlethaler de Souza: Gestão do Conhecimento - uma estratégia para a tomada de decisão
  17. 17. Quais são as categorias de informação necessárias a apoiar as estratégias da 1. organização ? Quais os departamentos e atividades são os mais relevantes no cumprimento 2. da missão institucional ? Qual o estado atual do conhecimento organizacional? 3. Como é o acesso rotineiro a informação? 4. Onde estão as fontes potencias internas de produção e recuperação de 5. informação? Que categorias de informação relevantes são geradas externamente? 6. Como transformar o estado atual da base de conhecimentos da organização em 7. uma nova e poderosa ferramenta? De que modo as pessoas envolvidas na produção e uso do conhecimento 8. organizacional mantém contato ? Como deve ser gerenciado o conhecimento para assegurar o cumprimento da 9. missão organizacional? Fonte: Clarice Muhlethaler de Souza: Gestão do Conhecimento - uma estratégia para a tomada de decisão
  18. 18. Apresentação criada por Alexandre B. Marques, M.Sc. – CEFET (RJ) – slides 20 a 37
  19. 19. Diferenças relativas entre a abordagem oriental e a I. ocidental. Conhecimento tácito e explícito, modos de conversão – II. revisão. Espiral do conhecimento III. Condições capacitadoras para a criação do IV. conhecimento. A organização em hipertexto. V.
  20. 20. Segundo Nonaka e Takeuchi, existem diferenças básicas entre o pensamento  japonês e o ocidental sobre o conhecimento. Essas diferenças residiriam no fato do pensamento ocidental ter uma compreensão estreita do que seja conhecimento, conseqüentemente, também dos meios para a sua exploração, e de não ter se desvencilhado do dualismo cartesiano impregnado no pensamento ocidental. Para os japoneses, o conhecimento vai além dos dados quantificáveis e das  informações codificadas, e o dualismo estaria presente em separações tais como tácito e explícito, corpo e mente, individual e organizacional, burocracia e força- tarefa, racionalismo e empirismo, planejamento e implementação, entre outros. A proposta principal do trabalho desses autores foi formular uma nova teoria sobre  a criação de conhecimento no âmbito organizacional. Para isso eles investigaram três dimensões do tema: ontológica, epistemológica e temporal. Investigaram também as condições necessárias para a sua criação e exploração. Nonaka & Takeuchi (“Criação e Conhecimento nas Empresas – 1997)”
  21. 21. Indivíduo Equipe de Departamento Unidade de Empresa Trabalho Negócio *Ontologia: teoria ou ciência do ser, independente do modo pelo qual se manifesta.
  22. 22. A dimensão epistemológica* está fundamentada na distinção entre o conhecimento tácito e o explícito. Essa teoria estudou a interação entre o conhecimento tácito e o explícito, identificando quatro modos de conversão. Diálogo Socialização Externalização Conhecimento explícito Construção do campo tácito em tácito tácito em explícito Associação do conhecimento compartilhado conhecimento conceitual Internalização: Combinação: explícito em tácito explícito em explícito conhecimento operacional conhecimento sistêmico Aprender fazendo *Epistemologia: estudo / teoria sobre o conhecimento.
  23. 23. Quando as interações na dimensão ontológica e epistemológica se sobrepõem ao longo do tempo (terceira dimensão desta teoria), é formada uma espiral do conhecimento, que representa a dinâmica do processo de criação do conhecimento.
  24. 24. A capacidade de realizar as conversões é inerente ao ser  humano. No âmbito organizacional, tais conversões só tem relevância se puderem ser difundidos. Tal difusão requer que a criação do conhecimento, a qual  ocorre por meio daquelas conversões, ultrapasse o nível ontológico individual para o grupal, do grupal para o organizacional e, de acordo com o caso, do organizacional para o inter-organizacional. Para não ser um evento estático do passado, é preciso que  isso ocorra o “tempo todo”, o que permitirá à organização ser inovadora.
  25. 25. Apresentação criada por Alexandre B. Marques, M.Sc. – CEFET (RJ) – slides 20 a 37
  26. 26. No contexto organizacional, a intenção diz respeito à  estratégia e foi definida como sendo a aspiração de uma organização às suas metas. Sua utilidade seria direcionar os esforços da aquisição, criação, acúmulo e emprego do conhecimento, servindo de referência para a validação do que seria útil ou não. Por esse raciocínio, a visão de futuro, expressa na estratégia,  tem o poder de conceitualizar as intenções da organização e inseri-las nos sistemas gerenciais bem como nas operações do negócio. A atuação do Líder é fundamental
  27. 27. Relacionada à motivação e à possibilidade de iniciativas inesperadas. Isso  é possível porque, em ambientes em que há oportunidade para a autonomia, os indivíduos tendem a auto-definir as fronteiras de sua atuação e de se auto-organizar a fim de concretizar os objetivos organizacionais. A excelência dessa autonomia e auto-organização é o que Maturana  descreveu como um sistema auto-poiético, onde as unidades elementares (células) do sistema controlam com autonomia suas atividades, inclusive reprodução, embora estejam inseridas no todo maior subseqüente (tecidos e órgãos) e este, por sua vez, no todo completo (organismo). Nesse caso, a relação entre aqueles elementos não é do tipo dominador-  subordinado.
  28. 28. Mudança Organizacional.  Flutuação = qualquer perturbação ao estado normal das coisas. Sua utilidade seria remover a organização, ou parte dela, do estado de acomodação normal dos períodos de estabilidade do negócio.  Nessa situação, as pessoas tendem a não permanecer atentas, o que pode levá-las a não perceber mudanças no ambiente externo que poderiam colocar em risco a continuidade do negócio.  É comum nessas circunstâncias que o momento certo da ação seja perdido, ou mesmo que oportunidades e ou ameaças não sejam sequer reconhecidas como tal.  A flutuação pode ser provocada por forças externas à organização, dentre as quais órgãos regulamentadores, concorrentes, mudanças radicais nas necessidades de clientes, avanços tecnológicos.  Mas a flutuação poderia ser provocada intencionalmente por agentes internos à organização. Nesse caso, o objetivo seria manter o pessoal atento às ameaças potenciais para se antecipar à elas ao mesmo tempo em que novas oportunidades seriam investigadas e testadas, pró ativamente, pela organização.
  29. 29. Como caracterizar aqueles períodos em que “tudo” vai bem na organização?  Acomodação  Desatenção à mudanças (ameaças e oportunidades) no ambiente externo.  Perde-se o momento certo de (re)agir.
  30. 30. Diz respeito à disponibilidade intencional de informações que superam as  exigências operacionais mais imediatas. Em termos práticos, isso quer dizer que o conhecimento será compartilhado com mais pessoas do que seria necessário de imediato e não que haverá desperdício de recursos pela duplicação de iniciativas. Uma forma empregada pelas empresas japonesas para promover a  redundância é a superposição de etapas no desenvolvimento de produtos e processos, o que muito se assemelha às equipes de projeto simultâneo ou ao seu extremo oposto, isto é, equipes de projetos concorrentes. Outro exemplo é o rodízio estratégico de pessoal (job rotation), que permite  ao funcionário ver sua empresa de várias perspectivas, facilitando a compreensão e o compartilhamento de modelos mentais, conseqüentemente, facilitando a ambientação da pessoa e a socialização do conhecimento.
  31. 31. Diz respeito à extensão da capacidade dos funcionários de esse Vou aprender responder trabalho pra que? eficientemente aos desafios impostos pelo ambiente de negócio. Isso não é minha A expansão dessa capacidade poderia ser promovida, por exemplo, pelo função ! acesso à informação em todos os níveis da organização. Isso permitiria a combinação dessas informações com a flexibilidade necessária aos diferentes aspectos do negócio nos diferentes lugares e situações em que Por quais outros seu emprego seja necessário. modos você poderia desenvolver essa capacidade ?
  32. 32. Garantia Qualidade TI P&D Melhoria contínua, Técnicas específicas para Suporte tecnológico, acervo de agregação de valor conversão do procedimentos e conhecimento; inovação aos dados e às instruções informações G. Mudança Cultura Planejamento GC Direção, contexto e Arquétipos Org. Estratégia intenção. Propriedade Gestão por Burocracia / Força-tarefa / Intelectual; Competências Organização em Hipertexto proteção do conhecimento Estrutura RH Gestão da Org. Tecnologia
  33. 33. Burocrática 1. Em equipe Como se caracteriza cada  2. uma delas ? Força Tarefa 3. Onde estão presentes ?  Hypertexto 4. Qual é a melhor ? 
  34. 34. Organização em hipertexto – leitura do texto e  discussão Teoria de redes de comunicação… redes sociais  Tecnologia, web 2.0 e gestão do conhecimento –  ERP, portais corporativos… As redes sociais na gestão do conhecimento  Ferramentas web 2.0 definindo e influenciando os  negócios (blogs, redes sociais, fóruns, Twitter; widgets, blogs corporativos e outros)

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