Web Semântica Apresentação de Slides

9,156 views

Published on

Published in: Education, Technology
1 Comment
4 Likes
Statistics
Notes
  • O.K!
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total views
9,156
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
40
Actions
Shares
0
Downloads
207
Comments
1
Likes
4
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Web Semântica Apresentação de Slides

  1. 1. WEB SEMÂNTICA Recuperação da Informação Prof. Fábio Assis Pinho . UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
  2. 2. Recuperação da Informação: Prof. Fábio Assis Pinho <ul><li>Apresentação: </li></ul><ul><li>Ailton Pedro </li></ul><ul><li>Aurélio Fernando </li></ul><ul><li>Clodoaldo Santos </li></ul><ul><li>Corina Nascimento </li></ul><ul><li>José Aniceto </li></ul><ul><li>José Ricardo </li></ul><ul><li>Rafael Rodrigo </li></ul>WEB SEMÂNTICA Maio / 2009
  3. 3. “ A Web Semântica é uma extensão da Web atual, onde a informação possui um significado claro e bem definido, possibilitando uma melhor interação entre computadores e pessoas”. WEB SEMÂNTICA Berners Lee.
  4. 4. A História da Web Corina Nascimento
  5. 5. A História da Internet <ul><li>Fatos históricos </li></ul><ul><li>Biblioteca de Alexandria, criada por Ptolomeu I (289 a.C.); </li></ul><ul><li>Mundaneum, idealizado por Paul Otlet e Henri de La Fontaine, eles começaram a coletar dados de todos os livros, revistas, artigos já publicados, usando cartões de índice de 7 a 12 cm (o que havia de mais avançado na tecnologia de armazenamento)criando um banco de dados com mais de 12 milhões de entradas individuais ; </li></ul><ul><li>Memex, máquina capaz de estocar grande quantidade de informação de forma fácil que permitisse uma rápida recuperação. Nunca foi construída, embora Vannevar Bush a enxergasse como a extensão natural das tecnologias existentes em 1945; </li></ul><ul><li>Projeto Xanadu, criado por Theodore Nelson imaginando uma imensa rede de informações acessível em tempo real, contendo todo o saber literário e científico do mundo. </li></ul>
  6. 6. A Evolução da Internet <ul><li>Durante a Guerra Fria, o departamento de defesa dos EUA, pensou em um sistema que interligasse vários pontos, de modo que não centralizasse o comando,(Anos 60/70); </li></ul><ul><li>1969 surge a ARPAnet (Advanced Research Projects Agency), rede que interligava originalmente vários centros de pesquisa; </li></ul><ul><li>Início dos anos 80, foi desenvolvida uma nova utilidade para a ARPnet, interligar laboratórios e universidade nos EUA, surgiu o nome Internet; </li></ul><ul><li>Final dos anos 80, a Internet passa a ser vista como um eficiente veículo de comunicação mundial, onde cientistas e acadêmicos passaram a utilizá-la mais intensamente (existia apenas em formato de texto, antigos arquivos Gopher; </li></ul><ul><li>O Protocolo de comutação de pacotes originais usado pela ARPAnet era o NCP (Network Control Protocol), mudado para o TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido pela UNIX. </li></ul><ul><li>Anos 90, Tim Berners-Lee com sua equipe de pesquisadores, teve a idéia de desenvolver um sistema de hipertexto que deveria funcionar em redes de computadores; </li></ul>
  7. 7. A Evolução da Internet <ul><li>1991, esses pesquisadores tiveram a idéia de criar a Word Wide Web (maior parte das informações em formato de texto, com poucos desenhos) </li></ul><ul><li>1992 foi criado o Mosaic (capaz de interpretar gráficos e realizar navegações através de links), primeiro navegador para Internet, para sistema X Windows </li></ul><ul><li>Em seguida apareceram versões do Mosaic para Macintosh e Microsoft Windows; </li></ul><ul><li>Nos dias atuais os padrões com o qual as páginas são programadas são definidas pela W3C (World Wide Web Consortium), consórcio liderado por Tim Beeners-Lee, do qual fazem parte empresas como Microsoft, Apple, Sun e Netscape. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>A 1ª fase restringiu-se ao âmbito acadêmico; </li></ul><ul><li>Em 1987 pesquisadores e técnicos da EMBRATEL se reuniram na USP, para discutir a montagem de uma rede que interligasse universidades brasileiras e internacionais; </li></ul><ul><li>Em 1989 foi criada a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), com o objetivo inicial de construir uma infraestrutura de rede nacional de âmbito acadêmico; </li></ul><ul><li>Em 1991, a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) estabeleceu a primeira conexão utilizando o padrão TCP/IP, permitindo a administração de domínio “.br” e a distribuição de endereços IP para todo o país. </li></ul>A Evolução da Internet no Brasil
  9. 9. A Evolução da Internet no Brasil <ul><li>Em 1995, teve início o processo de abertura da Internet no país, por meio da EMBRATEL e da RNP; </li></ul><ul><li>Em 1996, depois de autorizado pelo ministro das Comunicações, a Internet brasileira deixou de ser um privilégio de universidades e passou a ser explorada comercialmente. </li></ul>
  10. 10. Números <ul><li>Tempo que novas tecnologias levaram para atingir 50 milhões de usuários no mundo: </li></ul><ul><ul><li>Rádio 38 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>Computador 16 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>Televisão 13 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>TV a cabo 10 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>Internet 4 anos </li></ul></ul>
  11. 11. Estrutura e componentes da WEB <ul><li>O desenvolvimento da WEB, só foi possível a partir da definição de padrões abertos; </li></ul><ul><li>Ao utilizar padrões disponíveis para todos, tornou-se mais fácil a adaptação das diferentes redes ou diferentes equipamentos utilizados; </li></ul><ul><li>Já que sua proposta é a interconexão de redes de diversos tipos; </li></ul><ul><li>Entre os padrões abertos, pode-se destacar o HTTP (Hypertext Transfer Protocol), que pode ser entendido como um conjunto de regras definidas para a comunicação entre os componentes da WEB. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Outro componente fundamental na Internet é o Identificador Único de Recurso(URI), codifica nomes dos recurso e respectivos endereços na Internet </li></ul><ul><li>Um URI é um padrão que pode ser representado pelos conceitos de URL (Localizador Único de Recurso) e URN (Nome Único de Recurso) </li></ul>Estrutura e componentes da WEB
  13. 13. <ul><li>URI é formado por basicamente três partes: </li></ul>Estrutura e componentes da WEB
  14. 14. <ul><li>Para disponibilização de recursos informacionais no ambiente WEB, são utilizados documentos informacionais chamados páginas WEB; </li></ul><ul><li>Estas páginas são desenvolvidas utilizando linguagens computacionais denominadas linguagens de marcação; </li></ul><ul><li>Ao invés de utilizar comandos e funções para realização de tarefas, utiliza “tags”, para marcar o conteúdo do documento; </li></ul>Estrutura e componentes da WEB
  15. 15. <ul><li>A HTML (Hypertext Markup Language´) é considerada como a linguagem padrão para o desenvolvimento de páginas da WEB </li></ul><ul><li>Derivada da linguagem SGML (Standard Generalized Markup Language) </li></ul><ul><li>Utiliza o padrão ASCII, considerado como um formato de texto simples, que pode ser identificado de qualquer computador; </li></ul><ul><li>A HTML representa os dados de forma simples, priorizando o modo de apresentação de conteúdos.Não possibilita a descrição de estruturas semânticas; </li></ul><ul><li>Para marcar um trecho de texto informando que é um parágrafo, em HTML deve utilizar os tags <P> e </P> no início e no final do parágrafo. </li></ul><ul><li>Um fator de limitação da HTML é que ela impossibilita a atribuição de significados aos conteúdos das páginas, trazendo assim um grande volume de dados não relevantes, dificultando a recuperação de informações. Falta de extensibilidade; </li></ul>Estrutura e componentes da WEB
  16. 16. WEB SEMÂNTICA <ul><li>Vem se apresentando como a solução para ordenar o caos informacional existente na web; </li></ul><ul><li>Possibilitará a compreensão e o gerenciamento dos conteúdos armazenados na web; </li></ul><ul><li>O fantasma da perda de informação ou mensagens do tipo “Error 404: Not Found” deverão inexistir, ou estar sob controle; </li></ul><ul><li>Para implementação ou reorganização da WEB SEMÂNTICA há um contingente de pesquisadores trabalhando no W3C, em países como EUA, França e Japão, com a missão de alavancar a web ao seu potencial máximo. </li></ul>
  17. 17. Arquitetura da Web Semântica Parte 1 Aurélio Fernando
  18. 18. Introdução <ul><li>A internet tornou-se um fenômeno mundial, sendo possível acessar informações em diversas partes do mundo instantaneamente. O volume destas informações alcançaram números impressionantes nos dias atuais.Entretanto o vasto número de documentos Web e a falta de padronização dessas informações originaram um problema para os usuários na hora de navegar na Internet e assim achar as informações desejadas. Esse problema é chamado de Information Overload . Esse problema é caracterizado quando uma pessoa, ao realizar uma consulta, obtém um número excessivo de informações como resposta e não consegue absorvê-las ou tratá-las, tendo que examinar todos os documentos resultantes para encontrar as informações desejadas. Como a maior parte das informações disponíveis na Internet, está disposta em linguagem natural, sendo compreensíveis apenas por humanos, houve a necessidade de uma semântica que permitisse uma padronização das informações sendo possível o processamento dessas informações por humanos e máquinas, surgindo assim a idéia do desenvolvimento da Web Semântica. </li></ul>O termo &quot;Semântica&quot; é definido como sendo o estudo do sentido das palavras.
  19. 19. Arquitetura <ul><li>A Web Sem â ntica introduz estrutura e significado ao conte ú do dispon í vel na internet, visando transformar uma rede de documentos em uma rede de dados, co m preens í vel tanto para humanos quanto para computadores, de maneira a possibilitar que os ú ltimos cooperem melhor durante a realizac ã o de tarefas, ou quando da realização de um serviço aos usu á rios. </li></ul><ul><li>O principal desa fio da Web Sem â ntica é criar uma linguagem que consiga expressar o significado e ao mesmo tempo estabelecer regras para processar esse significado de forma a inferir novos dados e regras. As regras para o processamento do significado devem ser exportadas para a web afim de permitir que outros sistemas inteligentes possam interagir. </li></ul><ul><li>Na proposta de desenvolvimento da Web Sem â ntica é sugerida uma arquitetura de 3 camadas: </li></ul>
  20. 20. Arquitetura <ul><li>A camada de Estrutura: que estrutura os dados e define seu significado; </li></ul><ul><li>A camada ontologia: que define as relações entre os dados; </li></ul><ul><li>A camada lógica: que define mecanismos para fazer inferências sobre os dados. </li></ul>
  21. 21. Arquitetura <ul><li>Disposição das </li></ul><ul><li>camadas </li></ul>
  22. 22. Arquitetura Dados Regras de Inferência Camada de Estrutura Camada Lógica Web Semântica Camada de Ontologia … Camada de Estutura
  23. 23. Arquitetura <ul><li>A camada de Estrutura: </li></ul><ul><li>A camada de estrutura prov ê uma forma de definir os dados do documento e o significado associado a esses dados. Trata também da estruturação e disposição dos dados de forma que os programas que rodam na web possam fazer infer ê ncia a partir dos mesmos. </li></ul><ul><li>Para que haja a representac ã o do conhecimento são necessarias t rês condições : </li></ul><ul><li>Interoperabilidade estrutural: Permite que os dados sejam representados de forma distinta, permitindo especicar tipos e poss í veis valores para cada forma de representação ; </li></ul><ul><li>Interoperabilidade sint á tica: Constitui - se de regras precisas que permitem o interc â mbio de dados na Web; </li></ul><ul><li>Interoperabilidade Sem â ntica: Possibilita a compreens ã o e associação entre os dados. </li></ul><ul><li>Para atender esses requisitos, utiliza-se XML e RDF . </li></ul>
  24. 24. Arquitetura Dados Regras de Inferência Camada de Estrutura Camada Lógica Web Semântica Camada de Ontologia … Camada de Ontologia
  25. 25. Arquitetura <ul><li>A camada Ontologia : </li></ul><ul><li>Duas bases de dados podem utilizar terminologias diferentes para referir-se a mesma informação , resultando em divergências em um conjunto semântico de dados. Pode ocorrer também de uma mesma terminologia estar sendo utilizada com signicados diferentes, por aplicações distintas. </li></ul><ul><li>Para tratar esses conflitos , existe a camada de ontologia que define mecanismos capazes de estabelecer um padrão entre as páginas da web. </li></ul>
  26. 26. Ontologia <ul><li>A utilização das triplas <objeto, atributo, valor> garante a definição únicas dos conceitos, no entanto, o mesmo conceito pode ser expresso de forma diferente e em linguagens diferentes. </li></ul><ul><li>Por exemplo, duas bases de dados podem armazenar os mesmos conceitos utilizando terminologias distintas. Para que a informação existente possa ser processada e relacionada é necessário que exista uma definição da relação entre os conceitos contidos em diferentes documentos. Para isso são utilizadas as ontologias. </li></ul><ul><li>Uma ontologia pode ser definida como um conjunto de termos de conhecimento incluindo o vocabulário , interconexões semânticas e simples regras de inferência . </li></ul>
  27. 27. Ontologia <ul><li>Com a introdução de ontologias, passa-se de um domínio de conceitos isolados na web, próprios de cada aplicação específica , para conceitos universalmente conhecidos entre as aplicações . As ontologias permitem expressar regras permitindo a um programa deduzir signicados da informação guardados no documento, ou seja, permitem manipular os termos de uma maneira mais útil e eficiente . </li></ul><ul><li>Uma ontologia envolve a definição de uma hierarquia de classes e subclasses para os conceitos envolvidos. </li></ul>
  28. 28. Arquitetura <ul><li>Camada Lógica </li></ul>Dados Regras de Inferência Camada de Estrutura Camada Lógica Web Semântica Camada de Ontologia …
  29. 29. Arquitetura <ul><li>É através da camada lógica que são possíveis os relacionamentos de informação e as inferências de conhecimento da Web Semântica . As regras de inferência fornecem aos agentes(programas) poder de raciocinar sobre os termos e seus significados , que foram definidos na camada esquema e de raciocinar a respeito dos relacionamentos entre os conceitos segundo a sua definição na camada ontologia . </li></ul><ul><li>Os agentes são sistemas computacionais capazes de interagir autonomamente para atingir os objetivos do seu criador. Os agentes possuem algum as características como autonomia, reatividade (percebem </li></ul><ul><li>o ambiente tomam as decisões ), têm comportamento colaborativo, possuem objetivos, são flexíveis , sociáveis e têm a capacidade de aprender. </li></ul><ul><li>A Web Semântica possuirá vários agentes interagindo entre si, compreendendo, trocando ontologias, adquirindo novas capacidades racionais quando adquirirem novas ontologias e formando cadeias </li></ul>Fonte: Tim Berners-Lee, James Hendler, and Ora Lassila. The semantic web. Scientic American , pages 35{43, May 2001.
  30. 30. Arquitetura da Web Semântica Parte 2 AÍlton Pedro
  31. 31. Arquitetura Web Semântica <ul><li>Primeira proposta divulgada publicamente no ano de 2000 pelo W3C (Tim Berners-Lee) </li></ul><ul><li>Preocupação em desenvolver linguagens computacionais para estruturar recursos e descrever aspectos semânticos </li></ul><ul><li>Não era suficiente apenas descrever os recursos informacionais sintaticamente, mas desenvolver tecnologias que permitissem descrever o significado das informações </li></ul><ul><li>URI (Uniform Resource Identifier) – forma como identificamos um ponto de conteúdo na internet </li></ul>
  32. 32. Linguagens de Representação de Recursos Informacionais <ul><li>Principais Linguagens Computacionais Padronizadas pelo W3C: </li></ul><ul><ul><li>XML (Extensible Markup Language) </li></ul></ul><ul><ul><li>RDF (Resource Description Framework) </li></ul></ul><ul><ul><li>OWL (Web Ontology Language) </li></ul></ul>
  33. 33. Linguagens de Representação de Recursos Informacionais <ul><li>XML </li></ul><ul><ul><li>Objetivos da linguagem: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Direta e Objetiva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Suporta ampla gama de aplicativos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Compatível com SGML </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fácil de desenvolver programas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Número de recursos adicionais mínimos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Documetos legíveis e claros </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Preparado rapidamente </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Design formal e conciso </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Documentos fáceis de serem criados </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A concisão na marcação é de importância mínima </li></ul></ul></ul>Importante característica : permite ao autor do documento a definição das suas próprias marcas, o que confere ao XML habilidades semânticas que possibilitam melhorias nos processos de recuperação e disseminação da informação
  34. 34. <ul><li>RDF </li></ul><ul><ul><li>Modelo para descrever recursos </li></ul></ul><ul><ul><li>Baseado em um modelo de grafo no lugar de árvore </li></ul></ul><ul><ul><li>Sintaxe: (Sujeito, Predicado, Objeto) </li></ul></ul><ul><ul><li>Usa XML como sintaxe </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhora a descoberta, o acesso e o gerenciamento das informações da Web </li></ul></ul>Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
  35. 35. <ul><li>OWL </li></ul><ul><ul><li>Recomendada pelo W3C para o desenvolvimento de ontologias, definida a partir de: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>RDF e RDF Schema </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>DAML+OIL </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura baseada nos seguintes elementos básicos: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Namespaces; Cabeçalhos; Classes; Indivíduos; Propriedades; Restrições </li></ul></ul></ul>Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
  36. 36. <ul><li>OWL lite: </li></ul><ul><ul><li>versão simplificada de OWL </li></ul></ul><ul><ul><li>oferece primariamente hierarquias e restrições simples </li></ul></ul><ul><li>OWL DL </li></ul><ul><ul><li>aumenta a expressividade, mantendo decidibilidade </li></ul></ul><ul><li>OWL Full </li></ul><ul><ul><li>expressividade, sem garantia de decidibilidade </li></ul></ul>Linguagens de Representação de Recursos Informacionais
  37. 37. CONTEXTUALIZANDO A WEB SEMÂNTICA NO ÂMBITO DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO José Aniceto
  38. 38. <ul><li>A Ciência da Informação tem como um de seus objetivos estudar e desenvolver métodos e técnicas para o melhoramento dos processos de armazenamento, organização e recuperação de informação, considerando também aspectos científicos e profissionais que obtém dimensões sociais e humanas, que se apresenta com maior relevância do que os aspectos tecnológicos. </li></ul>CONTEXTUALIZANDO A WEB SEMÂNTICA NO ÂMBITO DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. DIFERENTES CONCEITOS AO SE REFERIR AO TERMO INFORMAÇÃO.
  39. 39. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO X CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. <ul><li>No âmbito da área de Ciência da Informação é evidente a presença de componentes semânticos em tal processo, pois para o usuário as informações recuperadas possuem um significado semântico implícito. </li></ul><ul><li>O projeto Web Semântica baseia-se na possibilidade de categorias que possam ser interpretadas automaticamente pelos computadores. </li></ul>
  40. 40. ONTOLOGIAS COMO INSTRUMENTOS DE REPRESENTAÇÃO <ul><li>Com o grande aumento na quantidade de recursos informacionais, é necessário relaciona-los e organiza-los de maneira adequada, com isso observo-se a necessidade de instrumentos que possibilitem descrever níveis de relacionamentos mais avançados e que possam ser processados de forma automatizada por computadores os quais vem sendo denominados como ontologias. </li></ul>
  41. 41. MODELOS CONCEITUAIS AUTOMÁTICOS <ul><li>As ontologias funcionam de maneira muito parecida com o nosso cérebro. </li></ul><ul><li>Usando as ontologias uma máquina simples pode fazer coisas que humanos fazem no dia-a-dia, com limites, é claro. </li></ul><ul><li>Uma ontologia pode assumir vários formatos, mas necessariamente deve incluir um vocabulário de termos e alguma especificação de seu significado. Elas devem obter em seu campo conceitos e uma indicação de como estes deverão estar inter-relacionados. </li></ul>
  42. 42. TESAURO X ONTOLOGIAS
  43. 43. A Web Semântica sob o prisma da Ciência da Informação José Ricardo
  44. 44. A Web Semântica sob o prisma da ciência da Informação <ul><li>Objetivo da Web Semântica </li></ul><ul><li>A contribuição da Ciência da Informação para o projeto web semântico. </li></ul><ul><li>Exemplo: </li></ul><ul><li>O formato Marc 21 (Machine Readable Cataloging) Originado em 1998 e a sua versão em XML. </li></ul>
  45. 45. Exemplos <ul><li>É possível identificar atualmente alguns projetos que têm como </li></ul><ul><li>principal objetivo o desenvolvimento de novas tecnologias no âmbito de bibliotecas </li></ul><ul><li>digitais utilizando-se das tecnologias relacionadas ao projeto Web Semântica, entre os </li></ul><ul><li>quais pode-se destacar o JeromeDL e o MarcOnt. </li></ul>
  46. 46. JeromeDL <ul><li>Reconnecting Digital Libraries and the Semantic Web , o projeto JeromeDL </li></ul><ul><li>consiste de uma biblioteca digital de código aberto baseada nas principais tecnologias presentes no projeto Web Semântica, permitindo a descrição de recursos a partir da linguagem computacional RDF e a realização de buscas semânticas baseadas em ontologias, possibilitando uma melhora considerável na precisão das buscas e um maior nível de interoperabilidade. </li></ul>
  47. 47. http://library.deri.ie/
  48. 48. MarcOnt <ul><li>o principal objetivo deste projeto é criar uma ontologia capaz de tornar-se um padrão de representação de informações para bibliotecas digitais, possibilitando a descrição dos aspectos semânticos dos conteúdos e favorecendo a integração de bibliotecas. Assim, está em fase de desenvolvimento e avaliação a ontologia MarcOnt, desenvolvida utilizando-se a linguagem OWL, de modo que se espera que tal ontologia seja compatível com o formato MARC 21, permitindo que as descrições semânticas possam ser convertidas para outros formatos, possibilitando grande interoperabilidade e o reaproveitamento das bases de conhecimento, por meio da incorporação de outras ontologias que sigam os mesmos critérios. </li></ul>
  49. 49. http://www.marcont.org/
  50. 50. Ciência da Informação e Web semântica <ul><li>Juntas propriciam meios mais adequados de representar e organizar conteúdos informacionais, possibilitando responder de maneira mais eficiente às buscas realizadas pelos usuários finais. </li></ul>
  51. 51. RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO NA WEB SEMÂNTICA Clodoaldo Santos & Rafael Rodrigo
  52. 52. OBJETIVOS <ul><ul><li>DIMINUIR O CAOS DE EXCESSO DE INFORMAÇÕES </li></ul></ul><ul><ul><li>ESTRUTURAR A INFORMAÇÃO COM BASES SÓLIDAS </li></ul></ul><ul><ul><li>DINAMIZAR O RELACONAMENTO HOMEM-MÁQUINA </li></ul></ul><ul><ul><li>MELHOR QUALIDADE DE REVOCAÇÃO E PRECISÃO </li></ul></ul>
  53. 53. O QUE FALTA ? <ul><ul><li>CONHECIMENTO MAIS APROFUNDADO DOS PROGRMADORES DE PÁGINAS WEB </li></ul></ul><ul><ul><li>ADOÇÃO DA TECNOLOGIA PELOS SITES DE BUSCA </li></ul></ul><ul><ul><li>INFRA ESTRUTURA PARA ARMAZENAMENTO E DISSEMINAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>ATUALIZAÇÃO DA WEB </li></ul></ul>
  54. 54. COMO RECUPERAR <ul><li>Estratégia: </li></ul><ul><li>Arte de aplicar os meios disponíveis com vista à consecução de objetivos </li></ul><ul><li>específicos. </li></ul><ul><li>Busca: </li></ul><ul><li>Procura com o fim de encontrar alguma coisa </li></ul><ul><li>Tática: </li></ul><ul><li>Processo empregado para sair-se bem num empreendimento </li></ul>
  55. 55. ESTRATÉGIA DE BUSCA Oldroyd & Citroen (1977) identificaram três grandes etapas para decisão no processo de planejamento da estratégia de busca: decisão sobre qual a melhor base de dados para um determinado tema; decisão referente à seleção dos termos de busca e sua adequação para a base a ser consultada; decisão sobre a formulação lógica da estratégia. É sabido que a maior parte dos usuários, ao realizar uma busca, acredita possuir uma boa compreensão dos próprios problemas. A tarefa do intermediário junto aos sistemas é ajudar o usuário a definir e especificar o problema, com termos e conceitos que são apropriados para aquela fonte de informação específica que será utilizada para a busca. Ou seja, os termos usados em uma determinada área do conhecimento devem ajustar-se àqueles usados nas bases de dados mais relevantes que serão consultadas.
  56. 56. ESTRATÉGIA DE BUSCA – ETAPAS <ul><li>1ª Etapa: Discussão do tópico geral da pesquisa </li></ul><ul><li>É útil perguntar como os resultados da busca irão ser aplicados, porque a resposta pode mudar a direção ou a ênfase da busca. </li></ul><ul><li>2ª Etapa: Conhecimentos básicos sobre os instrumentos de busca </li></ul><ul><li>Isto pode ajudar a definir o tópico e gerar uma lista das palavras chave a serem usadas na estratégia de busca </li></ul><ul><li>3ª Etapa: Formulação “provisória” da estratégia de busca </li></ul><ul><li>A busca estará bem definida se o intermediário for capaz de assegurar a </li></ul><ul><li>recuperação de todas as citações para vários termos. Porem, é desejável que para informações mais complexas, seja usado pelo menos dois conjuntos de termos. </li></ul>
  57. 57. ESTRATÉGIA DE BUSCA – ETAPAS <ul><li>4ª Etapa: Compreensão da lógica dos conjuntos de termos </li></ul><ul><li>O uso da interseção de mais de dois conjuntos de termos deve ser evitado, porque, embora os resultados possam ser bem precisos, eles serão limitadores e podem provocar uma possível exclusão de informações relevantes. </li></ul><ul><li>5ª Etapa: Interdisciplinaridade </li></ul><ul><li>Realizar a expansão da busca em outros campos, aumentando consequentemente as possibilidades de documentos de interesse virem a ser recuperados. </li></ul>
  58. 58. ESTRATÉGIA DE BUSCA – ETAPAS <ul><li>6ª Etapa: Eliminação de termos indesejados </li></ul><ul><li>Os termos indesejados serão excluídos do resultado da busca depois de se ver o impacto dessa exclusão no resultado total da busca. A decisão para excluir termos nem sempre é fácil e, visualmente, depende da especificação do tópico. </li></ul><ul><li>7ª Etapa: Especificação dos parâmetros relevantes para a execução da busca </li></ul><ul><li>Todos os parâmetros relevantes devem ser considerados para se determinarem os limites da busca. Deve a busca ser limitada nos anos mais recentes? Quais as bases de dados que provavelmente irão fornecer as mais relevantes citações? O pesquisador quer todas as citações que mencionam uma autoridade particular ou somente as que são autorizadas por uma pessoa particular? </li></ul>
  59. 59. FUNCIONALIDADE <ul><ul><li>UTILIZAR O VASTO REPOSITÓRIO DE INFORMAÇÕES DISPONÍVEL DA WEB DE MANEIRA MAIS PRODUTIVA, ÁGIL E SIGNIFICATIVA. </li></ul></ul><ul><ul><li>PROPORCIONAR AO INDIVÍDUO TUDO DE FORMA ORDENADA, MINIMIZANDO A QUANTIDADE DE BUSCA. </li></ul></ul>
  60. 61. Referências <ul><li>RAMALHO, Rogério Aparecido Sá. Web Semântica: aspectos interdisciplinares da gestão de recursos informacionais no âmbito da Ciência da Informação; </li></ul><ul><li>The New York Time, Museu belga revela a internet de papel do início do século 20; </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, Rosa Maria Vivona Bertolini. Web Semântica: Novo desafio para os profissionais da informação; </li></ul><ul><li>http://www.abranet.org.br/historiadainternet/ocomeco.htm </li></ul><ul><li>Bogo, Kellen Cristina. A História da Internet </li></ul>
  61. 62. Referências

×