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TEMOR DA MORTE – LIVRO DOS ESPÍRITOS
 Determinada reportagem televisivanos deu ciência de que, emenquete realizada junto aadolescentes de populosa capitaldo n...
 Pesquisas sobre o tema revelaram que os motivos pelos quais aspessoas temem a morte são variados, podendo ser enumeradas...
 Então questionamos: Qual aorigem deste medo? Porque pessoas estudiosasdos assuntos espirituaistremem ao saberem que asu...
 Joana de Angelis afirma que... “...o medo da morte, que é herança ancestral, assimcomo resultado das crenças religiosas...
 – Este temor é um efeito da sabedoria da Providênciae uma conseqüência do instinto de conservaçãocomum a todos os vivent...
 A partida dos seres para o outro mundo se faz acompanhar delamentos dos sobreviventes, como se morrer fosse uma desgraça...
 Os homens verdadeiramente sábios não temem amorte.Fartos exemplos encontramos em Gandhi, que sedeixou imolar em nome da ...
 Citamos como exemplo o casodo Bandeirante – Anhanguera -que colocou fogo no álcool,dizendo para os índios quequeimaria o...
 Para Richard Simonetti : “O espírita, em face das informações amplas e precisasque recebe, certamente aportará com maio...
 – A proporção que o homem compreende melhor a vidafutura, o temor da morte diminui; A certeza de reencontrar seus amigo...
 No Espírito atrasado a vidamaterial prevalece sobre aespiritual. Apegando-se àsaparências, o homem nãodistingue a vida a...
 Outra causa de apego às coisas terrenas, mesmo nos que mais firmemente crêem navida futura, é a impressão do ensino que ...
 Por que os espíritas não temem a morte? A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva dofuturo. A vida fu...
 A lembrança dos que nos são caros repousa sobre algumacoisa de real. Não se nos apresentam mais como chamasfugitivas que...
 Não nos retires dos ombros o fardo das responsabilidades com o qualnos ensina a praticar entendimento e cooperação, mas ...
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Temor da morte – Livro dos Espíritos

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Temor da morte – Livro dos Espíritos

  1. 1. TEMOR DA MORTE – LIVRO DOS ESPÍRITOS
  2. 2.  Determinada reportagem televisivanos deu ciência de que, emenquete realizada junto aadolescentes de populosa capitaldo nosso país, 51% deles revelaramque seu maior temor é a morte.Ao ouvirmos o resultado dapesquisa, de imediato nos pusemosa pensar acerca do quantonecessitam de orientação religiosaos nossos jovens.Porque o que dá causa ao medo damorte é o receio da destruiçãototal, decorrente da noçãoequivocada acerca da vida futura.
  3. 3.  Pesquisas sobre o tema revelaram que os motivos pelos quais aspessoas temem a morte são variados, podendo ser enumeradas dentreos seguintes: 1) Falta de informação: somos acostumados a acreditar que existe umcéu e um inferno e torna-se apavorante a ideia de que respondemospelos atos da vida através da condenação ou do descanso eterno. 2) Necessidade de controlar tudo: ninguém pode ter o controle sobre amorte, pois ela é certa para todos. Querer controlar tudo é atitudeprópria de pessoas inseguras, o que gera mais ansiedade e medo. 3) Materialismo: quanto maior for a prisão aos bens materiais maior é omedo da morte, pois não se leva riquezas após o desencarne.
  4. 4.  Então questionamos: Qual aorigem deste medo? Porque pessoas estudiosasdos assuntos espirituaistremem ao saberem que asua hora está chegando? O que devemos fazer paraeliminarmos ou pelo menosminimizarmos este medo? O medo estaria ligado aocomo morrer ou ao que viráapós o desencarne?
  5. 5.  Joana de Angelis afirma que... “...o medo da morte, que é herança ancestral, assimcomo resultado das crenças religiosas e superstições queelaboraram um Deus vingador e punitivo, ou do materialismo que reduz a vida após a disjunçãocelular ao nada, o fenômeno natural da desencarnaçãose apresenta como tragédia, ou constitui um términoinfeliz para a existência humana, que sofre a dolorosapunição de ser extinguida.” Desta forma passamos a compreender um pouco maissobre este medo visto que somos espíritos milenaresque já vivenciamos vários personagens no palcoterreno e nem sempre fomos espíritas oureencarnacionistas.
  6. 6.  – Este temor é um efeito da sabedoria da Providênciae uma conseqüência do instinto de conservaçãocomum a todos os viventes. Ele é necessário enquanto não se está suficientementeesclarecido sobre as condições da vida futura, comocontrapeso à tendência que, sem esse freio, noslevaria a deixar prematuramente a vida e anegligenciar o trabalho terreno que deve servir aonosso próprio adiantamento. Assim é que, nos povos primitivos, o futuro é umavaga intuição, mais tarde tornada simples esperançae, finalmente, uma certeza apenas atenuada porsecreto apego à vida corporal.
  7. 7.  A partida dos seres para o outro mundo se faz acompanhar delamentos dos sobreviventes, como se morrer fosse uma desgraça.As despedidas são de adeuses eternos. É necessário mudar todaesse panorama.Em vez de recordar a destruição do corpo, mostrar a alma sedesembaraçando, radiosa, dos grilhões terrestres.No lugar das lamentações e dos adeuses, a saudação de quem sabeque logo mais também realizará a grande viagem.E, por isso, simplesmente diz: Até breve. Até logo!
  8. 8.  Os homens verdadeiramente sábios não temem amorte.Fartos exemplos encontramos em Gandhi, que sedeixou imolar em nome da não violência.De Francisco de Assis que afirmou continuar a trabalharem seu jardim, mesmo se soubesse que algumas horasapós morreria.O maior exemplo foi o Cristo que nos ensinou a morrercom dignidade. Na hora final, suas palavras foram: Pai,emTuas mãos, entrego o Meu Espírito.
  9. 9.  Citamos como exemplo o casodo Bandeirante – Anhanguera -que colocou fogo no álcool,dizendo para os índios quequeimaria os rios. E isto aconteceuaproximadamente háquinhentos anos. Hoje sabemos o que é o álcool enão ficamos aterrorizados comuma situação desta, assim seráquando realmentecompreendermos sobre oprocesso do desencarne e aimportância das váriasexistências para a evoluçãoespiritual de cada um.
  10. 10.  Para Richard Simonetti : “O espírita, em face das informações amplas e precisasque recebe, certamente aportará com maior segurançano continente invisível, sem grandes problemas paraidentificar a nova situação, embora tais benefícios nãolhe confiram o direito de ingresso em comunidadesventurosas. Isso dependerá do que fez e não do que sabe.”
  11. 11.  – A proporção que o homem compreende melhor a vidafutura, o temor da morte diminui; A certeza de reencontrar seus amigos depois da morte,de reatar as relações que tivera naTerra, de não perderum só fruto do seu trabalho, de engrandecer-seincessantemente em inteligência, perfeição, dá-lhepaciência para esperar e coragem para suportar asfadigas transitórias da vida terrestre.
  12. 12.  No Espírito atrasado a vidamaterial prevalece sobre aespiritual. Apegando-se àsaparências, o homem nãodistingue a vida além do corpo,esteja embora na alma a vidareal; aniquilado aquele, tudo selhe afigura perdido,desesperador. Se, ao contrário, concentrarmoso pensamento, na alma,lastimaremos menos a perda docorpo, antes fonte de misérias edores. Para isso, porém, necessita oEspírito de uma força sóadquirível na madureza.
  13. 13.  Outra causa de apego às coisas terrenas, mesmo nos que mais firmemente crêem navida futura, é a impressão do ensino que relativamente a ela se lhes há dado desde ainfância. Convenhamos que o quadro pela religião esboçado, sobre o assunto, é nadasedutor e ainda menos consolatório. De um lado, contorções de condenados a expiarem em torturas e chamas eternas oserros de uma vida efêmera e passageira. Os séculos sucedem-se aos séculos e não hápara tais desgraçados sequer o lenitivo de uma esperança e, o que mais atroz é, nãolhes aproveita o arrependimento. De outro lado, as almas combalidas e aflitas do purgatório aguardam a intercessão dosvivos que orarão ou farão orar por elas, sem nada fazerem de esforço próprio paraprogredirem. Estas duas categorias compõem a maioria imensa da população dealém-túmulo. Acima delas, paira a limitada classe dos eleitos, gozando, por toda a eternidade, dabeatitude contemplativa. Esta inutilidade eterna, preferível sem dúvida ao nada, nãodeixa de ser de uma fastidiosa monotonia. É por isso que se vê, nas figuras que retratam os bem-aventurados, figuras angélicasonde mais transparece o tédio que a verdadeira felicidade. Este estado não satisfaznem as aspirações nem a instintiva idéia de progresso, única que se afigura compatívelcom a felicidade absoluta. Custa crer que, só por haver recebido o batismo, o selvagem ignorante – de sensomoral obtuso -, esteja ao mesmo nível do homem que atingiu, após longos anos detrabalho, o mais alto grau de ciência e moralidade práticas. Menos concebível ainda éque a criança falecida em tenra idade, antes de ter consciência de seus atos, goze dosmesmos privilégios somente por força de uma cerimônia na qual a sua vontade nãoteve parte alguma. Estes raciocínios não deixam de preocupar os mais fervorososcrentes, por pouco que meditem. Livro: O Céu e o Inferno
  14. 14.  Por que os espíritas não temem a morte? A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva dofuturo. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema,porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu do mundo espiritual ; Os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever asua situação; aí os vemos em todos os graus da escala espiritual,em todas as rases da felicidade e da desgraça, assistindo, enfim,a todas as peripécias da vida de além-túmulo. Eis aí por que os espíritas encaram a morte calmamente e serevestem de serenidade nos seus últimos momentos sobre aTerra. Já não é só a esperança, mas a certeza que os conforta; Sabem que a vida futura é a continuação da vida terrena emmelhores condições e aguardam-na com a mesma confiançacom que aguardariam o despontar do Sol após uma noite detempestade.
  15. 15.  A lembrança dos que nos são caros repousa sobre algumacoisa de real. Não se nos apresentam mais como chamasfugitivas que nada falam ao pensamento, porém sob umaforma concreta que antes no-los mostra como seresviventes. Além disso, em vez de perdidos nas profundezas do Espaço,estão ao redor de nós; o mundo corporal e o mundoespiritual identificam-se em perpétuas relações, assistindo-se mutuamente. Não mais permissível a dúvida sobre o futuro, desaparece otemor da morte; encara-se a sua aproximação a sangue-frio,como quem aguarda a libertação pela porta da vida e não donada.
  16. 16.  Não nos retires dos ombros o fardo das responsabilidades com o qualnos ensina a praticar entendimento e cooperação, mas auxilia-nos atransportá-lo, sob os teus desígnios.Não nos afastes dos obstáculos com que nos impeles à aquisição daconfiança e não avalias as dimensões da fé, no entanto, ampara-nosSenhor, para que possamos transpô-los.Não nos desligues dos problemas com que nos impulsionas para ocaminho da elevação das nossas próprias experiências, contudo, dá-nos a tua bênção, a fim de que venhamos a resolvê-los com segurança.Não nos deixes sem o convívio com os irmãos irritadiços ou infelizes,que se nos fazem enigmas no cotidiano, junto dos quais nos convidasao aprendizado da serenidade e da paciência, mas protege-nos oscorações e ilumina-nos a estrada de modo a que nos transformemospara todos eles em refúgio de apoio e socorro de amor.Enfim, Senhor, dá-nos, a cada dia, o privilégio de servir, entretanto,infunde em nossas almas o poder da compreensão e da tolerância, dodevotamento e da caridade para que possamos estar contigo, tantoquanto permaneces conosco, hoje e sempre.Prece Final - C. Xavier "Estradas e Destinos". ed. CEU

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