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A felicidade não é deste mundo

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A felicidade não é deste mundo

  1. 1. A ação nem sempre traz felicidade, mas não há felicidade sem ação.
  2. 2.  Segundo pesquisa feita nos Estados Unidos afelicidade existe sim, mas para possuí–la é precisouma renda de R$ 11 mil por mês. O estudo apontou que para ser feliz o importantenão é ser rico, mas não ser pobre (...) A pesquisa revelou também que a fé é o único fatorque ganha do dinheiro na busca pela felicidade.
  3. 3.  OPINIÕES DE ALGUNS FILÓSOFOS SOBRE A FELICIDADE: Platão ‘Os felizes são felizes por possuírem a justiça e atemperança; os infelizes são infelizes por possuírem amaldade’. Aristóteles (...) Em geral pode-se dizer que ‘cada qual merece afelicidade na medida da virtude, do tino e dacapacidade de bem agir que possui. Kant Não a considera possível neste mundo, só sendopossível em “um mundo inteligível, que é ‘o reino dagraça’, por intervenção de um princípio onipotente.
  4. 4.  A Felicidade não é deste Mundo Nós depositamos as condições para sermos felizes emoutras pessoas, situações, objetos e etc. mas nunca emnós mesmos, como se nossa felicidade dependesse dealgo externo, culpamosnamoradas(o), esposas(o), amigos, familiares, como sedeles viessem a nossa felicidade quando não por essesmotivos colocamos a felicidade em objetos esituações, se eu conseguir comprar aquele carro sereifeliz, quando eu tiver aquela casa serei feliz, quando ficarrico serei feliz, e o que acontece é que quandoalcançamos tal objeto ou objetivo vemos que na verdadeaquilo não nos deixou tão felizes assim, ou que essafelicidade é momentânea.
  5. 5.  Quando chegarmos a conclusão de que a felicidade nãodepende de terceiros e sim de um equilíbrio dentro denós mesmos, aí estaremos mais próximos da verdadeirafelicidade, Jesus já dizia “Conheça a verdade e ela voslibertará” e essa verdade é o conhecimento. Quando conhecemos a nós mesmos e ao Mundo em quehabitamos, quando sabemos que a vida continua após amorte do corpo e que Deus sempre nos dará outraschances então começaremos a passar pelos problemas eaflições de maneira mais fácil até o dia em que nãonecessitaremos mais desse fluxo de altos e baixos, E nesse dia atingiremos o verdadeiro Amor que será ele acausa de nossa felicidade, não teremos mais angústias,ódio, inveja, ciúmes e tantas coisas que atrapalham onosso verdadeiro eu...
  6. 6.  Em sentido amplo, felicidade éVIVÊNCIA PLENA DOBEM, AUSÊNCIA DETODO MAL, aspiração de todo serhumano. Todos buscam a felicidade, porém por caminhos diferentes. Uns imaginam encontrá-la na posse das riquezas, porquesupõem que o dinheiro tudo compra. Outros procuram encontrá-la nos prazeres sexuais, nasdiversões, passeios, na glutonaria, no prestígio, no poder. No entanto, confunde-se o termo felicidade com bem-estar. O BEM-ESTAR é a posse de bens materiais, que dão maisconforto. A FELICIDADE é mais ampla, porque envolve a realização doser espiritual. A felicidade, no seu sentido pleno, é INATINGÍVEL NATERRA. A felicidade completa pertence a mundos mais evoluídos, em
  7. 7.  Segundo os Espíritos superiores, o homem é quasesempre o AGENTE DE SUA PRÓPRIA INFELICIDADE . Se praticássemos a lei de Deus, nos pouparíamos demuitos males, e desfrutaríamos de uma felicidade tãogrande quanto o comporta a existência terrena. A felicidade pode ser encontrada no MUNDO INTERIORcomo conseqüência do dever retamente cumprido, e quenaturalmente trará felicidade além da vida material, naespiritualidade. Uma das principais leis divinas é a AÇÃO E REAÇÃO.Somos punidos desde esta vida, pelas infrações às váriasleis naturais, sofremos os males conseqüentes dessasinfrações e de nosso próprio excesso. Se voltarmos gradativamente à ORIGEM do quechamamos de infelicidades terrenas, perceberemosmuitas vezes que são consequência de um primeirodesvio do caminho.
  8. 8.  A Condessa Paula Jovem, bela, rica, desencarnou aos 36 anos. A suabeneficência era inesgotável, mas não punha à público.Ajudava aos pobres, socorria com a delicadeza queeleva o moral ao invés de abaixá-lo. Sua posição e asaltas funções de seu marido a permitiriam abusar, mas, ao contrário, ela economizava cada vintém paraajudar ao próximo menos favorecido, era bondosa edelicada com os empregados e todos a amavam muito. Um de seus familiares, após 12 anos de seudesencarne, abraçou o espiritismo e recebeuresposta a diversas perguntas que lhe foramdirigidas: “Tendes razão, meu amigo, em pensar que sou feliz; euo sou, com efeito, além de tudo o que se possa exprimire, todavia, estou longe ainda do último grau.Entretanto, estou entre os felizes daTerra, porque nãome lembro de ter provado a tristezareal, Juventude, saúde, fortuna, homenagens, eu tinhatudo o que constitui a felicidade entre vós; mas o que éessa felicidade perto daquela que se saboreia aqui?Talmaravilhosos é o mundo onde estou, meu amigo, eonde chegareis infalivelmente seguindo o caminhoreto”
  9. 9.  A FELICIDADETERRENA É RELATIVA à posição de cadaum, entretanto, existe uma medida comum a todos oshomens: para aVIDA MATERIAL, é a posse donecessário; para aVIDA MORAL , a pureza daconsciência e a fé no futuro. Enfim, podemos afirmar o seguinte: A felicidade absoluta não é possível enquanto o serespiritual (que somos) não aprender a cumprir a lei básicade AMAR AO PRÓXIMO como a si mesmo. Porque sendo regidos pela lei de AÇÃO REAÇÃO, éimpossível ser feliz quando alguém sofre perto denós, muitas vezes por nossa culpa ou omissão, e éimpossível ser feliz quando agimos no mal e o recebemosde retorno.
  10. 10. RELATODESAMUELPHILIPPE–ESPIRITOFELIZDOLIVROOCEUEOINFERNO Esse mundo, tão novo para vós e perante o qual o nosso nada vale, e os numerososamigos que reencontrastes vos fizeram esquecer a família e os amigos que deixastesnaTerra?— Se os houvesse esquecido eu seria indigno da felicidade que desfruto. Deus nãorecompensa o egoísmo. Ele o pune. O mundo em que me encontro pode me levar adesdenhar aTerra, mas não os Espíritos que nela vivem encarnados. Somente entre oshomens é que vemos a prosperidade levar ao esquecimento dos companheiros deinfortúnio. Quero sempre rever os meus, sinto-me feliz com a saudade que eles sentem demim, seu pensamento me atrai para eles. Assisto às suas conversas, gozo com as suas alegrias, suas preocupações meentristecem, mas não se trata dessa tristeza cheia de ansiedade que sofremos na vidahumana, porque compreendo que as suas dificuldades são passageiras e têm por fimlevá-los ao bem.Sinto-me feliz de pensar que um dia eles também virão para este plano feliz em que ador é desconhecida. Empenho-me em ajudá-los a se tornarem dignos disso. Esforço-me para lhes sugerir bons pensamentos e sobretudo a resignação que eu mesmo tiveperante a vontade de Deus. Minha maior tristeza é vê-los retardar esse momento por sua falta de coragem, porsuas lamentações, sua dúvida sobre o futuro, ou por qualquer ação repreensível.
  11. 11.  Sixdeniers:(Homem de bem, morto por acidente e conhecido do médiumquando vivo.) — (Bordeaux, 11 de fevereiro de 1861.)P. A tua situação foi feliz desde o princípio no mundo dos Espíritos?— Não. Eu tinha de pagar a dívida do homem. Meu coração não mehavia feito pressentir o futuro do Espírito, e além disso eu nãopossuía a fé. Tive de expiar a minha indiferença para com o Criador, mas a suamisericórdia levou em conta o pouco de bem que eu havia podidofazer, das dores que eu havia suportado com resignação apesar domeu sofrimento. E a sua justiça, que é pesada numa balança que os homens jamaiscompreenderão, pesou o bem para mim com tanta bondade e amorque o mal prontamente desapareceu.
  12. 12.  Se estivermos com aCONSCIÊNCIATRANQUILA, mesmoque tudo pareça estarerrado, intimamentehaverá o sentimentode felicidade, porque odever que nos cabia foicumprido. Esta é a felicidadepossível naTerra, naatualidade.
  13. 13.  A Doutrina Espírita nos mostrará que a verdadeirafelicidade se encontra no mundo espiritual e não naterra. Ela coloca que Podemos começar a construir a nossafelicidade aqui na terra, mas sabedores de que averdadeira felicidade está ou se encontra no mundoespiritual que é a nossa verdadeira morada. FIM

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