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Teoria crítica

  1. 1. TEORIA CRÍTICA A ESCOLA DE FRANKFURT
  2. 2. Teoria Crítica - Cronologia O Instituto de Pesquisas Sociais (Escola de Frankfurt) surge em 1923 na Alemanha.  A escola congrega teóricos marxistas heterodoxos.  Técnica: Pesquisa empírica  Objeto de estudo: a mensagem na comunicação de massa
  3. 3. Conceitos  Dois conceitos importantes foram criados durante o exílio nos EUA:  Dialética do Esclarecimento  Indústria Cultural
  4. 4. Dialética do Esclarecimento  Este conceito fazia uma crítica à idéia de que a razão libertaria a humanidade, de que a evolução tecnológica elevaria a sociedade a um estágio superior.  Para os frankfurtianos, o iluminismo (movimento intelectual europeu do século XVIII) libertou o homem da emoção, do misticismo, mas o acorrentou à razão. A racionalidade técnica, na sociedade capitalista, em lugar de garantir a autodeterminação dos indivíduos, os submeteu à dominação ec onômica, sem condições de insurgir-se contra o sistema estabelecido.
  5. 5. Indústria Cultural  Como extensão, o conceito de Indústria Cultural trata da produção em série, da homogeneização e, em conseqüência, da deterioração dos padrões culturais.  A exploração comercial dos bens considerados culturais reforça a dominação técnica imposta pelo sistema, gerando passividade e alienação.
  6. 6. O indivíduo na era da I. Cultural  O indivíduo deixa de decidir autonomamente, tornado-se acrítico e manipulável.  A sociedade é sempre vencedora e o indivíduo não passa de um fantoche manipulado pelas normas sociais.  Visto como impotente, a individualidade é substituída pela pseudo-individualidade.
  7. 7. A AUDIÊNCIA  A intenção dos pensadores alemães é denunciar as formas de dominação que não precisam sujeitar os corpos nem se impor pela violência física.  Trata-se da dominação pela igualação e homogeneização, que atua no inconsciente dos indivíduos
  8. 8. Indústria Cultural como sistema  O mercado de massas impõe a padronização e a organização do gosto público;  Aquilo que a IC oferece como novo não é mais do que a representação de algo que é sempre igual;  Os produtos oriundos desse sistema trazem a marca da indústria cultural: serialização – padronização – divisão do trabalho.
  9. 9. Expoentes  Theodor Adorno e Max Horkheimer, após o exílio, retornam à Alemanha e instalam o Instituto de Pesquisas Sociais novamente na Universidade de Frankfurt.  Frustrados com a massificação da sociedade e com as perspectivas de transformá-la, os teóricos alemães voltaram-se para outros temas.
  10. 10. Horkheimer e Adorno  1965
  11. 11. Expoentes  Walter Benjamin e Herbert Marcuse, pesquisadores notórios da primeira geração de Frankfurt, desenvolveram estudos importantes no que se refere à sociedade industrial e cultura de massa.  A teoria crítica da Escola de Frankfurt teve continuidade nos trabalhos de outros pesquisadores, entre eles Jürgen Habermas.
  12. 12. Marcuse, Benjamin e Habermas
  13. 13. A escola de Frankfurt hoje  Leitura da entrevista com Olivier Voirol
  14. 14. Como conceber os MCM hoje? Qual o efeito dos MCM atualmente? Temos a mesma lógica (sistema) descrita nos estudos sobre a Indústria Cultural?
  15. 15. Ilustração dos conceitos Com base nos quadrinhos e nos conhecimentos sobre os meios de comunicação de massa (MCM), assinale a alternativa que explicita algumas posições do debate teórico sobre esse tema.
  16. 16.  a) As reflexões da personagem Mafalda sobre as propagandas levam- na a concluir que sua mãe precisa adquirir os produtos, que as crianças podem assistir TV e brincar, dosando suas tarefas diárias, o que revela a pertinência das teorias que vêem os MCM como mecanismos de integração social.  b) A personagem Mafalda obedece às ordens de sua mãe, assiste à TV e encanta-se com as promessas das propagandas, corroborando com as teorias pessimistas sobre o papel dos MCM e a passividade dos telespectadores.  c) A atitude da personagem Mafalda demonstra a crítica aos artifícios da propaganda que ressalta a magia da mercadoria, prometendo mais do que ela realmente pode oferecer, e que os sujeitos nem sempre são passivos diante dos MCM.  d) Ao sair para brincar após assistir à TV, a personagem Mafalda sente-se mais livre e feliz, pois descobriu o quanto alguns produtos anunciados pelas propagandas melhoram a vida doméstica de sua mãe, reproduzindo aspectos da cultura erudita e do modo de vida sofisticado, como acreditam as teorias “otimistas” sobre os MCM.  e) A mãe da personagem Mafalda admira-se da inteligência da filha, que compreendeu muito bem os poderes dos objetos anunciados nas propagandas de TV, reforçando as teorias sobre o papel educativo e de emancipação dos MCM.
  17. 17. FIM @gesojr

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