Mídias e Cultura Colaborativa

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Apresentação organizada para a defesa de especialização em Mídias na Educação na UFSM.
Título do artigo: Mídias e Cultura Colaborativa.
Data: 20/12/2010
Aluna: Georgia Stella Ramos do Amaral Orientador: Fábio Freitas Franciscato.

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Mídias e Cultura Colaborativa

  1. 1. MíDIAS E CULTURA COLABORATIVA Georgia Stella Ramos do Amaral Orientador: Ms. Fábio Teixeira Franciscato
  2. 2. ROTEIRO <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Cultura e colaboração </li></ul><ul><li>A cultura colaborativa na região da 6ª CRE </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul><ul><li>Referências </li></ul>
  3. 3. INTRODUÇÃO
  4. 4. A IDÉIA <ul><li>“ ... Quando digo que as pessoas precisam aprender a usar a ferramenta é porque elas têm câmeras, podem fazer vídeos e contar histórias, colocar seu talento nelas.” (Chad Hurley, cofundador do YouTube em entrevista publicada na Info/Set/2009) </li></ul>
  5. 5. JUSTIFICATIVA
  6. 6. QUESTIONAMENTOS <ul><li>A revolução digital está acontecendo nas nossas salas de aula? </li></ul><ul><li>Como essas mídias estão sendo usadas? </li></ul><ul><li>O que está travando esse processo? </li></ul><ul><li>Estamos criando uma cibercultura? </li></ul>
  7. 7. OBJETIVOS <ul><li>Identificar nas escolas da região de Santa Cruz do Sul se ocorre a cultura participativa com o uso das mídias e recursos tecnológicos. </li></ul><ul><li>Expor uma visão geral do que está sendo discutido a respeito do assunto nos diversos meios (mídia impressa, virtual, redes sociais) e tentar traçar a realidade das escolas da região da 6ª CRE. </li></ul>
  8. 8. CULTURA E COLABORAÇÃO
  9. 9. CULTURA <ul><li>“ Conjunto dos conhecimentos adquiridos”, “Das estruturas sociais, religiosas, das manifestações intelectuais, artísticas que caracteriza uma sociedade” (Dic. Aurélio) </li></ul><ul><li>“ É tudo que é criado pelo homem. (Paulo Freire) </li></ul>
  10. 11. CULTURA NA ERA DIGITAL Todos conectados na grande rede constroem coletivamente a identidade de um grupo.
  11. 12. INICIATIVAS
  12. 13. Visibilidade Interação Informação Ambiente de Aprendizagem Adaptável Responsabilidade
  13. 18. A CULTURA COLABORATIVA NA REGIÃO DA 6ª CRE
  14. 19. PÚBLICO ALVO Professores das escolas públicas estaduais da 6ª CRE que participaram de alguma capacitação do NTE de Santa Cruz do Sul.
  15. 20. MÉTODO <ul><li>Questionário online com participação voluntária. </li></ul>
  16. 21. CENÁRIO <ul><li>108 escolas na região </li></ul><ul><li>3 escolas sem laboratório de informática </li></ul><ul><li>Mais de 50% com acesso à Internet </li></ul><ul><li>Cerca de 1.900 regentes de classe </li></ul>
  17. 22. PESQUISA
  18. 23. MATERIAL QUE UTILIZAM <ul><li>52% revistas e jornais </li></ul><ul><li>41% vídeos </li></ul><ul><li>27% dicionários/wikipédia </li></ul><ul><li>25% TV </li></ul><ul><li>22% rádio </li></ul><ul><li>16% blog </li></ul>
  19. 24. PRODUÇÃO DE MATERIAL <ul><li>Dos entrevistados, 63% responderam que produziram material, e 65% responderam que seus alunos também. </li></ul>Professor Aluno
  20. 25. APROVAÇÃO DO USO DO RECURSO <ul><li>Aprovaram a utilização dos recursos em sala de aula = 98%. </li></ul><ul><li>A utilização acrescentou muito no processo e facilitou a aprendizagem = 48% </li></ul>
  21. 26. MATERIAL PRODUZIDO E COMPARTILHAMENTO Professor
  22. 27. MATERIAL PRODUZIDO E COMPARTILHAMENTO Aluno
  23. 28. HIPÓTESES
  24. 29. 92% Orkut 42% Portal do Professor 33% Facebook 17% Educarede 17% Twitter 8% YouTube
  25. 30. A primeira dificuldade está na estrutura da escola e na postura do professor. Dificilmente, eles chegariam ao modelo ideal de rede, que é aquela que não tem centro, não tem comando nem poder. Dentro dessa estrutura, vejo uma enorme dificuldade para a escola fazer uso dessas redes porque seria preciso que os professores não se sentissem comandando alunos, determinando tarefas. Além disso, existem alguns riscos nas redes sociais que a escola não quer assumir, [...]. Por tudo isso acredito que hoje a escola não está na rede, e a rede não está na escola. (MARINHO, 2010)
  26. 31. <ul><li>Embora as escolas e universidade obviamente ensinam “o uso das TICs” e até mesmo de “prática criativa”, até agora não se mostraram adeptos em viabilizar redes de aprendizado descentralizadas e orientadas por demanda para finalidades imaginativas e não somente instrumentais. Elas continuam a empurrar as tecnologias de formação moderna da biblioteca e do laboratório – como se as mesmas possuíssem um monopólio sobre o conhecimento – porque não conseguem imaginar as complexidades do labirinto do sistema moderno. (HARTLEY, in BURGUESS, 2009. p. 171) </li></ul>
  27. 32. CONCLUSÃO <ul><li>A Revolução digital está acontecendo nas salas de aula? Para um pequeno grupo. </li></ul><ul><li>Como essas mídias estão sendo usadas? As mídias estão sendo usadas como tarefas de aula, orientadas pelo professor. </li></ul><ul><li>O que está travando esse processo? A falta de intimidade do professor com a ferramenta e a falta da filosofia de compartilhamento. Só acontecerá quando os professores se apropriarem dessa filosofia. </li></ul>
  28. 33. <ul><li>O simples uso das tecnologias não é uma ação milagrosa, precisa vir acompanhada de uma metodologia. </li></ul><ul><li>As mídias na educação são mais um recurso, entre outros. Através das redes sociais o professor pode ampliar seus horizontes. </li></ul><ul><li>Estamos criando uma cibercultura? O pequeno grupo que publica seus trabalhos e interage na web, acredito que sim. </li></ul>
  29. 34. <ul><li>Soluções? Trabalho de educação tanto do professor quanto do aluno. </li></ul><ul><li>Continuar investindo nas capacitações, para combater a “cultura do terror”. </li></ul>
  30. 35. REFERÊNCIAS <ul><li>AURÉLIO. Dicionário do Aurélio. Disponível em: < http://www.dicionariodoaurelio.com >. Acesso em 01 de setembro de 2010. </li></ul><ul><li>BLOGGER. Disponível em: < http://www.blogger.com >. Acesso em 29 de agosto de 2010. </li></ul><ul><li>BURGESS, Jean. YouTube e a Revolução Digital: como o maior fenômeno da cultura participativa transformou a mídia e a sociedade. São Paulo: Aleph, 2009. </li></ul><ul><li>EDUCAREDE. Fundação Telefônica. Disponível em: < http://www.educarede.org.br >. Acesso em 02 de agosto de 2010. </li></ul>
  31. 36. <ul><li>FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983. </li></ul><ul><li>GOULART, Nathalia. Por que professores e escolas não caem nas redes sociais? Veja on-line , São Paulo, agosto, 2010. Disponível em: < http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/por-que-professores-e-escolas-nao-caem-nas-redes-sociais >. Acesso em 20 de agosto de 2010. </li></ul><ul><li>GOOGLE. Imagens.< http://www.google.com.br >. Acesso em 25 de novembro de 2010. </li></ul>
  32. 37. <ul><li>HURLEY, Chad. O YouTube matará a TV? Info Exame, São Paulo, n. 283, p 18, set. 2009. Entrevista publicada na seção Mashup. </li></ul><ul><li>PORTAL DO PROFESSOR. Ministério da Educação. Disponível em < http://portaldoprofessor.mec.gov.br >. Acesso em 28 de agosto de 2010. </li></ul><ul><li>TWITTER. Disponível em: < http://www.twitter.com >. Acesso em 21 de agosto de 2010. </li></ul><ul><li>WIKIPÉDIA. Disponível em: < http://www.wikipedia.org >. Acesso em 27 de julho de 2010. </li></ul><ul><li>YOUTUBE. Disponível em: < http://www.youtube.com.br >. Acesso em 16 de agosto de 2010. </li></ul>
  33. 38. OBRIGADA!

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