Fátima Weber Rosas  Letícia Machado  Patricia A. Behar
Trilhas sonoras O que são? Proveniente do termo “trilha sonora” de filmes; Termo   adaptado para o meio educacional; Al...
Funções das trilhas sonoras Motivar; Influenciar estados de ânimo; Auxiliar   na memorização; Remeter a épocas históri...
A composição de            trilhas sonoras busca Favorecer   a criatividade; Favorecer   a consciência rítmica e estétic...
Composição MusicalÉ toda a ação que o sujeito faz ao organizar o material sonoro. Compreende explorações, construções e r...
As trilhas sonoras para MEDs   Utilizam recursos da Web 2.0;   São produzidas com softwares livres;   São criadas atrav...
Afetividade, Aprendizagem                e Música A afetividade é um agente motivador da atividadecognitiva. (Piaget, 200...
Funções da Música  10) Contribuição         1) Expressão emocional;  para a                                              2...
Funções da Música                                       Para acalmar as criançasPara a reprodução cultural                ...
Música e Educação“Conhecer  música não quer dizer escutá-la por  acaso e sim, envolver-se com ela profundamente.”(Swanwic...
Música, Áudio e Trilha Sonora   Termos: “inserir som”; “inserir música”:    Olhar multifacetado numa abordagem    interd...
Música, Áudio e Trilha Sonora    Som e áudio: Referem-se à parte técnica de    gravação no contexto educacional ou não. ...
 Música eletroacústica: A músicaeletroacústica é realizada através deprocedimentos que sintetizam outransformam o som atr...
Alguns formatos de áudioWMA: Windows Media Audio. Arquivo deáudio gerado no Windows Media Player,desenvolvido pelaMicroso...
Algumas ferramentas tocadoras e    geradoras de arquivos de áudioWindows Media Player (player):http://www.baixaki.com.br/...
Como inserir áudio em um MED No Power Point - através do botão inserir ou importar:som, áudio ou objeto; No Movie Maker ...
Trilha Sonora    Trilha sonora - também chamada de música    incidental ou música para filmes. (Sadie, 2001).    Música ...
Funções da música incidental                                            Comunicar emoções; Caracterização de              ...
Música funcionalÉ muito                      Com aplicações extramusicais baseadautilizada nas                      nosemp...
Música para ser ouvida           passiva ou criticamente? Passivamente: A percepção                                  Ex.:...
Uso de Trilhas Sonoras           em MEDs    Duas principais abordagens: Como motivação: Uso da música de forma passiva (i...
Mecanismos de escuta Ouvir: Receber informação auditiva atravésdo sistema auditivo, sem prestar atenção(escuta passiva);...
Exemplos de Trilha Sonorapara objetos de aprendizagem (Oas)         Educação Infantil   Objeto de aprendizagem Práticas C...
A Trilha Sonora                          “Evolução”                        Ensino Superior OA    CompEAD (Competências na...
Exemplo de trilha sonora                  coletiva em OA OA   CompMAP (Mapeando Competências):http://www.nuted.ufrgs.br/o...
Exemplo de trilha sonora                    em OAs OA   CompMUS (Composição Musical Digital):http://www.nuted.ufrgs.br/ob...
Trilhas Sonoras para MEDs Exemplo de uma trilha sonora coletiva feita noJAMSTUDIO e editada no AUDACITYpara o OA CompMUS:...
Trilhas Sonoras para MEDs     A proposta de composição coletiva   de música (trilhas sonoras) para MEDs                   ...
Trilhas Sonoras para MEDs Promover não apenas a escuta passiva damúsica, mas uma audição (apreciação) críticacomo sujeito...
Trilhas Sonoras para MEDs            Construir significados                  Apreciar                            Vivência ...
 Clubcreate/MusicLab:http://remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html Aviary: http://www.aviary.com/   JamStudio:h...
 Conversor de áudio on-line paravários formatos: http://media.io/ Conversor       de áudio: “Switch Sound FileConverter”...
 Captura e edição de áudio: “AUDACITY”:http://audacity.sourceforge.net/ Captura, edição de áudio e sequenciamento:“KRIST...
 Possibilita a publicação de obras on-line e mantém osdireitos do autor, permitindo que outros distribuam a suaobra, desd...
 É uma ferramenta para a composição musical digital on-line; É uma ferramenta para a criação de trilhas sonoras paraMEDs...
Observações ao utilizar áudio ou     construir uma trilha para um MEDA música deve estar de acordo com o público- alvo;A...
Observações ao utilizar áudio ouconstruir uma trilha para um MED Setiver textos escritos, evitar que músicas vocais toque...
Créditos Nome   da música. Nome   do compositor. Procedênciade quem fez a mixagem e/ou edição do som.
Considerações finais O som pode carregar consigo toda uma bagagem  emotiva e interpretativa que o texto escrito nem sempr...
Referências BibliográficasARANTES, V. A. Afetividade e Cognição: Rompendo a dicotomia naeducação. In: VIDETUR, n. 23. Por...
BRASIL. MINISTÉRIO DA CULTURA. Lei 9.610/98. Brasília-DF. Disponívelem: <http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politic...
LONGHI, Magali Teresinha; BEHAR, Patrícia Alejandra e BERCHT, Magda.AnimA-K: recognizing student’s mood during the learni...
Página Web.COMPRARÉ. Extensão de Arquivos. 2009. Disponível em:http://www.comprape.com.br/Dicionario-de-extensao-de-arquiv...
 RODRÍGUEZ, Ángel. A dimensão sonora da linguagem audiovisual.Senac: São Paulo, 2006.RUIZ, Valdete Maria e OLIVEIRA, Mar...
Obrigada pela atenção!
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Apresentação sobre a composição de trilhas sonoras para materiais educacionais digitais (MEDs)

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  • Utilizar players com botões de pause e stop é interessante para o sujeito escolher de quer escutar e ler ao mesmo tempo ou em tempos diferentes.
  • Com a lei 11.769 de agosto de 2008 a música torna-se obrigatória, mas não exclusiva na educação báscia. Com o surgimento da tecnologia MIDI, do mp3 e de tocadores portáteis de música, ocorre uma mudança na experiência musical e na maneira de divulgar a música, tornando-a presente na vida cotidiana. É preciso utilizar esses recursos tecnológicos pedagogicamente, tornando as aulas mais interessantes e criativas. A tecnologia MIDI é um exemplo disso. As informações MIDI não carregam em si, nenhum sinal de áudio. MIDI é um padrão de comunicação de dados criado por diversos fabricantes de instrumentos musicais norte-americanos e japoneses com a finalidade de possibilitar a transferência de informações entre instrumentos musicais e computadores . Atualmente é também utilizado para controle de iluminação e equipamentos de áudio. (Fritsh, 2008). Podemos citar a Web 2.0 aqui...
  • - Relação entre: Afetividade, cognição, motivação e música. A afetividade é um agente motivador da atividade cognitiva. (LONGHI, et al, 2009). A afetividade favorece o raciocínio e a motivação, fator fundamental à aprendizagem. A música procura comunicar experiências conscientes. O som de um instrumento provoca a experiência consciente de altura e timbre, talvez acompanhado de experiências afetivas conscientes. (BHARUCHA et al, 2006) . - Os domínios de estruturas musicais relacionadas a altura, tempo, timbre, gesto, ritmo e métrica também possuem domínios de estruturas não musicais como o afeto e a emoção. Ex.: O uso da dissonância (domínio musical) podendo ser utilizada para suscitar um sentimento de apreensão, de suspense (domínio extramusical), recurso muito utilizado nas trilhas sonoras de filmes. Ex.: 2ª menor do filme: Tubarão. (IBIDEM). Blacking (1987), a partir de estudos etnomusicológicos, diz que a definição de música pode variar dependendo da cultura. Após conviver com uma tribo africana, os venda, Blacking, estudou a cultura desse povo, especialmente sua música. A inteligência musical, portanto, não estaria relacionada somente aos parâmetros musicais.
  • 1) Expressão emocional (é uma das funções que nos interessa) para o contexto educacional. 2) Prazer estético (remete ao belo; à noção do belo, algo mais subjetivo). 3) Divertimento; 4) Comunicação (a música comunica sentimentos; idéias; pensamentos não verbalizados); 5) Representação (representa uma cultura) 6) Reação física ( ao suscitar uma emoção, pode haver uma resposta fisiológica); 7) Impor conformidade (Ex.: Canções de protesto na época da ditadura que foram até censuradas). 8) Validação das normas sociais e dos ritos religiosos (Hinos cívicos; jingles de propaganda política;) 9) Estilos, instrumentos, ritmo de determinada cultura. Ex.: Samba; ver outros exemplos da América Latina. 10) Contrib. para a integração da sociedade (a música tem a propriedade de socializar; oberva-se isso nos jovens).
  • Swanwick (2003) diz que os professores, ao limitar-se às funções sociais da música categorizadas por Merriam perderiam estudantes, pois o foco deve estar nos verdadeiros processos do fazer musical. Contextualização da música com os conteúdos; com a vida cotidiana. A música nos OAs é excelente para integrar música, conteúdos de forma interdisciplinar.
  • Para Swanwick [Ibid.] parte da experiência musical é subjetiva e quase mágica, mas ela brota dos próprios elementos do discurso musical (materiais sonoros, caracterização expressiva, forma e valor). Envolver-se através de atividades de TECLA: Técnica (audição, manipulação de instrumentos, notação simbólica) Execução (tocar, cantar), Composição, Literatura, Apreciação (reconhecer estilos, forma, tonalidade).
  • Cada área possui seus próprios termos e conceitos (seu próprio glossário). Quando lidamos com equipes interdisciplinares ou fazemos uma leitura interdisciplinar, é preciso uma visão aberta, com um olhar multifacetado para um determinado fato ou conceito proveniente de diversas áreas. Ex.: Conceitos como Intensidade sonora, por exemplo, na Física refere-se à amplitude da onda sonora e na área da Música, a alternância de notas de intensidade diferentes refere-se à dinâmica. Pelo senso comum e de acordo com o Dicionário Aurélio da Língua Potuguesa, temos as seguinte definições para áudio e trilha sonora. O termo trilha sonora, tendo o som como matéria prima, visa abranger glossários de várias áreas, não somente da Música.
  • Os termos áudio e som referem-se à parte técnica da gravação e estão presentes no contexto educacional digital . Muitos programas e ferramentas computacionais apresentam esses termos em seus menus, como por exemplo, “ inserir som”, “inserir áudio” ou ainda “importar música ou áudio”. Nesse contexto, o termo música é utilizado como sinônimo de áudio. Entretanto, na área da música , o significado de música é bem mais complexo e bastante discutido, e refere-se à parte artística.
  • -Áudio: abrange todos os outros conceitos citados; -Som: Pode se uma música; uma trilha sonora. -Trilha Sonora: Pode ser uma música; pode ser chamada de áudio também, mas não se refere a sons como pro exemplo ruídos ou narração. -Música: É a combinação artística ou científica dos sons. Às vezes pode ser chamado de som (porém não com o sentido de ruído ou narração); de áudio ou de trilha sonora. Para materiais educacionais digitais prefere-se os termos trilha sonora ou áudio. -Música eletroacústica: É popularmente chamada de música eletrônica.
  • - Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis. Windows Media Player : copia arquivos de áudio de um CD e os armazena em formato wav ou mp3. - Real Player: Abre arquivos rm ou ram. Suporta música online (rádio na Internet). Apresenta largura de banda baixa, por isso, muitas vezes a qualidade é reduzida. -Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • No Power Point utiliza-se o menu “inserir” filme ou som; também pode-se colocar som através do menu “animações” e som de transição (podem ser sons, como ruídos de objetos ou uma música). No movie maker insere-se um som ou áudio através do menu “tarefas” e importar áudio ou música. - Num mapa conceitual feito no CmapTools, insere-se um áudio, vídeo ou uma apresentação, clicando em “Adicionar recursos” ou clicando com o botão direito do mouse sobre um conceito, depois em “Adicionar &amp; Editar Links para Recursos”
  • Na literatura especializada: Trilha Sonora: Também chamada de Música Incidental ou ainda de música para filmes.   Incidental Music has been closely linked with theatre since theatre began. Dance music and song have played important roles in much folk drama. However, the term is not watertight. For one thing, all the constituent elements of incidental music so defined-overture, entr&apos;act, dance, song, chorus, mélodrame, etc.-can also be found in other musical contexts. (SADIE, 2001, p.138). Música incidental: A música tem estado estreitamente ligada ao teatro desde que ele começou. A dança e a música têm desempenhado um papel muito importante no drama popular. No entanto, o termo não é fechado. Por um lado, todos os elementos constitutivos da música incidental, assim definidos: abertura, entrada de ato, dança, música, coral, melodrama, etc., também podem ser encontradas em outros contextos musicais. (SADIE, 2001, p.138). Música de filme (Film Music): Música composta, arranjada, compilada ou improvisada para acompanhar filmes. Na trilha sonora de cinema, a música é gravada em sincronização exata com a imagem projetada. A Música de Cinema está dividida em duas grandes categorias: música contida no âmbito da ação (conhecida também como diegética, source , em tela, intrínseca ou realista), e música de fundo (ampliando o clima da cena e) ou explicando a evolução dramática e aspectos de caráter (termo denominado extra-diegético, ou extrínseco à música [...]). (SADIE, 2001, p.797). - Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para esse autor (Ibid.) a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. Nocko fala sobre os domínios ou aplicações extramusicais da música e efeitos psicofisiológicos, a isso ele chama de música funcional. Música funcional é a música com aplicações extramusicais, baseadas nos efeitos psicofisiológicos provocados pela música no ser humano. Num primeiro momento, o emprego da música funcional em empresas pretendia o aumento da produtividade dos funcionários,[...] para ser ouvida passivamente. Desse modo, a percepção sonora dar-se-á de maneira inconsciente. (BRENNER et al, 2006). Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para Nocko a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. De acordo com compositor sueco de trilhas sonoras para filmes, Johnny Wingstedt (2005) a música para filmes possui várias classes, dentre elas: emotiva, informativa, descritiva, guia, temporal e retórica. Embora a música para filmes não leve a uma audição consciente (apreciação), ela pode oferecer subsídios para os compositores escolherem o material sonoro para suas composições de trilhas sonoras. A música presente em forma de trilhas sonoras em OAs pode ser ouvida de maneira passiva e/ou crítica, de acordo com o contexto, proposta e mediação do professor. Passiva: percepção sonora se dá de maneira inconsciente. Crítica: a percepção sonora se dá de maneira consciente. O aluno foca sua atenção para a música, analisando-a.
  • Na literatura especializada: Trilha Sonora: Também chamada de Música Incidental ou ainda de música para filmes.   Incidental Music has been closely linked with theatre since theatre began. Dance music and song have played important roles in much folk drama. However, the term is not watertight. For one thing, all the constituent elements of incidental music so defined-overture, entr&apos;act, dance, song, chorus, mélodrame, etc.-can also be found in other musical contexts. (SADIE, 2001, p.138). Música incidental: A música tem estado estreitamente ligada ao teatro desde que ele começou. A dança e a música têm desempenhado um papel muito importante no drama popular. No entanto, o termo não é fechado. Por um lado, todos os elementos constitutivos da música incidental, assim definidos: abertura, entrada de ato, dança, música, coral, melodrama, etc., também podem ser encontradas em outros contextos musicais. (SADIE, 2001, p.138). Música de filme (Film Music): Música composta, arranjada, compilada ou improvisada para acompanhar filmes. Na trilha sonora de cinema, a música é gravada em sincronização exata com a imagem projetada. A Música de Cinema está dividida em duas grandes categorias: música contida no âmbito da ação (conhecida também como diegética, source , em tela, intrínseca ou realista), e música de fundo (ampliando o clima da cena e) ou explicando a evolução dramática e aspectos de caráter (termo denominado extra-diegético, ou extrínseco à música [...]). (SADIE, 2001, p.797). Burt afirma que a música para filmes auxilia na caracterização de personagens, tanto individualmente como coletivamente, e das idéias que tenham implicações simbólicas.
  • Schaeffer (1966) citado por Rodríguez (2006) Mecanismos de audição: ouvir; escutar; reconhecer; compreender. Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para esse autor (Ibid.) a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. Nocko fala sobre os domínios ou aplicações extramusicais da música e efeitos psicofisiológicos, a isso ele chama de música funcional. Música funcional é a música com aplicações extramusicais, baseadas nos efeitos psicofisiológicos provocados pela música no ser humano. Num primeiro momento, o emprego da música funcional em empresas pretendia o aumento da produtividade dos funcionários,[...] para ser ouvida passivamente. Desse modo, a percepção sonora dar-se-á de maneira inconsciente. (BRENNER et al, 2006). Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para Nocko a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. De acordo com compositor sueco de trilhas sonoras para filmes, Johnny Wingstedt (2005) a música para filmes possui várias classes, dentre elas: emotiva, informativa, descritiva, guia, temporal e retórica. Embora a música para filmes não leve a uma audição consciente (apreciação), ela pode oferecer subsídios para os compositores escolherem o material sonoro para suas composições de trilhas sonoras. A música presente em forma de trilhas sonoras em OAs pode ser ouvida de maneira passiva e/ou crítica, de acordo com o contexto e mediação do professor. Passiva: percepção sonora se dá de maneira inconsciente. Crítica: a percepção sonroa se dá de maneira consciente. O aluno foca sua atenção para a música, analisando-a.
  • Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. (Nocko escreveu (isto foi dito) no III Fórum de Pesquisa Científica em Arte). Para esse autor (Ibid.) a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. Nocko fala sobre os domínios ou aplicações extramusicais da música e efeitos psicofisiológicos, a isso ele chama de música funcional. Música funcional é a música com aplicações extramusicais, baseadas nos efeitos psicofisiológicos provocados pela música no ser humano. Num primeiro momento, o emprego da música funcional em empresas pretendia o aumento da produtividade dos funcionários,[...] para ser ouvida passivamente. Desse modo, a percepção sonora dar-se-á de maneira inconsciente. (BRENNER et al, 2006). Quanto à função da música na sociedade atual, Nocko (2005) faz uma crítica à música funcional estabelecida pelos publicitários e produtores, e assegurada pelo sistema capitalista. Ele critica a maneira como a música é utilizada pela mídia e pelo comércio em geral, afirmando que o público em geral não possui critérios para avaliar essas manifestações artísticas. Para Nocko a educação seria a principal responsável pelo ensino da linguagem musical visando informar cidadãos críticos, capazes de avaliar as informações que recebem. O autor coloca também que, geralmente, as pessoas que ainda possuem senso estético ou ético são pessoas que possuem um diferencial educacional ou cultural que permite que elas avaliem o que ouvem. De acordo com compositor sueco de trilhas sonoras para filmes, Johnny Wingstedt (2005) a música para filmes possui várias classes, dentre elas: emotiva, informativa, descritiva, guia, temporal e retórica. Embora a música para filmes não leve a uma audição consciente (apreciação), ela pode oferecer subsídios para os compositores escolherem o material sonoro para suas composições de trilhas sonoras. A música presente em forma de trilhas sonoras em OAs pode ser ouvida de maneira passiva e/ou crítica, de acordo com o contexto e mediação do professor. Passiva: percepção sonora se dá de maneira inconsciente. Crítica: a percepção sonora se dá de maneira consciente. O aluno foca sua atenção para a música, analisando-a. Pode acontecer nas aulas de música ou em outras aulas. Depende da proposta pedagógica do professor. Inclusive dá para fazer um trabalho interdisciplinar, de preferência com a presença de alguém da música.
  • Exemplo de escuta Passiva: Trilha Evolução - CompEAD; Exemplo de escuta Ativa: Trilha Pense, tente, invente – Práticas Criativas na Web 2.0
  • O conceito schaefferiano de escuta está diretamente ligado ao conceito perceptivo de atenção . Ouvir: A atenção permanece no estado passivo. Escutar: O receptor passa do ato de ouvir para o ato de escutar quando: - surgem variações no estímulo sonoro e quando existe uma familiaridade com ele. Quanto mais familiar o estímulo que ouvimos, mais fácil será que o escutemos. Escuta analítica é o segundo critério de escuta, onde mudam os objetivos com relação ao tipo de informação que se quer obter do som. Reconhecer: Associar o som a uma fonte sonora, esta fonte sonora pode ser virtual. Encontrar em nossa memória auditiva uma forma semelhante à escutada, que dê explicação sobre a origem dessa que estamos escutando no momento. Compreender: Ir além da identificação da forma e da fonte, produzindo um novo nível de sentido a partir da interpretação daquilo que se escuta. Schaeffer retoma o conceito de um tipo de escuta que François Bayle sugeriu, é a escuta acusmática, isto é, um som é ouvido sem que se revele a fonte de quem o produziu, ou melhor, sem qualquer relação do som com o que é visível, tátil ou mensurável. A experiência da escuta acusmática mostra que grande parte daquilo que acreditamos estar ouvindo é na verdade resultante da experiência visual associada à audição, uma escuta quase automática na qual a cadeia de signos disparada pelo objeto sonoro transforma-se em mensagens complexas. Por esta razão, Schaeffer propõe uma escuta que se atenha unicamente à sonoridade mesma. (Rodrigues, 2002).
  • Esta abordagem visa construir significados; conhecimentos.
  • A princípio esta abordagem é de uma escuta passiva, pois no objeto não há previsão de nenhuma atividade ou desafio com a trilha sonora. Entretanto, pode haver construção de conhecimento através da interação com o texto: Guia da trilha.
  • A princípio esta abordagem é de uma escuta passiva, pois no objeto não há previsão de nenhuma atividade ou desafio com a trilha sonora. Entretanto, pode haver construção de conhecimento através da interação com o texto: Guia da trilha. O guia da trilha também pode ter a função de apenas contextualizar a música ao tema do objeto.
  • Interação com a música: Segundo Piaget (1972) as interações entre os sujeitos e destes com os objetos são importantes, pois só ocorre aprendizagem quando o sujeito interage com o objeto. A interatividade é um dos atributos muito relevantes em relação aos objetos de aprendizagem. Esta interação pode ser desde o simples clicar do mouse (baixa interatividade), ou até mesmo a análise e resolução de problemas, estimulando uma participação mais ativa do aluno, caracterizando assim, uma maior interatividade. Sendo assim, a aprendizagem ocorre quando há uma equilibração, ou seja, quando o sujeito age sobre o objeto, transformando-o. O sujeito age sobre os objetos, modificando-os, ocorrendo uma interiorização dessas ações. Portanto, quanto mais se estimular os vários tipos de memórias (visual, auditiva, física, etc), mais chance de que ocorra uma consolidação e um arquivamento, provocando uma mudança, ou seja, uma aprendizagem.
  • Uma escuta consciente (Schaeffer) é uma escuta crítica. O sujeito avalia o que ouve e escolhe quais materiais musicais ele vai utilizar. Uma trilha sonora inserida num OA em sua forma audível, juntamente com a mediação do professor, pode desafiar e propiciar situações que levam o aluno a pensar e refletir sobre o que ouve, construindo significados, produzindo sons, avaliando, tornando-o assim, um apreciador (que ouve conscientemente) e sujeito ativo no processo de aprendizagem. Vivência sonora: Vai interagir com a música: apreciar, criar sons, interpretar, compor e até mesmo editar, manipular, adicionar efeitos sonoros se houver a possibilidade de download ou se realizar uma (re)gravação da trilha sonora. De acordo com Paz (2000) o compositor e maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos afirmava que a vivência musical e sonora deve acontecer a partir de um deve anteceder o estudo teórico, ensino natural, ou seja, um ensino a partir da vivência sonora, pois, segundo o maestro, para que a música exista, esta precisa ter sentido, alma e vida e a experiência sonora e a familiaridade com os sons distinguindo o que o autor chama de música-papel e música-som. Interação com a música: Segundo Piaget (1972) as interações entre os sujeitos e destes com os objetos são importantes, pois só ocorre aprendizagem quando o sujeito interage com o objeto. A interatividade é um dos atributos muito relevantes em relação aos objetos de aprendizagem. Esta interação pode ser desde o simples clicar do mouse (baixa interatividade), ou até mesmo a análise e resolução de problemas, estimulando uma participação mais ativa do aluno, caracterizando assim, uma maior interatividade. Sendo assim, a aprendizagem ocorre quando há uma equilibração, ou seja, quando o sujeito age sobre o objeto, transformando-o. O sujeito age sobre os objetos, modificando-os, ocorrendo uma interiorização dessas ações. Portanto, quanto mais se estimular os vários tipos de memórias (visual, auditiva, física, etc), mais chance de que ocorra uma consolidação e um arquivamento, provocando uma mudança, ou seja, uma aprendizagem.
  • Vivência sonora:   De acordo com Paz (2000) o compositor e maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos afirmava que a vivência musical e sonora deve acontecer a partir de um ensino natural, ou seja, um ensino a partir da vivência sonora, pois, segundo o maestro, para que a música exista, esta precisa ter sentido, alma e vida e a experiência sonora e a familiaridade com os sons deve anteceder o estudo teórico, distinguindo o que o autor chama de música-papel e música-som. O pesquisador, compositor e educador musical canadense Schafer (1991) foi o pioneiro dessa proposta de vivência sonora, defendendo a filosofia de prestar atenção ao som natural de ambientes. Foi ele que criou o termo “ soundscape ” ou “paisagem sonora”. Schafer leva os estudantes a pensar, ressignificar os conceitos já existentes sobre som, música, ritmo e outros. Schafer encara o som como uma experiência sensorial, onde cada som tem um significado, uma identificação que remete a sensações guardadas no inconsciente, mudando assim, o paradigma da criação musical. Os sons do ambiente são um fenômeno musical que vão do ruído das metrópoles aos sons da natureza como terra, fogo, água e ar. É uma proposta dirigida a músicos e não músicos, independente de faixa etária ou classe social. (Schafer, 1991). Urtado (2008) é também defensor dessa proposta de vivência sonora e acrescenta que os recursos sonoros proporcionam materiais didáticos e os objetos multimídia, ou materiais educacionais digitais, por sua vez, permitem a utilização de tais recursos possibilitando o desenvolvimento de conceitos teóricos a partir da prática e da interatividade. Uma escuta consciente (Muray Schafer, 1991) é uma escuta crítica. O sujeito avalia o que ouve e escolhe quais materiais musicais ele vai utilizar. Uma trilha sonora inserida num OA em sua forma audível, juntamente com a mediação do professor, pode desafiar e propiciar situações que levam o aluno a pensar e refletir sobre o que ouve, construindo significados, produzindo sons, avaliando, tornando-o assim, um apreciador (que ouve conscientemente) e sujeito ativo no processo de aprendizagem. Vivência sonora: Vai interagir com a música: apreciar, criar sons, interpretar, compor e até mesmo editar, manipular, adicionar efeitos sonoros se houver a possibilidade de download ou se realizar uma (re)gravação da trilha sonora. De acordo com Paz (2000) o compositor e maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos afirmava que a vivência musical e sonora deve acontecer a partir de um deve anteceder o estudo teórico, ensino natural, ou seja, um ensino a partir da vivência sonora, pois, segundo o maestro, para que a música exista, esta precisa ter sentido, alma e vida e a experiência sonora e a familiaridade com os sons distinguindo o que o autor chama de música-papel e música-som.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • Audacity: Editor grátis de arquivos de áudio. Nele é possível gravar sons externos, como a voz; realizar mixagens; cortar e colar trechos de músicas; adicionar efeitos; abre arquivos de diversos formatos e exporta como wav, mp3 ou ogg vorbis . - Dentre as ferramentas livres para criar trilhas sonoras pode-se separá-las em categorias (programas usados para tarefas de composição musical): 1º Editores de áudio, partituras e seqüenciadores usados para organizar, auxiliar ao processo de composição. Nesta 1ª categoria citam-se o Audacity ( http://audacity.sourceforge.net/ ) e o Anvil Studio ( http://www.anvilstudio.com/ ). Na 2ª categoria citam-se alguns programas usados para a criação de sons e padrões rítmicos como os programas de criação de plugins, como o Cantabile Lite disponível em: http://www.cantabilesoftware.com/download/ . Nessa 2ª categoria, encontra-se também o JamStudio ( http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm ). O JamStudio é uma ferramenta em forma de website que possui uma parte free e permite criar acompanhamentos ou progressões harmônicas em diferentes ritmos e estilos. Além dos estilos, podem ser escolhidos sons de diversos instrumentos. A ferramenta aceita até oito instrumentos simultâneos e não necessita de prévia instalação. Também há a possibilidade de compartilhar as criações com outras pessoas por e-mails, que direcionam um link para o site, onde a pessoa poderá escutar e colaborar no acompanhamento musical. Possui fácil manuseio, porém não há a possibilidade de salvar os acompanhamentos no computador, eles ficam armazenados somente no site. Há a desvantagem para quem não está familiarizado com cifras e não é possível criar melodias nessa ferramenta, necessitando um teclado ou um instrumento virtual. Se houver a necessidade de criar uma melodia, pode-se utilizar o Cantabile Lite , por exemplo ou cantá-la, utilizando a base harmônica (acompanhamento) do JamStudio, juntamente com um software editor com mais de um canal, como por exemplo, o Audacity. O Audacity é um software editor e gravador de áudio, de código livre. No Audacity é possível abrir arquivos de áudio com diversas extensões como wav , mp3, ogg e outros, e gravar a voz (melodia) ou narração. Através deste software é possível cortar trechos de músicas, realizar colagens e mixagens, normalizar o volume, ou seja, aumentar ao máximo sem causar distorções no som, diminuir o volume gradualmente através do efeito “ fade out ”, aumentar o volume gradualmente através do efeito “ fade in ” e outros. Também é possível exportar o áudio com extensão wav ou até mesmo mp3 após baixar o plugin Lame ( http://www.free-codecs.com/lame_encoder_download.htm ). Ao exportar, ocorre a mixagem, ou seja, a mistura do acompanhamento com a voz gravada. Switch File Sound Converter , programa grátis que converte vários formatos de áudio, e extrai áudio de vídeos; - Freecorder Toolbar , programa grátis que permite o armazenamento de áudio e vídeo de páginas da Web e também realiza a conversão de vários formatos de áudio e vídeo.
  • A partir de duas concepções quanto ao uso de sons em materiais digitais educacionais: 1ª ) De acordo com a Teoria da Carga Cognitiva, os alunos processam as mensagens visuais e auditivas em canais diferentes: o visual e o auditivo. Mayer (2001) citado por Santos e Tarouco (2007), coloca alguns princípios a serem observados ao se construir materiais educacionais digitais, com intuito de diminuir a sobrecarga cognitiva do aluno e potencializar seu aprendizado. Um deles: Princípio de Representação Múltipla: os alunos aprendem melhor quando se combinam palavras e imagens, do que somente a utilização de palavras. Ao utilizar-se narração e animação simultaneamente, dispensa-se o uso de um texto escrito, pois neste contexto seria redundante. 2ª) Rodríguez (2006) baseado em Schaeffer (1966) que fala em níveis de audição, afirma que os sons na linguagem audiovisual, quanto mais familiares forem e quanto mais articulação rítmica houver, maior a probabilidade que o sujeito preste atenção a eles. A Teoria da Carga Cognitiva diz o contrário, que a atenção não deve ser voltada aos sons, mas não estamos utilizando essa Teoria aqui.
  • Utilizar players com botões de pause e stop é interessante para o sujeito escolher de quer escutar e ler ao mesmo tempo ou em tempos diferentes.
  • O som pode carregar consigo toda uma bagagem emotiva e interpretativa que o texto nem sempre consegue transmitir com a mesma intensidade.
  • Composição de trilhas sonoras para MEDs

    1. 1. Fátima Weber Rosas Letícia Machado Patricia A. Behar
    2. 2. Trilhas sonoras O que são? Proveniente do termo “trilha sonora” de filmes; Termo adaptado para o meio educacional; Algumas funções das trilhas sonoras podem seraproveitadas na educação, como:
    3. 3. Funções das trilhas sonoras Motivar; Influenciar estados de ânimo; Auxiliar na memorização; Remeter a épocas históricas;
    4. 4. A composição de trilhas sonoras busca Favorecer a criatividade; Favorecer a consciência rítmica e estética; Inserir a música em materiais educacionais digitais (MEDs);Proporcionar situações onde alunos eprofessores possam criar e produzir suaspróprias trilhas (ou trechos musicais);
    5. 5. Composição MusicalÉ toda a ação que o sujeito faz ao organizar o material sonoro. Compreende explorações, construções e reconstruções das ideias sonoras. (MAFFIOLETTI, 2005).A composição musical digital, cuja sigla é (CMD), consiste na escolha e organização dos sons ao interagir com as ferramentas digitais, de forma a dar um sentido, de acordo com o contexto em que serão empregados.
    6. 6. As trilhas sonoras para MEDs Utilizam recursos da Web 2.0; São produzidas com softwares livres; São criadas através do computador ou de aparelhos digitais: Composição Musical Digital (CMD); A CMD pode ser composta tanto por músicos como ouvintes (apreciadores de música); Promovem uma aprendizagem significativa; Mudança na experiência musical e na maneira de divulgar a música.
    7. 7. Afetividade, Aprendizagem e Música A afetividade é um agente motivador da atividadecognitiva. (Piaget, 2005 citado por Longhi et al, 2009). Emoção, estados de humor ou de ânimo,motivação, sentimento, são termos que dizemrespeito à afetividade. Os domínios de estruturas musicaisrelacionadas a altura, tempo, timbre, gesto, ritmoe métrica também possuem domínios deestruturas não musicais como o afeto e aemoção. (Bharucha et al, 2006).
    8. 8. Funções da Música 10) Contribuição 1) Expressão emocional; para a 2) Prazer estético; integração da sociedade. 3) Divertimento;9) Contribuição para Dez funçõesa continuidade e da músicaestabilidade 4) Comunicação;da cultura; na sociedade: 5) Representação; 8) Validação das instituições 7) Impor conformidade 6) Reação física; sociais e dos rituais religiosos; às normas sociais; (Merriam, 1964, citado por Hummes, 2004).
    9. 9. Funções da Música Para acalmar as criançasPara a reprodução cultural Na escola:O foco educacional tem, acima de Para construirtudo, de estar nos verdadeiros significadosprocessos do fazer musical.Somente então é possível darsentido ao contexto, seja histórico, (Hummes, 2004).social, biográfico, acústico ou (Swanwick, 2003).outro. (Swanwick, 2003).
    10. 10. Música e Educação“Conhecer música não quer dizer escutá-la por acaso e sim, envolver-se com ela profundamente.”(Swanwick, 2003). O importante é saber o que a música é e o que ela pode fazer. (Ibidem).
    11. 11. Música, Áudio e Trilha Sonora Termos: “inserir som”; “inserir música”: Olhar multifacetado numa abordagem interdisciplinar. Ex.: Conceito de SOM proveniente da área da Música; da Física; da Informática. Trilha Sonora: A parte sonora de um filme; o registro obtido mediante um canal de áudio; pista sonora. (Ferreira, 2004).
    12. 12. Música, Áudio e Trilha Sonora Som e áudio: Referem-se à parte técnica de gravação no contexto educacional ou não. Música: Refere-se à parte artística, no contexto educacional ou não. Trilha Sonora de um objeto de aprendizagem pode referir-se à música de um objeto de aprendizagem e, em alguns casos, ao áudio (compreendendo sonorizações, narrações, trechos de músicas, mixagens, etc).
    13. 13.  Música eletroacústica: A músicaeletroacústica é realizada através deprocedimentos que sintetizam outransformam o som através docomputador.(Fritsch, 2008) Música instrumental: Obracomposta para ser executada apenaspor instrumentos. (Ferreira, 2004).  Música vocal: é a música feita para ser cantada por coro ou por um cantor solista. (Wikipedia, 2009).
    14. 14. Alguns formatos de áudioWMA: Windows Media Audio. Arquivo deáudio gerado no Windows Media Player,desenvolvido pelaMicrosoft.WAV: Ou WAVE (waveform ou forma de onda). Arquivo deáudio sem compressão.MP3: MPEG-1/2 Audio Layer 3. Formato de áudio que podeser comprimido em diversas qualidades.MIDI: Musical Instrument Digital Interface. Padrão decomunicação de dados entre instrumentos musicais ecomputadores.OGG: Formato de áudio comprimido com igual ou melhorqualidade que o mp3, reproduzido pelo Winamp.
    15. 15. Algumas ferramentas tocadoras e geradoras de arquivos de áudioWindows Media Player (player):http://www.baixaki.com.br/download/windows-media-player-10-portugues-.htmReal Player (player/conversor):http://www.baixaki.com.br/download/RealPlayer.htmAudacity (gravador/editor/gerador/conversor):http://audacity.sourceforge.net/?lang=ptSwitch File Sound Converter (conversor):http://www.baixaki.com.br/site/dwnld46452.htmFreecorder Toolbar (gravador/player/gerador/conversor);http://www.superdownloads.com.br/download/126/freecorder/Winamp (player ogg/mp3/wav): http://www.winamp.com/
    16. 16. Como inserir áudio em um MED No Power Point - através do botão inserir ou importar:som, áudio ou objeto; No Movie Maker - através do menu“importar áudio ou música”; No CmapTools - adicionar recursos ou adicionar eeditar links para recursos.
    17. 17. Trilha Sonora Trilha sonora - também chamada de música incidental ou música para filmes. (Sadie, 2001). Música incidental: Música composta, arranjada, compilada ou improvisada para acompanhar filmes. (Sadie, 2001). Source music: música contida no âmbito da ação. Música de fundo.
    18. 18. Funções da música incidental Comunicar emoções; Caracterização de mudar uma emoção personagens e Funções (estado de ânimo).idéias (Burt, 1994). (Burt, 1994) (Blanco, s/d). Associação a Ludibriar os Estabelecerdeterminado local espectadores; conotações com ou ambiente. comunicar outras áreas. (Burt, 1994). significados e (Blanco, s/d). pensamentos não verbalizados. (Wingstedt, 2005).
    19. 19. Música funcionalÉ muito Com aplicações extramusicais baseadautilizada nas nosempresas; efeitos psicofisiológicos; Para aumentar a Música funcional: produtividade dos funcionários; Para ser ouvida passivamente (como “pano de fundo”) (Nocko, 2005) (Brenner et al, 2006)
    20. 20. Música para ser ouvida passiva ou criticamente? Passivamente: A percepção Ex.: Música ambiental;se dá de maneira inconsciente. para filmes; funcional; em(Brenner et al, 2006). games; para entretenimento. Criticamente: A percepçãosonora se dá de maneiraconsciente. O ouvinte foca sua Ex.: Aprendizagematenção na música, musical; apreciação; noanalisando-a. contexto educacional.
    21. 21. Uso de Trilhas Sonoras em MEDs Duas principais abordagens: Como motivação: Uso da música de forma passiva (influenciando estados de ânimo); Como construtora de conhecimentos e significados (dependendo da proposta pedagógica do professor. Ex.: Composição coletiva).
    22. 22. Mecanismos de escuta Ouvir: Receber informação auditiva atravésdo sistema auditivo, sem prestar atenção(escuta passiva); Escutar: Dedicar atenção ao som demaneira ativa, com vontade de identificá-lo ouinterpretá-lo; Reconhecer: Identificar uma forma sonora eassociá-la a uma fonte; Compreender: Obter a informação final queno ato da escuta, procuramos no som.Interpretar o que foi escutado e reconhecido.( Schaeffer, 1966 citado por Rodríguez, 2006).
    23. 23. Exemplos de Trilha Sonorapara objetos de aprendizagem (Oas) Educação Infantil Objeto de aprendizagem Práticas Criativas na Web 2.0: http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2009/criativas/inde Trilha sonora: “Pense, tente, invente” : Letra:
    24. 24. A Trilha Sonora “Evolução” Ensino Superior OA CompEAD (Competências na EAD):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2009/compead/index.html Trilha sonora: Evolução: Metáforas: Linha do tempo e alvo. Possibilidade de download para posteriorreutilização.
    25. 25. Exemplo de trilha sonora coletiva em OA OA CompMAP (Mapeando Competências):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2010/compmap/ Ouça: Guia da Trilha: Trilha composta com sons do CODES e do JAMSTUDIO
    26. 26. Exemplo de trilha sonora em OAs OA CompMUS (Composição Musical Digital):http://www.nuted.ufrgs.br/objetos_de_aprendizagem/2011/CompMUS/
    27. 27. Trilhas Sonoras para MEDs Exemplo de uma trilha sonora coletiva feita noJAMSTUDIO e editada no AUDACITYpara o OA CompMUS:Ex.: Trilha “Movimento” (módulo 3):
    28. 28. Trilhas Sonoras para MEDs A proposta de composição coletiva de música (trilhas sonoras) para MEDs busca: Promover interações sociais e trabalho colaborativo; Aumentar o grau de interatividade com oobjeto de aprendizagem; Possibilitar a familiaridade com os sons ecom a música; Incentivar o cumprimento da Lei 9610/98;
    29. 29. Trilhas Sonoras para MEDs Promover não apenas a escuta passiva damúsica, mas uma audição (apreciação) críticacomo sujeito ativo no processo deaprendizagem; Favorecer a vivência sonora através dainteração com a música, envolvendoo sujeito cognitiva e afetivamente(audição, composição, contextualização).
    30. 30. Trilhas Sonoras para MEDs Construir significados Apreciar Vivência Sonora Criar sonsRefletir sobre os sons Interpretar sons Adicionar efeitos sonoros Editar, manipular sons
    31. 31.  Clubcreate/MusicLab:http://remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html Aviary: http://www.aviary.com/ JamStudio:http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm CODES: http://gia.inf.ufrgs.br/CODES3/# Cantabile Lite:http://www.cantabilesoftware.com/download/
    32. 32.  Conversor de áudio on-line paravários formatos: http://media.io/ Conversor de áudio: “Switch Sound FileConverter”:http://www.baixaki.com.br/site/dwnld43887.htm Ferramenta para cortar áudio: “mp3cut”:http://pt.mp3cut.net/
    33. 33.  Captura e edição de áudio: “AUDACITY”:http://audacity.sourceforge.net/ Captura, edição de áudio e sequenciamento:“KRISTAL Audio Engine”:http://busca.superdownloads.com.br/busca/kristal.html Captura, edição de áudio e sequenciamento:“Acid”: http://www.superdownloads.com.br/download/19/acid-xpress/ Captura de áudio e vídeo: “Freecorder”:http://www.baixaki.com.br/download/freecorder.htm
    34. 34.  Possibilita a publicação de obras on-line e mantém osdireitos do autor, permitindo que outros distribuam a suaobra, desde que façam referência, nas condiçõesespecificadas pelo autor:http://creativecommons.org/choose/?lang=pt Creative Commons Brasil: http://www.creativecommons.org.br/ Licenças de áudio:http://www.creativecommons.org.br/index.php?option=com_content&task=vie Website com sons (samples ou amostras) livres:http://www.freesound.org/
    35. 35.  É uma ferramenta para a composição musical digital on-line; É uma ferramenta para a criação de trilhas sonoras paraMEDs; MusicLab: remixer.clubcreate.com/v2/musiclab/launch.html
    36. 36. Observações ao utilizar áudio ou construir uma trilha para um MEDA música deve estar de acordo com o público- alvo;A música deve estar contextualizada (de acordo com o conteúdo); Sonsassociados à imagens poderão ser utilizados, desde que estejam ligados ao conteúdo;
    37. 37. Observações ao utilizar áudio ouconstruir uma trilha para um MED Setiver textos escritos, evitar que músicas vocais toquem ao mesmo tempo; Nãoutilizar narração com texto na tela, simultaneamente; Editar o áudio, evitando cortes repentinos da música.
    38. 38. Créditos Nome da música. Nome do compositor. Procedênciade quem fez a mixagem e/ou edição do som.
    39. 39. Considerações finais O som pode carregar consigo toda uma bagagem emotiva e interpretativa que o texto escrito nem sempre consegue transmitir com a mesma intensidade. A música presente em MEDs, com a mediação do professor, pode levar à construção de conhecimentos musicais a partir da audição crítica e da interatividade. Nessa audição crítica ou escuta consciente, o sujeito não é apenas passivo (recebe as informações prontas), mas construtor de significados e do próprio conhecimento.
    40. 40. Referências BibliográficasARANTES, V. A. Afetividade e Cognição: Rompendo a dicotomia naeducação. In: VIDETUR, n. 23. Porto/Portugal: Mandruvá, 2003.BEHAR, Patrícia e colaboradores. Modelos Pedagógicos em Educação aDistância. Ed. Artmed, Porto Alegre, 2009.BEHAR, Patrícia Alejandra e TORREZZAN, Cristina Alba. Metas do designpedagógico: um olhar na construção de materiais educacionais digitais.Revista Brasileira de Informática na Educação, Volume 17, Número 3,2009. Disponível em:<http://www.br-ie.org/pub/index.php/rbie/article/viewFile/1023/1015>. Acesso em13 mai. de 2010. BURT, G. The Art of Film Music. Northeastern University Press. EUA.1994.BENENZON, Rolando O. Manual de Musicoterapia. Tradução deClementina Nastari. Rio de Janeiro: Enelivros, 1985.BHARUCHA, Jamshed J.; CURTIS, Meagan e PAROO, Kaivon. Varietis ofmusical experience. Tufts Ubiversity, Medford, MA 02155, USA. 2006.BLACKING, John. Music Children’s Cognitive and Affective Development:Problems posed ethnomusical research. In: WILSON, Frank &ROEHMANN, Franz L. Music and child development. Proceedings of theDenver Conference, 1987. P.68-78.
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    45. 45. Obrigada pela atenção!

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