Alvenarias luiz sergio franco

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Cuidados Alvenaria

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Alvenarias luiz sergio franco

  1. 1. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 1Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 1 Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil AULA 3 ALVENARIAS:ALVENARIAS: EXECUÇÃO,EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLEPLANEJAMENTO E CONTROLE Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil O QUE SIGNIFICA RACIONALIZAR ? OTIMIZAR AS ATIVIDADES QUE AGREGAM VALOR ELIMINAR AS ATIVIDADES QUE NÃO AGREGAM VALOR DIVISÃO EM ETAPAS: –MARCAÇÃO –ELEVAÇÃO DA ALVENARIA –FIXAÇÃO DA ALVENARIA PRODUÇÃO DA ALVENARIA Locação precisa de todas as paredes; Abrir frente para grande produtividade Preparar uma ligação adequada com a estrutura Correção de erros de nivelamento das lajes Decidir como corrigir erros de execução da estrutura Controlar antes da continuidade dos serviços MARCAÇÃO E PREPARAÇÃO Uso de equipamentos e técnicas para incrementar a produtividade É necessário o planejamento das atividades Controle contínuo da execução ELEVAÇÃO DA ALVENARIA Técnicas para a adequada ligação com a estrutura Permitir a acomodação das deformações internas da parede (retração da argamassa) Evitar que parcelas significativas da deformação das estruturas sobrecarreguem as paredes FIXAÇÃO DA ALVENARIA
  2. 2. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 2Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 2 MARCAÇÃO E PREPARAÇÃO EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS Locar com precisão; Proporcionar prumo, planeza, nivelamento; Proporcionar regularidade das juntas; Eliminar desperdícios; Eliminar retrabalho. MARCAÇÃO DA ALVENARIA
  3. 3. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 3Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 3 “a precisão da alvenaria é muito influenciada pela precisão com que se executa a estrutura” MARCAÇÃO DA ALVENARIA MARCAÇÃO DA ALVENARIA REFERENCIAS NO PROJETO Arquitetura Estrutura Instalações Esquadrias Impermeabilização PROJETO DE ALVENARIAPROJETO DE ALVENARIAPROJETO DE ALVENARIAPROJETO DE ALVENARIA REFERENCIAS NA OBRA Eixos transferidos das lajes Elementos estruturais Prumo das fachadas MARCAÇÃO DA ALVENARIA ESTRUTURA PROJETADA ESTRUTURA EXECUTADA VERFICAR a estrutura DECIDIR como intervir CONTROLE DE PRODUÇÃO MARCAÇÃO DA ALVENARIA A VIGA ABRIU !!!! MARCAÇÃO DA ALVENARIA SOBRESPESSURA DO REVESTIMENTO EM TODA A FACHADA SOBRESPESSURA DO REVESTIMENTO E DIMINUIÇÃO DAS DIMENSÕES INTERNAS MARCAÇÃO DA ALVENARIA
  4. 4. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 4Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 4 DESCASCAR A VIGA OU PASSAR O REVESTIMENTO COM MENOR ESPESSURA SOBRE ELA MARCAÇÃO DA ALVENARIA LOCAÇÃO ERRADA DA ESTRUTURA MARCAÇÃO DA ALVENARIA SOBRESPESSURA DO REVESTIMENTO DIMINUIÇÃO DAS DIMENSÕES INTERNAS MARCAÇÃO DA ALVENARIA AUMENTAR A ESPESSURA DO REVESTIMENTO SOBREA VIGA MARCAÇÃO DA ALVENARIA DIRETRIZES Minimizar erros da estrutura Manter esquadro da parede Evitar enchimento nos revestimentos Descascando parte do substrato Reposicionando as paredes Prioridade para o revestimento de fachada PREVENÇÃO Cuidados com o sistema de fôrmas Controle de execução da estrutura Cuidados com sistema de locação Prever detalhes construtivos na fachada Frisos e projeções Pingadeiras Peitoris
  5. 5. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 5Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 5 CUIDADOS!!! Banheiros de pequenas dimensões Ambientes com revestimentos modulares Caixas de escada Regiões de batentes envolventes Contramarcos pré-moldados PREPARAÇÃO AUMENTO DA LIGAÇÃO DA ALVENARIA COM A ESTRUTURA Limpeza da poeira e sujeira Remoção de argamassa sobre a laje Escarificação ou “chapisco” dos pilares, vigas e lajes, em contato com a alvenaria Tradicional Argamassa industrializada para chapisco Chapisco rolado PREPARAÇÃO PREPARAÇÃO PREPARAÇÃO Ligação da alvenaria com a estrutura por meio de dispositivos: – “Telas Metálicas Posições definidas em projeto PREPARAÇÃO
  6. 6. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 6Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 6 PREPARAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO REFERENCIAL: –Projeto de alvenaria ou arquitetura; –Eixos demarcados nas lajes; –Saída das fachadas. EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO NIVELAMENTO: – nível “alemão”; – nível a “laser” POSICIONA-SE E NIVELA-SE INICIALMENTE OS BLOCOS “CHAVES” – cantos das paredes – encontros – posição das aberturas MARCAÇÃO COM FAIXA DE ARGAMASSA – lajes com rebaixos muito grandes – lajes com muito erro de nivelamento EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO
  7. 7. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 7Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 7 EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS –Distribuir inicialmente sem assentar –Assentar com blocos chave de referência –Conferir com alinhamento da estrutura –Juntas preenchidas para evitar deslocamento EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO
  8. 8. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 8Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 8 EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO POSICIONAMENTO DAS PASSAGENS DE INSTALAÇÕES POSICIONAMENTO DE BATENTES ENVOLVENTES POSICIONAMENTO DE ESCANTILHÕES EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO EXECUÇÃO DA MARCAÇÃO
  9. 9. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 9Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 9 ELEVAÇÃO EQUIPAMENTOS AUXILIARES: – ANDAIME METÁLICO DESMONTÁVEL – CAIXA DE ARGAMASSA COM AUTURA REGILÁVEL – CORTE DE BLOCOS – GABARITOS PARA PORTAS E JANELAS – CARRINHO PARA TRANSPORTE DE BLOCOS – CARRINHO PARA TRANSPORTE DA ARGAMASSA ELEVAÇÃO ANDAIMES ANDAIMES CAIXA DE ARGAMASSA DEFINIÇÃO DA GEOMETRIA DA PAREDE: – “CASTELOS” NOS CANTOS DAS PAREDES – LINHA DE PEDREIRO – RÉGUAS DE PRUMO – ESCANTILHÕES (RECOMENDADO) ELEVAÇÃO
  10. 10. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 10Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 10 CASTELO + LINHA RÉGUA COM NÍVEL ELEVAÇÃO DA ALVENARIA USO DO ESCANTILHÃO –Ajuste do prumo em duas direções –Ajuste do nível com a fiada de demarcação –Elevada produtividade USO DO ESCANTILHÃO USO DO ESCANTILHÃO USO DO ESCANTILHÃO
  11. 11. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 11Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 11 ELEVAÇÃO DA ALVENARIA ASSENTAMENTO DOS BLOCOS Junta moldada com dois cordões USO DE BISNAGA, RÉGUA OU MEIA-CANA USO DA BISNAGA Junta moldada com dois cordões Aumento da estanqueidade Dificuldade inicial de implantação Necessidade de argamassa adequada Maior regularidade na definição da espessura ELEVAÇÃO DA ALVENARIA USO DA BISNAGA USO DA BISNAGA USO DA RÉGUA OU MEIA-CANA Mais facilmente adaptada à mão-de- obra Formação de dois cordões Espessura menos regular (que a bisnaga) Não oferece risco de LER ELEVAÇÃO DA ALVENARIA USO DA RÉGUA
  12. 12. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 12Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 12 USO DA MEIA-CANA ASSENTAMENTO – FEITO FIADA A FIADA, SEGUINDO AS ELEVAÇÕES DO PROJETO – GARANTIR O COMPLETO PREENCHIMENTO NA LIGAÇÃO COM O PILAR – DEVEM SER EXECUTADOS TODOS OS DETALHES CONSTRUTIVOS PRESENTES NO PROJETO ELEVAÇÃO ELEVAÇÃO FIADA A FIADA GARANTIR O PREENCHIMENTO NA LIGAÇÃO COM O PILAR EXECUÇÃO DOS DETALHS CONSTRUTIVOS ASSENTAMENTO – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DEVEM ACOMPANHAR O ASSENTAMENTO, PASSANDO PELO VAZADO DOS BLOCOS – EMBUTIMENTO PRÉVIO DE CAIXAS – O CONTROLE DEVE SER CONTÍNUO DURANTE A ELEVAÇÃO ELEVAÇÃO
  13. 13. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 13Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 13 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EMBUTIMENTO PRÉVIO DE CAIXAS CONTROLE CONTÍNUO CONTROLE CONTÍNUO EXECUÇÃO DE REFORÇOS NAS ABERTURAS – MOLDADOS NO LOCAL COM BLOCOS CANALETAS – PRÉ-MOLDADOS •Cuidado com o peso •Padronização dos vãos •Central de pré-moldados na obra ELEVAÇÃO MOLDADAS NO LOCAL COM BLOCO CANALETA
  14. 14. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 14Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 14 PRÉ-MOLDADAS PRÉ-MOLDADAS PRÉ-MOLDADAS ELEVAÇÃO DA ALVENARIA PROSSEGUE ATÉ DEIXAR-SE ESPAÇO PARA A EXECUÇÃO DA FIXAÇÃO: – NÃO EMPREGAR COMPONENTE DE MENOR RESISTÊNCIA ELEVAÇÃO ESPAÇO NECESSÁRIO PARA A FIXAÇÃO: 2 a 2,5 cm FIXAÇÃO
  15. 15. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 15Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 15 FIXAÇÃO DA ALVENARIA TIPOS DE FIXAÇÃO –LIGAÇÃO RÍGIDA –LIGAÇÃO NÃO RÍGIDA –LIGAÇÃO FLEXÍVEL RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA ALVENARIA PARTICIPA DA ESTRUTURA LIGAÇÃO RÍGIDA RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA ALVENARIA LIGADA À ESTRUTURA LIGAÇÃO NÃO RÍGIDA DEFOR- MAÇÕES BAIXAS RELACIONAMENTO COM A ESTRUTURA ALVENARIA DESVINCULADA DA ESTRUTURA LIGAÇÃO FLEXÍVEL FIXAÇÃO DA ALVENARIA FIXAÇÃO RÍGIDA –ENCUNHAMENTO COM TIJOLOS MACIÇOS –ENCUNHAMENTO COM CUNHAS DE CONCRETO –USO DE ARGAMASSA COM EXPANSOR TIJOLO “BATIDO” LIGAÇÃO RÍGIDA
  16. 16. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 16Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 16 LIGAÇÃO RÍGIDA CUNHA DE CONCRETO LIGAÇÃO RÍGIDA LIGAÇÃO RÍGIDA ARGAMASSA COM EXPANSOR LIGAÇÃO RÍGIDA FIXAÇÃO DA ALVENARIA FIXAÇÃO NÃO RÍGIDA – ESPAÇO NECESSÁRIO DE 1,5 cm a 2,5 cm – FAZER A FIXAÇÃO UTILIZANDO TAMBÉM 2 CORDÕES DE ARGAMASSA – É OBRIGATÓRIO O USO DE BISNAGA NESTA INTERFACE – PODE-SE EMPREGAR UMA ARGAMASSA ESPECIAL COM ALTA ADERÊNCIA LIGAÇÃO NÃO RÍGIDA
  17. 17. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 17Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 17 LIGAÇÃO NÃO RÍGIDA FIXAÇÃO DA ALVENARIA FIXAÇÃO FLEXÍVEL –USO DE MATERIAIS ELASTOMÉRICOS (ESPUMA DE POLIURETANO, MÁSTIQUES) –DEIXA-SE JUNTA NO REVESTIMENTO –CUIDADO COM A ESTANQUEIDADE NAS FACHADAS LIGAÇÃO FLEXÍVEL Limitador de profundidade “selante” LIGAÇÃO FLEXÍVEL PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO O PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO É ESSENCIAL PARA OBTENÇÃO DE ALTA PRODUTIVIDADE NA ALVENARIA ATUALMENTE, OS CUSTOS LIGADOS À MÃO DE OBRA SÃO MUITO SIGNIFICATIVOS. É POSSÍVEL UM AUMENTO SIGNIFICATIVO DA PRODUTIVIDADE – PASSAR DE 1,2 HH/Aparece= 2,5 HH/Apelante ALVENARIA “PERDULÁRIA” – PARA - 0,25 a 0,5 HH/Aparece = 0,5 a 1,0 HH/Apelante, ALVENARIA RACIONALIZADA
  18. 18. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 18Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 18 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO INDISPONIBILIDADE DE EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS PARA INCREMENTO DA PRODUTIVIDADE: – carrinhos – caixas de argamassa – escantilhão – andaimes – ferramentas adequadas PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO INDISPONIBILIDADE DE EQUIPAMENTOS PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO FALTA DE TREINAMENTO DA MÃO-DE-OBRA – A MÃO DE OBRA NÃO PRECISA SER REQUALIFICADA (COMO EM OUTROS PROCESSOS CONSTRUTIVOS), MAS APENAS TREINADA, PARA FAZER AQUILO QUE JÁ CONHECE, COM NOVAS DIRETRIZES E FERRAMENTAS – A MÃO-DE-OBRA DEVE ESTAR MOTIVADA PARA A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS • incentivos e premiação • reconhecimento • condições do canteiro (limpeza, higiene, etc..) • segurança do trabalho PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO TREINAMENTO DA MÃO-DE-OBRA PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DESORGANIZAÇÃO E FALTA DE LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO NO CANTEIRO – tempos de espera (improdutivos) muito grandes, por componentes ou materiais ou equipamentos que não estão à mão – movimentação indevida de materiais e componentes – interferência entre serviços – equipe de apoio (ajudantes) insuficientes, mal orientados ou mal distribuídos PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DESORGANIZAÇÃO E FALTA DE LOGÍSTICA xx
  19. 19. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 19Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 19 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO FALTA DE PROJETO DE PRODUÇÃO DA ALVENARIA – TEMPO DE ESPERA (NÃO PRODUTIVO), AGUARDANDO PARA SABER COMO FAZER – FALTA DE “TERMINALIDADE” DOS SERVIÇOS – RETRABALHOS CONSTANTES – INTERFERÊNCIA ENTRE SUBSISTEMAS – RETIFICAÇÃO DE SERVIÇOS MAL EXECUTADOS (por exemplo relocação das saídas de elétrica) PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO FALTA DE PROJETO DE PRODUÇÃO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO FALTA DE SUPERVISÃO E CONTROLE – SERVIÇOS EXECUTADOS ERRONEAMENTE – NECESSIDADE DE REPAROS E ENCHIMENTOS – RETRABALHOS CONSTANTES PRINCIPAIS CAUSAS DA FALTA DE PRODUTIVIDADE: PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS A QUANTIFICAÇÃO DE TODOS OS COMPONENTES, SEUS SUBMÓDULOS, COMPONENTES ESPECIAIS, PRÉ-MOLDADOS, CONSUMO DE ARGAMASSA, ETC DEVEM ESTAR NO PROJETO DE PRODUÇÃO, DE PREFERÊNCIA EXPRESSO POR PAVIMENTO TIPO. A FALTA DE QUALQUER COMPONENTE, REPRESENTA IMPROVISAÇÃO EM OBRA, QUE GERALMENTE LEVA A PERDA DE DESEMPENHO E PRODUTIVIDADE. DEVEM SER PROVIDENCIADOS OS EQUIPAMENTOS PARA PERMITIR UMA MAIOR PRODUTIVIDADE DA MÃO DE OBRA (construtora ou empreiteiro) PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS QUANTIFICAÇÃO
  20. 20. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 20Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 20 PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COMPONENTES, SEUS SUBMÓDULOS COMPONENTES ESPECIAIS PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PRÉ-MOLDADOS E DEMAIS COMPONENTES PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS: ANDAIMES PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS: CAIXA DE ARGAMASSA PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS: ESCANTILHÃO PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS: BISNAGA OU RÉGUA
  21. 21. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 21Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 21 PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS EQUIPAMENTOS: RÉGUA COM PRUMO E NÍVEL PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: EQUIPES E TREINAMENTO A MONTAGEM DAS EQUIPES DEVE SER FEITA COM BASE NAS CARACTERÍSTICAS DA OBRA A CONSTRUIR, DO CRONOGRAMA E DA APROPRIAÇÃO DE PRODUTIVIDADE FEITA EM OUTRAS OBRAS DA EMPRESA – EQUIPES SUBDIMENSIONADAS LEVAM AO ATRASO DA OBRA E PERDA DE PRODUTIVIDADE POR ESPERA – EQUIPES SUPERDIMENSIONADAS LEVAM A DIMINUIÇÃO DE PRODUTIVIDADE POR INTERFERÊNCIA ENTRE PROFISSIONAIS, FALTA DE FRENTES DE SERVIÇO, DIFICULDADE DE LIDERANÇA O TREINAMENTO DEVE SER REALIZADO POR PROFISSIONAIS QUALIFICADOS, NAS TÉCNICAS E EQUIPAMENTOS QUE SERÃO EMPREGADOS PARA A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS. CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE ARGAMASSA – SE FOR INDUSTRIALIZADA PODE SER PRODUZIDA NO PAVIMENTO (não necessita de controle de dosagem) – SE FOR DOSADA EM OBRA É RECOMENDÁVEL QUE SEJA CENTRALIZADA VERIFICAR SOBRECARGA NOS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE DE PRÉ-MOLDADOS DE BLOCOS ELÉTRICOS E BLOCOS ESPECIAIS CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE ARGAMASSA DOSADA EM OBRA
  22. 22. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 22Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 22 CENTRAIS DE PRODUÇÃO DE PRÉ-MOLDADOS CENTRAIS DE PRODUÇÃO BLOCOS ELÉTRICOS E BLOCOS ESPECIAIS PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO RECEBIMENTO DOS BLOCOS PREFERIVELMENTE PALETIZADOS PARA TRANSPORTE: – EM MINI-PALETES PARA TRANSPORTE COM CARRINHO MANUAL – EM PALETES GRANDES PARA TRANSPORTE COM CARROS PORTA PALETE OU GRUAS RECEBIMENTO E TRANSPORTE DOS BLOCOS MINI-PALETES CARROS PORTA PALETE RECEBIMENTO E TRANSPORTE DOS BLOCOS
  23. 23. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 23Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 23 GRUAS RECEBIMENTO E TRANSPORTE DOS BLOCOS LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO A ESTOCAGEM DEVE SER FEITA EM LOCAIS PREPARADOS: – LOCALIZADOS DE FORMA A MINIMIZAR AS DISTÂNCIAS DE TRANSPORTE – LOCAIS PLANOS E COM PISO BEM ACABADO PARA PERMITIR A ROLAGEM DE CARRINHOS (transporte manual) – LOCAIS ISOLADOS DO SOLO (cimentado ou colchão de brita), PROTEGIDO DE INTEMPÉRIES – SEPARADOS POR TIPO DE BLOCO (bloco, meio- bloco, canaleta, submódulos, etc.) ESTOCAGEM ESTOCAGEM LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DEVE-SE PLANEJAR A DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO EM FUNÇÃO DO CONSUMO NO PAVIMENTO DISTRIBUÍDO SEGUNDO AS POSIÇÕES DAS PAREDES VERIFICANDO-SE A INTERFERÊNCIA ENTRE A EXECUÇÃO DAS PAREDES E O CAMINHO DOS PALETES VERIFICAR (COM O PROJETISTA DE ESTRUTURA) A SOBRECARGA NAS LAJES TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO
  24. 24. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 24Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 24 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO DOS BLOCOS NO PAVIMENTO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PEDIDO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS COM ANTECEDÊNCIA ADEQUADA MONTAGEM DAS EQUIPES E TREINAMENTO MONTAGEM DE CENTRAIS DE PRODUÇÃO DEFINIÇÃO DA LOGÍSTICA DE RECEBIMENTO DOS MATERIAS, ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO (principalmente dos blocos de concreto) DEFINIÇÃO DA SEQÜÊNCIA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ITENS IMPORTANTES DO PLANEJAMENTO: SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS ESTABELECER UMA SEQÜÊNCIA EXECUTIVA QUE ATENDA AOS SEGUINTES OBJETIVOS: PERMITA EXISTIR ETAPAS DE CONTROLE E LIBERAÇÃO PARCIAIS DO SERVIÇO – SEPARAR A MARCAÇÃO DA ELEVAÇÃO PERMITA A DISSIPAÇÃO DA RETRAÇÃO INICIAL DAS PAREDES – PRAZO MÍNIMO ENTRE ELEVAÇÃO E FIXAÇÃO DA ALVENARIA DE 2 SEMANAS PROCURE MINIMIZAR A TRANSFERÊNCIA DE DEFORMAÇÃO ENTRE ESTRUTURA E ALVENARIA ATENDA O CRONOGRAMA DA OBRA DIRETRIZES: – RETARDAR AO MÁXIMO A FIXAÇÃO; – COLOCAR ANTES TODA A CARGA PERMANENTE POSSÍVEL; • executar o contrapiso antes da alvenaria – EXECUTAR A ALVENARIA DOS PAVIMENTOS SUPERIORES PARA OS INTERIORES; SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS
  25. 25. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 25Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 25 DIRETRIZES: –ter no mínimo 2 a 3 pavimentos acima com a estrutura já executada; –ter o maior número possível de pavimentos com a alvenaria já executada antes da fixação SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS Se não for possível a execução de toda a estrutura antes da alvenaria (a maioria dos casos), a seqüência de execução e fixação poderá ser executada em grupos de pavimento SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS executada em grupos de pavimento executada em grupos de pavimento por exemplo de 4 em 4 pavimentos SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 6o. INÍCIO DA MARCAÇÃO por exemplo de 4 em 4 pavimentos SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 8o. MARCAÇÃO NO 6o. ALVENARIA DO 4o. PARA O 1o.
  26. 26. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 26Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 26 por exemplo de 4 em 4 pavimentos SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 12o. MARCAÇÃO NO 10o. ALVENARIA DO 8o. PARA O 5o. FIXAÇÃO DO 4o. PARA O 1o. por exemplo de 4 em 4 pavimentos SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 16o. MARCAÇÃO NO 14o. ALVENARIA DO 12o. PARA O 9o. FIXAÇÃO DO 8o. PARA O 5o. por exemplo de 4 em 4 pavimentos SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 18o. MARCAÇÃO NO 16o. ALVENARIA DO 16o. PARA O 13o. FIXAÇÃO DO 12o. PARA O 9o. por exemplo de 4 em 4 pavimentos SEQÜÊNCIA DOS SERVIÇOS EDIFÍCIO DE 18 PAVIMENTOS ESTRUTURA NO 18o. MARCAÇÃO NO 18o. ALVENARIA NO 18o. FIXAÇÃO DO 18o. PARA O 10 o. CONTROLE DA DA QUALIDADE DA ALVENARIA DE VEDAÇÃO CONTROLE DA QUALIDADE (ISO) TÉCNICAS E ATIVIDADES OPERACIONAIS EMPREGADAS PARA SATISFAZER ÀS NECESSIDADES ESPECIFICADAS DA QUALIDADE
  27. 27. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 27Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 27 CONTROLE DE RECEBIMENTO (CR) (MEDIÇÃO) Conjunto de verificações destinadas a comprovar se o produto atende a padrões previamente estabelecidos nas especificações e no projeto da obra (NBR 8798/1985) VERIFICAR CONFORMIDADE CONTROLE DE PRODUÇÃO (CP) (INSPEÇÃO) Conjunto de operações que permite ao produtor manter a qualidade do produto dentro de padrões pré-estabelecidos (NBR 8798/1985) CORRIGIR DISTORÇÕES NO PROCESSO GARANTIR A QUALIDADE DAS PAREDES CONTROLE DE RECEBIMENTO DOS MATERIAIS BLOCOS – resistência mínima 2,5 MPa – aspecto visual – dimensões – formato (bloco com 2 vazados) – controle do tempo de produção (estoque) ARGAMASSA – prazo de validade – resistência de aderência (escolha) – características tecnológicas CONTROLE DE RECEBIMENTO DOS MATERIAIS PRECISÃO DIMENSIONAL CONTROLE DE RECEBIMENTO DOS MATERIAIS RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO MÍNIMA DE 2,5 MPa CONTROLE DE RECEBIMENTO DOS MATERIAIS
  28. 28. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 28Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 28 CONTROLE DE PRODUÇÃO E RECEBIMENTO DOS SERVIÇOS MARCAÇÃO ELEVAÇÃO FIXAÇÃO Chapisco das estruturas e colocação de reforços Alinhamento das paredes Nivelamento da primeira fiada Esquadro de ambientes Distribuição dos blocos – Conforme o projeto – Nas ligações – “especiais” – Passagens de tubulações CONTROLES DA MARCAÇÃO CONTROLES DA MARCAÇÃO Chapisco das estruturas e colocação de reforços CONTROLES DA MARCAÇÃO Alinhamento das paredes CONTROLES DA MARCAÇÃO Nivelamento da primeira fiada CONTROLES DA MARCAÇÃO Esquadro de ambientes
  29. 29. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 29Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 29 CONTROLES DA MARCAÇÃO Distribuição dos blocos CONTROLES DA ELEVAÇÃO CONTROLE DA PRODUÇÃO Características de rápida verificação; objetivo: correção de falhas; realizado por equipes em momentos aleatórios; CONTROLES DA ELEVAÇÃO CONTROLE DA PRODUÇÃO características a serem controladas: – prumo e planicidade – nivelamento e espessura das fiadas (visual) – aspectos da alvenaria: regularidade, limpeza, preenchimento das juntas (visual); – colocação dos reforços – embutimento das instalações CONTROLES DA ELEVAÇÃO prumo e planicidade CONTROLES DA ELEVAÇÃO nivelamento, espessura das fiadas e aspectos da alvenaria CONTROLES DA ELEVAÇÃO CONTROLE DE RECEBIMENTO Objetivo: conformidade; Medições realizadas com precisão; Pode ser realizado em todas as paredes.
  30. 30. UFBA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 3 – ALVENARIAS: EXECUÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE 30Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 30 CONTROLES DA ELEVAÇÃO CONTROLE DE RECEBIMENTO Características geométricas: prumo, planicidade, alinhamento, esquadro; espaço para execução da fixação; espaço e regularidade das aberturas. CONTROLES DA ELEVAÇÃO espaço para execução da fixação CONTROLES DA FIXAÇÃO Chapiscamento da estrutura; espessura de 1,5 à 2,5 cm; seqüência de fixação; preenchimento em 2 cordões perfeito preenchimento das juntas. CONTROLE DE RECEBIMENTO

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