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Tarefa sistematica

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Tarefa sistemática.

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Segundo Vítor Frade (2005), “o treinador deverá formar-se com um ser refletivo, um ser organizado, um ser ponderativo, para o qual a certeza será a incerteza. O treinador não fará porque uma vez viu fazer, senão porque sua intuição e reflexão lhe mostrará esse caminho como o melhor para alcançar o objetivo procurado”, deixando claro, que o Treinador não deve copiar o trabalho e os exercícios a realizar, senão que deve ser ele quem os gere, sendo dito Processo único e singular (pensando por ele), acorde com o contexto que lhe rodeia, e ser reflexivo com seu próprio trabalho (extraído de Xavier Tamarit; Que é a “Periodização Tática”?)

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Tarefa sistematica

  1. 1. TAREFAMaestro de Educação Física SISTÊMICA A PARTIR DO ARTIGO: MOMENTO DE ORGANIZAÇÃO DO VALENCIA CF (Edição 62, Fútbol-Táctico) Nome: Manuel Torres Pericás Maestro de Educação Física Licenciado em CAFE (Especialidade Futebol) Treinador de Futebol Fotos: Shutterstock 34 35 NOVEMBRO Tática © Artigo publicado em www.futbol-tactico.com Tática NOVEMBRO
  2. 2. JUSTIFICAÇÃO Ainda assim, se fará um breve resumo com as PRINCÍPIOS ESPECÍFICOS: principais características de dito artigo: Segundo Vítor Frade (2005), “o treinador A presente tarefa está desenhada para • Superar primeiras linhas de pressão buscando zonas menos densas deverá formar-se com um ser refletivo, um aperfeiçoar a saída de bola (fase de criação) do • Buscar espaços de progressão ser organizado, um ser ponderativo, para o momento de organização ofensiva do Valencia • Buscar conexões com linhas posteriores qual a certeza será a incerteza. O treinador CF. não fará porque uma vez viu fazer, senão SUBPRINCÍPIOS: porque sua intuição e reflexão lhe mostrará Não tem que ignorar que este se adapte esse caminho como o melhor para alcançar uma porcentagem elevada as características • Criar superioridade numérica na saída de bola quando este se encontra no espaço o objetivo procurado”, deixando claro, que do adversário enquanto ao como executa a central. o Treinador não deve copiar o trabalho e os pressão. Por isso, esta tarefa está desenhada • Conseguir que os pivôtes possam receber sem pressão e orientados a gol adversário. exercícios a realizar, senão que deve ser ele para enriquecer as situações específicas que quem os gere, sendo dito Processo único e se dará em competição em relação a essa Recordar que o objetivo principal da saída de bola em ataque combinatório é que um dos pivôtes singular (pensando por ele), acorde com o pressão. possa receber em Zona 2 sem pressão e orientado para gol adversário (fase de gestação onde contexto que lhe rodeia, e ser reflexivo com seu possa enlaçar com outra linha superior e avançar para o gol adversário). Isso sempre priorizando a próprio trabalho (extraído de Xavier Tamarit; Por tanto, se terá em conta que o adversário conservação da bola e a vez buscarem zonas menos densas para superar linhas de pressão. Que é a “Periodização Tática”?). efetuará um pressing de meio campo com dois Primeiro buscam amplitude (basculações) para logo poder buscar profundidade (superar linhas de dianteiros onde estes estarão posicionados pressão). A partir destas palavras podemos entender que por diante de meio campo, mas não farão para elaborar nossas próprias tarefas, primeiro pressão ao oponente em posse da bola em Cabe destacar que na tarefa participarão duas equipes onde com um se priorizará o trabalho para a tem que analisar profundamente o próprio zonas avançadas para evitar o desequilíbrio melhora de saída da bola (presente lateral) e com o outro que irá vinculado um trabalho de melhora Modelo de Jogo. Em edições passadas (Edição intersectorial (relação setor intermédio e setor na transição defesa-ataque, entendendo o futebol como “interessa inquebrantável”. Neste último, 62, Fútbol-Táctico) realizei uma análise do ofensivo) não se incidirá demasiado (só algumas ordens) já que não elabore uma análise prévia de como se momento ofensivo do Valencia CF e pretendi leva a cabo nos jogos de competição. dar um passo mais e exemplificar como A evolução da tarefa acontecerá respeito a podemos construir tarefas para treinar desde dois vertentes: capacidade de decisão do lugar Em conclusão, só é um exemplo de tarefa para uma situação concreta (modelo de jogo definido, a máxima especificidade e seguindo nossos (progressão cognitiva) e grau de liberdade. Na determinada pressão do adversário, etc.) e onde o único propósito que tenho é acentuar o enunciado princípios de jogo. primeira, ao incrementar-se a dificuldade da com o que comecei, sempre tem que adaptar cada tarefa considerando aqueles fatores que podem tarefa aumentando-se o número de oponentes influir no jogo. Por tanto, estes tipos de tarefas sistêmicas nos aportam poder alcançar a máxima Cabe dizer que transladá-lo ao papel é um (em cada fase da tarefa) e número total de especificidade, eficácia entre o desenho de tarefa e modelo de jogo confeccionado, possibilidade labor difícil e pode resultar mais complicada de jogadores (de intersectorial a coletiva). de realizar correções e de incidir naqueles aspectos do jogo que se queiram melhora, já sejam compreender já que nos podemos descuidar Na segunda, ao progredir de menor a maior princípios do jogo e/ou funções e responsabilidades em nível individual (subprincípios). do progresso lógico, conceitos, feedbacks,... grau de liberdade do jogador. Ainda que possa ser o meio com mais influência para poder comparti-lo. Atualmente, no futebol Ademais, nas diferentes fases da tarefa se se necessita de uma complexidade, tanto para considerará que tenha uma completa correlação sua compreensão como para seu treinamento. com os princípios específicos e subprincípios do momento de organização ofensiva do O melhor modo de refrescar o momento ofensivo Valencia CF nos que se queira incidir em dita do Valencia CF talvez fosse resgatando o artigo: tarefa. Por conseguinte, se mencionam os http://shar.es/srax7 ‬ princípios específicos e aqueles subprincípios relacionados com o que se vai trabalhar:36 37 NOVEMBRO Tática © Artigo publicado em www.futbol-tactico.com Tática NOVEMBRO
  3. 3. DESENHO DA TAREFA: SAÍDA DE BOLA EM FASE DE A tarefa a inicia o CRIAÇÃO goleiro buscando a um dos centrais que (ZONA 1 com ZONA 2) se encontram em amplitude. Ao receber um destes pode sair Intersectorial do retângulo para a zona mais ampla um dos pivôtes (+ um dos • Setor defensivo e setor intermédio. oponentes). Assim, se o Dois centrais, dois pivôtes e media-ponta (+ goleiro). cria nesta zona uma superioridade (3x2). Fase 1: Objetivo: 1. Priorizar e facilitar a tarefa no setor defensivo na fase de criação onde intervêm ambos os centrais e pivôte que se incrusta para criar uma superioridade numérica. 2. Incidir nos subprincípios do setor defensivo. Trata-se de 3. Conectar com setor intermédio. bascular nesta zona tratando Explicação: de ir avançando e conseguir Como podemos conectar com o ver o campo está setor intermédio delimitado com duas (jogadores dentro zonas. Uma zona do retângulo) mais espaçosa onde quando um dos se encontra o goleiro três não tenha e os dois centrais (+ a pressão de dianteiro oponente) e algum dos dois um retângulo em zona dianteiros. de meio campo com os dois pivôtes (+ dois oponentes). Ademais, vemos ao meia-ponta Ao encontrar-se um dos três em dita situação favorável, poderá ocupar o espaço no retângulo o distanciado e fora da media-ponta criando nesta zona um 2x1 e ter opções de receber a bola. delimitação.38 39 NOVEMBRO Tática © Artigo publicado em www.futbol-tactico.com Tática NOVEMBRO
  4. 4. Quando recebe o - Goleiro: pivôte/media-ponta orientado para gol o Controle orientado para o lado onde quer realizar o deslocamento da bola. adversário e sem o Perfilar-se para o lado onde se encontra a bola para dar saída sempre por detrás. pressão simulará o passe a banda (aos **Os subprincípios relacionados com as outras posições se detalharão nas fases próximas já que laterais que nesta nesta Fase 1, sobre tudo, se quer incidir nestas posições (objetivos planteados). tarefa não participam) executando um passe Graus de liberdade: em algum dos dois gols situados no Na Fase 1, se limita bastante os movimentos espaço lateral: nas diferentes posições, pelo tanto, terá muito pouco grau de liberdade: - Centrais ocupam Zona C - Um pivôte se incrusta entre centrais (Zona A) Na Fase 1 se facilitará este passe (2x1 no retângulo) já que sobre tudo nos interessa o trabalho - Outro pivôte não perde posição no centro prévio dos centrais e o pivôte. Tentar infundir esta ideia: Em vez de serem os centrais que estejam (Zona B) preocupados pelos atacantes que sejam os atacantes que estejam preocupados pelos centrais - Meia-ponta sempre ocupa Zona B quando (Óscar Cano) outro pivôte se incrusta em Zona A. A equipe oponente trabalhará de forma ativa e se rouba terão que finalizar jogada rapidamente com os dois dianteiros mais o pivôte (poderá sair do retângulo e incorporar-se) e só poderão defender os três jogadores na zona ampla (centrais mais pivôte) sem ter ajuda do setor intermédio já que em competição se encontram neste tipo de situações trás perdidas em fase de criação. Subprincípios a considerar (responsabilidades e funções): - Centrais: o Encontrar-se-ão abertos (ocupar máxima amplitude) o Devem progredir sempre que não tenham oposição pelo espaço lateral (sem fixar) o Preferência pelos controles orientados para banda (dependendo da distância do defensor) o Não fixar aos defensores (superioridade numérica clara). - Pivôte 1: o Incrusta-se entre os centrais e sempre por detrás criando um pequeno triângulo o Buscar a conexão pelo espaço central com outro pivote ou meia-ponta (zona do retângulo – simula Zona 2)40 41 NOVEMBRO Tática © Artigo publicado em www.futbol-tactico.com Tática NOVEMBRO
  5. 5. Fase 2: Fase 3: Nesta fase é semelhante na fase 1 exceto que esta se lhe dá mais grau de liberdade ao Pivôte 1 (o Nesta fase se lhe dá mais grau de liberdade ao Pivôte 1 (o que se incrusta entre centrais) e se acrescenta um oponente mais (2 meios e 2 dianteiros) para dificultar a saída da bola no setor intermeio e conectar que se incrusta entre centrais). com linha posterior (Zona 3) ou laterais (Zona 2). Objetivo: Objetivo: 1. Manter as ordens nas saídas da bola compreendidas anteriormente. Mantêm-se os mesmos 2. Priorizar e dificultar a tarefa no setor intermédio para equipá-lo a competição. objetivos. 3. Incidir nos subprincípios do setor intermédio. Explicação: Explicação: Seguindo com as mesmas A disposição inicial dos pautas (pivôte já tem mais grau jogadores é a mesma liberdade como em fase 2) se que em Fase 1. A tarefa acrescenta um jogador mais no setor intermédio para dificultar se inicia com o goleiro ao pivôte/meia-ponta receber buscando a um dos a bola orientado para gol centrais que se encontra adversário e ter a possibilidade em amplitude. Mas de conectar com Zona 2 nesta ocasião, o pivôte (laterais) ou uma linha posterior (Zona 3). pode eleger se seguir incrustando-se entre os Como podemos observar ao centrais (Fase 1) ou é ele acrescentar um oponente mais quem busca amplitude em no retângulo (setor intermédio) zona débil, e central, por a dificuldade aumenta. Desta maneira, nos centramos mais tanto, apoia por detrás no espaço central. neste setor ao equipará-lo a A partir da anterior condição variável a tarefa acontece idem que na Fase 1. uma situação de jogo real (2x2). Subprincípios a considerar (responsabilidades e funções): Os pivôtes têm que criar espaços para poder aproveitá-los posteriormente sem pressão do adversário, é dizer, Os subprincípios são os mesmos que na Fase 1 salvo que nesta se intercambiam as funções entre poderão receber de costas para Central e Pivôte. voltar a começar até que lhes chegue um passe e possam estar orientados Graus de liberdade: para o gol adversário e sem estar pressionados para simular um passe aos laterais (gols pequenos). Na Fase 2, se lhe dá mais grau de liberdade ao Pivôte 1 e nas outras posições seguem com uma limitação no movimento: Recordar que a tarefa é sempre - Um pivôte se incrusta entre centrais (Zona A) ou busca dinâmica, é dizer, se começa desde o amplitude (Zona C) goleiro e se tenta conseguir o objetivo - Central zona forte (Zona C) e o outro dependendo do tendo em conta que trás perdida a equipe contrária deve montar uma movimento do Pivôte 1 ocupará Zona C o Zona A. situação de contragolpe. Em troca, se - Outro pivôte não perde posição no centro (Zona B) consegue o objetivo, o goleiro volta a - Meia-ponta sempre ocupa Zona B quando outro pivôte começar desde o inicio. se incrusta em Zona A o Zona C.42 43 NOVEMBRO Tática © Artigo publicado em www.futbol-tactico.com Tática NOVEMBRO
  6. 6. Subprincípios a considerar (responsabilidades e funções): e facilitará a saída desde o setor defensivo já que em competição queremos que se desta situação para superar possíveis linhas de pressão (ver a continuação na tarefa coletiva). - Pivôte 2: Como se pode observar no gráfico o central terá dois gols que simularão o passe ao falso extremo (já que sempre saindo desde posição de extremo se fecha para o espaço central entrelinhas) • Sincronizar-se com o meia-ponta para a criação e ocupação de espaços • Perfilar-se para gol contrário antes de receber a bola (sempre que não tenha pressão Subprincípios a considerar (responsabilidades e funções): sobre ele) • Iniciar o jogo (jogar de cara – “em sustem”) sempre que esteja de costas e pressionado **Os subprincípios a considerar são todos aqueles que se descreveram nas fases anteriores. • Timing no movimento para evadir-se da pressão do adversário Graus de liberdade: - Meia-ponta: o Idem que Pivôte 2 Na Fase 4, terão mais grau de liberdade o Pivôte 1 e os Centrais que nas outras posições que o Timing de ocupar o espaço que deixa o Pivôte 1 sempre tem que ser quando tem opção de seguem com uma limitação no movimento: passe (não antes já que senão não terá o efeito surpresa e daremos facilidade ao adversário). - Um pivôte se incrusta entre centrais - (Zona A) ou busca amplitude (Zona C) **Os subprincípios relacionados com as outras posições (goleiro, - Central zona forte (Zona C) e o outro dependendo do movimento do Pivôte 1 ocupará Zona C ou centrais, pivôte 1) serão os mesmos que se detalharam nas Zona a. fases anteriores. - Poderá progredir com bola para Zona F. - Outro pivôte não perde posição no centro (Zona B) Graus de liberdade: - Meia-ponta sempre ocupa Zona B quando outro pivôte se incrusta em zona A ou Zona C. Na Fase 3, segue tendo mais grau de liberdade o Pivôte 1 e nas outras posições seguem com uma limitação no movimento: - Um pivôte se incrusta entre centrais (Zona A) ou busca amplitude (Zona C) - Central zona forte (Zona C) e o outro dependendo do movimento do Pivôte 1 ocupará Zona C ou Zona A. - Outro pivôte não perde posição no centro (Zona B) - Meia-ponta sempre ocupa Zona B quando outro pivôte se incrusta em Zona A ou Zona C. Fase 4: Nesta fase acrescenta mais grau de liberdade aos centrais e facilitamos a saída de bola no setor defensivo. Objetivo: 1. Manter as ordens nas saídas da bola compreendidas anteriormente. 2. Priorizar e facilitar a tarefa na saída de bola do setor defensivo. 3. Incidir nos subprincípios de ambos os setores (defensivo e intermédio) Explicação: A tarefa é a mesma que nas fases anteriores, mas lhe acrescentamos que o central pode progredir com a bola sempre que tenha superado a pressão do adversário, é dizer, ao bascular de um lado ao outro e ver que o adversário não chega ao espaço lateral onde se encontra o central este poderá progredir. Por tanto, se condicionará44 45 NOVEMBRO Tática © Artigo publicado em www.futbol-tactico.com Tática NOVEMBRO
  7. 7. Fase coletiva Subprincípios a considerar (responsabilidades e funções): Ademais dos subprincípios explicados anteriormente se terão em conta outros quando os jogadores participam já em Zona 2 e Zona 3. Estes são os seguintes: • Setor defensivo, setor intermédio e setor ofensivo. - Lateral: o Goleiro, dois centrais, dois laterais, dois pivôtes, dois falsos extremos, meia-ponta e o Movimentos contrários ao dianteiro o Timing na hora de incorporar-se para dianteiro. para ocupar espaços dentro da área por poder aproveitar o espaço que deixa o falso extremo possível remate Fase 5: - Falso extremo: o Priorizar o centro desde banda já que se acumulam muitos jogadores na área o Movimento entre linhas para o interior Uma vez que se tenham trabalhado as diferentes fases e se tenha em conta sua evolução (progressão para atrair e criar incerteza ao lateral (acabar jogada para evitar transições) cognitiva e dependendo do grau de liberdade), se adicionaram estas dentro da mesma tarefa com o Observar antes de receber se lhe e com a vantagem que são bons a participação de todos os jogadores para simulá-lo a competição (máxima especificidade). Por pressionam rematadores. conseguinte, já participarão os jogadores que intervêm em Zona 2 – Zona 3 (Laterais, Falsos o Se não tem pressão, girar-se e orientar- o Buscar a máxima amplitude extremos e dianteiro). se para gol contrário. - Pivôte: o Ir-se se está pressionado para poder o Ajudar ao lateral para fazer um 2x1 em Objetivo: banda receber outro pivôte 1. Manter as consignações nas saídas de bola compreendidas anteriormente. - Dianteiro: o Receber orientado para gol adversário 2. Priorizar a tarefa na saída da bola do setor defensivo. o Fixar o central de zona forte e atrai-lo o Buscar passes interiores aos falsos 3. Incidir nos subprincípios dos jogadores para zona débil extremos ou amplitude nos laterais para condicionar centros desde banda o Não mover-se da área para ter a opção Explicação: de remate em todo momento Pensar em ocupar espaços racionais no A tarefa consistirá em uma situação de jogo recuo condicionado integrando as pautas das diferentes Graus de liberdade: - Meia-ponta: fases anteriores. Deste modo, se apreciarão as Na tarefa coletiva os o Vir a receber perfilando-se para gol diferentes situações de saída de bola, as funções graus de liberdade são contrário se pivôtes estão pressionados de todos os jogadores (subprincípios) e seus os seguintes: o Buscar profundidade entre central - respectivos graus de liberdade. lateral Dá-se a situação idônea para corrigir possíveis - Um pivôte se incrusta entre centrais (Zona a) ou busca amplitude erros, tanto em nível coletivo, intersectorial, setorial (Zona C) e individual. A outra equipe jogará um 1-4-4-2 (descrito no - Central zona forte (Zona C) e o outro dependendo do movimento apartado de justificação) e suas ordens serão do Pivôte 1 ocupará Zona C ou Zona A. poucas. Poderão realizar contra-ataque se o roubo - Outro pivôte não perde posição no centro (Zona B) de bola se faz em campo contrário. Em troca, se o roubo é em campo próprio iniciarão um ataque - Meia-ponta sempre ocupa Zona B quando outro posicional. pivôte se incrusta em Zona A ou Zona C. - Laterais se encontram em Zona F. Não se terá muito em conta já que no trabalho não se analisou dito adversário e, por essa razão, não terão - Falsos Extremos iniciam de Zona G para Zona E. maior importância (ainda que desde logo quando se queira desenhar uma tarefa, constantemente - Dianteiro se encontra em Zona H. tem que considerá-lo).46 47 NOVEMBRO Tática © Artigo publicado em www.futbol-tactico.com Tática NOVEMBRO

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