Coletânea de dinâmicas de grupo e textos reflexivos soe-colinas-2010

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Coletânea de dinâmicas de grupo e textos reflexivos soe-colinas-2010

  1. 1. GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE COLINAS DO TOCANTINS COORDENAÇÃO REGIONAL DE GESTÃO PEDAGÓGICA Francisleide Rodrigues dos Santos Orientadora Educacional/DRE-Colinas Colinas do Tocantins – TO
  2. 2. 2010 GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE COLINAS DO TOCANTINS COORDENAÇÃO REGIONAL DE GESTÃO PEDAGÓGICA CARLOS HENRIQUE AMORIM Governador do Estado SUZANA SALAZAR DE FREITAS MORAIS Secretária de Estado da Educação e Cultura NORANEY DE FÁTIMA FERNANDES Subsecretária da Educação e Cultura MARIA DE LOURDES VIEIRA Superintendente de Educação MARIA EUNICE COSTA RODRIGUES Diretora de Gestão Pedagógica LUCIENE ALVES PEREIRA Coordenadora de Gestão Educacional ISMENI LIMA DE MOURA Orientadoras Educacionais/ SEDUC IOLANDA COELHO DE CASTRO Diretora Regional de Ensino ELISANDRA BEGA Coordenadora Regional de Gestão Pedagógica FRANCISLEIDE RODRIGUES DOS SANTOS Orientadora Educacional/ DRE - Colinas 2
  3. 3. SUMÁRIO APRESENTAÇÃO.............................................................09 e 10 DINÂMICAS......................................................................11 e 12 DINÂMICAS DE APRESENTAÇÃO......................................13 1- MEMORIZAR NOMES ...........................................................................................14 2- “RESPEITANDO AS DIFERENÇAS”...................................................................14 3- APRESENTAÇÕES PESSOAIS .......................................................................15 e 16 4-CARTÕES E BALÕES.............................................................................................. 17 5- ENCONTRO..............................................................................................................18 6-TEIA DA AMIZADE.................................................................................................19 7- TROCANDO OS CRACHÁS....................................................................................19 8- RÓTULOS.................................................................................................................20 9- VIRAR PELO AVESSO............................................................................................21 10-CARTAZ..................................................................................................................22 11- EXPECTATIVAS E METAS..................................................................................23 12- ESTE SOU EU.........................................................................................................24 13- A ÁRVORE..............................................................................................................25 14-DINÂMICA DO NOME...........................................................................................26 15- CÍRCULO MÁGICO...............................................................................................27 16- CARROSSEL MUSICAL........................................................................................28 DINÂMICAS DE INTEGRAÇÃO E CONHECIMENTO....................................................................29 1-AQUÁRIO...........................................................................................................30 e 31 2- DINÂMICA PARA OS PAIS....................................................................................32 3-VENCENDO OS DESAFIOS.............................................................................33 e 34 3
  4. 4. 4-PUNHO FECHADO............................................................................................35 e 36 5- A FLOR E OS ESPINHOS.........................................................................................37 6- A FONTE....................................................................................................................38 7- EXCLUSÃO/INCLUSÃO..........................................................................................39 8- MEDIANDO CONFLITOS........................................................................................40 9- "PARA QUEM VOCÊ TIRA O CHAPÉU"...............................................................41 10 - ABRIGO SUBTERRÂNEO ...................................................................................42 11- INTEGRAÇÃO MUSICAL......................................................................................43 12- GUIAR E SER GUIADO.........................................................................................44 13-PORQUE EU AMO VOCÊ.......................................................................................45 14- MINHA ILHA...........................................................................................................46 15-AUTOPROPAGANDA.............................................................................................47 16-COMPRA E VENDA................................................................................................47 17-VALORES NEGATIVOS E VALORES POSITIVOS................................48,49 e 50 18- FORMAS COM O CORPO.....................................................................................51 19-TRANSPORTE SEM MÃOS...................................................................................52 20-PERSONAGENS......................................................................................................52 21- " RECITAL DAS ALMAS GÊMEAS"...................................................................53 22- DESAFIO DAS CORES..............................................................................54,55 e 56 23- MEU BARQUINHO DE PAPEL.....................................................................57 a 63 24- “TRABALHANDO A AUTOESTIMA”..................................................................64 25- “INTERAGINDO COM O OUTRO”.......................................................................64 26-GOSTO DE VOCÊ....................................................................................................65 27-OS PÁSSAROS..........................................................................................................66 28-OS SEGREDOS DA CAIXA........................................................................67,68 e 69 29- DINÂMICA DO CORAÇÃO...................................................................................70 30-A PALAVRA IMÃ....................................................................................................70 31-O OUTRO LADO......................................................................................................71 32-DINÂMICA DA PIZZA............................................................................................72 33-QUEM SOU EU.........................................................................................................73 34-DINÂMICA: QUALIDADES....................................................................................74 35- AS GRAVURAS.......................................................................................................75 4
  5. 5. 36-O ESPELHO..............................................................................................................76 37- AS PEDRAS.............................................................................................................77 38- MINHAS QUALIDADES........................................................................................78 39-DINÂMICA DOS CARTÕES...........................................................................79 e 80 40-A LIÇÃO DOS GANSOS.............................................................................81,82 e 83 41-AUTÓGRAFOS.................................................................................................84 e 85 42-AVALIANDO............................................................................................................86 43-AUTOCONFIANÇA.................................................................................................87 44-AUTO – RETRATO..................................................................................................88 45-O DESEJO MÁGICO................................................................................................88 46-SEU OLHAR......................................................................................................89 e 90 47-O PRESENTE .................................................................................91,92 e 93 48-O BEM COMUM: A DINÂMICA DOS QUADRADOS.................................94 e 95 HISTÓRIAS E TEXTOS PARA REFLEXÃO.......................96 TEXTOS......................................................................................97 1-QUALIDADES DO PROFESSOR................................................................97, 98 e 99 2-DE BEM COM A VIDA...............................................................100, 101 e 102 3-A ESTAÇÃO...................................................................................................103 e 104 4-PACIÊNCIA..............................................................................................................105 5-SE EU FOSSE CRIAR MEU FILHO DE NOVO.....................................................106 6- O EXEMPLO............................................................................................................107 7-COMECE POR VOCÊ MESMO...............................................................................108 8-O JOVEM LENHADOR...........................................................................................109 9- O TRABALHO DA BORBOLETA.........................................................................110 10- SUGESTÕES DE COMO OS PAIS PODEM AJUDAR NA VIDA ESCOLAR DOS FILHOS...............................................................................................111,112 e 113 11-A HISTÓRIA DO LÁPIS.............................................................................114 e 115 12-O SEGREDO DO SUCESSO É A CONSTÂNCIA DE PROPÓSITO........116 a 118 13-PAI..........................................................................................................................119 14-VOSSOS FILHOS..........................................................................................120 e 121 15- PAI... NÃO ME DÊS TUDO.......................................................................122 e 123 5
  6. 6. 16- APENAS UMA PONTE.......................................................................124,125 e 126 17- FILHOS BRILHANTES ALUNOS FASCINANTES................................127 e 128 18 – CALCANHAR DE AQUILES..............................................................................129 MENSAGENS EM SLIDES....................................................130 1-UM DIA “DAQUELES”............................................................................................131 2-TEMPO PARA OS FILHOS: UMA MENSAGEM AOS PAIS................................131 3-COISAS QUE APRENDI COM VOCÊ....................................................................132 4-QUERO SER UMA TELEVISÃO............................................................................132 5-PAIS MAUS..............................................................................................................133 6-HISTÓRIA CURTA..................................................................................................133 7- ALMAS PERFUMADAS.........................................................................................134 8- GIRASSÓIS E MIOSÓTIS.......................................................................................134 9-CINCO BOLAS.........................................................................................................135 10-A LIÇÃO DO BAMBU CHINÊS...........................................................................135 11- ATRITOS...............................................................................................................136 12-ACREDITAR E AGIR............................................................................................136 13-A ARTE DE CALAR..............................................................................................137 14-CONHECIMENTO E SABEDORIA.....................................................................137 15-LOJA DO CÉU......................................................................................................138 16-A VIAGEM DE TREM..........................................................................................138 17-POR QUE O DEFEITO É SEMPRE DO OUTRO?...............................................139 18-ESTRELINHAS VERDES......................................................................................139 19- A OSTRA E A PÉROLA.......................................................................................140 20- MINHA LISTA DE NUNCA MAIS......................................................................140 21- A DIFERENÇA É A ATITUDE.............................................................................141 22- PODEMOS FAZER A DIFERENÇA.....................................................................141 23-10 PALAVRAS........................................................................................................142 23-CARROÇA VAZIA.................................................................................................142 6
  7. 7. 24- O DOCE AROMA DO CAFÉ................................................................................143 25-PROFESSORES APAIXONADOS.........................................................................143 26- QUE DEUS NÃO PERMITA QUE EU PERCA...................................................144 27-OLHE!!!...................................................................................................................144 28- A-COR-DAR...........................................................................................................145 29-REFORMA ORTOGRÁFICA.................................................................................145 30-A CANOA...............................................................................................................146 31-APRENDENDO A ORAR COM AS FORMIGAS.................................................146 32- A VERDADE SOBRE OS ABRAÇOS..................................................................147 33- O MESTRE DOS MESTRE...................................................................................147 34- NAVEGUE..............................................................................................................148 35-APRENDIZAGEM..................................................................................................148 36- O PACOTE DE BISCOITO...................................................................................149 37- CUIDAR DE SI MESMO......................................................................................149 38- DEPENDE DE MIM..............................................................................................150 39-A HORA CERTA....................................................................................................150 40-A IMPORTÂNCIA DO ENTUSIASMO.................................................................151 41-A HISTÓRIA DO LÁPIS........................................................................................151 MENSAGENS EM VÍDEO.....................................................152 1- MOTIVAÇÃO..........................................................................................................153 2-SUCESSO..................................................................................................................153 3- SALMO 23...............................................................................................................154 4-O FUTURO EM NOSSAS MÃOS...........................................................................154 5-CONQUISTANDO O IMPOSSÍVEL.......................................................................155 6- DESAFIANDO GIGANTES: SUPERAÇÃO.........................................................155 7-ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E QUALIDADE DE VIDA x TRABALHO....156 8-RECOMEÇAR - CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE..................................156 9- DEUS PERGUNTA AOS PAIS..............................................................................157 10- VOCÊ APRENDE.................................................................................................157 11- CRIANÇA VÊ, CRIANÇA APRENDE...............................................................158 12-TEM ALGO TE INCOMODANDO?....................................................................158 BIBLIOGRAFIA...................................................................................159 7
  8. 8. SITOLOGIA..........................................................................................160 A dinâmica de grupo constitui um valioso instrumento educacional que pode ser utilizado para trabalhar o ensino-aprendizagem quando opta-se por uma concepção de educação que valoriza tanto a teoria como a prática e considera todos os envolvidos neste processo como sujeitos. Susan Chiode Perpétuo e Ana Maria Gonçalves, livro “Dinâmicas de Grupos na formação de lideranças”. 8
  9. 9. APRESENTAÇÃO A atuação do Orientador Educacional, no contexto atual, é caracterizada por um trabalho mais abrangente, possuindo caráter mediador junto aos demais educadores e atuando com todos os protagonistas da escola no resgate de uma ação mais efetiva e de uma educação de qualidade, buscando conhecer a realidade e transformá-la, para que seja mais justa e humana. Ele deve romper com a tradição de isolamento e passar a tratar as questões da escola de forma mais ampla e coletiva, tendo como propósito atuar como elo entre escola e família, buscando sempre um bom ajustamento do educando para alcançar o bom desenvolvimento de suas competências. Deve assumir funções de assistência ao professor, aos pais, às pessoas da escola com as quais os educandos mantêm contatos significativos, no sentido de que estes se tornem mais preparados para entender as necessidades dos educandos tanto com relação aos aspectos cognitivos e psicomotores, como aos afetivos. A construção aberta para o diálogo, a troca, o respeito, o prazer pelo conhecimento e a valorização do ser humano é a chave para uma boa atuação. Dessa forma, é imprescindível o trabalho com dinâmica de grupo, pois permite que as pessoas envolvidas passem por um processo de ensino- aprendizagem onde o trabalho coletivo é colocado como um caminho para se interferir na realidade, modificando-a. Isso porque a experiência do trabalho com dinâmica promove o encontro de pessoas onde o saber é construído junto, em grupo. Logo, esse conhecimento deixa de ser individualizado e passa a ser de todos, coletivizado. Ainda tem a qualidade de ser um saber que ocorre quando a pessoa está envolvida integralmente (afetivamente e intelectualmente) em uma atividade, onde é desafiada a analisar criticamente o grupo e a si mesma, a elaborar coletivamente um saber e tentar aplicar seus resultados. E com o intuito de subsidiar a atuação do Orientador Educacional, no desenvolvimento de um trabalho ativo, dinâmico e interdisciplinar, voltado para as necessidades atuais, é que foi elaborada essa Coletânea de Dinâmicas de Grupo e Textos Reflexivos para o SOE. Essa coletânea está organizada da seguinte forma: 1- Dois grupos de dinâmicas que podem ser classificadas em: 9
  10. 10. A- Dinâmicas de Apresentação: para apresentação e conhecimento imediato das pessoas do grupo; B- Dinâmicas de Integração e Conhecimento: voltadas para grupos, objetivando um maior entrosamento, “quebra-gelo”, aprofundamento do conhecimento inicial e reflexão sobre o tema trabalhado. 2- Mensagens em forma de histórias e textos, organizados em slides e vídeos utilizados em eventos (reuniões, palestras, cursos, fóruns, congressos) ou para ilustrações, visando enriquecer ou fomentar a discussão e reflexão sobre algum tema que está sendo abordado. A- Histórias e Textos para Reflexão; B- Mensagens organizadas em slides; C- Mensagens em vídeo. Espero que esse trabalho possa enriquecer a atuação do Orientador Educacional e outros profissionais da educação, contribuindo a partir das dinâmicas e textos apresentados de tal forma, que possa ajudar a superar bloqueios, barreiras, medos e provocar abertura, diálogo, sinceridade, confiança, colaboração e compromisso, levando o grupo a um maior trabalho em equipe, ao crescimento do grupo e à transformação das relações ao participarem ativamente do processo de aprendizagem. 10
  11. 11. DINÂMICAS O que é dinâmica de grupo? A expressão Dinâmica de Grupo surgiu pela primeira vez num artigo publicado por Kurt Lewin, em 1944, onde tratava da relação entre teoria e prática em Psicologia Social. Dynamis é uma palvra grega que significa força, energia, ação. Quando Kurt Lewin utilizou essa expressão e começou a pesquisar os grupos, seu objetivo era o de ensinar às pessoas comportamentos novos através de Dinâmica de Grupo, ou seja, através da discussão e de decisão em grupo, em substituição ao método tradicional de transmissão sistemática de conchecimentos. O que se espera alcançar de resultados, com a utilização da Dinâmica de Grupo? Alguns objetivos gerais são: A) Desinibir a capacidade criadora dos participantes, levando-os a se tornarem bastante desenvoltos; B) Melhorar a capacidade de comunicação dos participantes; c) Contribuir para construir novas relações entre os seres humanos; d) Resgatar a autoestima dos participantes; e) Desenvolver a capacidade de respeitar as diferenças individuais e a diversidade cultural; f) Auxiliar no desenvolvimento da capacidade de amar; g) Estimular a reflexão e a revisão de atitudes e comportamentos, levando a novas formas de ser e conviver. h) Aumentar a coesão do grupo; i) Proporcionar um aperfeiçoamento do trabalho coletivo. Aprender a trabalhar em grupo; j) Transformar o potencial do grupo, fazendo-o crescer em igualdade harmônica de relacionamento interpessoal. 11
  12. 12. Importante no uso de dinâmicas: - Cada participante deve compreender a dinâmica proposta, o objetivo dela e os passos a serem seguidos; - A dinâmica deve ter uma boa preparação anterior. Deve-se preparar, também, os recursos necessários (ambiente, papel, pincel atômico,etc); - Seja criativo(a), entendendo o objetivo do que quer. Estará contribuindo para que a vida em grupo seja um processo agradável, dinâmico e alegre; - É importante ressaltar que faz parte desse processo a garantia da participação constante de todos os participantes. Só assim todos se sentirão donos do saber alcançado; - A importância da dinâmica no processo coletivo do ensino-aprendizagem não deve ser, no entanto, absolutizada ou subestimada. Sua utilização deve responder a objetivos específicos de uma determinada estratégia educativa, no sentido de estimular a produção do conhecimento e a recriação deste conhecimento tanto no grupo/coletivo quanto no indivíduo/singular, uma vez que a técnica da dinâmica não é um fim, mas um meio - é uma ferramenta a ser usada. 12
  13. 13. A técnica de apresentação em dinâmicas de grupo funciona como mecanismo facilitador e tem como objetivo atenuar as formalidades do momento inicial do relacionamento em grupo, induzindo seus membros a se colocarem diante dos demais de maneira descontraída, através de estímulos adequados. 13
  14. 14. 1- MEMORIZAR NOMES Objetivos: Memorizar os nomes dos membros de um grupo. Integrar melhor o grupo favorecendo o conhecimento mútuo. Procedimentos: É bom que todos estejam em círculo. Cada um dirá seu próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial seu nome. Por exemplo: Ricardo risonho. O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e apresenta-se acrescentando um adjetivo ao próprio nome. E assim sucessivamente. Por exemplo: Ricardo risonho, Ana alegre, Mário moreno .... 2- “RESPEITANDO AS DIFERENÇAS” Objetivo: Perceber e respeitar as diferenças, conhecendo a proposta de cada participante em relação ao tema trabalhado. Material: lápis Desenvolvimento: Cada participante irá apresentar-se para o grupo, utilizando apenas um lápis. Com esse lápis, sem dizer nada, irá fazer movimentos que representem objetos, como por exemplo: martelo, batuta de maestro, um compasso, arco de violino, etc. Cada um escolhe o objeto que quer representar. Os demais participantes deverão adivinhar o nome do objeto que está sendo representado. Quando conseguirem adivinhar, quem está se apresentando comenta porque escolheu aquele objeto, qual o paralelo do mesmo com sua vida profissional, fala seu nome, escola onde trabalha e o município. 14
  15. 15. 3- APRESENTAÇÕES PESSOAIS Objetivos: ● Apresentar-se ao grupo favorecendo a boa comunicação entre todos; ● Envolver os participantes num clima de harmonia e integração. Material: Cada participante recebe um pequeno cartão, aproximadamente 6cm X 1,5cm a 2cm. Desenvolvimento: Cada participante deverá pensar em um valor ou uma virtude fundamental para a boa convivência em qualquer esfera, seja familiar, profissional, estudantil, social ou outra. Ao definir este valor deverão se lembrar de uma pessoa possuidora deste valor. No cartão recebido deverão escrever o valor ou virtude, e guardar na lembrança o nome da pessoa que o possui. Formação de um círculo, com todos os participantes, no centro da sala, trazendo nas mãos o cartão escrito. O capacitador deverá ter uma cesta, ou uma caixa/baú ou um saquinho bem bonito, enfeitado, que receberá o nome de "tesouro". O capacitador dará o início com o tesouro nas mãos: eu sou a ........... do município.......... Vou colocar no tesouro o................e me lembrei de...............porque......................... Colocará o seu cartão dentro do "tesouro". Passará o tesouro para o próximo para dar continuidade e assim por diante até que todos tenham contribuído. Terminada a rodada, o capacitador conclui e considera a importância dos valores citados e que agora estão dentro do tesouro. Conclui ainda sobre os modelos que adotamos a partir do nosso olhar sobre o "outro". Se houver oportunidade, essa dinâmica poderá ser retomada ao final do encontro: Desenvolvimento: Criar um clima de ansiedade para buscar novamente o tesouro guardado. A embalagem deste tesouro (caixa, baú,saquinho etc), em sua parte interna e externa, deverá receber às escondidas, um brilho de purpurina ou estrelinhas, etc. Demonstrar 15
  16. 16. surpresa com o acontecido, com o ganho do brilho, estrelinhas. Perguntar a eles para que se expressem: o que pode ter acontecido? Abrir espaço para a turma comentar. Conclusão: No primeiro momento levantamos um valor/virtude e nos lembramos de alguém. Se lembramos daquela pessoa, provavelmente, porque a adotamos como modelo a ser seguido. Neste encontro convivemos por um dia inteiro onde muitos outros valores se instalaram (citar quais). Discutimos juntos durante a oficina, nos trabalhos em grupo, sobre a sobre a importância da disciplina escolar (citar o tema trabalhado) na condução dos trabalhos pedagógicos. E nesta trajetória você poderá ser adotado como modelo, por alguém. Pense nisto! Cada um de nós é constituído por várias dimensões: pessoal, profissional, social, espiritual, etc. Vocês irão retirar do tesouro um outro valor a ser adicionado à sua dimensão profissional, à sua competência técnica para ajudá-lo na conquista do sucesso. Passar novamente o tesouro para a retirada de fichas, por todos. 16
  17. 17. 4-CARTÕES E BALÕES Número de participantes: até 40 participantes Tempo de duração: 45 minutos Objetivos: Favorecer a apresentação do grupo a partir de um estímulo verbal, promover a descontração dos membros do grupo e sua conseqüente apresentação. Material: bolas de sopro (coloridas); cartões coloridos; lápis hidrocor e papel ofício. Desenvolvimento: 1- Enumerar uma série de cartões coloridos e no seu verso escrever a seguinte ordem: “Estoure uma bola da cor do seu cartão”. 2- Encher as bolas coloridas e introduzir em cada uma delas papéis chaves contendo frases pitorescas, alusivas à apresentação dos membros do grupo. 3- Dispor as bolas no centro da sala. 4- Formar um círculo em volta das bolas coloridas. 5- Dispor os cartões coloridos em uma mesa e solicitar aos participantes que escolham cada um o seu cartão. 6- Convidar o portador do cartão de número 1 para que, no centro do círculo estoure uma bola da mesma cor do seu cartão de acordo com a ordem expressa no verso. 7- Estourada a bola, o papel chave que estava no seu interior deverá ser lido em voz alta e atendida sua solicitação. 8- O procedimento continua com a pessoa do cartão de número 2, e continua até que todos tenham se apresentado. Sugestões para as frases: - Como devemos chamar você? - Escolha alguém do grupo e apresente-se formalmente a essa pessoa. - Qual sua expectativa com relação a esse curso? 17
  18. 18. - O que você espera receber deste grupo? Etc... 5-ENCONTRO Material: Gravador. CD com música suave. Frases (formando pares idênticos) selecionadas de acordo com o tema do encontro. Objetivo: Abertura dos trabalhos. Promover a Integração entre os participantes. Criar um clima agradável. Desenvolvimento: 1- Grupo em círculo, sentados. Colocar uma música harmonizante de fundo. O Facilitador distribui os textos, tendo o cuidado de verificar que vai ser possível formar pares. 2- O Facilitador explica que, dois a dois, os participantes receberam frases idênticas e que devem caminhar pela sala buscando encontrar o seu par, ou seja, aquela pessoa que tem o texto igual ao seu. 3- Após terem sido encontrados os pares, será dado um tempo de 5 minutos para que conversem aos pares trocando informações, tais como: nome; de onde veio; a que instituição pertence; que coisas mais gosta de fazer; o que espera do encontro. 4- Feito isso, o facilitador escolhe um participante que iniciará as apresentações, apresentando seu par ao grupo. Na apresentação, seguir o modelo: “Amigos, tenho o prazer de lhes apresentar ........................, que é uma pessoa (dizer uma qualidade que identificou na pessoa) e continuar a apresentação. 5- A apresentação continua com cada dupla apresentando-se um ao outro, até que todos tenham sido apresentados. 18
  19. 19. 6-TEIA DA AMIZADE Objetivos: Apresentação do grupo, trabalhos em equipe, mútuo conhecimento, descontração e a importância de cada um assumir a sua parte na vida. Material: Um rolo (ou novelo) de lã ou fio. Processo: Dispor os participantes em círculo. O coordenador toma nas mãos um novelo de linha ou lã e, em seguida, prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão. Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após apresentar-se brevemente, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc., joga o novelo para uma dessas à sua frente. Essa pessoa, apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que acabou de se apresentar e lhe atirou o novelo. Após fazê-lo, essa segunda pessoa irá se apresentar e assim se dará sucessivamente, até que todos digam ao grupo seus dados pessoais e se conheçam. Pedir para as pessoas dizerem o que observaram, o que sentiram, o que significa aquela teia, o que aconteceria se alguém soltasse um dos fios. 7- TROCANDO OS CRACHÁS Objetivos: Conhecer os integrantes do grupo, “quebrar o gelo”, chamar à participação e ao movimento. Material: Crachás para todos, contendo os nomes de cada um. Desenvolvimento: No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu próprio nome. Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar. Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala. Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversa 19
  20. 20. informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega. Partilhar a experiência no grande grupo. 8- RÓTULOS Objetivos: Questionar a facilidade com que rotulamos as pessoas, tentando julgá-las menos por seu conteúdo intrínseco e pessoal do que pela eventual “embalagem“ simbolizada por seus trajes, hábitos, família, situação intelectual ou social, etc. Material: Crachás que sejam como rótulos para os participantes, com os dizeres: a) Sou engraçado: ria b) Sou tímido: ajude-me c) Sou mentiroso: desconfie d) Sou surdo: grite e) Sou criativo: ouça-me f) Sou pouco inteligente: ignore-me g) Sou muito poderoso: bajule-me Processo: Os participantes são divididos em grupos de cinco ou seis elementos. Cada participante receberá seu rótulo já colado na testa (de modo que ele não leia antes e nem durante a dinâmica). Motivar todos a discutir soluções possíveis para algum problema determinado, contando que, durante a discussão levem em consideração o rótulo que cada um está usando. Discutir o tema proposto, considerando o outro a partir do rótulo. Concluir a experiência avaliando e partilhando os sentimentos vividos e o que isso tem a ver com nossa vida, como rotulamos as pessoas e como melhorar nossa comunicação. 20
  21. 21. 9- VIRAR PELO AVESSO Objetivos: Despertar o grupo para a importância da organização, pois eficiência não é questão de força, e não há problema sem solução. Material: Não é necessário. Processo: Forma-se um círculo. Todos de mãos dadas. O animador propõe para o grupo um desafio: o grupo deverá ficar voltado para fora e de costas para o centro do círculo sem soltar as mãos. Este detalhe é importante: ninguém pode soltar a s mãos em hora nenhuma. Se alguém já conhece a dinâmica, deve ficar de fora observando ou então não tomar iniciativa no grupo. O grupo deverá buscar alternativas até atingir o objetivo. Nota: O grupo todo deve passar por baixo dos braços, entre duas pessoas. Como? Alguém toma a iniciativa e vai entrando no círculo até passar debaixo dos braços da pessoa que está do outro lado do círculo. E leva consigo as outras pessoas sem soltar as mãos. Quando todo mundo passar, basta os dois últimos virarem também, que todos ficarão de costas formando um novo círculo ainda de mãos dadas. Se for o caso pedir para desvirar o círculo sem soltar as mãos. Só dará certo se repetir o mesmo processo. Serve para verificar se o grupo assimilou o aprendizado. Analisar a dinâmica. As questões abaixo poderão ajudar: a) O que viram? b) Como se sentiram? c) Foi fácil encontrar a saída? d) Alguém desanimou? e) O que isso tem a ver com o nosso dia-a-dia? f) Nossa sociedade precisa ser transformada? g) O que podemos fazer? Como? 21
  22. 22. 10- CARTAZ Material: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos). Objetivo: Favorecer a desinibição; aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo. Desenvolvimento: 1- Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado em círculo. 2- Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho – qualquer desenho – que represente algo de si. Não importa que não se saiba desenhar; deve ser bastante espontâneo. 3- Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartaz. 4- Uma vez concluídos os cartazes, cada pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visível, aos demais membros do grupo e proceder a sua apresentação: nome e explicação do desenho e sua expectativa com relação ao curso. 22
  23. 23. 11- EXPECTATIVAS E METAS Material: Fundo musical calmo e relaxante. Objetivo: Ajudar o facilitador a trabalhar mais realisticamente as expectativas do grupo; aliviar tensões do primeiro contato grupal. Desenvolvimento: 1- Após se apresentar, o facilitador pede que cada participante faça o mesmo: - dizendo o nome que gostaria de ser chamado; - quais as suas expectativas em relação ao curso; - que metas pretende atingir na companhia do grupo; - e, ao término do curso, o que espera ter aprendido e o que pretende fazer, etc. 23
  24. 24. 12- ESTE SOU EU Material: Uma tira de papel bem larga para cada participante. Lápis de cor, hidrocor, giz de cera, etc. Objetivo: Propiciar uma apresentação dos membros do grupo. Integração. Propiciar clima de descontração e maior conhecimento entre os participantes. Desenvolvimento: 1- O Facilitador distribui as tiras de papel para os participantes solicitando que escrevam no centro do papel o seu nome de forma bem legível. 2- Após cada participante ter escrito o nome, solicitar que desenhe na parte superior direita um símbolo que o represente. 3- Feito isso, solicitar que cada participante escreva na parte superior esquerda uma qualidade sua ou uma qualidade que ele mais admira nas pessoas. 4- Solicitar que cada participante escreva na parte inferior direita o que mais gosta de fazer. 5- E na parte inferior esquerda um lugar onde gostaria de estar. 3- Após todos terminarem, o facilitador pede a cada participante que apresente ao grupo o que registrou em sua tira de papel: seu nome, símbolo, qualidade, o que mais gosta de fazer, onde gostaria de estar. 24
  25. 25. 13- A ÁRVORE Objetivos: Conhecimento, apresentação e integração do grupo. Material: uma folha de papel em branco para cada participante. Lápis, caneta ou pincel. Desenvolvimento: Cada participante recebe uma folha de papel. O facilitador motiva para que acompanhem o processo do desenho e façam por etapas, conforme vai indicando: a)Desenhe a raiz de uma árvore e coloque aí a data de seu nascimento, o nome de pessoas que marcaram seu passado, acontecimentos marcantes dos primeiros anos de vida. b)Desenhe o tronco da árvore e nele anote o que faz sempre (em que gasta a vida), a motivação que lhe faz crescer. c)Desenhe folhas, flores e frutos e neles escreva suas esperanças, sonhos. d)Dê nome à árvore e escolha outra árvore (colega) com quem irá partilhar o que escreveu, ou seja a sua árvore (seu eu). e)Depois, quem quiser pode partilhar a experiência em plenária, partilhar os sentimentos e as descobertas. 25
  26. 26. 14-DINÂMICA DO NOME Objetivo: Propor um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um. Desenvolvimento: Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela. Variação: Essa dinãmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pessoa, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas. 26
  27. 27. 15- CÍRCULO MÁGICO Material: Gravador. CD com música suave. Balões de gás, cheios, com mensagens dentro, e pendurados pela sala. Objetivo: Abertura dos trabalhos. Promover a Integração entre os participantes. Criar um clima espiritual e amoroso. Desenvolvimento: 1- Introdução: A forma circular vem nos acompanhando ao longo da história, nas rodas cantadas, na forma da lua cheia, do sol, da terra e da bola. No Círculo enxergamos a todos, ficamos no mesmo plano, podemos olhar aqueles que estão perto de nós e os mais distantes. Não há o primeiro, nem o último. Nele somos todos iguais. Quando entramos no Círculo não estamos disputando liderança. Estamos confiando nos amigos. 2- O Facilitador convida todos os participantes a formarem um grande círculo. 3- Facilitador: A mão direita simboliza nossa capacidade de ajudar. Deve estar por cima da mão esquerda do colega. A mão esquerda recebendo a direita do outro simboliza nossa necessidade de troca, de receber. Ao mesmo tempo que podemos ajudar, precisamos receber ajuda. Nenhum de nós é tão forte para somente ajudar ou tão fraco que somente receba ajuda. A sinergia está no equilíbrio entre pedir, dar e receber colaboração. 4- Facilitador: vamos estar quase sempre em um grande círculo (nas plenárias); ou em círculos menores (nos grupos de estudo). Desta forma podemos trabalhar com mais qualidade, enxergando a todos e tendo oportunidades iguais de participação. 5- Facilitador: Para facilitar o contato com o momento inicial de nossas atividades e obter a concentração no aqui e agora, convidamos o grupo para ouvir uma música, ouvir com o coração, sentindo o momento, podendo os integrantes do grupo fechar os olhos para uma melhor concentração (sugestão: Bolero de Ravel). 6- Em seguida cada participante escolhe um balão, estoura, retira e lê a mensagem que estava dentro do balão para o grupo. 27
  28. 28. Sugestões de mensagens: 1- Somos todos iguais 2- Expulsemos do Círculo a desmotivação, a competição, o autoritarismo, as forças negativas. 3- Não perderemos de vista nossa força e nossa união, etc. 16- CARROSSEL MUSICAL Material: Gravador. CD com músicas bem animadas. Objetivo: Integração. Promover maior conhecimento de si e do grupo. Abertura dos trabalhos. Desenvolvimento: 1- Participantes de pé. Formar dois Círculos com os participantes, com o mesmo número de pessoas em cada Círculo, um Círculo dentro do outro. O Círculo de dentro da roda, fica voltado para fora de modo a formar duplas, frente a frente. 2- O facilitador coloca a música, solicitando que ambos os Círculos girem para o lado direito, dançando no ritmo da música. 3- Quando o facilitador para a música, o grupo deve parar onde estiver, procurando posicionar-se frente a frente, formando pares. Cada par deve dar-se as mãos, dizer o seu nome para o seu par, e responder a pergunta feita pelo facilitador (um falar para o outro a resposta). 4- O facilitador coloca novamente uma música e solicita que os Círculos tornem a girar. Quando o facilitador para a música, repete-se o procedimento anterior, cada um vai se posicionar na frente de uma pessoa, formando um nova par, dizer o nome e responder um ao outro a pergunta feita pelo facilitador. 5- Repetir o mesmo procedimento várias vezes, sempre mudando a música e com perguntas diferentes. Exemplos de perguntas: ● O que mais me deixa feliz é ... ● O que eu mais admiro nas pessoas é ... ● O que eu mais gosto em mim mesmo é ... ● Amigo verdadeiro para mim é aquele que ... ● A coisa mais importante para mim é... ● O que eu mais gosto de fazer é... 28
  29. 29. ● A minha diversão favorita é ... São técnicas que, ao mesmo tempo em que descontraem, favorecem o aflorar de sentimentos e emoções. Afeto, carinho, palavras de estímulo e conforto, além de algumas expressões de sentimentos que as pessoas têm dificuldade de exteriorizar. Diante disso o facilitador tem um papel fundamental: estabelecer um clima de confiança mútua – grupo e facilitador. As dinâmicas de integração têm como objetivo favorecer o processo de conhecimento entre os membros de um grupo, descontrair, aproximar as pessoas e promover um ambiente favorável para discussões e reflexões sobre o tema trabalhado. 29
  30. 30. 1- Aquário Grupos: Esta dinâmica pode ser utilizada com pais de alunos de várias faixas etárias. Objetivos: Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de tal maneira que possam tornar-se cidadãos conscientes de seus deveres e direitos. Comparar diferenças e igualdades. Tempo: aproximadamente 50 minutos. Local: sala de aula ou uma sala grande. Material: papel pardo, fita adesiva, música Peixe vivo, papel sulfite, lápis preto e de cor, borracha, giz de cera, tesourinha etc. Desenvolvimento: Faça o desenho de um aquário do tamanho de um papel pardo e fixe-o na lousa. Coloque a música Peixe vivo para eles ouvirem e peça que cantem juntos… Entregue aos pais um pedaço de papel sulfite (1/4) e peça-lhes que desenhem um peixinho, como desejarem… (coloque à disposição lápis preto e de cor, borracha, giz de cera, tesourinha etc.) e depois recortem. Peça que, assim que terminem, vão à lousa e fixem seu peixinho no aquário. Após todos fixados, peçam para que eles observem o que realizaram e manifestem o que entenderam sobre a atividade. Deixe-os à vontade para falar. Se necessário, conduza a conversa para o lado da moral, da ética, do respeito às diferenças individuais. Todos os peixinhos estão iguais? Por que são diferentes? Porque todos somos diferentes, temos gostos diferentes, habilidades diferentes, conhecimentos diferentes. Todos os peixinhos estão indo para mesmo lado? Por quê? Porque temos objetivos, metas e sonhos diferentes, caminhamos por 30
  31. 31. caminhos diferentes, viemos de famílias diferentes etc. Mas, apesar de todas essas diferenças, todos são iguais nas suas necessidades de sobrevivência. Como podemos transferir essas idéias para a vida escolar? O que o aquário representa? Quem são os peixinhos? Como convivermos, sabendo lidar com essas diferenças, em casa e na escola? E assim por diante, de acordo com o retorno dos participantes. 31
  32. 32. 2- DINÂMICA PARA OS PAIS Material necessário: balas com embalagens que abram dos dois lados. Desenvolvimento: Entregue uma bala para cada mãe ou responsável e peça para que abram apenas com uma mão. Você verá que elas irão conseguir, mas só depois de um bom tempo e esforço. Faça o comparativo da dinâmica com a vida escolar: a bala é a criança, a mão que elas usaram para abrir é a professora, e a outra, a família. Se a professora fizer o trabalho todo sozinha, irá conseguir, mas demorará mais e será muito mais difícil, mas, se tiver “a outra mão” (a família), ficará mais fácil e eficiente. Se você não puder dar balas, substitua por um pedaço de barbante e peça para que os pais dêem um nó apenas com uma mão e faça a mesma reflexão que a da bala. 32
  33. 33. 3-VENCENDO OS DESAFIOS Objetivo: Fazer um desenho em grupo onde cada participante esteja em uma situação especial. Trabalhar a cooperação, a comunicação, planejamento, raciocínio lógico, confiança e a empatia. Materiais: Papel, canetas, vendas. Número de Participantes: Grupos de 5 pessoas. Duração: A tarefa de desenhar o barco deve ser cumprida em cinco minutos. Desenvolvimento: Dividir a turma em grupos de cinco pessoas, colocando-as sentadas no chão. Cada grupo terá como tarefa desenhar um barco utilizando uma folha de papel e canetas coloridas. Cada participante fará uma ação de cada vez, passando em seguida o desenho para o outro participante e assim por diante passando por todos um traço de cada vez até que o desenho esteja concluído ou tempo encerrado. Exemplo: o primeiro participante faz um traço, para e a próxima ação é de outro participante. Os participantes terão também de obedecer as seguintes características individuais: Participante 1 - é cego e só tem o braço direito; Participante 2 - é cego e só tem o braço esquerdo; Participante 3 - é cego e surdo; Participante 4 - é cego e mudo; Participante 5 - não tem os braços; Portanto, para desenvolverem esses papéis, o focalizador pede que os grupos escolham quem será 1,2,3,4 e 5 entregando vendas par os olhos e tiras de pano para amarrar os braços que não deverão utilizar. 33
  34. 34. Quando os grupos estiverem prontos, começar a contar o tempo, deixando que os grupos façam a atividade sem interrupção. Neste momento o facilitador fica em silêncio, apenas observando o trabalho. Caso alguém solicite ajuda ou informações, reforce as instruções já ditas sem dar outras orientações. Caso algum participante faça perguntas do tipos está certo? Pode fazer assim? Deixe o grupo decidir. Não interfira. Estas situações poderão ser retomadas no momento de debate, para análise e como ilustração para outros comentários.Após o jogo, o facilitador deve realizar o CAV (Ciclo de Aprendizagem Vivencial), abordando as dificuldades encontradas os desafios superados e as formas de cooperação colocadas em prática. Dicas: Pode-se jogar em dois tempos. Primeiro deixar que eles sintam o jogo que a princípio parece fácil e depois normalmente percebendo as dificuldades. Após os 5 minutos, alguns podem não ter terminado a tarefa e muitos poderiam certamente tê-la realizado com melhor qualidade. Por isso deixe que os grupos discutam como poderiam melhorar sua performance e depois peça que joguem novamente para colocarem em prática as alternativas poderão encontradas. Após todo o processo abra uma discussão geral onde todos os grupos poderão expor dificuldades e soluções, impressões etc. 34
  35. 35. 4- PUNHO FECHADO Objetivo: Abrir a mão uns dos outros. Propósito: Mesmo que o nome deste soe meio violento, não se assustem porque não é esta idéia. O "punho fechado" é um jogo participativo e serve para uma rica reflexão sobre como encararmos os problemas que surgem. Materiais: Nenhum Número de participantes: Não há limite de pessoas para este jogo. O importante é que o número seja par. Duração Para instrução e execução do jogo no máximo 5 minutos. Para o debate que segue, mínimo de 20 minutos. Desenvolvimento: O facilitador sugere a formação de duplas, e explica que cada participante vai estender um punho a seu parceiro. Com a outra mão vai tentar abrir o punho do companheiro (mantendo sua mão fechada). Assim, no mesmo momento, cada qual tentará abrir o punho do outro enquanto mantém sua mão fechada. Obviamente se quer fazer tudo isso sem derramar sangue e sem quebrar os ossos. O facilitador faz um sinal para que os participantes comecem. Ele para o jogo depois de um instante (dura apenas 30 segundos) e pede às duplas que reflitam sobre as seguintes perguntas:- Em que pensaram quando o jogo foi explicado?- O que sentiram no início do jogo?- Quem conseguiu abrir o punho do outro, e como?- O que chamou sua atenção durante o jogo? Depois de Jogar(para ver por que fizemos este jogo)Podemos refletir individualmente e logo conversar. Depois de vários minutos de diálogo, o 35
  36. 36. facilitador pode convidar para compartilhar a conversa entre todos. Ele anota algumas frases importantes. Aqui algumas frases de seminários que realizamos:- Como Abro a mão?- Senti medo. Hermetismo, não há acesso. - Não vou deixar abrir a mão. - Ato de violência!- Tinha que buscar uma estratégia. - Era mais fácil do que pensei. - No princípio, pensei que com força seria fácil, depois tive que recomeçar e procurar outra forma de fazê-lo. - Vimos isso como uma competição. - Aceitar que me abrissem o punho significa que perderia. Baseado nesses comentários, pode-se iniciar uma reflexão sobre nossas atitudes no trabalho. Dependendo do grupo e do objetivo da reunião, poderiam ser ressaltados os seguintes temas: 1- Buscar mais de uma alternativa Em muitas situações que se apresentam, vemos uma única maneira de chegar a uma solução. E ficamos batendo e batendo (tratando de abrir com força), sem perguntar como poderíamos fazê-lo de outra forma. 2- "Eu mudo o outro, mas a mim ninguém vai mudar".Se relacionarmos o jogo com o desafio de "abrir a mente do outro", enfrentamos, muitas vezes, situações com uma atitude fechada. Queremos conseguir que o outro se abra, mas não estamos dispostos a nos abrir. Isso se percebe nas seguintes situações: professor - aluno, pai-filho, líder comunitário-povo, etc. Quando falamos sobre o jogo com um grupo de professores, esses disseram que, muitas vezes, entramos na aula com o punho fechado, isto é, dispostos a ensinar e não aprender, a falar e não a escutar.Nem sempre a forma esperada é a que nos permite chegar a uma solução. Ás vezes vemos um problema e, em seguida, pensamos que sabemos, como resolvê-lo."Nesse punho fechado será precisa dar duro..." Entretanto, temos que estar dispostos a buscar outra possibilidade, estar abertos a opções que se nos apresentam. Isto é, temos que ser flexíveis, para nos dar conta de que pode haver outra maneira de conseguir o objetivo. 3- Temos que estar dispostos a trocar de estratégia.Ás vezes, isso significa recomeçar. Conversando sobre o jogo com agentes de um centro comunitário, viu-se que o grupo tem que estar aberto a recomeçar, a 36
  37. 37. experimentar outras estratégias, para sempre seguir adiante. Dicas: Este jogo dá muito o que refletir, e nossa experiência nos mostrou que é importante continuar a atividade com a reflexão em grupo. O facilitador deve explicar no começo que se realizará um jogo que nos permitirá conversar sobre algumas questões. O jogo como tal é rápido, e se pode dedicar o tempo que se quiser para a reflexão. 5- A FLOR E OS ESPINHOS Objetivo: Trabalhar o mundo interior de cada colega de equipe visando criação de um clima adequado à fase da LIMPEZA do 5 “S”. Cenário: Lembrar, com a equipe, as inúmeras situações que nos ferem ao longo da nossa vida profissional. Usando música de fundo, criar um clima em que venham a tona as lembranças dos nossos dissabores profissionais. Buscar, em seguida, lembrar também das experiências positivas, das esperanças cultivadas, e que se constituem na força motora que nos faz levantar e prosseguir sempre. Nesse momento sugere-se usar música instrumental um pouco mais alegre. Desenvolvimento: Entregar a cada colega um quadrado recortado em papel marrom no momento em que estiverem sendo lembrados os dissabores. Pedir que cada um registre nele as lembranças mais amargas de sua experiência profissional. Deixar que o grupo processe calmamente esse momento. Em seguida, no momento em que se buscam as experiências agradáveis e as esperanças positivas, entregar um quadrado recortado em papel vermelho, e pedir que cada um registre nele as lembranças felizes ou os sentimentos positivos. Logo depois de processado esse momento pedir que façam um canudinho bem fino com o papel marrom, e, através de dobradura (ao meio duas vezes, abrindo as pétalas), uma flor com o vermelho. Apertando os vértices do vermelho fazer uma ponta que possa ser introduzida no canudinho. As alegrias e esperanças são a flor; os dissabores são os espinhos. Toda flor possui espinhos mas os espinhos são a base de sustentação para a flor. 37
  38. 38. Conclusão: Sugerir que cada um compartilhe com um dos colegas sua reflexão. Nesse momento, se alguém quiser, podem se trocar as flores, buscando nos colegas uma forma de amenizar os espinhos, reforçando as flores. 6- A FONTE Objetivo: Demonstrar a influência dos modelos mentais na interpretação dos fatos. Material: Papeletas com a frase para cada grupo e papel e caneta para os participantes. Desenvolvimento: Divide-se o grupo em quatro grupos menores. Solicitar a cada grupo que responda a seguinte questão: Vocês receberam esta mensagem: “Você anda trabalhando bastante”. Como você interpretaria essa mensagem se ela lhe fosse transmitida por: ● seu médico ● seu chefe ● sua mãe ● uma pessoa que está tentando tomar seu lugar na empresa. O grupo deve discutir qual a impressão que a frase, dita pela pessoa indicada, deixa no grupo, sendo que para cada grupo, um dos indicados acima disse a frase. Escolhe-se um relator que deve repassar ao grupão a conclusão do grupo, sem identificar quem disse a frase. Isto deve ser tarefa do grupão. 38
  39. 39. 7- EXCLUSÃO/INCLUSÃO Objetivos: a) Vivenciar o desejo de merecer consideração e interesse; b) Sentir a alienação, o isolamento, a solidão, sensação de estar excluído de um grupo. Tamanho do grupo: Qualquer tamanho, uma vez que serão escolhidos membros para participar do exercício. Tempo exigido: Quinze minutos, aproximadamente. Ambiente físico: Uma sala suficientemente ampla para poder acomodar todos os participantes. Desenvolvimento: I. O animador escolhe umas cinco a sete pessoas que serão identificadas como "de dentro" e que ficam de pé, no centro do grupo, formando um círculo apertado com os braços entrelaçados. Tanto podem ficar viradas para dentro como para fora; II. A seguir, escolherá uma pessoa do grupo que será o "intruso" e que deverá tentar penetrar no círculo da maneira que puder, e os componentes do círculo procuram conservá-lo fora; III. O "intruso" tentará abrir o círculo e toma seu lugar ao lado dos outros como um membro regular, podendo o animador indicar outro membro como "intruso", já que essa atividade costuma despertar grande empatia; IV. No final do exercício, os "intrusos" e os outros membros, que funcionaram como observadores, farão os comentários acerca da 39
  40. 40. experiência. É importante observar se os "intrusos" tentaram penetrar usando a força ou o diálogo. 8- MEDIANDO CONFLITOS Material: balões e palitos Desenvolvimento: Cada participante recebe um balão e o enche. Em seguida o formador solicita que amarrem os balões e o segurem com a mão esquerda, e que coloquem a mão direita aberta para trás, onde foi colocado um palito de dente. A regra é: proteger o seu balão e mantê-lo cheio até acabar o tempo de cinco minutos. Dado o sinal de início, alguns balões começam a ser estourados pelos colegas com o palito de dentes. Ao final do tempo dado, geralmente poucos permanecem com os balões cheios. Conclusão: Todos poderiam ter permanecido com os balões cheios se não usassem os palitos, pois a regra não era estourar os balões. Foi o espírito competitivo que os levou a furar os balões. Nesse espírito todos querem ganhar. Embora a consigna fosse ter o seu balão cheio, apenas alguns se preocupam em proteger o seu balão. O palito de dentes simboliza o conflito. Neste modelo, em situações de conflito o nosso objetivo é ganhar, não basta proteger, é preciso vencer e para vencer é preciso destruir o outro nas dimensões objetiva e subjetiva. Este é um paradigma cultural que precisa ser desconstruído. Todos tinham palitos e o outro esperava que o ataque ocorresse. A forma de proteger foi atacando, porque o outro esperava isso. A filosofia que predomina é: o importante é que a outra pessoa perca e que eu ganhe! A fórmula era: para eu ganhar o outro tem que perder, mas esse é um paradigma que precisa ser desconstruído na mediação. Em lugar dele é preciso pensar no que podemos fazer juntos para solucionar o problema que nos envolve. Essa é a mudança de paradigma que deve ser feita. Todos devem ganhar na mediação escolar. Tal mediação não trabalha a questão (conflitos), mas as pessoas que estão envolvidas na questão. 40
  41. 41. Nesse novo paradigma, o conceito de quem ganha e de quem perde deve ser superado. Nossa cultura está formatada para ganhar e perder. 9- "PARA QUEM VOCÊ TIRA O CHAPÉU" Objetivo: Estimular a autoestima Materiais: Um chapéu e um espelho. O espelho deve estar colado no fundo do chapéu. Desenvolvimento: O animador escolhe uma pessoa do grupo e pergunta se ela tira o chapéu para a pessoa que vê e o porquê, sem dizer o nome da pessoa. Pode ser feito em qualquer tamanho de grupo e o animador deve fingir que trocou a foto do chapéu antes de chamar o próximo participante. Com essa dinâmica muitas vezes as pessoas chegam a se emocionar depois de dizer suas qualidades. 41
  42. 42. 10 - ABRIGO SUBTERRÂNEO Objetivos: Questionar sobre conceitos e valores morais, trabalhar a questão do preconceito no grupo e exercitar uma atividade de consenso. Material: Caneta ou lápis e uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cada participante. Desenvolvimento: Dividir o grupo em subgrupos de cinco pessoas. Distribuir uma cópia do “abrigo subterrâneo” para cada participante. Orientar que cada pessoa deverá proceder a sua decisão individual, escolhendo até seis pessoas (da lista do abrigo) de sua preferência. Em seguida, , cada subgrupo deverá tentar estabelecer o seu consenso, escolhendo, também, as suas seis pessoas. Ao final, o facilitador sugere retornar ao grupão, para que cada subgrupo possa relatar os seus resultados. Proceder os seguintes questionamentos: Quais as pessoas escolhidas de cada subgrupo? Qual o critério de escolha/eliminação? Qual(is) o(s) sentimentos que vocês vivenciaram durante o exercício? Solução: Uma escolha livre de preconceitos seria promover um sorteio. Situação: Você está correndo um sério perigo de vida. Sua cidade está sendo ameaçada de um bombardeio. Você recebe a ordem de que deverá acomodar em um abrigo subterrâneo apenas seis pessoas , entretanto há doze precisando entrar no abrigo. Abaixo, estão quais as pessoas e suas características. Faça a sua escolha. Apenas seis poderão entrar no abrigo: ( ) Um violinista, 40 anos, viciado ( ) Um advogado, 25 anos. ( ) A mulher do advogado, 24 anos, que acaba de sair do manicômio. Ambos preferem ou ficar juntos no abrigo, ou fora dele. ( ) Um sacerdote, 75 anos. 42
  43. 43. ( ) Uma prostituta, com 37 anos. ( ) Um ateu, 20 anos, autor de vários assassinatos. ( ) Uma universitária, 19 anos, que fez voto de castidade. ( ) Um físico, 28 anos, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo sua arma. ( ) Um declamador fanático, 21 anos , baixo QI. ( ) Um homossexual, 47 anos, geólogo. ( ) Um débil mental, 32 anos, que sofre de ataques epiléticos. ( ) Uma menina, 12 anos, baixo QI. 11- INTEGRAÇÃO MUSICAL Material: Gravador. CD com músicas bem animadas. Objetivo: Integração. Propiciar clima de descontração entre os participantes. Desenvolvimento: 1- Colocar música. Pedir aos participantes que caminhem pela sala, individualmente, tentando entrar no ritmo da música. 2- Mudar a música. Pedir aos participantes que formem duplas e dancem juntos no ritmo da música. 3- Trocar novamente a música. Ao comando do facilitador os participantes devem agora formar grupo de três, dançando juntos no ritmo da música. 4- Ao comando do facilitador, cada vez que a música é trocada, formar grupo de quatro, oito, dez, até que todo o grupo esteja dançando junto. 43
  44. 44. 12- GUIAR E SER GUIADO Material: Gravador. CD com músicas bem animadas. Objetivo: Integração. Propiciar clima de descontração entre os participantes. Promover uma reflexão para identificar os sentimentos mais presentes, tanto quando estamos guiando, como quando somos guiados. Desenvolvimento: 1- O facilitador solicita que os participantes formem duplas. 2- A pessoa que for guiar deve voltar as palmas das mãos para cima, e a que for guiada, deve colocar as palmas das mãos sobre as do guia. 3- A pessoa que for guiada deve permanecer de olhos fechados, e o guia deve assegurar-se de conduzir a pessoa guiada com o máximo cuidado. 4- As duplas devem dançar ao ritmo da música, percorrendo toda a sala. 5- Após um período, trocar as funções, quem guia passa a ser guiado, e viceversa. Mudar também a música. 6- Avaliação: Ao final o facilitador solicita que cada um compartilhe seus Sentimentos. Quais os seus sentimentos e atitudes quando foi guiado? Quais os sentimentos e atitudes quando você foi o guia? O que o motivou a ter esses sentimentos? 44
  45. 45. 13-PORQUE EU AMO VOCÊ Objetivo: Promover a Integração entre os participantes. Criar um clima espiritual e amoroso. Material: Tiras de papel para ser distribuída aos participantes. Desenvolvimento: Distribuir as tiras de papel aos participantes, solicitando que cada qual escreva o seu próprio nome de forma bem legível, e depois dobre. Recolher os papéis, misturar e distribuir novamente, pedindo que cada um verifique se não tirou o próprio nome. Em caso positivo, deverá devolver e pegar outro papel. Cada participante deverá ler para si o nome da pessoa que tirou e pensar porque ama essa pessoa. Que qualidades ela tem que você mais admira. Cada um deverá dizer o nome da pessoa que tirou e dizer em voz alta porque ama essa pessoa. Outra variação seria iniciar falando “eu amo essa pessoa porque ela tem tais e tais qualidades, etc, etc, e por fim, mencionar o nome da pessoa a quem está se referindo. 45
  46. 46. 14-MINHA ILHA Material: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos). Objetivo: Favorecer a desinibição; aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo. Desenvolvimento: 1- Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado em círculo. 2- Depois de uma viagem imaginária em que você se salva de um naufrágio, você encontra “abrigo” em uma ilha. 3-Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho de sua ilha. O desenho deve ser bastante espontâneo. 4- Escreva ou desenhe que pessoas e que atividades você poria na sua ilha. 5-Desenhe tudo o que você precisa para sobreviver na sua ilha. 6-Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu desenho. 7-Uma vez concluídos os desenhos, cada pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visível, aos demais membros do grupo e proceder a sua apresentação: nome e explicação do desenho. 46
  47. 47. 15-AUTOPROPAGANDA Objetivo: Estimular conhecimento pessoal. Desfazer bloqueios. Promover a Integração e Aprofundar o conhecimento entre os participantes. Material: Folha de papel; lápis ou lápis coloridos. Desenvolvimento: ● O facilitador solicita que cada participante desenhe ou pinte uma propaganda de si mesmo. ● Também é possível pensar no tipo de pessoa que se sentiria atraída pela propaganda. ● Cada participante apresenta sua propaganda ao grupo. ● As outras pessoas do grupo são solicitadas a acrescentar alguns aspectos que foram omitidas na propaganda do colega. 16- COMPRA E VENDA Objetivo: Estimular autoconhecimento. Favorecer um maior conhecimento entre os participantes. Reconhecer as qualidades das outras pessoas. Integração do grupo. Material: Folha de papel para cada participante. Lápis Preto. Lápis coloridos. Desenvolvimento: ●Leitura do texto inspiracional: “Não existe em lugar nenhum do planeta, alguém que não tenha nada a oferecer ou nada a receber.” ●O facilitador solicita que cada participante desenhe uma “Loja de 47
  48. 48. Departamentos” que exponha suas características pessoais. ●Cada participante mostra ao grupo sua “Loja”. ●Um de cada vez, cada participante faz um “passeio de compras” e escolhe produtos da loja das outras pessoas de grupo, identificando o porquê de estar “comprando” tais “produtos”. ●Comentários dos participantes sobre a dinâmica. 17- VALORES NEGATIVOS E VALORES POSITIVOS Objetivo: Favorecer a reflexão sobre aspectos da dimensão espiritual do ser humano; aprofundar o auto conhecimento. Material: Folha de Papel com textos para reflexão. Tiras de papel em cores diferentes para atitudes positivas e atitudes egoístas. Exemplo: nas tiras verdes estarão escritas atitudes positivas e nas cinzas, atitudes egoístas. As tiras estarão dobradas e numeradas na parte de fora (sendo que, por exemplo, para a tira cinza de número 1 onde está escrita uma atitude egoísta, deverá haver uma tira verde, também de número 1 que corresponde a atitude positiva a ser adotada). Desenvolvimento: 1- As tiras de papel (verdes e cinzas) deverão estar dobradas e misturadas, colocadas sobre uma mesa no centro da sala. 2- Leitura e breve comentário dos textos. 3- O facilitador orientará os participantes a pegarem uma tira de papel (verde ou cinza). 4- Cada participante deverá agrupar-se ao número correspondente ao seu, formando um par. 5- O monitor explicará então que as tiras cinzas se referem as atitudes negativas e as verdes as atitudes positivas que é nossa meta alcançar. 6- Cada dupla será solicitada a ler em voz alta, primeiro a atitude Negativa e depois a atitude positiva que deve ser a nossa meta. Ressaltar que o nosso esforço em substituir uma atitude negativa por uma atitude positiva faz parte do nosso processo de humanização. Exemplos de atitudes negativas e atitudes positivas correspondentes para serem escritas nas tiras de papel: Negativas 48
  49. 49. ( 1 ) Eu tenho razão Positivas ( 1) Eu procuro consultar com os demais e conhecer o ponto de vista dos outros. ( 2 ) Eu critico as pessoas ( 2 ) Procuro sugerir e auxiliar. ( 3 ) Eu me fixo nas faltas dos outros ( 3 ) Procuro me concentrar nas boas qualidades das pessoas. ( 4 ) Eu julgo as pessoas. ( 4 ) Me concentro em julgar e observar minhas próprias ações. ( 5 ) Eu me aborreço com as pessoas. ( 5 ) Eu procuro compreender as pessoas ( 6 ) Procuro mostrar minhas boas ações e busco reconhecimento. ( 6 ) Realizo boas ações sem ostentação e não espero reconhecimento. ( 7 ) Procuro ocultar minhas más ações e justificá-las ( 7 ) Eu admito minhas más ações e assumo a responsabilidade do que faço. ( 8 ) As dificuldades me inquietam e me deixam angustiado (a) ( 8 ) Considero as dificuldades como desafios para o crescimento e como bênçãos disfarçadas. (10) Sei sempre o que os outros deveriam fazer. (10) Penso no que eu posso e devo fazer. (11) Faço uso de palavras ásperas e realço os defeitos dos outros. (11) Procuro usar palavras amáveis e uma língua bondosa e me calo sobre as faltas dos outros. (12) O que me traz alegria são as conquistas e realizações materi ais. (12) O que me traz verdadeira alegria é o meu progresso espiritual e a oportunidade de servir. (13) Procuro me vingar e guardo ressentimentos. (13) Procuro substituir pensamentos de ódio, por pensamentos mais fortes de amor e paz. 49
  50. 50. (14) Sou escravo de minhas emoções, sentimentos e do meu estado de ânimo. (14) Sei que posso exercer o auto controle e dominar minhas emoções, sentimentos e estado de ânimo. (15) Minha norma de conduta é buscar satisfazer minhas necessidades e garantir meu bem estar, acima de tudo. (15) Minha norma de conduta é procurar servir a Deus e aos meus semelhantes. (16) Não tenho muita confiança em mim mesmo. (16) Eu me considero uma criação única de Deus, feita a Sua imagem e semelhança. (17) Eu duvido. (17) Eu creio (18) Eu tenho preconceitos. (18) Eu busco a verdade (19)Me julgo vítima dos acontecimentos e circunstâncias (19) Sou responsável por aquilo que faço e deixo de fazer e sei que tenho capacidade para conduzir e modificar minha vida como desejar. (20) Penso que já tenho todo o conhecimento necessário (20)Tenho disposição para aprender sempre. (21) Eu me considero incapaz e inferior aos demais (21) Acredito que a luz divina está em mim, como em todas as pessoas, e que sou uma mina rica em jóias de inestimável valor. (22) Eu deixo as coisas acontecerem ao acaso. (22) Eu organizo e planejo. (23) Eu me concentro no passado. (23) Eu vivo no presente. 50
  51. 51. 18- FORMAS COM O CORPO Material: Gravador. CD com músicas variadas, de preferência suaves. Papéis com a tarefa para criação de uma forma que será o símbolo do grupo. Sugestão de formas a serem criadas: pássaro; coração; sol; estrela; vela. Objetivo: Promover a Integração entre os participantes. Estimular a criatividade, cooperação e o trabalho em equipe. Desenvolvimento: 1- Formar subgrupos de aproximadamente sete pessoas. 2- O Facilitador pede que um componente de cada subgrupo sorteie um papel onde estará escrito qual será o símbolo do seu subgrupo, e que deverá ser composto por seus integrantes com seus corpos, sem falar. Os demais participantes deverão adivinhar através da apresentação de cada equipe, qual é o símbolo daquele subgrupo em questão. 3- Será dado um tempo para que cada equipe faça sua apresentação. 4- Plenária – o grupo geral comenta o trabalho, analisando a criatividade dos subgrupos, a cooperação e como se sentiram durante a construção das formas. Palavras (símbolos) a serem sorteadas para os subgrupos: CORAÇÃO PÁSSARO ESTRELA SOL VELA 51
  52. 52. 19-TRANSPORTE SEM MÃOS Objetivo: Promover o diálogo e o trabalho em equipe na resolução de problemas. Materiais: objetos manufaturados como arcos, blocos de esponja, bolas, etc. Desenvolvimento: Os jogadores juntam-se aos pares. Cada par deve transportar ou passar a outro par um mínimo de quatro objetos diferentes, mas sem utilizar as mãos (só ao princípio, quando se pega no objeto). Podem-se utilizar objetos diversos, desde naturais como frutas (laranjas, maçãs, etc.) até objetos manufaturados como arcos, blocos de esponja, bolas, etc. As estratégias de transporte também são livres: caminhar dois a dois com o objeto frente a frente; ombro com ombro; peito com peito; traseiro com traseiro; etc. Logo que os objetos tenham sido passados, trocam-se os pares e continua-se o jogo. O jogo pode realizar-se depois com grupos de mais elementos e também se podem introduzir novas regras. 20-PERSONAGENS Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos; caso haja muitos participantes, formam-se equipes. Material: O animador deve preparar, previamente, um pôster em que apareça uma figura humana sobre um ponto de interrogação. Um cartão para cada pessoa. Desenvolvimento: - Distribuído o cartão aos participantes, o animador passa à motivação do exercício. “Raramente encontramos um ser humano que não admire alguém: um héroi, um cientista... ou mesmo pessoas comuns, mas cuja a vida lhe causou impacto. Hoje iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem admiramos, seja ela encarnada ou 52
  53. 53. desencarnada, não importa sua nacionalidade, nem tampouco seu prestígio junto a sociedade.” - Convidam-se os presentes a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração. - Logo após, reúnem-se em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração, após o que, os demais podem fazer perguntas. É preciso evitar que as preferências das pessoas sejam questionadas. 21- " RECITAL DAS ALMAS GÊMEAS" Objetivo: É uma atividade muito divertida, que tem como objetivo a descontração e a aproximação entre os membros do grupo. Material: papel e caneta Desenvolvimento: Divide-se a turma em duas equipes. Em papeis serão escritas mensagens que se completam (perguntas e respostas ou parte 1 e parte 2). Cada participante deverá pegar um papel, ou mais conforme a quantidade de papeis e participantes, sem deixar que seus colegas vejam o que está escrito. A mensagem será ex: 1 - 'eu sou um jardim sem flor', 2- ' eu sou a flor do teu jardim'. A segunda parte complementa a primeira. É importante que as mensagem sejam criativas e engraçadas. É preciso demarcar quais são as primeiras partes, para que sejam recitadas primeiramente, sendo completadas pela sua respectiva segunda parte. 53
  54. 54. 22- DESAFIO DAS CORES Material: Gravador. CD com músicas harmonizantes. Papel com o exercício de auto avaliação. Papel nas cores verde, vermelho, amarelo, azul e branco. Objetivo: Promover maior conhecimento de si e do grupo. Desenvolver a capacidade de reconhecer qualidades e valores em si e nos outros. Desenvolvimento: Frase: “Não existe em lugar nenhum do planeta, alguém que não tenha nada a oferecer ou nada a receber.” 1-Texto de Sensibilização: Reconhecer os valores e o potencial das pessoas à nossa volta é o ponto de partida para o estabelecimento da confiança nas relações interpessoais. Todos gostamos de nos sentir qualificados. É mais fácil ver as qualidades nos outros quando descobrimos nosso potencial, nossa força. No desafio das cores convidamos cada um a identificar seu mapa pessoal de qualificação a partir de uma viagem pelos caminhos das cores. O ser humano pode ser comparado ao arco-íris, cheio de riquezas e potencialidades. Às vezes, não conseguimos expressá-las. Nosso meio ambiente faz-nos esquecer o que somos e o que temos. 2-O Facilitador distribui as folhas e solicita que cada um preencha o exercício de autoavaliação. 3-Exercício de auto-avaliação: Marque pontos de 01 à 04, de acordo com a escala: 1- raramente 2- algumas vezes 3- Freqüentemente 4- sempre Comportamento, reações, atitudes e ações que normalmente apresento: Verde 54
  55. 55. ( ) Ousadia ( ) Inovação ( ) Explosão ( ) Calor ( ) Sensibilidade ( ) Carinho Total: Vermelho ( ) Paixão ( ) Emoção ( ) Afetividade ( ) Positivismo ( ) Animação ( ) Entusiasmo Total: Amarelo ( ) Energia ( ) Radiância ( ) Espontaneidade ( ) Criatividade ( ) Flexibilidade ( ) Ludicidade Total: Azul ( ) Organização ( ) Minúcia ( ) Boa Memória ( ) Realização do que foi planejado ( ) Capacidade de síntese ( ) Facilidade para administrar Total: Branco ( ) Tranqüilidade ( ) Paz ( ) Imparcialidade ( ) Negociação 55
  56. 56. ( ) Docilidade ( ) Mediação Total: Avaliação Final: Minha cor positiva mais marcante (onde somei mais pontos): .................................. A cor que preciso desenvolver mais (onde somei menos pontos): ........................... Prosseguindo...: 4- Cada participante pega uma folha na cor identificada na auto avaliação como sua cor positiva mais marcante. 5- Em seguida, cada um escolhe duas cores, uma para o colega da direita, e outra para o colega da esquerda, conforme a cor positiva mais marcante que identifica em cada um. A cor escolhida será colada na cadeira, atrás do participante. 6- Cada participante apresenta sua cor positiva mais marcante, e depois compara-a com as outras cores que lhe foram dadas pelos colegas. 56
  57. 57. 23- MEU BARQUINHO DE PAPEL João era um menino muito esperto que adorava aventuras, certo dia ele resolveu ir passear pela floresta. Então, ele foi andando, andando e pela floresta ouvia muitos barulhos, mas o que ele mais gostou foi o barulho do vento ( balançar a folha fazendo o barulho do vento). 57 Estava Joãozinho refrescando-se embaixo de uma árvore quando surgiu uma borboleta voando e lembrou-se desta música: (dobrar a folha ao meio, segurando pela dobra. Abaixar e levantar a mão, fazendo o papel balançar como se fosse asas de borboleta)
  58. 58. 58 João gostou muito daquele lugar e achou que seria bem divertido fazer uma casa na árvore e morar por ali mesmo. (dobrar ao meio novamente e colocar ponta com ponta ao meio da marcação dobrada) de:
  59. 59. Mas a casa era toda desajeitada! Não daria para João morar nela por muito tempo... Era melhor João inventar outra brincadeira. Ele gostava muito de brincar de soldado e precisou dobrar só mais um pedacinho, outro pedacinho... E ... O que será que apareceu? Olhem só! Um chapeuzinho do soldado! Joãozinho começou a cantar esta música: 59 Mas o chapéu era muito grande para a cabecinha do João e ele resolveu dobrar mais uma vez, (de um lado, do outro lado)
  60. 60. 60 surgindoassimumchapeuzinhomuitopequeno.Joãoficou muitoaborrecidoetentoufaze-lovoltaraomesmotamanho, masnãoconseguiu. Oqueconseguiufoifazerum... Umbarquinho!!!
  61. 61. E o Joãozinho ficou feliz da vida. Correu para a praia que ficava ali por perto. No caminho começou uma chuvinha danada e ele tentou enxugar o barquinho com a camisa. Quando acabou de enxugar, largou a camisa e foi embora. Já estava na praia quando notou que estava sem camisa e logo pensou: __ Epa! Minha camisa! Onde será que a deixei? Vou levar uma surra da minha mãe! Mas agora eu não vou acha-la mesmo e vou apanhar do mesmo jeito! Então eu vou brincar um pouquinho e depois vou para casa! Usando sua imaginação embarcou no frágil barquinho que navegou, rapidamente, mar a dentro. Já estava longe, navegando, quando uma tremenda tempestade começou a jogar o barquinho pra cá e pra lá. Pra lá e pra cá! Nesse jogo das ondas, o barquinho bateu com a proa no rochedo, partindo-se. (frente) 61
  62. 62. Atempestadeficoumaisforteainda,continuandoajogaro barquinhoque,bateutambémcomapopa,partindo-secomoa proa.(trás) 62
  63. 63. Esabemoqueaconteceu? Joãozinho,porcausadocansaçoedocalor,haviaseabrigadoà sombradeumaárvorepertodapraiaeadormecera.Quando acordou,suacamisaestavaaoladodele. Onde?OndeestáacamisadoJoãozinho? 63
  64. 64. 24- “Trabalhando a autoestima” Material: balão, tira de papel, música. Desenvolvimento: Cada participante recebe um balão e uma tira de papel com seu próprio nome. Coloca o papel dentro do balão e depois o enche. Ao som de uma música, todos os participantes circulam pela sala jogando os balões para cima, misturando-os, sem deixá-los cair, como se estivessem brincando com uma peteca. Quando a música parar, todos param e pegam o balão que está mais próximo. Seguindo uma ordem, cada participante estoura o seu balão e fala uma qualidade para a pessoa cujo nome encontrava-se dentro do balão. 25- “INTERAGINDO COM O OUTRO” Material: Música Desenvolvimento: Ao som da música “Cativar”, de Diomar Naves, os participantes caminham pela sala olhando nos olhos uns dos outros. A cada vez que parar a música, os participantes irão se cumprimentar de acordo com os comandos dados: com o cotovelo, com o joelho, com a orelha, barriga e outros. 64
  65. 65. 26-GOSTO DE VOCÊ Material: Aparelho de CD – música suave. Papel e lápis para cada participante (cada folha de papel deverá ter escrito: Nome e embaixo a frase “Gosto de você porque...”). Folhas com textos inspiracionais extraídos das sagradas escrituras. Objetivo: Exercitar a capacidade de enxergar a nobreza do ser humano; ver as qualidades de cada pessoa. Desenvolvimento: 1- O Facilitador distribui os textos entre os participantes e solicita que leiam fazendo um breve comentário: 2- O Facilitador acrescenta que vamos então fazer um exercício prático, visando atender as exortações de ‘Abdu’l-Bahá. Distribui a folha de papel para cada participante e pede que cada um escreva o seu nome no alto da folha. 3- Em seguida, cada participante deve passar a sua folha para o colega, que deverá escrever uma qualidade da pessoa cujo nome está escrito na folha. 4- Este procedimento é repetido à medida que os papéis vão passando de mão em mão, e todos vão escrevendo uma qualidade para cada pessoa. 5- Quando a folha de cada um retorna às suas mãos, um por um, cada participante lê as qualidades que os seus colegas lhe atribuíram. Outra opção, é pedir que a pessoa ao lado leia as qualidades escritas na folha do seu amigo, e vice-versa. (Folha para ser distribuída a cada participante):  Nome: Gosto de você porque:  65
  66. 66. 27-OS PÁSSAROS Material: Gravador. CD com músicas animadas. Objetivo: Integração. Aumentar o amor e amizade entre os participantes. Exercitar a colaboração. Desenvolvimento: 1- O Facilitador solicita a todos os participantes que caminhem livremente por toda a sala ao som da música. 2- Ao comando do Facilitador, deverão ser formados “ninhos”, aos pares, com uma dupla de participantes dando-se as mãos e elevando-as de modo a formar um “teto” de uma casa. Esses “ninhos” deverão abrigar um, dois, três ou muitos pássaros de uma vez, obedecendo sempre ao comando do Facilitador. 3- O Facilitador dá repetidas ordens: “dois pássaros no ninho”; “quatro pássaros no ninho”; etc..., etc... O objetivo é não deixar nenhum “pássaro” sem ninho. 66
  67. 67. 28-OS SEGREDOS DA CAIXA Material: Gravador. CD com músicas animadas. Caixa com frases para completar dobradas e colocadas em interior. Objetivo: Integração. Aumentar o conhecimento entre os participantes. Desenvolvimento: 1- O Facilitador solicita que os participantes sentem-se em círculo e coloca uma música bem animada. 2- Ao comando do Facilitador, uma caixa contendo várias frases deverá passar de mão em mão ao som da música. 3- Quando a música para, a pessoa que está com a caixa na mão abre-a, retira uma frase e completa. 4- O Facilitador novamente coloca a música e a caixa continua circulando de mão em mão. Sempre que a música para, a pessoa que está com a caixa deve retirar uma frase e completá-la conforme suas próprias idéias e sentimentos. Sugestão de frases: PERCEBO QUE, A CADA DIA, ESTOU ME TORNANDO ... EU ME SINTO FELIZ QUANDO ... O QUE EU MAIS ADMIRO NAS PESSOAS É ... EU ME SINTO UMA PESSOA AMADA QUANDO ... O MUNDO SERIA MAIS FELIZ SE ... O MEU MAIOR SONHO É ... QUANDO EU ......................................... ME SINTO UMA PESSOA REALIZADA. O MEU MAIOR TESOURO É ... A MELHOR MANEIRA DE VENCER AS DIFICULDADES É ... A MELHOR MANEIRA PARA TER GRANDES AMIGOS É ... A FELICIDADE VERDADEIRA SE CONQUISTA ATRAVÉS ... O QUE MAIS ME MARCOU EM MINHA VIDA FOI ... NA NATUREZA, O QUE MAIS ME ENCANTA É ... A MINHA MAIOR CONQUISTA FOI ... 67
  68. 68. O QUE EU PRETENDO CONQUISTAR NO FUTURO É ... CONSIDERO A FASE ATUAL DA MINHA VIDA COMO ... UM AMIGO VERDADEIRO É AQUELE QUE ... O MAIOR DESAFIO PARA UMA PESSOA DEVE SER ... O QUE PODE ASSEGURAR A UNIDADE É ... O QUE ME FAZ SENTIR BEM EM UM AMBIENTE OU LUGAR É ... EU ME CONSIDERO UMA PESSOA ... EU GOSTARIA QUE SE LEMBRASSEM DE MIM COMO UMA PESSOA... SE EU PUDESSE PEDIR AO GÊNIO DA LÂMPADA UMA QUALIDADE, EU PEDIRIA ... PARA SE CRESCER COMO SER HUMANO É NECESSÁRIO ... A PALAVRA QUE MELHOR DEFINE ESSE GRUPO É ... EU ACHO QUE AS PESSOAS ME CONSIDERAM UMA PESSOA ... O QUE TORNA UMA PESSOA FASCINANTE É ... ATUALMENTE, AS IDÉIAS QUE MAIS OCUPAM MEUS PENSAMENTOS SÃO ... DAQUI A DEZ ANOS EU GOSTARIA DE ESTAR ... AS ATIVIDADES QUE MAIS ME DÃO PRAZER SÃO ... QUANDO ESTOU FELIZ EU ... CONSIDERO QUE A VERDADEIRA RIQUEZA É ... ACHO QUE A MELHOR MANEIRA DE SE APROVEITAR BEM A VIDA É ... O MAIOR OBJETIVO NA MINHA VIDA É ... UMA PESSOA PODE CONQUISTAR UMA VIDA TRANQUILA ATRAVÉS ... QUANDO NÃO HÁ ORGANIZAÇÃO O RESULTADO É ... RESPEITAR OS OUTROS SIGNIFICA ... EU SINTO QUE AS PESSOAS ME RESPEITAM QUANDO ... A MELHOR MANEIRA PARA RELACIONAR-SE BEM COM TODAS AS PESSOAS É ... A MAIOR FORÇA DE UM GRUPO ESTÁ ... SE EU FOSSE UM NÁUFRAGO, AGARRADO A UM TRONCO, PENSARIA ... PARAÍSO PARA MIM SIGNIFICA ... EU CONFIO NAS PESSOAS QUE ... SE EU NÃO FOSSE QUEM EU SOU, EU GOSTARIA DE SER ... SE EU FOSSE UM ANIMAL EU GOSTARIA DE SER ... PORQUE ... SE EU ACERTASSE HOJE NA LOTERIA EU... SE EU ESTIVESSE PERDIDO NO MEIO DA SELVA, EU... 68
  69. 69. SE EU FOSSE CAPTURADO POR UMA TRIBO DE CANIBAIS, EU DIRIA ... A PESSOA MAIS INCRÍVEL QUE EU CONHEÇO É ... SE EU FOSSE UM SUPER HERÓI OU SUPER HEROINA, EU GOSTARIA DE SER O/A ... ENTRE A BELEZA E A RIQUEZA EU ESCOLHO ... QUANDO EU ME APAIXONO POR ALGUÉM EU ... O MAIOR “MICO” QUE EU PAGUEI EM MINHA VIDA FOI... O QUE ME DEIXA MUITO ZANGADO(a) E ME TIRA DO SÉRIO É ... SE ALGUÉM QUISER ME DEIXAR MUITO FELIZ DEVE... UM LUGAR QUE ME TRAZ RECORDAÇÕES MUITO BOAS É... QUANDO EU FICAR MAIS VELHO(A) EU QUERO... A LEMBRANÇA MAIS FELIZ QUE EU TENHO É... SE EU PUDESSE ESCOLHER OUTRO NOME PARA MIM EU ESCOLHERIA... EU NÃO PODERIA VIVER SEM... QUANDO EU OBSERVO A SITUAÇÃO DO MUNDO ATUAL EU... 29- DINÂMICA DO CORAÇÃO Objetivos: Abrir espaços para uma comunicação mais íntima e 69
  70. 70. profunda. Partilhar os sentimentos. Material: Folha em branco para todos os participantes. Caneta ou pincel. Desenvolvimento: ●Entrega-se uma folha em branco para cada participante que vai desenhar um coração grande e colocar seu nome fora do coração. ●Divide-se o coração em quatro partes. Na primeira parte do coração, fazer um símbolo que relate um fato importante que você realizou (sua maior realização pessoal). Na segunda parte um fato importante que sua família realizou (o maior acontecimento). Na terceira parte, a coisa mais importante que você pretende realizar nos próximos dois anos. Na Quarta parte, a coisa mais importante que sua família almeja realizar ou alcançar nos próximos dois anos. ●Em pequenos grupos, partilhar a experiência, expondo o que desenhou. ● Se julgar necessário, continuar a partilha em plenário. 30-A PALAVRA IMÃ Objetivos: Incentivar a participação de todos, descontração, colocar sentimentos escondidos para fora e libertar a parcela de verdade que todos temos em nossa mente. Material: Cartolina e pincéis atômicos. Desenvolvimento: Dispor os participantes sentados em círculo. O coordenador deverá escrever no centro de uma cartolina a palavra-chave, o tema do encontro. Pedir para cada participante escrever em torno da palavra-chave, aquilo que lhe vier à cabeça. No final da dinâmica, todos conversarão sobre o que escreveram, o que sentiram. 31-O OUTRO LADO 70
  71. 71. Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade. Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica). O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica. A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente. Repete-se a ordem várias vezes. O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio. NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras...) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia. Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram: - Como cada um se sentiu? - Quem se sentiu esmagado e desrespeitado? - Quem ais correu ou empurrou? - De que forma as lideranças foram se manifestando??? - Houve desistência no meio do caminho? - Surgiram animadores??? 32-DINÂMICA DA PIZZA 71
  72. 72. Objetivos: Verificar a capacidade de priorizar assuntos; ver qual a importância dada a cada assunto proposto. Controle pessoal do tempo. Material: Folha em branco para todos os participantes. Caneta ou pincel atômico. Desenvolvimento: ●O facilitador propõe temas (assuntos) a serem discutidos pelo grupo. Cada participante é motivado a fazer sua escolha acerca do assunto de maior importância para si. ●Cada assunto será identificado pela primeira letra da palavra. ●Cada participante desenha, na folha de papel, um círculo, coloca as letras iniciais dos assuntos propostos e, de acordo com as proporções divide o círculo em partes, ficando a parte maior para o assunto de seu maior interesse, e a parte menor para o assunto de menor interesse. ●Em seguida, cada um poderá mostrar seu desenho para os outros e discutir sobre as várias divisões feitas. ●Descobri o porquê das preferências por um ou outro assunto. Exemplo de temas: droga, sexo, namoro, política, afetividade, sexualidade, espiritualidade, pais e filhos, educação, eleições, violência, etc. 33-QUEM SOU EU 72
  73. 73. Objetivo: Conhecimento pessoal. Material: Folha em branco para todos os participantes. Desenvolvimento: ● Motivar os participantes a refletir sobre o valor da vida. ● Cada um escreverá na sua folha o que pretende ser na vida, bem como seus valores, habilidades, limites. ● Responder às perguntas: Quem sou eu? O que quero ser? Quais as minhas metas? Meus objetivos, ilusões? Quais meus limites? Como atuo para chegar ao meu sonho? ● Terminada a reflexão pessoal, junta-se com os outros para comunicar a “radiografia” feita. ● Ao final é bom que se comuniquem os sentimentos, ou seja, como cada um se sentiu ao escrever e ao partilhar sobre si, seu eu, seus projetos. 34-DINÂMICA: QUALIDADES Objetivos: Ressaltar o positivo do grupo. 73
  74. 74. Material: Folhas de papel em branco. Alfinetes. Música bem animada. Desenvolvimento: ● Cada participante recebe uma folha em branco, onde deverá escrever seu nome no centro, no alto da folha. Abaixo do nome deve estar escrito: “É uma pessoa... ● Convida-se o grupo a refletir sobre as próprias qualidades. ● Depois que cada um escreveu suas qualidades em silêncio, entrega-se a todos um alfinete para que prendam a folha às costas. ● Em seguida, todos vão percorrendo a sala, ao som da música, e lendo os valores uns dos outros e acrescentando na listagem do companheiro alguma qualidade que se possa atribuir a ele. ● Depois todos retiram o papel das costas e vão ler o que os colegas acrescentaram. Pode-se fazer trocas e uns lerem as folhas dos outros. 35- AS GRAVURAS 74
  75. 75. Objetivos: Ampliar o conhecimento de si e interpessoal. Promover a participação de todos com maior espontaneidade. Material: Gravuras recortadas e coladas em cartões de papel (de preferência papel cartão). As gravuras devem ser realistas, não sejam personagens conhecidos, sejam grandes. Frases inspiradoras, digitadas, recortadas e coladas atrás dos cartões. Desenvolvimento: ● Espalhar os cartões com as gravuras e convidar as pessoas a circular em volta das gravuras, escolhendo aquela que tenha algo com que se identifique. ● Escolhida a gravura, cada pessoa pega seu cartão e volta ao seu lugar de origem. ● Depois cada participante falará sobre sua escolha espontaneamente, sobre como a gravura se identifica com ele, e tecendo suas reflexões sobre a frase lida. Obs: Se o grupo for grande, inicialmente pode-se fazer a partilha em dupla ou pequenos grupos. Depois o grupo escolhe uma gravura e a frase com a qual mais se identificou para ser apresentada em plenário. 36-O ESPELHO 75
  76. 76. Objetivo: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e com seus valores. Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa. O ambiente deve ser de silêncio e interiorização. Desenvolvimento: ● O facilitador motiva o grupo: “Existe alguém que lhes é de grande significado. É uma pessoa muito importante para você, a quem você gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida...”(Deixar um tempo para esta interiorização) ● Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida. ● Em seguida, o facilitador orienta para que todos se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos deverão olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. ● Finalmente, se compartilha os próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um. 37- AS PEDRAS Objetivos: Despertar para a originalidade de cada um como pessoa. 76
  77. 77. Descobrir detalhes de sua pessoa que marcam diferenças – somos únicos, originais, diferentes... Material: Muitas pedras, das mais variadas formas, porém do mesmo estilo para que a sua diferenciação não seja muito facilitada. Cd, música suave. Desenvolvimento: ● O Facilitador coloca todas as pedras no centro do círculo de modo que todos possam vê-las. Em seguida motiva o grupo para observar bem cada pedra que está no chão e escolher uma com a qual se identifica por algum motivo (cada pessoa deve escolher a “sua” pedra). ● Assim que todos tiverem feito sua escolha, sugerimos um momento de reflexão pessoal, em que cada um deverá encontrar, na “sua” pedra, suas próprias características pessoais. (Neste momento, coloca-se um fundo musical suave.) ● As pedras deverão então ser devolvidas ao centro do círculo, de modo que todos voltem a vê-las. ● Depois de observar novamente todas as pedras, cada um vai pegar a “sua” novamente. (Isso é muito importante. Os detalhes irão ajudar. Quem sabe um ajuda o outro, se por acaso alguém se confundir na hora de pegar a sua entre todas as outras.) ● Finalmente, todos são convidados a partilhar, falando sobre a “sua” pedra, ou seja, sobre si mesmos. 38- MINHAS QUALIDADES 77
  78. 78. Objetivos: Reconhecer suas próprias qualidades e as qualidades dos outros. Partilha. Material: cartões onde devem estar escritas qualidades, as mais diversas possíveis. Desenvolvimento: • Cada participante escolhe um cartão com uma determinada qualidade, por exemplo, otimismo, alegria, esperança, solidariedade, justiça, gratidão, honestidade, etc... ● Alguns instantes de reflexão pessoal. ● Cada participante vai então falar um pouco sobre aquela qualidade: qual sua importância, o que representa para ele ou ela, se possui ou não essa qualidade apresentada no cartão, justificando-se. ● Ao final da dinâmica, é bom que cada um partilhe como se sentiu no correr da dinâmica, bem como as qualidades que descobriu em si e nos outros companheiros. 39-DINÂMICA DOS CARTÕES 78
  79. 79. Objetivos: Descobrir o outro e aprofundar as relações interpessoais. Identificar os fatores que dificultam a interação pessoal. Remover obstáculos, no caso específico do grupo, que distanciam a manifestação de afeto. Acelerar o processo natural do relacionamento entre os membros do grupo. Material: Cartões de cores variadas, contendo cada um provocações para a partilha. Por exemplo: Cartões azuis 1-Consegue-se êxito na vida... 2- Trabalhar com alegria significa... 3- Sofrer bastante é... 4- Uma pessoa jamais envelhece se ... Cartões Brancos: 1- A beleza de uma pessoa está em ... 2- Aprendi muito com o sofrimento quando... 3- Senti que prestei ajuda a alguém quando... 4- Pessoa de quem não quero me esquecer é ... Cartões Amarelos: 1- Faz bastante tempo que... 2- Um fracasso que transformei em sucesso foi... 3- Uma amizade que me representou grande ajuda foi... 4- Um desafio que venci foi... Cartões Verdes 1- Mais que ter idade, ser adulto é... 2- Sei que minha limitação foi posta à prova quando... 3- É difícil mas não impossível vencer... 4- Uma verdade de que não gostei mas que me ajudou foi... Cartões Vermelhos 1- Nada me frustrou mais que... 2- Um professor que, sem saber, me ajudou bastante foi... 3- Quem diria, mas aprendi... 4- De meu pai fica a lembrança... 79
  80. 80. Cartões Rosas: 1- Um provérbio que a prática ensinou ser verdade é... 2- Senti-me útil quando... 3- Um livro que me deixou marcas foi... 4- É uma pessoa que admiro porque... Desenvolvimento: ● Para o cumprimento dessa atividade cada participante receberá um cartão contendo quatro experiências a serem relatadas. Caberá a cada participante escolher de uma a três experiências do cartão, com as quais fará um intercâmbio com o grupo. ● São formados grupos de seis pessoas que deverão partilhar experiências e opiniões por uns vinte minutos. ● Findo o tempo, os grupos são desfeitos e o facilitador apresenta a todos a proposta de uma discussão voltada para a resposta a três questões básicas: Alguém ouviu alguma experiência que poderá servir-lhe numa eventual oportunidade? Qual? Porquê? 40-A LIÇÃO DOS GANSOS 80

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