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Paralelismo no Modelo D-GM: Emprego de Grafos de Dependências

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Trabalho apresentado no congresso WSCAD-CTIC 2007, sob orientação da Prof. Dra. Renata Hax Sander Reiser e do do Prof. Dr. Adenauer Corrêa Yamin

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Paralelismo no Modelo D-GM: Emprego de Grafos de Dependências

  1. 1. ¸˜ Introducao Modelo D-GM ¸˜ Implementacao ¸˜ Consideracoes Finais Paralelismo no Modelo D-GM: ˆ Emprego de Grafos de Dependencias Felipe Natale Munhoz ´ Universidade Catolica de Pelotas 1 Bolsista BIC/FAPERGS Orientadora: Profa. Dra. Renata Hax Sander Reiser Co-orientadores: Prof. Dr. Adenauer Yamin Prof. Dr. Maur´cio Pilla ı WSCAD-CTIC 2007 - Gramado/RS 1 / 22
  2. 2. ¸˜ Introducao Modelo D-GM ¸˜ Implementacao ¸˜ Consideracoes Finais ´ Sumario 1 ¸˜ Introducao Objetivos Metas 2 Modelo D-GM ˜ Visao Geral Ambiente VPE-GM EXEHDA ˜ D-GM Visao Funcional ˜ D-GM Visao Arquitetural 3 Implementacao¸˜ ˜ Visao Geral ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ˆ Dependencia de dados Arquivo Descritor de Programa 4 ¸˜ Consideracoes Finais Resultados Parciais Trabalhos Futuros ˆ ´ Referencias Bibliograficas 2 / 22
  3. 3. ¸˜ Introducao Modelo D-GM ¸˜ Motivacoes e Objetivos ¸˜ Implementacao Metas ¸˜ Consideracoes Finais 1 ¸˜ Introducao Objetivos Metas 2 Modelo D-GM ˜ Visao Geral Ambiente VPE-GM EXEHDA ˜ D-GM Visao Funcional ˜ D-GM Visao Arquitetural 3 Implementacao¸˜ ˜ Visao Geral ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ˆ Dependencia de dados Arquivo Descritor de Programa 4 ¸˜ Consideracoes Finais Resultados Parciais Trabalhos Futuros ˆ ´ Referencias Bibliograficas Agradecimentos 3 / 22
  4. 4. ¸˜ Introducao Modelo D-GM ¸˜ Motivacoes e Objetivos ¸˜ Implementacao Metas ¸˜ Consideracoes Finais Objetivos Principais Objetivos ¸˜ Integracao do Ambiente VPE-GM com o middleware EXEHDA. ¸˜ Definicao da arquitetura de software Virtual Geometric Machine Model (VirD-GM). 4 / 22
  5. 5. ¸˜ Introducao Modelo D-GM ¸˜ Motivacoes e Objetivos ¸˜ Implementacao Metas ¸˜ Consideracoes Finais Objetivos Principais Objetivos ¸˜ Integracao do Ambiente VPE-GM com o middleware EXEHDA. ¸˜ Definicao da arquitetura de software Virtual Geometric Machine Model (VirD-GM). 4 / 22
  6. 6. ¸˜ Introducao Modelo D-GM ¸˜ Motivacoes e Objetivos ¸˜ Implementacao Metas ¸˜ Consideracoes Finais Metas Principais metas ¸˜ ˆ Exploracao da concorrencia dos processos representados no modelo D-GM. ¸˜ ´ Implementacao dos modulos de carregamento, e disparo da arquitetura VirD-GM. 5 / 22
  7. 7. ¸˜ Introducao Modelo D-GM ¸˜ Motivacoes e Objetivos ¸˜ Implementacao Metas ¸˜ Consideracoes Finais Metas Principais metas ¸˜ ˆ Exploracao da concorrencia dos processos representados no modelo D-GM. ¸˜ ´ Implementacao dos modulos de carregamento, e disparo da arquitetura VirD-GM. 5 / 22
  8. 8. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural 1 ¸˜ Introducao Objetivos Metas 2 Modelo D-GM ˜ Visao Geral Ambiente VPE-GM EXEHDA ˜ D-GM Visao Funcional ˜ D-GM Visao Arquitetural 3 Implementacao¸˜ ˜ Visao Geral ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ˆ Dependencia de dados Arquivo Descritor de Programa 4 ¸˜ Consideracoes Finais Resultados Parciais Trabalhos Futuros ˆ ´ Referencias Bibliograficas Agradecimentos 6 / 22
  9. 9. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural Modelo D-GM Caracter´sticas ı ¸˜ ¸˜ ¸˜ Nocao de Computacao concebida como uma transicao de estados ¸˜ ´ ¸˜ Representacao de processos e definida tanto para aplicacoes ı ˜ determin´sticas como nao-determin´sticas ı ¸˜ ´ Um processo elementar caracteriza-se pela alteracao de uma unica ¸˜ ´ posicao de memoria. 7 / 22
  10. 10. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural Modelo D-GM Caracter´sticas ı ¸˜ ¸˜ ¸˜ Nocao de Computacao concebida como uma transicao de estados ¸˜ ´ ¸˜ Representacao de processos e definida tanto para aplicacoes ı ˜ determin´sticas como nao-determin´sticas ı ¸˜ ´ Um processo elementar caracteriza-se pela alteracao de uma unica ¸˜ ´ posicao de memoria. 7 / 22
  11. 11. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural Modelo D-GM Caracter´sticas ı ¸˜ ¸˜ ¸˜ Nocao de Computacao concebida como uma transicao de estados ¸˜ ´ ¸˜ Representacao de processos e definida tanto para aplicacoes ı ˜ determin´sticas como nao-determin´sticas ı ¸˜ ´ Um processo elementar caracteriza-se pela alteracao de uma unica ¸˜ ´ posicao de memoria. 7 / 22
  12. 12. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural Ambiente VPE-GM Caracter´sticas ı ¸˜ Ambiente de Edicao e ¸˜ Simulacao de Processos do Modelo GM Desenvolvido em Python 8 / 22
  13. 13. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural Ambiente VPE-GM Caracter´sticas ı ¸˜ Ambiente de Edicao e ¸˜ Simulacao de Processos do Modelo GM Desenvolvido em Python 8 / 22
  14. 14. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural EXEHDA ´ ¸˜ O objetivo geral do projeto EXEHDA e a proposicao de um ¸˜ ¸˜ ´ middleware para execucao de aplicacoes distribu´das, moveis e ı conscientes do contexto em uma grade pervasiva. Servicos utilizados ¸ CellInformationBase Executor Worb 9 / 22
  15. 15. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural EXEHDA ´ ¸˜ O objetivo geral do projeto EXEHDA e a proposicao de um ¸˜ ¸˜ ´ middleware para execucao de aplicacoes distribu´das, moveis e ı conscientes do contexto em uma grade pervasiva. Servicos utilizados ¸ CellInformationBase Executor Worb 9 / 22
  16. 16. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural EXEHDA ´ ¸˜ O objetivo geral do projeto EXEHDA e a proposicao de um ¸˜ ¸˜ ´ middleware para execucao de aplicacoes distribu´das, moveis e ı conscientes do contexto em uma grade pervasiva. Servicos utilizados ¸ CellInformationBase Executor Worb 9 / 22
  17. 17. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural ˜ D-GM Visao Funcional Componentes Ambiente de Desenvolvimento ¸˜ Ambiente de Execucao 10 / 22
  18. 18. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural ˜ D-GM Visao Funcional Componentes Ambiente de Desenvolvimento ¸˜ Ambiente de Execucao 10 / 22
  19. 19. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural ˜ D-GM Visao Funcional Componentes Ambiente de Desenvolvimento ¸˜ Ambiente de Execucao 10 / 22
  20. 20. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural ˜ D-GM Visao Arquitetural ¸˜ Organizacao ¸˜ Camada de Aplicacao Camada de Suporte e ¸˜ Ambiente de Execucao ´ Camada de Sistemas Basicos 11 / 22
  21. 21. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural ˜ D-GM Visao Arquitetural ¸˜ Organizacao ¸˜ Camada de Aplicacao Camada de Suporte e ¸˜ Ambiente de Execucao ´ Camada de Sistemas Basicos 11 / 22
  22. 22. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural ˜ D-GM Visao Arquitetural ¸˜ Organizacao ¸˜ Camada de Aplicacao Camada de Suporte e ¸˜ Ambiente de Execucao ´ Camada de Sistemas Basicos 11 / 22
  23. 23. ˜ Visao Geral ¸˜ Introducao Ambiente VPE-GM Modelo D-GM Middleware EXEHDA ¸˜ Implementacao ˜ Visao Funcional ¸˜ Consideracoes Finais ˜ Visao Arquitetural ˜ D-GM Visao Arquitetural ¸˜ Organizacao ¸˜ Camada de Aplicacao Camada de Suporte e ¸˜ Ambiente de Execucao ´ Camada de Sistemas Basicos 11 / 22
  24. 24. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa 1 ¸˜ Introducao Objetivos Metas 2 Modelo D-GM ˜ Visao Geral Ambiente VPE-GM EXEHDA ˜ D-GM Visao Funcional ˜ D-GM Visao Arquitetural 3 Implementacao¸˜ ˜ Visao Geral ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ˆ Dependencia de dados Arquivo Descritor de Programa 4 ¸˜ Consideracoes Finais Resultados Parciais Trabalhos Futuros ˆ ´ Referencias Bibliograficas Agradecimentos 12 / 22
  25. 25. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ Implementacao ˜ Visao Geral Desenvolvimento sob a plataforma Java. ¸˜ Grafos dirigidos representam o fluxo de execucao e de controle. ˆ ˜ Matrizes de adjacencias sao utilizadas na modelagem das ˆ dependencias de dados. ¸˜ ˜ Barreiras de sincronizacao sao utilizadas para garantir a correta ¸˜ ¸˜ ordem de execucao das operacoes. 13 / 22
  26. 26. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ Implementacao ˜ Visao Geral Desenvolvimento sob a plataforma Java. ¸˜ Grafos dirigidos representam o fluxo de execucao e de controle. ˆ ˜ Matrizes de adjacencias sao utilizadas na modelagem das ˆ dependencias de dados. ¸˜ ˜ Barreiras de sincronizacao sao utilizadas para garantir a correta ¸˜ ¸˜ ordem de execucao das operacoes. 13 / 22
  27. 27. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ Implementacao ˜ Visao Geral Desenvolvimento sob a plataforma Java. ¸˜ Grafos dirigidos representam o fluxo de execucao e de controle. ˆ ˜ Matrizes de adjacencias sao utilizadas na modelagem das ˆ dependencias de dados. ¸˜ ˜ Barreiras de sincronizacao sao utilizadas para garantir a correta ¸˜ ¸˜ ordem de execucao das operacoes. 13 / 22
  28. 28. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ Implementacao ˜ Visao Geral Desenvolvimento sob a plataforma Java. ¸˜ Grafos dirigidos representam o fluxo de execucao e de controle. ˆ ˜ Matrizes de adjacencias sao utilizadas na modelagem das ˆ dependencias de dados. ¸˜ ˜ Barreiras de sincronizacao sao utilizadas para garantir a correta ¸˜ ¸˜ ordem de execucao das operacoes. 13 / 22
  29. 29. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  30. 30. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  31. 31. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  32. 32. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  33. 33. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  34. 34. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  35. 35. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  36. 36. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  37. 37. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  38. 38. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao 14 / 22
  39. 39. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ˆ Dependencia de dados Caracter´sticas ı ´ Cada processo e representado por uma linha e uma coluna da matriz. ´ Na coluna e verificado se o ´ processo esta pronto para executar. ´ Na linha e realizada a ¸˜ atualizacao da matriz. 15 / 22
  40. 40. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ˆ Dependencia de dados Caracter´sticas ı ´ Cada processo e representado por uma linha e uma coluna da matriz. ´ Na coluna e verificado se o ´ processo esta pronto para executar. ´ Na linha e realizada a ¸˜ atualizacao da matriz. 15 / 22
  41. 41. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa ˆ Dependencia de dados Caracter´sticas ı ´ Cada processo e representado por uma linha e uma coluna da matriz. ´ Na coluna e verificado se o ´ processo esta pronto para executar. ´ Na linha e realizada a ¸˜ atualizacao da matriz. 15 / 22
  42. 42. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa Caracter´sticas ı Arquivo XML Construido e validado pelo ambiente VPE-GM. ¸˜ Estruturado de forma a caracterizar o fluxo de execucao. 16 / 22
  43. 43. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa Caracter´sticas ı Arquivo XML Construido e validado pelo ambiente VPE-GM. ¸˜ Estruturado de forma a caracterizar o fluxo de execucao. 16 / 22
  44. 44. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa Caracter´sticas ı Arquivo XML Construido e validado pelo ambiente VPE-GM. ¸˜ Estruturado de forma a caracterizar o fluxo de execucao. 16 / 22
  45. 45. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  46. 46. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  47. 47. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  48. 48. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  49. 49. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  50. 50. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  51. 51. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  52. 52. ¸˜ Introducao ˜ Visao Geral Modelo D-GM ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ¸˜ Implementacao ˆ Dependencia de dados ¸˜ Consideracoes Finais Arquivo Descritor de Programa Arquivo Descritor de Programa - Exemplo 17 / 22
  53. 53. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos 1 ¸˜ Introducao Objetivos Metas 2 Modelo D-GM ˜ Visao Geral Ambiente VPE-GM EXEHDA ˜ D-GM Visao Funcional ˜ D-GM Visao Arquitetural 3 Implementacao¸˜ ˜ Visao Geral ¸˜ ¸˜ Representacao do Fluxo de Execucao ˆ Dependencia de dados Arquivo Descritor de Programa 4 ¸˜ Consideracoes Finais Resultados Parciais Trabalhos Futuros ˆ ´ Referencias Bibliograficas Agradecimentos 18 / 22
  54. 54. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos Resultados Parciais Principais Resultados ¸˜ ¸˜ Implementacao da biblioteca de funcoes da VirD-GM. ¸˜ ´ Implementacao do modulo de carregamento de processos da VirD-GM. ¸˜ ´ Implementacao do modulo de disparo de processos da VirD-GM. 19 / 22
  55. 55. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos Resultados Parciais Principais Resultados ¸˜ ¸˜ Implementacao da biblioteca de funcoes da VirD-GM. ¸˜ ´ Implementacao do modulo de carregamento de processos da VirD-GM. ¸˜ ´ Implementacao do modulo de disparo de processos da VirD-GM. 19 / 22
  56. 56. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos Resultados Parciais Principais Resultados ¸˜ ¸˜ Implementacao da biblioteca de funcoes da VirD-GM. ¸˜ ´ Implementacao do modulo de carregamento de processos da VirD-GM. ¸˜ ´ Implementacao do modulo de disparo de processos da VirD-GM. 19 / 22
  57. 57. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ¸˜ ´ ¸˜ Implementacao do modulo de controle de execucao da VirD-GM. ¸˜ ¸˜ ´ Maximizacao da integracao dos modulos ao middleware EXEHDA. ¸˜ ¸˜ Ampliacao da biblioteca de funcoes da VirD-GM. 20 / 22
  58. 58. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ¸˜ ´ ¸˜ Implementacao do modulo de controle de execucao da VirD-GM. ¸˜ ¸˜ ´ Maximizacao da integracao dos modulos ao middleware EXEHDA. ¸˜ ¸˜ Ampliacao da biblioteca de funcoes da VirD-GM. 20 / 22
  59. 59. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ¸˜ ´ ¸˜ Implementacao do modulo de controle de execucao da VirD-GM. ¸˜ ¸˜ ´ Maximizacao da integracao dos modulos ao middleware EXEHDA. ¸˜ ¸˜ Ampliacao da biblioteca de funcoes da VirD-GM. 20 / 22
  60. 60. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos ˆ ´ Referencias Bibliograficas Champion, M., Byrne, S., Nicol, G., and Wood, L. (1997). Document object model (core) level 1. Fonseca, V. S., Reiser, R. H. S., Yamin, A. C., and Pilla, M. L. (2007). Vird-gm: Towards a grid computing environment. In Proceedings of CCGRID 2007, pages 1–6. Prestes, D., Cardoso, M., Reiser, R., and Costa, A. (2005). Extending the geometric machine model to a visual programming environment. ˆ ´ CLEI05 XXXI: Conferencia. Latinoamericana de Informatica, pages 1–10. Reiser, R., Costa, A. C. R., and Dimuro, G. (2004). Distributed approach for the geometric machine model. In PARA 2004 - Workshop on State-of-the-art in Scientific Computing Valideted, number 1, pages 106–114, Ligby. Rossum, G. V. and Fred Drake, J. (2006). Python Library Reference. Yamin, A. C., Augustin, I., Barbosa, J., Silva, L., Real, R., Schaffer, A., and Geyer, C. (2005). Exehda: adaptive middleware for building a pervasive grid environment. In Czap, H., Unland, R., Branki, C., and Tianfield, H., editors, Frontiers in Artificial Intelligence and Applications - Self-Organization and Autonomic Informatics, volume 135, pages 203–219. IOS Press. 21 / 22
  61. 61. ¸˜ Introducao Resultados Parciais Modelo D-GM Trabalhos Futuros ¸˜ Implementacao ˆ Referencias ¸˜ Consideracoes Finais Agradecimentos Agradecimentos FAPERGS: Bolsa de IC de 08/2007 a 07/2009 Grupos de Pesquisas: GMFC e G3PD ¸˜ Mais informacoes: E-mail: fmunhoz@ucpel.tche.br 22 / 22

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