Óptica introdução

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Óptica introdução

  1. 1. ÓPTICA Introdução a óptica
  2. 2. Introdução Óptica é a parte da Física que estuda a luz e os fenômenos luminosos. Do grego OPTIKÉ, visão, estudo dos fenômenos luminosos. A óptica se divide em: Óptica geométrica:Óptica geométrica: Estuda os fenômenos luminosos baseados em leisÓptica geométrica:Óptica geométrica: Estuda os fenômenos luminosos baseados em leis empíricas (experimentais), que são explicados sem que haja necessidade de se conhecer a natureza física da luz. A óptica geométrica usa como ferramenta de estudo a geometria Óptica física:Óptica física: Estuda a compreensão da natureza física da luz e fenômenos como interferência, polarização, difração, dispersão entre outros.
  3. 3. A natureza da luz Na Antiguidade alguns filósofos gregos acreditavam que a luz era formada por pequenas partículas, as quais se propagavam em linha reta e com alta velocidade. Leonardo da Vinci percebeu a semelhança entre a reflexão da luz e o fenômeno do eco e levantou a hipótese de que a luz era um movimento ondulatório.
  4. 4. A natureza da luz Na busca pela definição sobre a natureza da luz surgiram, no século XVII, duas correntes de pensamento científico: A teoria corpuscular da luz, que era defendida porA teoria corpuscular da luz, que era defendida por Newton; O modelo ondulatório da luz, que era defendido por Christian Huyghens.
  5. 5. A teoria corpouscular da luz Newton tentou justificar sua teoria afirmando que a luz se comportava como pequenas esferas, as quais colidiam elasticamente com uma superfície lisa, sendo refletida de modo que o ângulo de incidência fosse igual ao ângulo de refração.incidência fosse igual ao ângulo de refração. Assim, segundo o fenômeno da reflexão, Newton considerava a luz como sendo constituída por um conjunto de partículas que se refletem elasticamente sobre uma superfície.
  6. 6. O modelo ondulatório da luz O modelo proposto e defendido por Huyghens dizia que a luz era uma onda e ela explicava de forma significativa a reflexão e a refração da luz. Como sabemos, qualquer onda se reflete e refrata de acordo com as leis da reflexão e da refraçãode acordo com as leis da reflexão e da refração dos feixes luminosos. Observações sobre esses fenômenos levaram os cientistas a favorecer o modelo ondulatório proposto por Huyghens, pois a teoria de Newton não se verificava na prática.
  7. 7. Velocidade da luz Apesar de ser muito rápida a luz tem uma velocidade finita. Se propaga em meios materiais e no vácuo. A velocidade de propagação no vácuo é de cercaA velocidade de propagação no vácuo é de cerca de 300 000 km/s ou 3 . 108 m/s. Na Física a velocidade da luz é simbolizada pela letra c e vale exatos 299 792,458 km/s.
  8. 8. Ano-luz Pelo fato de ser muito rápida, a luz é utilizada para medir grandes distâncias determinando o espaço percorrido por ela em certo tempo. Defini-se anos-luz como uma unidade de medidaDefini-se anos-luz como uma unidade de medida de comprimento, usada principalmente na medição de distâncias astronômicas. 1 ano-luz corresponde à distância percorrida pela luz no vácuo, em um ano.
  9. 9. Fontes de luz Fontes primárias ou corpos luminosos São representados pelos corpos que emitem luz própria. Em geral ocorrem reações em cada um desses elementos que transformam um tipo de energia em energia luminosa.
  10. 10. Fontes de luz Fontes secundárias ou corpos iluminados São os corpos que recebem a luz de outras fontes e enviam de volta uma fração dessa luz. Não emitem luz própria.
  11. 11. Fontes de luz Fontes pontuais (ou puntiformes) Recebem essa denominação as fontes de luz que apresentam dimensões desprezíveis em relação às distâncias que asrelação às distâncias que as separam do outros corpos. Nesse caso, consideramos que todos os raios de luz são emitidos de um único ponto.
  12. 12. Fontes de luz Fontes extensas Quando as dimensões da fonte de luz são relevantes em comparação com as distâncias entre os corpos, dizemos que se trata de uma fonte extensa de luz. Nesse caso, consideramos que os raios luminosos são provenientes de toda a extensão do corpo.
  13. 13. Propagação da luz Raio de luz Denominados raio de luz a linha reta orientada que representa, geometricamente, a propagação da luz. Feixe ou pincel de luzFeixe ou pincel de luz É um conjunto de raios de luz que se propaga pelo espaço.
  14. 14. Propagação da luz Feixe cilindro ou paralelo É representado por raios de luz paralelos. Os raios solares, ao atingirem a superfície terrestre, podem ser considerados como um feixe paralelo.
  15. 15. Propagação da luz Feixe cônico divergente Os raios de luz que o compõem partem, ou parecem partir, de um ponto. A iluminação feita por uma lanterna é um exemplo de um feixe divergente.um feixe divergente.
  16. 16. Propagação da luz Feixe cônico convergente No caso do feixe convergente, todos os raios de luz do feixe se propagam em direção a um ponto. Isso ocorre, por exemplo, com um feixe de luz que atravessa uma lente de aumento.atravessa uma lente de aumento.
  17. 17. Meios Físicos Ao atravessar os corpos, a luz se comporta de diferentes maneiras. De acordo com esse comportamento, podemos classificar os meios. Transparente; Heterogêneo;Transparente; Translúcido; Opaco; Homogêneo; Heterogêneo; Isótropo; Anisótropo; Ordinário
  18. 18. Meios Físicos Transparente É um meio que permite a passagem da luz sem que haja muita perda de energia. O vácuo é um meio transparente, embora outros meios, como a água, o ar e o vidro polido, por exemplo, possamcomo a água, o ar e o vidro polido, por exemplo, possam ser considerados meios transparentes, quando em espessuras relativamente pequenas. Em geral, objetos colocados atrás desses meios podem ser visto com nitidez.
  19. 19. Meios Físicos
  20. 20. Meios Físicos Translúcido É um meio que permite a passagem da luz com muita uma perda de energia, ou seja, os raios de luz tem dificuldade em atravessá-lo. Fontes de luz que se encontrem após esse meio nãoFontes de luz que se encontrem após esse meio não podem ser vistas com nitidez. Podemos citar as nuvens, o papel vegetal, o vidro fosco e alguns plásticos como exemplos.
  21. 21. Meios Físicos
  22. 22. Meios Físicos Opaco São meios que não permitem a passagem da luz. São exemplos a madeira, as superfícies metálicas, a terra, o petróleo e a maior parte das rochas.
  23. 23. Meios Físicos
  24. 24. Meios Físicos Homogêneo Em qualquer parcela de seu volume, suas propriedades são as mesmas. O ar em camadas estreitas possui a mesma densidade e as mesmas moléculas;moléculas; Heterogêneo Em qualquer parcela de seu volume, suas propriedades não são as mesmas. Temos a atmosfera como um todo, em que a densidade diminui com a altitude;
  25. 25. Meios Físicos Isótropo Suas propriedades não dependem da direção considerada. A velocidade da luz é a mesma em qualquer direção; Anisótropo Suas propriedades dependem da direção considerada. A velocidade da luz não é a mesma em qualquer direção; Ordinário É um meio homogêneo, transparente e isótropo.
  26. 26. Fenômenos ópticos Quando um feixe de luz se propaga em determinado meio e atinge uma superfície de separação com outro meio, ocorrem os seguintes fenômenos: reflexão, refração, absorção e dispersão.dispersão. Quando estudamos um dos fenômenos, consideramos que ele ocorre isoladamente, mas de fato os três estão sempre presentes na interação entre a luz e um corpo (ou meio).
  27. 27. Fenômenos ópticos A – Reflexão da luz A reflexão ocorre quando um feixe de luz incide sobre uma superfície e retorna ao meio de origem, onde semeio de origem, onde se propagava anteriormente. No caso da reflexão da luz, vamos destacar duas situações: a reflexão regular e a reflexão difusa da luz.
  28. 28. Fenômenos ópticos Reflexão regular Acontece quando um feixe de luz atinge uma superfície polida e é refletido de forma regular, isto é, caso a incidência seja de um feixe com raios paralelo, o feixe refletido também será paralelo.feixe refletido também será paralelo.
  29. 29. Fenômenos ópticos Reflexão difusa Ocorre quando um feixe de luz incide numa superfície e volta de forma irregular, ou seja, propaga-se em todas as direções.
  30. 30. Fenômenos ópticos A cor de um corpo Por que conseguimos ver um objeto? Por que esse objeto é visto de determinada cor? A reflexão difusa da luz permite entender por que, aos nossos olhos, os corpos apresentam cores diferentes. Podemos dizer que a cor de um corpo, vista pelo olho humano, é determinada pela luz difundida por ele quando iluminado.
  31. 31. Fenômenos ópticos A cor de um corpo A luz branca do Sol apresenta um espectro de cores determinadas por uma freqüência da luz bem definida.
  32. 32. Fenômenos ópticos A cor de um corpo Os comprimentos de onda visíveis se encontram entre 380 e 750 nanômetros, ou as frequências entre 4,3 . 1014 Hz a 7,5 . 1014 Hz. Ondas mais curtas (ou com maiores frequências)Ondas mais curtas (ou com maiores frequências) abrigam o ultravioleta, os raios-X e os raios gama. Ondas mais longas (com menores frequências) contêm o infravermelho, o calor, as microondas e as ondas de rádio e televisão.
  33. 33. Fenômenos ópticos A cor de um corpo Um objeto vermelho, ao ser iluminado pela luz branca, reflete (difunde) apenas a cor vermelha, causando a impressão de um vermelho.
  34. 34. Fenômenos ópticos A cor de um corpo Um objeto branco, ao ser iluminado pela luz branca, reflete (difunde) todas as cores, causando a impressão de um corpo branco.
  35. 35. Fenômenos ópticos A cor de um corpo Um objeto preto, ao ser iluminado, absorve todas as cores, causando a impressão de um corpo preto.
  36. 36. Fenômenos ópticos B – Refração da luz A refração da luz ocorre quando a luz incide numa superfície que separa dois meios transparentes e, atravessando-a, propaga-se no outro meio. Quando isso acontece, a luz pode sofrer mudança na direção de suaacontece, a luz pode sofrer mudança na direção de sua trajetória.
  37. 37. Fenômenos ópticos C – Absorção da luz O fenômeno da absorção consiste na transformação de energia luminosa em energia térmica, principalmente. Nesse caso, consideramos que a maior parte da radiação incidente é retida no corpo.
  38. 38. Fenômenos ópticos D – Dispersão da luz O espectro de cores formado ocorre por causa da dispersão luminosa. Cada “luz” que o compões, luz monocromática, possui determinada características física, a freqüência. O fenômeno da dispersão é um desdobramento daO fenômeno da dispersão é um desdobramento da refração, quando a radiação interage com o novo meio de propagação.
  39. 39. Acesse o blog e divirta!!! fisicaboulanger.blogspot.com

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