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2ª SessãO ComentáRio à AnáLise Do Colega Paulo Melo

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2ª SessãO ComentáRio à AnáLise Do Colega Paulo Melo

  1. 1. 2ª parte da tarefa: Comentário à análise efectuada pelo colega Paulo Melo ao Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar Não tendo sido capaz de ler todos os trabalhos, faço uma breve reflexão sobre a sua análise porque partilho das suas angústias e dúvidas, enquanto coordenadora de uma biblioteca de uma Escola Secundária. A sua análise revela a sua apropriação do conceito de auto- avaliação proposto pelo Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar. Ponto indiscutível e forte: o alerta para o facto desta implementação preconizar uma verdadeira revolução nas rotinas de funcionamento das BEs portuguesas, a todos os níveis. O Paulo alerta para os principais constrangimentos relacionados com a sua aplicabilidade na BE que coordena. Partilho das suas dificuldades em contabilizar o valor educativo da BE; como medir/quantificar a transformação dos recursos das nossas BEs em resultados/produtos? Como avaliar as mais-valias ( os outcomes) proporcionadas pelo trabalho da BE? Chama ainda a nossa atenção para os ambiciosos patamares propostos pelos níveis de desempenho/descritores, sem atender às especificidades dos ciclos de ensino e dos meios onde as BEs estão inseridas. No entanto, sabemos que o modelo não deve ser entendido como uma ameaça, mas como uma oportunidade de estabelecer parcerias entre a prática e a reflexão, ajudando cada BE a encontrar o caminho que deverá seguir, com vista à melhoria do seu desempenho. Continuação de bom trabalho. E força – vai precisar dela para resistir às obras de modernização. Maria Fernanda Sampaio Gonçalves

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