Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Apresentacao eritroblastose fetal

6,279 views

Published on

Enfermagem - 5º Periodo.

Published in: Health & Medicine
  • Be the first to comment

Apresentacao eritroblastose fetal

  1. 1. FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE BELO JARDIM CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM DOCENTE: Professor Luciano Gomes Junior DISCIPLINA: Embriologia e Genética Humana DISCENTES: Débora Emanuelly Fernanda Marinho Jéssica Lane Josielma Marinho Natalia Marques Nyedja Luana
  2. 2.  A passagem transplacentária de anticorpos contra as células sanguíneas do feto pode causar destruição (hemólise) prematura dessas células;
  3. 3.  A taxa de mortalidade após TIU em centros de referência é de 14,0% a 38,0% para fetos hidrópicos e de 10,0% para os não hidrópicos;  Uma mortalidade perinatal de 16,3% para os fetos não hidrópicos e 58,3% para os hidrópicos em 61 fetos submetidos aTIU foi descrita no nosso meio.
  4. 4.  Em 1931, Diamond et al., através de observações pessoais, concluíram que a eritroblastose fetal estava associada com edema fetal, hiperbilirrubinemia e anemia neonatal.
  5. 5.  Darrow, em 1938, propôs que a gênese dessas alterações se devia à passagem de anticorpos maternos, através da placenta, que teriam a capacidade de interagir com os eritrócitos fetais, destruindo-os;  Tratava-se portando da primeira afirmativa acerca da etiologia aloimune da DHPN;
  6. 6.  Cerca de 98% dos casos de DHPN são causados por incompatibilidade ABO ou Rh, cabendo apenas 2% aos outros antígenos de membrana eritrocitária;  O anticorpo anti-D é o responsável pela maioria dos casos graves de DHRN.
  7. 7.  O conhecimento da transmissão genética constitui um aspecto mais interessante, pois, em grande parte, explica os mecanismos de imunização;
  8. 8.  Anemia grave;  Icterícia;  Elevação da frequência cardíaca;  Hepatoesplenomegalia;  Deficiência mental;  Surdez;  Paralisia cerebral;  Edema generalizado.
  9. 9.  Sabe-se que as formas clínicas da DHPN (ictéricas, anêmicas e hidrópicas) decorrem da intensidade e do processo de destruição e formação dos glóbulos vermelhos e predominância de IgG1 ou IgG3;  Pelo geral o feto nasce anêmico; a icterícia só irrompe após o parto e se não tratada, progride e pode chegar ao Kernicterus.
  10. 10.  Verificar a presença do anticorpo anti-D;  Amniocentese;  Análise da bilirrubina no líquido amniótico;  Teste de Coombs Indireto eTeste de Coombs Direto;  Ultrassonografia;  Cordocentese.
  11. 11. • TIU • Abordagem invasiva
  12. 12.  No pré-natal, o enfermeiro deve solicitar o Teste de Coombs Indireto ou Direto; grupo sanguíneo e Fator Rh; pesquisa de anticorpos; entre outros.
  13. 13.  Orientar todas as mães Rh- logo após o primeiro parto de um concepto Rh+ ou abortamento administrar a gamaglobulina Rh (Rho-GAM) até 48horas após o parto ou aborto e repetir após partos seguintes. Essa isoimunização impede a produção de anticorpos anti-Rh+ originados do concepto;  Manter o RN no oxigênio ,incubadora e relatar qualquer anormalidades.
  14. 14.  Qualquer que seja o grau de malformação ou de desordem genética congênitas diagnosticadas no feto, o conhecimentos desses resultados deve ser passado aos pais ou familiares de forma clara, objetiva e em linguagem simples.
  15. 15.  O casal deve saber o seu tipo de Rh;  Administração de Gamaglobulina anti Rh;
  16. 16.  Figura 1 – Esfregaço sanguíneo com presença de eritroblastos na DHRN.  Fonte: www.ciencianews.com.br

×