História de israel

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História de Israel bíblica Antiga demonstrada através de mapas e comentários.

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História de israel

  1. 34. Característica do sistema tribal <ul><li>Organizados em montes e por clãs; </li></ul><ul><li>Poder descentralizado; </li></ul><ul><li>Sem reis; </li></ul><ul><li>Autonomia produtiva; </li></ul><ul><li>Sem impostos; </li></ul><ul><li>Propriedade coletiva; </li></ul><ul><li>Leis comunitárias; </li></ul><ul><li>Deus libertador - Javé </li></ul>
  2. 35. Livro de Josué <ul><li>Este livro pode ser dividido em tres partes: </li></ul><ul><li>Conquista da Terra Prometida (Js 1-12); </li></ul><ul><li>Distribuição das terras entre as tribos (Js 13-21); </li></ul><ul><li>Fim da missão de Josué (Js 22-24) </li></ul>
  3. 37. Característica da época dos Juízes <ul><li>Vão descendo as planícies; </li></ul><ul><li>Crescente organização por tribos; </li></ul><ul><li>Distribuição comunitária das terras; </li></ul><ul><li>Ocasionais guerras de defesas; </li></ul><ul><li>Assembléia de Siquém-aceitação de Javé por todos </li></ul>
  4. 38. Livro dos Juízes <ul><li>Enquanto o livro de Josué dava a idéia de que toda a terra prometida já havia sido conquistada, Juízes traz uma idéia diferente: a conquista ainda não é total (Jz 1,27-36) ; </li></ul><ul><li>O território sofre invasão (Jz 3; 6-8; 10-11); </li></ul><ul><li>Cidades cananéias oprimem os israelitas (Jz 4-5); </li></ul><ul><li>Vizinhos atormentam sua vida (Jz 13-16) </li></ul><ul><li>Há lutas internas sobre as tribos (Jz 12;20) </li></ul>
  5. 39. Os Juízes são de dois tipos <ul><li>Juízes menores (exercem função durante um tempo) – são 6:- </li></ul><ul><li>Sangar/Samgar (Jz 3,31) </li></ul><ul><li>Tola (Jz 10,1-10) </li></ul><ul><li>Jair (Jz 10,3-5) </li></ul><ul><li>Abesã (Jz 12,8-10) </li></ul><ul><li>Elon (Jz 12,11-12) </li></ul><ul><li>Abdon (Jz 12,13-15) </li></ul><ul><li>Juízes maiores (heróis tribais-lideraram movimentos de libertação) </li></ul><ul><li>Otoniel (Jz 3,7-11) </li></ul><ul><li>Eúde/Aod (Jz 3,12-30) </li></ul><ul><li>Débora (Jz 4-5) </li></ul><ul><li>Gedeão (Jz 6-8) </li></ul><ul><li>Jefté (Jz 10,6-12,7) </li></ul><ul><li>Sansão (Jz 13-16) </li></ul>
  6. 40. Interpretação religiosa dos acontecimentos <ul><li>Os filhos de Israel fazem o que é mau aos olhos de Deus; </li></ul><ul><li>A ira de Deus se acende e ele os castiga, entregando-os nas mãos dos inimigos; </li></ul><ul><li>No meio do sofrimento eles clamam, Deus se comove e suscita um salvador para libertá-los; </li></ul><ul><li>Vem a paz por um período; </li></ul><ul><li>Depois tudo recomeça (Jz 2, 11-19) </li></ul>
  7. 42. Ex 21,1-10 – Desigualdade de Israel <ul><li>Jz 8, 22-35 – Primeira tentativa de um rei – Gedeão </li></ul><ul><li>Jz 9,1-17 – Segunda tentativa de um rei – Abimeleque </li></ul><ul><li>1 Sm – 8,1-22 – O povo pede um rei </li></ul><ul><li>2 Sm – 7,1-27 – Poder do rei anunciado e hereditário </li></ul>
  8. 43. MONARQUIA UNIDA Primeiros reis <ul><li>1 Sm 10-11 – Saul </li></ul><ul><li>2 Sm 2 - Davi </li></ul><ul><li>1 Rs 2, 1-12- Salomão </li></ul>
  9. 44. Características da monarquia unida <ul><li>Acumulação de poder e terras; </li></ul><ul><li>Tributos; </li></ul><ul><li>Trabalhos forçados; </li></ul><ul><li>Resistência dos agricultores; </li></ul><ul><li>Guerras de conquistas; </li></ul><ul><li>Unificação territorial; </li></ul><ul><li>Cultos estrangeiros. </li></ul>
  10. 47. Santuários e o Templo de Jerusalém <ul><li>Arca da Aliança em Silo – (1Sm 1,3-11) </li></ul><ul><li>Santuários importantes – Dã (2Sm 3,10); Siquém (Js 24,1); Betel (1Sm 10,3); Guilbal (1Sm 11,14-15); Hebron (2Sm 2,1); Bersabéia (1Sm 3,20); Ramá (1Sm7,17) – A religião era descentralizada, não havia templo oficial e nem um sacerdócio único. Eram depósitos de cereais. </li></ul><ul><li>Arca da Aliança em Jerusalém – Davi percebe a importância de um templo oficial para facilitar a unidade do país dividido entre Siquém e Hebron. Leva então a arca para Jerusalém (2Sm 6) </li></ul>
  11. 55. Características dos dois reinos <ul><li>Israel </li></ul><ul><li>Capital – Samaria </li></ul><ul><li>Crescem acumulação de idolatria </li></ul><ul><li>Decomposição moral e religiosa </li></ul><ul><li>Elias enfrenta o sistema do rei </li></ul><ul><li>Exílio em Ninive </li></ul><ul><li>1Rs 12-22. 2Rs 1-15;17 </li></ul><ul><li>Judá </li></ul><ul><li>Capital – Jerusalém </li></ul><ul><li>Injustiças </li></ul><ul><li>Duros impostos </li></ul><ul><li>Ameaça assíria </li></ul><ul><li>Alianças políticas </li></ul><ul><li>Sincretismo religioso </li></ul><ul><li>Esperança messiânica </li></ul><ul><li>Influência dos profetas </li></ul><ul><li>1Rs 12;15. 2Rs 11-16. 2Cr 10-28 </li></ul>
  12. 57. <ul><li>O profetismo, se achava vinculado à corte e ao culto; a partir do profeta Elias, separa-se e se torna crítico do poder. Isso vai marcar o profetismo bíblico. </li></ul><ul><li>A profecia, surge como crítica ao poder do rei. </li></ul><ul><li>Segundo a reflexão profética, por causa da idolatria do poder e do dinheiro, tanto no interior como em suas relações externas, desmoronam os reinos. </li></ul><ul><li>Israel cai ante a invasão da Assíria (721 a.C) e Judá, frente a Babilônia (587 a.C) </li></ul>
  13. 62. <ul><li>612 a.C - Destruição de Nínive </li></ul><ul><li>597 a.C – Primeira toma de Jerusalém. 1ª deportação para Babilônia – 2 Rs 24,10-17 </li></ul><ul><li>587 a.C – Destruição de Jerusalém – 2ª deportação para Babilônia – 2 Rs 25,1-21 </li></ul><ul><li>538 a.C – Edito de Ciro. Começa a volta dos exilados a Jerusalém </li></ul><ul><li>520 a.C – Reconstrução do templo </li></ul><ul><li>445 a.C – Neemias em Jerusalém </li></ul>
  14. 63. Características do exílio <ul><li>EM JERUSALÉM </li></ul><ul><li>Deportação dos governantes, sacerdotes e comerciantes; </li></ul><ul><li>Distribuição das terras aos que ficaram – agricultores tribalizados; </li></ul><ul><li>NA BABILÔNIA </li></ul><ul><li>Trabalhos forçados; </li></ul><ul><li>Vivem em subúrbios; </li></ul><ul><li>Crise de identidade; </li></ul><ul><li>Centram a vida em: sábado, assembléias e circuncisão; </li></ul><ul><li>Explicação teológica do desastre; </li></ul><ul><li>Dor purificadora; </li></ul><ul><li>Pedem Nova Aliança </li></ul>
  15. 66. Características <ul><li>Retorno </li></ul><ul><li>Reorganização </li></ul><ul><li>Diáspora (dispersão) dos judeus em outras nações - universalização ; </li></ul><ul><li>Esperança; </li></ul><ul><li>Novo começo; </li></ul><ul><li>Realização de profecias; </li></ul><ul><li>Boa nova do Deus libertador e criador; </li></ul><ul><li>Inauguração do Templo – 515 a.C; </li></ul><ul><li>Novas desigualdades sociais </li></ul><ul><li>Legalismo; </li></ul><ul><li>Disciplina; </li></ul><ul><li>Nacionalismo; </li></ul><ul><li>Rejeição de mulheres estrangeiras e samaritanos; </li></ul><ul><li>Templo e centro; </li></ul><ul><li>Mística e culto da lei nas sinagogas </li></ul>
  16. 67. Profetas da restauração – Neemias e Esdras <ul><li>Ne 8,1-18 – reorganizar a partir da observância da lei; </li></ul><ul><li>Ne 5,1-13 – enfrentar os problemas através da fraternidade e partilha </li></ul><ul><li>445 a.C – Neemias inicia sua atividade; </li></ul><ul><li>398 a.C – Esdras promove a reforma. Inicio do Judaísmo oficial; </li></ul><ul><li>333 a.C – Fim do império persa e inicio do imperio grego </li></ul>
  17. 70. Características EGITO Alexandria SÍRIA Antioquia Judá sob domínio dos Selêucidas – 198 a.C Ptolomeus Selêucidas Macabeus Judas, Jonatas e Simão <ul><li>Riqueza para a classe alta; </li></ul><ul><li>Invasão e assimilação cultural; </li></ul><ul><li>Encerrados na lei e no culto; </li></ul><ul><li>Ruptura; </li></ul><ul><li>Tranqüilidade </li></ul><ul><li>MAPA – Atlas da Bíblia </li></ul><ul><li>Invasão cultural ;provocativa; </li></ul><ul><li>Resistência; </li></ul><ul><li>Perseguição; </li></ul><ul><li>Levante armado (167 a.C); </li></ul><ul><li>Lei do puro e impuro </li></ul><ul><li>MAPA – Atlas da Bíblia </li></ul><ul><li>Independência; </li></ul><ul><li>Conquistas; </li></ul><ul><li>Saduceus –helenizantes; </li></ul><ul><li>Fariseus – anti-helenizantes; </li></ul><ul><li>Repressão contra os fariseus; </li></ul><ul><li>Adotam o grego como língua; </li></ul>
  18. 73. Características <ul><li>Invasão dos romanos em 63 a.C; </li></ul><ul><li>Judéia sob o domínio do governador romano da Síria; </li></ul><ul><li>Os antigos deuses da Grécia e de Roma se fundiram com as religiões pagãs; </li></ul><ul><li>Deuses da antiguidade clássica chegam a falência; </li></ul><ul><li>Reinado de Herodes em 37 a.C </li></ul><ul><li>Judeus tem liberdade de praticar sua religião; </li></ul><ul><li>Grandes diferenças sociais; </li></ul><ul><li>Fariseus predominam; </li></ul><ul><li>Espera do Messias; </li></ul><ul><li>Construção do templo, hipódromo, teatro, anfiteatro e banhos públicos por Herodes – o tirano; </li></ul><ul><li>Depois da filosofia dos gregos e do materialismo dos romanos, os homens procuram respostas mais “espirituais”, as vezes caindo em superstição </li></ul>
  19. 75. Época de Jesus <ul><li>Quando Herodes morreu em 39 d.C o reino foi dividido entre três dos seus filhos. Um deles governou tão mal que os romanos o destituíram e nomearam um procurador da Judéia – Pôncio Pilatos (26-36 d.C) </li></ul><ul><li>Latifúndios; </li></ul><ul><li>Exploração – tributos crescentes; </li></ul><ul><li>Marginalização; </li></ul><ul><li>Exportação de alimentos – fome; </li></ul><ul><li>Insurreições; </li></ul><ul><li>ESPERANÇA </li></ul>
  20. 76. Época depois de Jesus <ul><li>O espírito de resistência aos romanos era acentuado entre os zelotas (grupo de guerrilheiros) e foi esse espírito que levou a guerra judaica com a destruição de Jerusalém por Tito em 70 d.C e conseqüentemente a dispersão do povo judeu. </li></ul><ul><li>Primeiras comunidades em Jerusalém; </li></ul><ul><li>Conversões entre os judeus da diáspora; </li></ul><ul><li>Conflitos com judeus; </li></ul><ul><li>Concílio de Jerusalém em 49 d.C; </li></ul><ul><li>Perseguição romana; </li></ul><ul><li>Cristãos abandonam Jerusalém </li></ul>
  21. 77. “ Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. Cora coralina “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”. Paulo Freire
  22. 78. “ Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. Professor, assim, não morre jamais...” Rubem Alves
  23. 80. Bibliografia <ul><li>Atlas da Bíblia. Tradução de Edwino A. Royer. 15ºed. São Paulo: Paulus, 2007 </li></ul><ul><li>TAYLOR, Terry. Tradução de Célio Augusto Machado. Atlas didático da Bíblia. www.ebibleteacher.com . Acesso em Março/Abril de 2010. </li></ul><ul><li>Google Earth. Mapas de satélite </li></ul><ul><li>Mapas diversos retirados da internet </li></ul>
  24. 81. By <ul><li>Prof° Fernando José Ribeiro dos Santos </li></ul><ul><li>Pós graduado em Formação de docentes para o ensino superior pelo Centro universitário Nove de Julho - UNINOVE, possui graduação em Filosofia (licenciatura plena, com habilitação em história, sociologia e ensino religioso) pela Universidade do Sagrado Coração – USC </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

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