Aula 4 - Gestão de Projetos

4,797 views

Published on

Aula ministrada no MBA em Gestão de Projetos da Fundação Universa.

Published in: Education

Aula 4 - Gestão de Projetos

  1. 1. MBA - Gestão de Projetos Prof. Fernando S. Dantas
  2. 2. Gerenciamento das Comunicações Objetivo Gerenciar e controlar a comunicação do projeto para os interessados garantindo que a informação adequada alcance cada indivíduo. •Quem necessita de informação? •Qual informação é necessária? •Quando informar? •Como informar?
  3. 3. Gerenciamento das Comunicações Ter a certeza de que todos osenvolvidos tem o acesso necessário a toda informação que precisam, para cumprirem com suas responsabilidades.
  4. 4. Gerenciamento das Comunicações A maioria dos problemas encontrados no gerenciamento de projetos está relacionado ao Gerenciamento das Comunicações• Dimensões da • As habilidades de comunicação comunicação: são fatores chave na carreira –Escrita e oral; profissional: –Interna e externa; –Falar (codificar); –Formal e informal; –Escrever (codificar); –Vertical, diagonal e –Ouvir (decodificar); horizontal. –Ler (decodificar); –Pensamento/Raciocínio (codificar e decodificar).
  5. 5. Gerenciamento das Comunicações Modelo de Comunicação Mensagem Emissor ou Transmissor Receptor• Codifica a mensagem; • Decodifica a mensagem;• Determina o método de • Aplica a sua compreensão Comunicação; da idéia recebida;• Confirma o entendimento da • Confirma o entendimento mensagem. da mensagem.
  6. 6. Gerenciamento das Comunicações Modelo de Comunicação Mensagem Meio Mensagem• Veículo ou mecanismo • Pensamentos, sentimentos usado para transmitir a ou idéias transmitidas; mensagem; • Deve ser compreensível• Destaca e influencia o efeito pelo emissor e pelo da mensagem; receptor.• Visual, auditivo e tátil.
  7. 7. Gerenciamento das Comunicações Modelo de Comunicação Mensagem RUÍDO Prejudica a troca de informações Ex. Distração, língua, cultura, etc
  8. 8. Gerenciamento das ComunicaçõesVerbal Mensagem• Oral ou escrita;• Meio mais utilizado nas comunicações.Não Verbal• Baseada em gestos, posturas...físicos;• 55% das comunicações.Paralingual• Volume e tom de voz;• Ajuda a compor a mensagem. Impacto Total da Mensagem = Palavras (7%) + Tom de voz (38%) + Expressões faciais (55%)
  9. 9. Gerenciamento das Comunicações MensagemFormal• Exige um formato, um protocolo;• Toda comunicação formal deve ser de conhecimento do Gerente do Projeto;• Normalmente é escrita;• Têm custos elevados se muito utilizada.Informal• Não há um conjunto de regras;• Comunicação livre;• Mais facilmente realizada;• Construída na base da confiança entre os envolvidos no projeto;
  10. 10. Gerenciamento das Comunicações MensagemEscutando Ativamente• O receptor confirma o recebimento da mensagem, confirma o acordo e pede esclarecimentos.Escutando Efetivamente• Olhar o transmissor para perceber gestos e expressões faciais;• Pensar antes de responder;• Fazer perguntas;• Repetir a mensagem para confirmá-la;• Prover retorno.Bloqueadores• Ruídos, Distância, Língua, Cultura. Como garantir que a mensagem foi entendida? ... Repetindo as palavras do emissor!
  11. 11. Processos do Gerênciamento das Comunicações Monitoramento Planejamento Execução e Controle 10.3 Relatório de desempenho 10.1 10.2 Planejamento Distribuição das das Comunicações Informações 10.4 Gerenciar as Partes Interessadas
  12. 12. Planejamento das Comunicações• Determina que informações são necessárias para os stakeholders e os meios necessários para disponibilizá-las;• Muito relacionado com o ambiente da empresa• Necessidade de conhecimento da estrutura organizacional do projeto e das organizações dependentes dele;• A comunicação em um ambiente matricial é mais complexa.
  13. 13. Planejamento das Comunicações• Comunicação é muito mais do que enviar um relatório de desempenho periodicamente• Abordagem pró-ativa;• Com quem devemos nos comunicar?
  14. 14. Planejamento das Comunicações Plano de Gerenciamento de Comunicações• Reúne as informações para coleta e armazenamento das diversas formas de comunicações do projeto;• É um modelo criado para comunicar as informações mais importantes do projeto;• É um cronograma para produção da informação;• É um método de acesso para se obter informações;• É uma análise das comunicações para com os stakeholders;• É uma estrutura que descreve qual informação deve ser enviada para quem, quando e como.
  15. 15. Planejamento das Comunicações Passos para a criação do PGC• Determinar quem são os stakeholders e que informações necessitam;• Determinar quais as informações necessárias para descrever o estado do projeto;• Determinar os padrões usados para controlar o projeto;• Determinar onde e como obter as informações;• Definir os formatos dos relatórios;• Definir os formatos para comunicações escritas;• Definir quem pode falar com quem.
  16. 16. Planejamento das Comunicações Requisitos de Comunicação• Identificar o organograma da Organização• Identificar o relacionamento entre a Organização e a responsabilidade dos interessados no projeto• Identificar as disciplinas, departamentos e especialidades que estão envolvidas no projeto;• Reconhecer a logística de quantos indivíduos estarão envolvidos com o projeto, e em que local eles estão (logística interna);• Identificar se haverá necessidade de comunicação externa (logística externa).
  17. 17. Planejamento das Comunicações Análise das partes interessadas• O gerente do projeto deve se reunir com as partes interessadas para documentar as idéias que estes possuem do projeto;• Deve identificar as motivações e preocupações do projeto;• Deve avaliar a criticidade do projeto para a organização;• Deve avaliar os benefícios do projeto para a organização;• Deve identificar qual a percepção das partes interessadas na entrega do projeto.
  18. 18. Planejamento das Comunicações Tecnologias de ComunicaçõesA escolha pela tecnologia de comunicação pode ser afetadapelos seguintes fatores: • A urgência da necessidade da informação; • A disponibilidade da tecnologia; • A expectativa da equipe do projeto; • O tamanho do projeto; • O ambiente do projeto.
  19. 19. Distribuição das Comunicações• Capturar, organizar e disponibilizar a informação no tempo e na forma correta para os interessados do projeto (stakeholders) conforme determinado no Plano de Gerenciamento das Comunicações;• Se utiliza das reuniões como principal meio de comprometimento de todos os envolvidos no projeto. • Exemplo: Reunião de Kick-off • Reunião de lançamento do projeto • Marca o início da fase de execução do projeto • Geralmente é um evento festivo promovendo a integração entre os membros da equipe • Todos os interessados devem participar, especialmente o patrocinador e o cliente.
  20. 20. Distribuição das Comunicações Fatores para geração de uma comunicação bem-sucedida• Ser um comunicador efetivo: • Dar importância ao networking; • Estimular a comunicação informal entre os membros da equipe; • Estimular o feedback e a criação de consenso.• Ser um facilitador de comunicações: • Reunir os interessados e provocar os relacionamentos; • Estabelecer os canais de comunicação; • Estimular a abertura de novas idéias.• Deve evitar bloqueadores de comunicações: • Negativistas – “isto não vai funcionar deste jeito..”
  21. 21. Distribuição das Comunicações Fatores para geração de uma comunicação bem-sucedida• Manter a equipe do projeto o mais próximo possível: • Buscar concentrar a equipe do projeto em um único espaço físico; • Reduz o esforço da comunicação; • Facilitar a integração; • Reduzir as distrações externas; • Melhorar a absorção do conhecimento.• Ter um local de comando do projeto (*): • Local para reunir a equipe do projeto; • Uso exclusivo do projeto. (*) “sala de guerra”, “sala de controle”, “sala de informação do projeto”
  22. 22. Distribuição das Comunicações Fatores para geração de uma comunicação bem-sucedida• Conduzir reuniões eficazes: • Definição prévia de uma pauta; • Definição de regras de comportamento (telefones, prioridade na fala ou participação, paralelismo, diplomacia, democracia) • Definição do tempo da reunião • não devem demorar. Aproximadamente 60 minutos • Estabelecer uma política de reuniões • Estabelecer a necessidade da reunião • Definir os participantes da reunião • Objetivo da reunião • Incentivo à participação • Documentação da reunião - atas • Aprovação da ata
  23. 23. Distribuição das Comunicações Regras de Comunicãção• Relate os fatos como fatos, e as opiniões como opiniões;• Se a comunicação necessitar um contato pessoal (cara-a-cara), não utilize outros meios;• Advertências, orientações, reclamações devem na medida do possível serem feitas em particular;• O Gerente do Projeto deve ser visto e ouvido
  24. 24. Distribuição das Comunicações Formas de distribuição de informações • Encontros informais • Reuniões • Apresentações • Relatórios e comunicações informais • Relatórios formais • Gráficos • Internet / Intranet • Sistemas de comunicações organizacionais
  25. 25. Distribuição das Comunicações Canais de Comunicação• As comunicações andam na vertical, horizontal e na diagonal através dos envolvidos• É necessário que hajam canais formais e informais de comunicação • Reuniões de projeto, distribuição de documentos, video-conferência, “rádio-corredor”, “cafezinho”, ...• Barreiras na comunicação: – Falha de canais – Distância entre transmissor/receptor – Dificuldades com a linguagem (idioma, jargão técnico, etc) – Barulhos e Ruídos – Hostilidade, descrença e outras atitudes prejudiciais
  26. 26. Distribuição das Comunicações Canais de Comunicação • Requisitos da comunicação – Quem é responsável por quais atividades ? – Onde estão os envolvidos no Projeto ? – Qual a freqüência de distribuição de Informações ? – Quando os envolvidos querem informações ? – Que tipo de detalhe para cada envolvido ?
  27. 27. Distribuição das Comunicações Canais de Comunicação2 pessoas = 1 canal de comunicação
  28. 28. Distribuição das Comunicações Canais de Comunicação2 pessoas = 1 canal de comunicação 3 pessoas = 3 canais de comunicação
  29. 29. Distribuição das Comunicações Canais de Comunicação2 pessoas = 1 canal de comunicação 3 pessoas = 3 canais de comunicação4 pessoas = 6 canais de comunicação
  30. 30. Distribuição das Comunicações Canais de Comunicação2 pessoas = 1 canal de comunicação 3 pessoas = 3 canais de comunicação n pessoas = n (n-1)/2 canais de comunicação4 pessoas = 6 canais de comunicação
  31. 31. Relatório de Desempenho O Relatório de Desempenho envolve a coleta e disseminação de informação sobre a performance do projeto de forma a dar aos interessados, informações sobre como os recursos estão sendo utilizados para que o objetivo do projeto seja alcançado
  32. 32. Relatório de Desempenho Tipos de RelatóriosInformações sobre o andamento do projeto• Situação atual ou status mostrando o estágio do projeto em relação ao cronograma, custos e trabalho realizado.Informações sobre o progresso do projeto• O que já foi feito até o momento, atividades concluídas e em andamento.Informações relativas às previsões do projeto• Andamento e progresso futuro do projeto.
  33. 33. Relatório de Desempenho Tipos de RelatóriosRevisão do desempenho• Reuniões com a equipe para avaliação do andamento e progresso do projetoAnálise de tendências• Avaliação dos resultados do projeto durante o seu ciclo de vida para melhor ou piorAnálise de desvios• Compara os resultados reais com os resultados esperados e planejados.
  34. 34. Relatório de Desempenho Exemplo• Informações sobre o desempenho do trabalho• Medições de desempenho• Previsão de término• Medições de controle da qualidade• Plano de gerenciamento do projeto – Linha de base do projeto para comparação• Solicitações de mudanças aprovadas• Produtos
  35. 35. Gerenciar as partes interessadas• Gerenciar as comunicações de forma a satisfazer as necessidades e resolver problemas dos envolvidos• Aumentar a sinergia entre os envolvidos e o projeto• Reuniões “cara-a-cara” é o método mais eficiente de resolver problemas com os envolvidos no projeto
  36. 36. Gerenciar as partes interessadas Estilos no gerenciamento das comunicações– Dá orientação específica e espera o cumprimento de ordens – Ético – Não interfere nas atividades do dia a dia mas está – Autoritário sempre disponível quando necessário – Aplica julgamento sensato – Combativo – Não é aberto ou expansivo no discurso – Conciliador – Honesto e sincero, além de seguir regras – Pertubador – Tende a pertubar a ordem – Intimidador – Desejo de ser desagradável – Facilitador – Repreende os funcionários para ser “o chefe” – Judicial – Cultiva o espírito de equipe, encorajando os subordinados ao seu potencial máximo – Promocional – Procura unir os participantes em uma equipe de trabalho compatível – Reservado
  37. 37. Gerenciar as partes interessadas Estilos no gerenciamento das comunicações– Dá orientação específica e espera o cumprimento de – Ético ordens – Autoritário – Não interfere nas atividades do dia a dia mas está sempre disponível quando necessário – Combativo – Aplica julgamento sensato – Conciliador – Não é aberto ou expansivo no discurso – Pertubador – Honesto e sincero, além de seguir regras – Tende a pertubar a ordem – Intimidador – Desejo de ser desagradável – Facilitador – Repreende os funcionários para ser “o chefe” – Judicial – Cultiva o espírito de equipe, encorajando os – Promocional subordinados ao seu potencial máximo – Procura unir os participantes em uma equipe de – Reservado trabalho compatível
  38. 38. Exercício 10• Construir um Plano de Gerenciamento das Comunicações1. Modelo de Plano de Gerenciamento das Comunicações:
  39. 39. Gerenciamento de RiscosObjetivoEstar apto a:• Compreender a importância do Gerenciamento de Riscos no Gerenciamento de Projetos• Identificar e seus processos essenciais e facilitadores• Compreender suas entradas, ferramentas e técnicas
  40. 40. Gerenciamento de Riscos O Gerenciamento de Riscos contempla 6 processos requeridos para assegurar a identificação, análise, desenvolvimento de respostas e controle de Riscos do projeto
  41. 41. Gerenciamento de Riscos Planejamento Monitoramento e Controle 11.1 Planejamento do 11.6 Monitoramento gerenciamento de riscos e controle de riscos 11.2 Identificação de riscos 11.3 Análise qualitativa de riscos 11.4 Análise quantitativa de riscos 11.5 Planejamento de respostas a riscos
  42. 42. Gerenciamento de RiscosIntroduçãoRiscos – são definidos como o efeito cumulativo de chances de um evento incerto ocorrer.Este evento pode afetar negativamente ou positivamente o projeto.Componentes do Riscos Evento Probabilidade de ocorrência Gravidade do impacto ou efeitos ou conseqüência (amount at stake) Criticidade ou nível de controle (Probabilidade x Impacto)
  43. 43. Gerenciamento de RiscosO gerenciamento de riscos no projeto Gerenciar riscos envolve maximizar a probabilidade de ocorrência e os efeitos de eventos positivos (oportunidades) e minimizar a probabilidade e os efeitos de eventos negativos (ameaças).
  44. 44. Gerenciamento de RiscosProblema x Risco Risco • Situação que PODE vir a ocorrer eProblema causar impacto no projeto• Situação que de fato ESTÁ • Gerenciável; ocorrendo e impactando o projeto• Solucionável; requer ação imediata; • Pode e deve ser identificado• Descoberto (normalmente de forma previamente; reativa) durante o curso do projeto; • Pode se transformar em problema.Exemplos: Exemplos:• Indisponibilidade de infra-estrutura • Contratos vinculados ao Dólar para instalação de Hardware • Possível mudança na legislação do• Falta de recursos necessário para setor início de certa atividade • Dependência de tecnologia não• Atrasos no cronograma comprovada
  45. 45. Planejamento do Gerenciamentode Riscos É o Processo de como será a abordagem e o planejamento do Gerenciamento de Risco no projeto. Definição de processos para Identificação, análise e o desenvolvimento de estratégias de respostas aos riscos do projeto. É o processo de acompanhamento e controle de Riscos identificados, incluindo como estes serão monitorados, quem são os responsáveis e com que freqüência deverão ser reportados nas reuniões de acompanhamento.
  46. 46. Identificação de Riscos Processo de determinar quais os prováveis riscos podem afetar o projeto e documentar suas características
  47. 47. Identificação de RiscosCategorias de Riscos Riscos associados à capacidade do sistema Técnicos resultante atender as funcionalidades ou o desempenho esperado. ex.: dependência do uso de novas tecnologias (hardware e software), à requisitos críticos de desempenho, à compatibilidade com a arquitetura tecnológica da companhia, etc.
  48. 48. Identificação de RiscosCategoria de Riscos Riscos associados à capacidade do sistema resultante Técnicos atender as funcionalidades ou o desempenho esperado. Riscos associados à capacidade da organização em Organizacionais planejar, gerenciar e executar o projeto e operar o sistema resultante. ex: disponibilidade de recursos, capacidade da organização em absorver as mudanças, necessidade crítica de mudança organizacional, redesenho de processos, problemas logísticos, etc.
  49. 49. Identificação de RiscosCategoria de Riscos Riscos associados à capacidade do sistema resultante Técnicos atender as funcionalidades ou o desempenho esperado. Riscos associados à capacidade da organização em Organizacionais planejar, gerenciar e executar o projeto e operar o sistema resultante. Riscos associados à possibilidade de gastos Custos adicionais ao orçamento do projeto. P.ex: dependência de valores em moeda estrangeira, limites ou conflitos orçamentários críticos, premissas ou projeções precárias na análise econômica-financeira do projeto, etc.
  50. 50. Identificação de RiscosCategoria de Riscos Riscos associados à capacidade do sistema resultante Técnicos atender as funcionalidades ou o desempenho esperado. Riscos associados à capacidade da organização em Organizacionais planejar, gerenciar e executar o projeto e operar o sistema resultante. Riscos associados à possibilidade de gastos Custos adicionais ao orçamento do projeto. Riscos associados à possibilidade de atrasos de Cronograma cronograma ex. prazos críticos do projeto, datas impostas pelo negócio, necessidade de integração com outros projetos/sistemas, interdependências, etc.
  51. 51. Identificação de RiscosCategoria de Riscos Riscos associados à capacidade do sistema resultante Técnicos atender as funcionalidades ou o desempenho esperado. Riscos associados à capacidade da organização em Organizacionais planejar, gerenciar e executar o projeto e operar o sistema resultante. Riscos associados à possibilidade de gastos Custos adicionais ao orçamento do projeto. Riscos associados à possibilidade de atrasos de Cronograma cronograma Riscos associados a mudanças no ambiente externo à Externo organização que possam causar impactos no projeto. ex: mudanças de legislação, imposições de mercado, políticas de orgãos reguladores, etc.
  52. 52. Identificação de Riscos • RiscosCategoria de Riscos técnicos organizacionais, técnicos e externos usualmente acarretam em riscos de custo ou de cronograma • Os fatores de risco são interdependentes: Um risco técnico de desenho de solução pode levar a riscos de custo ouRelacionamento entre os cinco fatores de risco cronograma Um intervalo muito curto para um teste integrado que representa um risco de
  53. 53. Análise Qualitativa de Riscos Processo de avaliar a probabilidade e o impacto de Riscos identificados • Requer que a probabilidade e o impacto sejam avaliados usando métodos e técnicas pré- estabelecidos de análise qualitativa. • Maneira rápida e econômica de estabelecer prioridades para o planejamento de respostas a riscos.
  54. 54. Análise Qualitativa de RiscosFerramentas e Técnicas• Matriz de probabilidade x impacto – prioriza os riscos para análise quantitativa, com base nas suas classificações. – A escala de probabilidade varia entre 0.0 probabilidade zero e 1.0 certeza • Escala ordinal – muito baixa, baixa, moderada, alta, muito alta • Escala Cardinal – assinala valores numéricos. Pode ser valores lineares (.1/ .3/ .5/ .7/ .9) ou não lineares (.05/ .1/ .2/ .4/ .8/)
  55. 55. Análise Qualitativa de RiscosProbabilidade Classificação Percentualde Ocorrência Pouco Provável Menor que 10% Provável Entre 10 e 80% Muito Provável Mais de 80% Escopo Gravidade Classificação Custo Cronograma Recursos do Impacto Qualidade Baixa Menos de 3% Até 2 semanas Conseqüência leve Média Entre 3 e 10% Entre 2 Conseqüência semanas e 1 moderada mês Alta Mais de 10% Mais de 1 mês Conseqüência grave
  56. 56. Análise Qualitativa de Riscos Criticidade Alta Médio Alto AltoProbabilidade X Média Baixo Médio Alto Impacto Baixa Baixo Baixo Médio Pouco Provável Muito Provável Provável
  57. 57. Análise Quantitativa de Riscos Processo de analisar numericamente a probabilidade dos riscos priorizados pelo processo de análise qualitativa e seus impactos no projeto Quantificar os possíveis resultados do projeto e suas probabilidades Avaliar a probabilidade de atingir objetivos específicos do projeto Identificar riscos que requerem uma maior atenção em função da sua contribuição relativa no risco do projeto Identificar custos, cronograma e objetivos de escopo realistas e factíveis
  58. 58. Análise Quantitativa de RiscosFerramentas e Técnicas• Estimativa de três pontos: usado para calcular o valor esperado: – Cenário Otimista – Cenário Mais provável – Cenário PessimistaEx: Otimista 0.2 x 100% (100K) = $ 20 K Mais provável 0.6 x 70% (100K)= $ 42 K Pessimista 0.2 x 20%(100K)= $ 4K Valor Esperado = $ 66 K
  59. 59. Análise Quantitativa de RiscosFerramentas e Técnicas (cont.) Sucesso 0,6 Projeto A Falha 0,5 0,4 Exemplo: 0,5 0,7 Sucesso Projeto B 0,3 FalhaQual a probabilidade do projeto B ser selecionadoe ter sucesso ? Resposta: 0.5 x 0.7 = 0.35
  60. 60. Análise Quantitativa de RiscosFerramentas e Técnicas (cont.)• Simulação – usa um modelo matemático que traduz as incertezas do projeto e seu impacto nos objetivos do projeto – Análise de Monte Carlo
  61. 61. Planejamento de Respostas a Riscos Processo de desenvolver opções e determinar ações para aumentar as oportunidades e reduzir as ameaças aos objetivos do projeto O planejamento de respostas a riscos deve ser: • apropriado à criticidade do risco; • apresentar um custo compatível com os desafios a serem enfrentados; • considerar a necessidade de ter êxito; • apresentar um escopo realista quanto ao contexto do projeto; • deve ser aceito pelos stakeholders e delegado a uma pessoa responsável (proprietário do risco).
  62. 62. Planejamento de Respostas a RiscosFerramentas e TécnicasEstratégias para riscos negativos ou ameaças Reduzir - Mitigation Prevenir - Avoidance Transferir - Transference (Ação específica) (Prevenção) (Dividir responsabilidades)
  63. 63. Planejamento de Respostas a RiscosFerramentas e TécnicasEstratégias para riscos negativos ou ameaças Desenvolver ações visando minimizar a probabilidade da ocorrência do risco ou de seu impacto no projeto com o Mitigar objetivo de tornar o risco aceitável. Ex: projetar uma redundância Mudar o plano do projeto eliminando a condição que estava Prevenir expondo o projeto a um risco específico. Ex: adotar uma abordagem tradicional em vez de uma inovadora, Repassar as conseqüências do risco bem como a responsabilidade de resposta para quem está melhor Transferir preparado para lidar com o mesmo. Ex: seguros; contratos de preço fixo
  64. 64. Planejamento de Respostas a RiscosFerramentas e TécnicasEstratégias para riscos positivos ou oportunidade Melhorar - Enhance Explorar - Exploit Compartilhar - Sharing (Ação específica) (Exploração) (Dividir responsabilidades)
  65. 65. Planejamento de Respostas a RiscosFerramentas e TécnicasEstratégias para riscos positivos ou oportunidade Eliminar a incerteza associada a um risco positivo específico Explorar fazendo com que a oportunidade definitivamente aconteça. Ex: designação de recursos mais capacitados Atribuir a propriedade do risco a terceiros que possam Compartilhar capturar melhor a oportunidade em benefício do projeto. Ex: joint-ventures Modificar o “tamanho” de uma oportunidade através do aumento da probabilidade e/ou impactos positivos e pela Melhorar maximização dos principais acionadores. Ex: fortalecer a causa da oportunidade
  66. 66. Planejamento de Respostas a RiscosFerramentas e TécnicasEstratégias para ameaças e oportunidades Aceitar - Acceptance (Aceitar conseqüências)
  67. 67. Planejamento de Respostas a RiscosFerramentas e TécnicasEstratégias para ameaças e oportunidades Indicada nas situações em que a criticidade do risco é média ou baixa, na ocorrência de riscos externos em que não seja Aceitar possível ou não haja interesse em implementar uma ação específica. Planos de contingência podem ser aplicáveis.
  68. 68. Planejamento de Respostas a RiscosFerramentas e TécnicasEstratégias para respostas contingenciadas • Respostas projetadas para uso somente se determinados eventos ocorrerem
  69. 69. Monitoramento e Controle deRiscos Processo de identificação, analise e planejamento dos riscos recém- surgidos, acompanhamento dos riscos existentes, monitoramento das condições de acionamento de planos de contingência, monitoramento dos riscos residuais e revisão da execução de respostas a riscos enquanto avalia sua eficácia.
  70. 70. Exercício 12Construir um Plano de Gerenciamento de Riscos de Cada ProjetoExemplo: Modelo de Plano de Gerenciamento de Riscos
  71. 71. Perguntas?
  72. 72. Obrigado! Fernando S. DantasDiretor de Comunicação, Marketing e Publicidade PMI - Chapter-DF http://www.pmidf.org ferdantas@gmail.com

×