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DIMENSIONANDO O PRODUTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

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Palestra proferida por Arlei Luiz Fachinello, professor adjunto do departamento de economia da Universidade Federal de Santa Catarina e pesquisador do Centro de Pesquisas Econômicas Aplicadas (CEPEA) da ESALQ/USP, onde é um dos responsáveis pelo cálculo do PIB do Agronegócio do Brasil.

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DIMENSIONANDO O PRODUTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

  1. 1. Dr. Arlei Luiz Fachinello/UFSC DIMENSIONANDO O PRODUTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Experiências e Desafios 1
  2. 2. 2
  3. 3. Trajetória dominante no processo de desenvolvimento: agricultura - indústria - serviços Kruger (2008, p 333) 3
  4. 4. Processo de Agroindustrialização Macro-tendências: pós anos 1970 – Crescimento da renda e da população mundial; – Urbanização e emprego feminino – novas demandas por serviços alimentícios; – Mudanças nas relações comerciais – aberturas dos mercados agrícolas; – Exploração de vantagens competitivas, economias de escola e adaptação as novas preferências locais; – Mudanças institucionais e organizacionais entre agroindústria e agricultores – verticalização; – Globalização das cadeias alimentícias e a presença de grandes empreendimentos, geralmente dominados por corporações multinacionais; – Novas relações entre produtor rural e agroindústria: qualidade, padronizações e segurança alimentar. 4
  5. 5. Agronegócio • Davis e Goldberg (1957) observaram um padrão de crescente especialização na cadeia alimentar. A partir disso, diversos pesquisadores buscaram identificar a coordenação inter-firmas em determinadas commodities (Commodity systems approach CSA). • A definição de cadeia produtiva é abordada por diferentes óticas analíticas: – Análise de Filière (Cadeia de Produção) – privilegia as relações tecnológicas. – O Enfoque Sistêmico do Produto (Commodity System Approach ) - enfoque na coordenação. – O Método Supply Chain Management – enfoque nos custos de transação. • Segundo Graziano Silva, as políticas de modernização conservadoras dos anos 60 no Brasil impulsionaram importantes transformações na forma de produzir do agro-brasileiro, culminando na constituição dos complexos Agroindustriais a partir dos anos 70. Segundo o autor, não se pode mais compreender a estrutura e a dinâmica da agricultura brasileira de forma separada da agroindústria com ela inter-relacionadas. (GRAZIANO DA SILVA, 1989). 5
  6. 6. Agronegócio ou cadeias produtivas Agropecuária Insumos agropecuários Agroindústrias Máquinas e implementos Distribuição e serviços a montante a jusante Complexo agroindustrial: Soma de todas as operações de produção e distribuição de suprimentos agrícolas: as operações de produção na propriedade agrícola, o armazenamento e a distribuição dos produtos agrícolas e itens produzidos a partir deles (Davis e Goldberg, 1957). Agribusiness, agronegócio ou complexo agroindustrial (CAI) como um conjunto de atividades realizadas pela agropecuária e setores a ela vinculados. 6
  7. 7. Participação do agronegócio no PIB total – países selecionados País Participação da agropecuária no PIB Participação do agronegócio no PIB Ano Referência Países com renda per capita igual ou superior a US$ 20.000 por ano Alemanha 1,3 5,1 1995 Canadá 2,6 15,3 1995 Estados Unidos 1,6 8,1 1997 França 3,2 8,5 1995 Itália 3,1 7,0 1995 Reino Unido 1,3 7,1 1995 Suécia 2,3 5,5 1997 Países com renda per capita inferior a US$ 10.000 por ano Argentina 5,6 32,2 1997 Chile 8,5 32,1 1997 Uruguai 7,0 34,8 1995 Brasil 5,4 27,7 1997 Fonte: Bacha (2012, pg. 17) 7
  8. 8. Dimensão do agronegócio regional - Brasil Estados 2004 Região Norte 33 Acre 25,1 Amazonas 22,3 Pará 44,9 Tocantins 36,2 Região Nordeste 29 Maranhão 32,4 Ceará 25,4 Paraíba 40,4 Região Centro-Oeste 45 Mato Grosso 67,1 Mato Grosso do Sul 78,5 Distrito Federal 3,8 Região Sudeste 21 São Paulo 25,5 Rio de Janeiro 7,3 Região Sul 49 Paraná 44,8 Rio Grande do Sul 49,2 Fonte: Bacha (2012, pg. 19) 8
  9. 9. Evolução da participação do agronegócio no PIB Brasil 9
  10. 10. Participação do agronegócio no PIB total dos países da OCDE – ano 2000 Fonte: https://www.iioa.org/conferences/19th/papers/files/442.pdf - pg 6 10
  11. 11. Evolução do PIB do agronegócio e PIB total - BRASIL 80,0 90,0 100,0 110,0 120,0 130,0 140,0 150,0 160,0 índice(1994=100) Agronegócio Brasil Crescimento Agronegócio Insumos Agropecuária Agroindústria Distribuição 1994-2011 41,57% 87,46% 70,29% 20,25% 30,22% 11
  12. 12. Referências • FURTUOSO, M. C. O. O Produto Interno Bruto do Complexo Agroindustrial Brasileiro. Tese (doutorado). Piracicaba: ESALQ/USP, 1998. – Delineou uma metodologia de cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) para o complexo agroindustrial brasileiro e analisou suas relações econômicas com os demais setores da economia brasileira entre 1980 e 1994.  GUILHOTO, J. J. M.; FURTUOSO, M.C.O. ; BARROS, G.S. de C. O Agronegócio na economia brasileira, 1994 a 1999. Piracicaba, CEPEA/USP. Set. 2000. 139 p. Disponível em: <http://www.cepea.esalq.usp.br/pib/other/relatorio_metodologico.pdf>. Acesso em: julho, 2015. 12
  13. 13. Exemplo: Matriz Insumo-Produto hipotética Setores de Demanda intermediária Subtotal Demanda Final Total VBP pm Atividade Agropecuária Indústria Serviços C I DF Agropecuária 23 142 6 171 30 78 108 279 Indústria 57 631 275 963 256 742 998 1961 Serviços 25 408 691 1123 99 1846 1945 3068 Importações 11 151 73 236 0 173 173 5309 Rem. trabalho 147 567 1820 2534 EOB 16 63 202 282 VA 163 630 2022 2815 VBP pm 279 1961 3068 5309 VBP é o Valor Bruto da Produção VA é o Valor Adicionado EOB é o Excedente Operacional Bruto C é o Consumo Final I é o investimento DF é a Demanda Final PIBpm (ótica da renda) = 2.815 PIBpm (ótica da despesa) = DF – importações = 3224 – (236+173) = 2.815 PIBpm (ótica do produto) = VBP – consumo intermediário = 5309 – 2493 = 2.815 13
  14. 14. Estimativas do Agronegócio no Brasil Insumos MEA Agropecuária Agroindústria Distribuição Furtoso (1998) - MIPs 1980 a 1994 - Agropecuária Farmácia e Veterinária Instituições financeiras Transporte Comércio Serviços Guilhoto, Furtoso e Barros (2000) - MIPs 1994 a 2000 - Nunes e Contini (2001) - MIP 1996 - Máquinas e implementos Total e Parcial (Siderurgia) Comércio Transporte Administração pública Montoya e Finamore (2001) - MIPs 1959 a 1995 - Porsse (2003) - MIP RS 1998 - 7 Setores Máquinas e implementos Total e Parcial (Têxtil, ... Comércio Transporte Administração pública Silva e Nonnenberg (2006) - MIP 2003 - 14
  15. 15. PIB DO AGRONEGÓCIO CEPEA/ESALQ/USP • GUILHOTO, J. J. M.; FURTUOSO, M.C.O. ; BARROS, G.S. de C. O Agronegócio na economia brasileira, 1994 a 1999. Piracicaba, CEPEA/USP. Set. 2000. 139 p. Disponível em: <http://www.cepea.esalq.usp.br/pib/other/relatorio_metodol ogico.pdf>. Acesso em: julho, 2009. Insumos Primário Agroindústria Distribuição Renda = Valor Bruto de Produção (VBP) – Consumo intermediário (CI) = Remuneração aos fatores de produção. 15
  16. 16. Segmento Insumos 16
  17. 17. Segmento Agropecuário 17
  18. 18. Segmento Industrial 18
  19. 19. Segmento Distribuição 19
  20. 20. PIB DO AGRONEGÓCIO 20
  21. 21. Acompanhamento do PIB • Preços reais (deflacionados pelo IGP-DI); • Volume de produção; • Projeções anuais e taxas mensais equivalentes. 21
  22. 22. MUDANÇAS METODOLÓGICAS 22
  23. 23. DEFINIÇÕES METODOLÓGICAS Exemplo: Matriz Insumo-Produto hipotética Setores de Demanda intermediária Subtotal Demanda Final Total VBP pm Atividade Agropecuária Indústria Serviços C I DF Agropecuária 23 142 6 171 30 78 108 279 Indústria 57 631 275 963 256 742 998 1961 Serviços 25 408 691 1123 99 1846 1945 3068 Importações 11 151 73 236 0 173 173 5309 Rem. trabalho 147 567 1820 2534 EOB 16 63 202 282 VA 163 630 2022 2815 VBP pm 279 1961 3068 5309 VBP é o Valor Bruto da Produção VA é o Valor Adicionado EOB é o Excedente Operacional Bruto C é o Consumo Final I é o investimento DF é a Demanda Final PIBpm (ótica da renda) = 2.815 PIBpm (ótica da despesa) = DF – importações = 3224 – (236+173) = 2.815 PIBpm (ótica do produto) = VBP – consumo intermediário = 5309 – 2493 = 2.815 23
  24. 24. Produto Interno Bruno Valor Bruto de Produção - Consumo Intermediário = Valor Adicionado VA + Impostos = PIB 24
  25. 25. PIB DO SEGMENTO DE INSUMOS  Formado por uma parcela do PIB de cada setor supridor da cadeia.  Para as atividades que são essencialmente produtoras de insumos agropecuários, toda a renda é alocada nesse segmento:  Alimentos para animais, Fertilizantes e corretivos de solo, Defensivos, Medicamentos para uso veterinário e Maquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária.  i  I são os setores do segmento de insumos (I – fornecedores de insumos);  j são as atividade agrícola e pecuária;  𝑐𝑡𝑖𝑗 são coeficientes técnicos de uso de cada insumo i pela atividade ou cultura considerada (j),  𝑉𝐴𝑖 é o valor agregado do setor de insumos i no estado – inclui impostos sobre a atividade.  No segmento de Insumos (I), não são computados insumos advindos do próprio setor primário e/ou agroindustrial, caso houver. ][  i iij insumos VActPIBj 25
  26. 26. PIB DO SEGMENTO PRIMÁRIO  O PIB do segmento primário (Básico ou dentro da porteira) a preços de mercado é considerado no próprio item, como explicitado abaixo:  𝑃𝐼𝐵 𝑎𝑔𝑟í𝑐𝑜𝑙𝑎 = 𝑉𝐴 𝑎𝑔𝑟í𝑐𝑜𝑙𝑎  𝑃𝐼𝐵 𝑝𝑒𝑐𝑢á𝑟𝑖𝑎 = 𝑉𝐴 𝑝𝑒𝑐𝑢á𝑟𝑖𝑎 𝑃𝐼𝐵 𝐴𝑔𝑟𝑜𝑝𝑒𝑐𝑢á𝑟𝑖𝑎 = 𝑃𝐼𝐵 𝑎𝑔𝑟í𝑐𝑜𝑙𝑎 + 𝑃𝐼𝐵 𝑝𝑒𝑐𝑢á𝑟𝑖𝑎 26
  27. 27.  No segmento industrial é incluído todo o valor adicionado pela agroindústria processadora.  O PIB das agroindustrias é calculado por:  em que j representa as atividades da indústria sob análise. • PIB DO SEGMENTO INDUSTRIAL ind ind j jPIB VA PIB DO SEGMENTO INDUSTRIAL 27
  28. 28. ATIVIDADES INDUSTRIAIS CNAE 2.0 Atividades a serem acompanhadas Indústrias das CN 2015 101; 102 Abate e preparação carnes e pescado Abate e Laticícios 105 Laticínios Abate e Laticícios 107; 193 Açúcar e etanol Açúcar e Biocombust. 108 Indústria café Out Alimentos 103 Fabricação de conservas de frutas, leg. e outros vegetais Out Alimentos 104 Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais Out Alimentos 106 menos 10660 Moagem, fab. de prod. amiláceos excl. Alim. para animais Out Alimentos 109 Outros produtos alimentares Out Alimentos 11 Bebidas Bebidas 12 Fabricação de produtos do fumo Fumo 1311; 1312; 1321; 1322 Têxtil de base algodão Têxtil 14 Vestuários e acessórios Artigos Vest. Acessórios 1510; 1529; 1531 Artigos couro e calçados Artigos de couro e calçados 16 Fabricação de produtos de madeira Produtos da madeira 17 Fabricação de celulose, papel e produtos de papel Celulose e papel 3101 Móveis madeira Móveis de madeira 28
  29. 29. PIB DO SEGMENTO DA DISTRIBUIÇÃO  No cálculo, computa-se uma parcela dos valores adicionados pelos setores transporte, comércio e serviços, incluindo os impostos;  A parcela é definida pela demanda final de cada atividade, incluindo os segmentos “dentro da porteira” e industrial, no total da demanda final doméstica, conforme segue: em que m representa as atividades de transporte, comércio e demais serviços e j representa as indústrias da atividade agropecuária(k=1: agricultura, e k=2: pecuária). 𝑃𝐼𝐵 𝑘 𝑑𝑖𝑠𝑡𝑟 = 𝐷𝐹𝐷 𝑘 + 𝐷𝐹𝐷𝑗𝑗 𝐷𝐹𝐷 × 𝑉𝐴 𝑚 𝑚 29
  30. 30. Atividades de Distribuição e serviços 46 + 47 SERVIÇOS Comércio por atacado e a varejo, exceto veículos automotores 49 SERVIÇOS Transporte terrestre 50 SERVIÇOS Transporte aquaviário 51 SERVIÇOS Transporte aéreo 52 + 53 SERVIÇOS Armazenamento, atividades auxiliares dos transportes e correio 55 SERVIÇOS Alojamento 56 SERVIÇOS Alimentação 58 SERVIÇOS Edição e edição integrada à impressão 59 + 60 SERVIÇOS Atividades de televisão, rádio, cinema e gravação/edição de som e imagem 61 SERVIÇOS Telecomunicações 62 ; 63 SERVIÇOS Desenvolvimento de sistemas e outros serviços de informação 64 ; 65 ; 66 SERVIÇOS Intermediação financeira, seguros e previdência complementar 68 SERVIÇOS Atividades imobiliárias 69 ; 70 SERVIÇOS Atividades jurídicas, contábeis, consultoria e sedes de empresas 71 ; 72 SERVIÇOS Serviços de arquitetura, engenharia, testes/análises técnicas e P & D 73 ; 74 ; 75 SERVIÇOS Outras atividades profissionais, científicas e técnicas 77 SERVIÇOS Aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos de propriedade intelectual 78 ; 79 ; 81 ; 82 SERVIÇOS Outras atividades administrativas e serviços complementares 80 SERVIÇOS Atividades de vigilância, segurança e investigação 84 SERVIÇOS Administração pública, defesa e seguridade social 30
  31. 31. PIB DO AGRONEGÓCIO dist agric ind agric prim agric ins agricagric PIBPIBPIBPIBPIB  dist pec ind pec prim pec ins pecpec PIBPIBPIBPIBPIB  pecagricagron PIBPIBPIB  31
  32. 32. Forma de acompanhamento • Agropecuária: VBP – CI = VA • Indústria insumos: VBP – CI = VA • Agroindústria: VBP – CI = VA • Distribuição: Agropecuário + Agroindústria 32
  33. 33. Trabalhos realizados • PIB do agronegócio de Minas Gerais – 2007 • PIB do agronegócio do Rio de Janeiro - 2011 • PIB do agronegócio de São Paulo - 2013 • PIB da cadeia do cacau – 2013 • PIB das cadeias agropecuárias - 2012 – Bovinocultura de corte – Bovinocultura de leite – Soja – Cana de açúcar – Algodão 33
  34. 34. PIB DE SÃO PAULO 5,32 10,41 53,63 49,79 3,32 3,19 7,57 13,85 8,63 13,60 61,20 63,64 - 20,0 40,0 60,0 80,0 Insumos Primário Agroindústria Distribuição R$milhões2008 Cadeia Agrícola Cadeia Pecuária Agronegócio Cadeia Agrícola Cadeia Pecuária Agronegócio Insumos 5.316 3.316 8.632 Primário 10.409 3.192 13.601 Indústria 53.630 7.571 61.201 Distribuição 49.791 13.848 63.640 Total 119.146 27.927 147.073 PIB de São Paulo em 2008: R$ 1.003.014 milhões (14,66%) PIB do agronegócio do Brasil em 2008: R$ 772.232 milhões (19,05%) 34
  35. 35. PIB do Agronegócio do RJ 144 952 5.259 3.822 118 736 357 767 - 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 Insumos Primário Indústria Distribuição Agricultura Pecuária R$ milhões Fonte: Cepea/Esalq-USP 35
  36. 36. PIB da cadeia do leite - 2007 Cerca de 1,3 milhões de estabelecimentos produtivos e de 9.751 unidades locais de processamento (Censo Agropecuário e Cadastro Geral de Empresas do IBGE). 36
  37. 37. PIB da cadeia da soja - 2007 Aproximadamente 217 mil produtores de soja em 17 estados. 37
  38. 38. Participação do Pessoal Ocupado no Agronegócio/Total Brasil - 2008 700.505 17.118.949 7.067.019 5.886.615 30.773.088 - 5.000.000 10.000.000 15.000.000 20.000.000 25.000.000 30.000.000 35.000.000 Insumos Básicos Agroindústria Distribuição Total Agronegócio PEOC-Unidades Têxtil (48,49%) – Artigos de Vestuário e Acessórios (29,23%) – Móveis (65%) Part. % BRASIL 17,79% Agropecuária 29,64% Agronegócio 31,98% Agron. Ampliado 38
  39. 39. Novos desafios CADEIA AGROINDUSTRIAIS: Evolução agrícola ou adaptação da firma? 39
  40. 40. A indústria como centro dinâmico Figura 1: Hipótese Tradicional Figura 2: Leitura proposta 40
  41. 41. 185 relações entre os setores 41
  42. 42. 533 relações entre setores 42
  43. 43. Tabela 1 – VA do Agronegócio, nos anos de 1985, 1996 e 2005 (em milhões de R$ de 2005) T a b e l a 1 – V A d o A g r o n e g ó c i o , n o s a n o s d e 1 9 8 5 , 1 9 9 6 1985 1996 2005 Tradicional Proposta Tradicional Proposta Tradicional Proposta Agronegócio 263 116.37 333 534.76 455 464.16 589 884.41 472 226.28 628 143.54 Agregado I 14 140.11 50 171.22 20 304.90 56 336.01 22 326.09 85 876.74 Agropec. 14 140.11 14140.11 20 304.90 20 304.90 22 326.09 22 326.09 Agroind. x 36 031.12 x 56 103.49 x 63 550.65 Agregado II 175 688.39 175 688.39 314 706.02 314 706.02 295 185.50 295 185.50 Agropecuária 77 488.60 77 488.60 146 962.31 146 962.31 116 349.8 116 349.8 Agroindústria 98 199.79 98 199.79 167 743.7 167 743.7 178 835.7 178 835.7 Agregado III 73 287.88 107 675.15 120 453.24 198 770.00 154 714.69 247 081.30 Comércio 18 663.78 42 415.56 20 871.50 73 127.34 33 502.56 102 686.67 Transporte 6 717.22 17 352.70 8 938.55 34 999.47 15 372.62 38 555.11 Out. Serviços 47 906.88 47 906.88 90 643.19 90 643.19 105 839.51 105 839.52 Fonte: Resultados da Pesquisa, a partir de IBGE (2014) 43
  44. 44. 44 Obrigado pela atenção Dr. Arlei Luiz Fachinello/UFSC fachinello@hotmail.com

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