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Quarta manha - slides-3 caderno 3

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Quarta manha - slides-3 caderno 3

  1. 1. CURSO PARA OS ORIENTADORES DE ESTUDO Caderno 3 CONSTRUÇÃO DO SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Equipe RN Julho - 2014
  2. 2. PAUTA – 30/07/2014 (quarta-feira) Manhã 1. Leitura deleite- Cartas de Amor – Rubem Alves 2. Objetivos do Caderno 3 e do eixo números e operações / retomada dos Direitos de Aprendizagem de Matemática 3. Relações entre o Sistema de Escrita Alfabética (SEA) e O Sistema de Numeração Decimal (SND) 4. Vivências de atividades com o Sistema de Numeração Decimal 5. Exposição dialogada
  3. 3. 1. Leitura deleite: Cartas de amor– Rubem Alves Em 1945, muda-se com a família para o Rio de Janeiro. Aos 20 anos, ingressa no Seminário Presbiteriano de Campinas, no interior de São Paulo, onde, por intermédio do teólogo Richard Shaull (1929 - 1999), se aproxima da Teologia da Libertação. BIOGRAFIA Rubem Azevedo Alves (Boa Esperança MG 1933 - Campinas SP 2014). Contista, cronista, ensaísta, poeta, pedagogo, filósofo, teólogo e psicanalista. Filho de Herodiano Alves do Espírito Santo e Carmen Sílvia de Azevedo Alves, ambos de orientação protestante.
  4. 4. Formado em teologia em 1957, vai morar em Lavras, Minas Gerais, e trabalha como professor de teologia no Instituto Gammon, escola de diretriz protestante. Em 1963, muda-se para Nova York, inicia o mestrado no Union Theological Seminary, e no mesmo período colabora no jornal Brasil Presbiteriano. No ano de 1964, no Brasil, perseguido pelo regime militar e denunciado pela Igreja Presbiteriana, vai novamente para os Estados Unidos, e, em 1968, conclui o doutorado na United Presbyterian Church, em Nova Jersey, defendendo a tese Toward a Theology of Libertation, marco teórico da Teologia da Libertação. Regressa ao Brasil em 1969 e começa a ministrar aulas de filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro, São Paulo. Um ano mais tarde, afirma a opção pela Teologia da Libertação e anuncia seu rompimento com a Igreja Presbiteriana do Brasil - IPB. Integra, em 1973, o corpo docente da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, e dá aulas na Faculdade de Educação e no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Conclui o curso de psicanálise na Associação Brasileira de Psicanálise de São Paulo, em 1980, e passa a colaborar na revista Tempo e Tendência. Publica duas obras no campo da pedagogia:Conversas com Quem Gosta de Ensinar, em 1982, e Estórias de Quem Gosta de Ensinar, em 1984. Desde 1982, assina artigos semanais para o jornal Folha de S.Paulo. Recebe o título de professor emérito do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da Unicamp em 1995. Disponível em <http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_lit/index.cfm?fuseaction=biografias _texto&cd_verbete=4951 >acesso em 25 de julho de 2014.
  5. 5. 1. Leitura deleite: Cartas de amor– Rubem Alves
  6. 6. 2. Objetivo Geral do Caderno 3 (p.5) FOCO TEMÁTICO: CONSTRUÇÃO DO SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL • Fornecer subsídios que permitam ao professor encaminhar a construção do SND em situações lúdicas de modo que a criança possa investigar as regularidades do SND para compreender o princípio posicional de sua organização.
  7. 7. 2. Objetivos Específicos do Caderno 3 (p.5) • Reproduzir, em atividades orais e escritas, sequencias numéricas ascendentes e descendentes partir de qualquer número dado; • Elaborar, comparar, comunicar, confrontar e validar hipóteses sobre as escritas e leituras numéricas, analisando a posição e a quantidade de algarismos e estabelecendo relações entre a linguagem escrita e oral; • Reconhecer regularidades do sistema de numeração decimal; • Ordenar, ler e escrever números redondos (10,20,30, ... ; 100, 200, 3000... ; 1000, 2000, 3000, ...);
  8. 8. 2. Objetivos Específicos do Caderno 3 (p.5) • Quantificar coleções numerosas recorrendo aos agrupamentos de dez em dez e demonstrar compreensão de que o dez está incluído no vinte, o vinte no trinta, o trinta no quarenta etc.; • Compreender o valor posicional dos algarismos na composição da escrita numérica, compondo e decompondo números; • Utilizar a calculadora, cédulas ou moedas do sistema monetário para explorar, produzir e comparar valores e escritas numéricas.
  9. 9. 2. Retomada dos Direitos de Aprendizagens de Matemática I. Utilizar caminhos próprios na construção do conhecimento matemático, como ciência e cultura construídas pelo homem, através dos tempos, em resposta a necessidades concretas e a desafios próprios dessa construção. II. Reconhecer regularidades em diversas situações, de diversas naturezas, compará-las e estabelecer relações entre elas e as regularidades já conhecidas. III. Perceber a importância da utilização de uma linguagem simbólica universal na representação e modelagem de situações matemáticas como forma de comunicação.
  10. 10. 2. Retomada dos Direitos de Aprendizagens de Matemática IV. Desenvolver o espírito investigativo, crítico e criativo, no contexto de situações-problema, produzindo registros próprios e buscando diferentes estratégias de solução. V. Fazer uso do cálculo mental, exato, aproximado e de estimativas. Utilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação potencializando sua aplicação em diferentes situações.
  11. 11. 3. RELAÇÃO ENTRE O SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA(SEA) E DO SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL(SND)
  12. 12. • Como vocês compreendem o Sistema de Escrita Alfabética – SEA e o Sistema de Numeração Decimal – SND? • Quais aproximações vocês identificam entre ambos? • O que as crianças devem entender/construir em relação a cada um deles?
  13. 13. O QUE AS CRIANÇAS PRECISAM APRENDER/SABER SOBRE ESSES SISTEMAS • Preenchimento do quadro a seguir, no coletivo, com as sínteses das respostas do grupo .
  14. 14. 14 SEA – SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA • SND – SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL CONSCIÊNCIA NUMÉRICA •
  15. 15. É PRECISO ENTÃO GARANTIR A COMPREENSÃO DO SEA E DO SND • Leitura e discussão das peculiaridades do SEA e do SND págs. 8 e 9 (Caderno 3)
  16. 16. As dificuldades das crianças e os equívocos no ensino desses sistemas SEA • Confusão entre letras e sons. • A simples interação com textos que circulam na sociedade não garante a aprendizagem. SND • Confusão entre a representação numérica e o que se fala: 24 = 20 e 4. • A simples imersão num ambiente com jogos e materiais de contagem não garante a apropriação do sistema. 16
  17. 17. 4. VIVÊNCIAS DE ATIVIDADES COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL
  18. 18. 1ª VIVÊNCIA Em grupo: Cada grupo receberá 100 palitos que deverão agrupar de 3 em 3 ou 5 em 5 e registrar os agrupamentos: • 2 Grupos trabalham agrupando de 3 em 3 • 2 Grupos trabalham agrupando de 5 em 5 DESCOBRINDO A LÓGICA DE AGRUPAMENTOS 18
  19. 19. 2ª VIVÊNCIA DESCOBRINDO A LÓGICA DA BASE DE UM SISTEMA DE NUMERAÇÃO TRABALHANDO COM A BASE 8 (NUNCA 8) 19 Em grupo: • De acordo com os valores atribuídos aos símbolos abaixo: 0 1 2 3 4 5 6 7 A) Representar no quadro abaixo a quantidade palitos recebida e o resultado encontrado com os símbolos: B) Agora representar, no coletivo, como foi feito no grupo. GRUPÕES GRUPO SOLTOS
  20. 20. AGRUPAR e COMPOR A REPRESENTAÇÃO DE 84 PALITOS NA BASE 8 GRUPÕES GRUPOS SOLTOS 20
  21. 21. 3ª VIVÊNCIA • Demonstrar as quantidades de cada rodada na BASE 10, para o grande grupo, se utilizando apenas dos dedos das mãos : • Após cada apresentação os grupos deverão descobrir a lógica utilizada para as definir as ordens e classe. REPRESENTANDO A LÓGICA DE POSICIONAMENTO DO SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL - SND 21 GRUPOS 1ª RODADA 2ª RODADA 3ª RODADA 4ª RODADA A B C D E
  22. 22. 5. Exposição dialogada SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL(SND)
  23. 23. A) A partir da vivência de construção e representação de agrupamentos de 3, 5 e da base 8: – É importante o professor fazer esse exercício? Por que? – Que aspectos lhe chamaram mais a atenção durante as vivências que possibilitaram uma melhor compreensão do nosso SND? – Como trabalhar essas ideias com as crianças? 23
  24. 24. A) SND: Características e estrutura A base dez é o alicerce do sistema de numeração decimal (SND). Isso quer dizer que todo o SND foi estruturado a partir da base 10. O pressuposto primordial dessa base é ter em mente que leitura, escrita, comparação, composição, decomposição e todas as operações são realizadas a partir de agrupamentos de 10 em 10. Esses agrupamentos igualmente estão presentes na contagem. Assim, podemos afirmar que o SND tem uma estrutura, a qual precisa ser apropriada pelas crianças para que se dê a compreensão desse sistema, a saber: 24
  25. 25. Sistema de Numeração Decimal - SND • O SND tem apenas dez símbolos – 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 – a partir dos quais são construídos todos os números; • O SND utiliza a base dez – por isso ele é chamado de sistema decimal; O zero representa a ausência de quantidade (abordaremos os papéis do zero mais adiante); • Os símbolos possuem valores distintos, segundo sua posição no número (a posição onde se encontra um símbolo é que define o seu valor, ou seja, um mesmo símbolo pode ter valores diferentes, de acordo como a posição em que ele se encontra no número); 25
  26. 26. Sistema de Numeração Decimal - SND • Todo e qualquer número pode ser representado usando-se o Princípio Aditivo (o valor do numeral pode ser dado pela adição dos valores posicionais dos símbolos). Exemplo: 12 = 10 + 2 • Todo e qualquer número pode ser representado usando-se o Princípio Multiplicativo (o valor do número pode ser dado pela multiplicação do número pela potência de 10). Exemplo:7 x 100 = 7 x 1 = 7; 7 x 10¹ = 7 x 10 = 70; 7 x 10² = 7 x 100 = 700, e assim por diante. • Os Princípios Aditivo e Multiplicativo geram a decomposição dos números. Por exemplo: 345 = 3 x 10² + 4 x 10¹ + 5 x 100 = 3 x 100 + 4 x 10 + 5 x 1 = 300 + 40 + 5 26
  27. 27. B) A importância do corpo como fonte do conhecimento matemático: por que utilizá-lo? 27 a) Começam a construir uma base simbólica (representação dos números), bem como o princípio da propriedade comutativa. b) Desenvolvem as primeiras estratégias de contagem (correspondência um a um, ordenação e inclusão) e operacionalização matemática (pequenos cálculos) com o limite de DEZ (dedos). c) Exploram as mãos como ferramenta no registro de quantidades e na realização de medições; d) Desenvolvem o pensamento matemático em sintonia com as ações mentais e físicas; e) Refletem suas observações e experiências socioculturais da infância.
  28. 28. C) A importância de se resgatar os aspectos históricos: o que essa prática possibilita? • Compreender as expressões assumidas por diferentes povos e culturas em épocas variadas como expressões do conhecimento matemático. • Investigar padrões presentes em distintos sistemas de contagem. Perceber regularidades e a existência de padrões; • Compreender modos de proceder que emergem com as bases de contagem de cada sistema de numeração, • Enfim, essas manifestações das regras que se mostram, pertenceram a certa época, a certo povo e serviram a uma determinada finalidade. 28
  29. 29. LEITURA COMPARTILHADA: Relato da comunidade de Gramorezinho – RN (p. 34 e 35) 29

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