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Página 2 - 4 ideias para usar o “big data” a favor dos seus negócios - Revista Exame

  1. 1. 6/11/13 4 ideias para usar o “big data” a favor dos seus negócios - Página 2 - EXAME.comexame.abril.com.br/gestao/noticias/4-ideias-para-usar-o-big-data-a-favor-dos-seus-negocios?page=2 1/1Leia Mais11/06/2013 | Página do Google exibe itensmais buscados em tempo real11/06/2013 | Rede de hotéis Super 8 miraexpansão com parcerias locais10/06/2013 | Travelers comprará seguradoracanadense por US$1,1 bi09/06/2013 | Os grandes números daespionagem americana3  Big data é definido pela cultura da empresa (não pelo orçamento)Não tem jeito. Mesmo quando o assunto é majoritariamentetecnológico, é a cultura quem impera sobre as operações de umaempresa. Faria conta que há empresas que trazem a análise e ocruzamento de informações no seu DNA. São as “data drivencorporations”, ou seja, empresas guiadas por dados. Até mesmouma planilha simples que reúna e confronte dados já trazresultados relevantes para uma empresa.No entanto, elas não são maioria. “A maior parte das empresasainda está engatinhando neste sentido”, afirma.  Informaçõesque até pouco tempo atrás interessavam somente a empresascomo Google e Facebook passam a fazer parte do dia a dia decompanhias de saúde, mercado financeiro e até mesmo naeducação.Por isso, esqueça a ideia de que analisar big data é exclusividade de peixe grande. Uma empresa demédio ou pequeno porte com acesso a uma plataforma de cloud computing já consegue muitasinformações sem necessidade de investimentos vultuosos e nem a contratação de um CDO. “Basta ogestor aplicar os conceitos adequadamente para conhecer melhor o seu cliente e acertar na melhorestratégia.”4  Dados são matéria­prima para análiseNunca perca de vista a essência do termo “big data”, ou “grandes dados”. O próprio Faria, com 15anos de estrada, considera o termo “abstrato demais”. Para esclarecer, ele define: “dados são amatéria­prima de um processo de análise”, diz. Como em um processo produtivo industrial, os dadossão a matéria­prima bruta de um processo de produção, que resultará em informação como produtofinal. Assim como no processo industrial, a procedência, a qualidade e a confiabilidade das matérias­primassão essenciais para um produto – ou, no caso, informação – de qualidade. Por tangenciar questõesdelicadas como privacidade de usuários, é essencial se perguntar se há algum tipo de ameaça noacesso desses dados. Mario aconselha: “mantenha o gestor de dados sempre alinhado com ocompliance e o departamento jurídico”.

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