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USABILIDADE.

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Trabalho sobre usabilidade para a universidade de Aveiro.

Published in: Technology, Design
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  • Parabéns pelo raciocinio.

    Perfeito!!! um slide 100% usual também.
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USABILIDADE.

  1. 1. Usabilidade<br />Tecnologias Dinâmicas para a Internet<br />1<br />
  2. 2. Grupo 5 <br />2<br />Fábio Santos | 38156<br />Jessica Simões | 38732<br />KarolinaGonzalez | 48513<br />Ricardo Marques | 35725<br />Universidade de Aveiro 09<br />
  3. 3. USABILIDADE = FACILIDADE DE USO<br />
  4. 4. Facilidade de uso é obter afirmações...<br />...e não interrogações!<br />Boa Navegabilidade.<br />Alcance de objectivos de forma<br />eficaz, eficiente e simples.<br />
  5. 5. Princípios Usabilidade<br />
  6. 6. Aprendizagem | Eficiência | Memorização | Erros | Satisfação<br />
  7. 7. REGRAS<br />
  8. 8. Clareza na arquitectura da informação<br />Facilidade de navegação<br /> Simplicidade<br /> A relevância do conteúdo<br /> Coerência<br /> Rapidez <br />Foco na experiência do usuário<br />
  9. 9. QUESTÕES<br />
  10. 10. Questões com foco no utilizador<br /> (o que um utilizador não deverá perguntar)<br />Questões com foco no criador<br /> Missão do site<br /> Público Alvo<br />
  11. 11. Vantagens| Desvantagens<br />
  12. 12. Vantagens<br />Satisfaz o utilizador que visite o site<br />Permite que o utilizador encontre o que procura (ler, comprar, jogar, etc.)<br />Aquisição de fealdade do utilizador ao site<br />
  13. 13. Desvantagens<br />Não ajuda o utilizador na procura de informação; <br />Causa frustração ao utilizador por não obter o que procura; <br />Perda do utilizador para a concorrência; <br />
  14. 14. Avaliação de Usabilidade<br />
  15. 15. Aspectos<br />(1) Avaliar a extensão das funcionalidades de um sistema<br />(2) Avaliar os efeitos da interface no utilizador<br />(3) Identificar eventuais problemas específicos no sistema<br />Dix et al.’s (1998, pp. 406-407)<br />
  16. 16. Metodologias<br />
  17. 17. Categorização dos métodos e testes de usabilidade<br /> - Dixet al. (1998, pp. 405-435) apresentam uma divisão hierárquica; <br /> - BenShneiderman (1998, pp. 124-151) apresenta uma visão mais linear; <br /> - Apesar desta diferença, ambos Dixet al. e Shneiderman discutem técnicas e métodos semelhantes. <br />
  18. 18. Heurísticas<br />
  19. 19. (1) Viabilidade do estado do sistema<br />(2) Consistência entre o sistema e o mundo real<br />(3) Controle e liberdade para o usuário<br />(4) Consistência e padrões<br />(5) Prevenção de erros<br />(6) Reconhecimento em vez de lembrança<br />(7) Flexibilidade e eficiência de uso<br />(8) Desenho estético e minimalista<br />(9) Auxílio no reconhecimento, no diagnóstico e na recuperação de erros<br />(10) Ajuda e documentação<br />
  20. 20. COERÊNCIA DA NAVEGAÇÃO<br />
  21. 21. PRINCIPIOS BÁSICOS<br />
  22. 22. Apresentar claramente a navegação principal ou global; <br />Acesso claro e rápido para a página inicial ; <br />Explorar a utilização de cabeçalhos e rodapés; <br />Usar com cautela gráficos como parte da navegação; <br />Manter a consistência na selecção de cores atribuídas às ligas e<br />páginas visitadas; <br />Ajudar o utilizador quanto à sua localização no site (breadcrumb); <br />
  23. 23. DESENHO DE <br />INTERFACE<br />
  24. 24. CONVENÇÕES<br />
  25. 25. WIREFRAME<br />
  26. 26. DIRECTIVAS<br />
  27. 27. BOAS VINDAS<br />Não oferecer &quot;Boas Vindas&quot; ou &quot;Bem-Vindo&quot; no site;<br />Utilizar o espaço de &quot;Boas Vindas&quot;/&quot;Bem-Vindo&quot; para publicar um slogan ou logótipo referente ao site;<br />
  28. 28. INFORMAR OBJECTIVO DO SITE<br />
  29. 29. CONTEÚDO<br />
  30. 30. ARQUIVO / ACESSO A CONTEÚDO ANTERIOR<br />
  31. 31. LINKS<br />
  32. 32. NAVEGAÇÃO<br />
  33. 33. PESQUISA<br />
  34. 34. ATALHOS<br />
  35. 35. IMAGENS E ANIMAÇÕES - I<br />
  36. 36. IMAGENS E ANIMAÇÕES - II<br />
  37. 37. DESIGN GRÁFICO - I<br />
  38. 38. DESIGN GRÁFICO - II<br />
  39. 39. DESIGN GRÁFICO - III<br />
  40. 40. COMPONENTES DE INTERFACE COM O UTILIZADOR<br />
  41. 41. TÍTULOS DE JANELAS<br />
  42. 42. URL’S – BONS EXEMPLOS<br />
  43. 43. URL’S – MAUS EXEMPLOS<br />
  44. 44. JANELAS POP-UP / JANELAS INTERMÉDIAS- III<br />Evitar Janelas intermediárias aquando o digitar do URL pelo utilizador; <br />O URL deve redireccionar o utilizador para a página inerente ao URL digitado; <br />Evitar Janelas de Pop-up (omitem a homepage, são confundidas com publicidade, dificultam a navegação a utilizadores inexperientes ou com dificuldades motoras);<br />
  45. 45. PUBLICIDADE - I<br />
  46. 46. COMUNICAR PROBLEMAS / EMERGÊNCIAS<br />
  47. 47. ACTUALIZAÇÃO DE PÁGINAS<br />Não actualizar a homepage automaticamente (provoca a perda de atenção e interesse do utilizador caso este esteja a visualizar algum conteúdo no momento de actualização); <br />Aquando de uma actualização, não modificar conteúdo que não foi modificado, actualizar apenas acrescentando novo conteúdo ou aquele que foi modificado (ex: actualizações de notícias num jornal online);<br />
  48. 48. OBTENÇÃO DE DADOS DO CLIENTE<br />Aquando de um registo explicar ao cliente as suas vantagens; <br />Não fornecer links de registo na homepage;<br />
  49. 49. EXEMPLOS A EVITAR<br />
  50. 50.
  51. 51.
  52. 52.
  53. 53. Boas práticas por linguagem<br />Inovar SIM!<br />Mas com modos…<br />53<br />
  54. 54. 54<br />Loading…<br />Boring<br />Passados10segundos<br />Resultado: Backspace<br />
  55. 55. Dicas<br />Saber o que o utilizador quer<br />Definir bem objectivo do site<br />Não descuidar na usabilidade<br />55<br />
  56. 56. Organização da informação<br />56<br />
  57. 57. Organização da informação<br />57<br />Dividir a informação em unidades lógicas. <br />Estabelecer uma hierarquia por ordem de importância e generalidade. <br />Usar esta hierarquia para estabelecer relações entre trecho de informação<br />
  58. 58. Organização da informação<br />Linear<br />58<br />
  59. 59. Organização da informação<br />hierarquicamente<br />59<br />
  60. 60. Organização da informação<br />Poli-hierarquicamente<br />60<br />
  61. 61. Organização da informação<br />Em rede<br />61<br />
  62. 62. Disposição dos conteúdos<br />62<br />
  63. 63. 63<br />Disposição dos conteúdos<br />Alfabética<br />
  64. 64. Disposição dos conteúdos<br />Cronológica<br />64<br />
  65. 65. Disposição dos conteúdos<br />Geográfica<br />65<br />
  66. 66. Disposição dos conteúdos<br />66<br />Miscelânea<br />
  67. 67. Disposição dos conteúdos<br />67<br />Tarefa<br />
  68. 68. Disposição dos conteúdos<br />Público-alvo<br />68<br />
  69. 69. Disposição dos conteúdos<br />69<br />Tag Cloud<br />
  70. 70. Usabilidade Conteúdos<br />70<br />
  71. 71. O título é o elemento mais importante!<br />71<br />
  72. 72. Um bom título:<br />Rico e conciso<br /> Deverá conter as palavras-chave<br /> Confirmar a informação que se segue<br /> Não revelar tudo<br />72<br />
  73. 73. O sumário é o segundo elemento mais importante!<br />73<br />
  74. 74. O sumário deve:<br />Conter os principais pontos<br /> Não fornecer todas as informações<br />74<br />
  75. 75. Textos<br />Pouco texto<br />Colunas estreitas<br />Espaços em branco<br />75<br />
  76. 76. Divulgação de conteúdos<br />76<br />
  77. 77. Media Display e Rich Media<br />Search Engine Marketing<br />Pay-Per-Click<br />E-mail Marketing<br />Redes sociais virtuais<br />Link Building<br />Custo por Mil Impressões<br />Custo por Acção<br />Media tradicionais<br />77<br />
  78. 78. 1. Media Display e Rich Media<br />São constituídos por banners .<br />Constituídos por uma mensagem e um estímulo para clicar.<br />78<br />
  79. 79. 2. SearchEngine Marketing (SEM)<br />Tem como objectivo obter o melhor posicionamento dos Websites nos resultados naturais ou orgânicos dos motores de pesquisa.<br />79<br />
  80. 80. 2. SearchEngine Marketing (SEM)<br />Boas práticas:<br />Título sucinto e coerente com o conteúdo<br />Palavra-chave que melhor caracteriza o site<br />Palavras-chave mais específicas obtém um melhor posicionamento<br />Uma boa estratégia de SEO<br />80<br />
  81. 81. 3. Pay-Per-Click (PPC)<br />O anunciante apenas paga por cada clique efectuado no anúncio.<br />Vantagens<br />Visitantes qualificados para o Website<br />Resultados imediatos<br />Fácil e rápido de implementar<br />A campanha segmentada ao público-alvo<br />Desvantagens<br />As fraudes! Podem acontecer quando uma pessoa ou um script automático imitam um utilizador normal da Web e o anúncio é clicado vezes sem conta<br />81<br />
  82. 82. 4. Email Marketing<br />Marketingonline directo para comunicação comercial ou campanhas de sensibilização.<br />Boas práticas<br />-Personalização do e-mail<br />-Medir resultados, calendarizar as acções efectuadas<br />-Segmentar muito bem o público-alvo<br />-Informação bastante clara e objectiva acima de tudo<br />-Corrigirerrosque ocorram (e-mails considerados spam, e-mails inválidos, utilizadores não identificados, etc.)<br />82<br />
  83. 83. 5. Redes sociais virtuais<br />TwitterTwittad<br />FacebookFacebookAds<br />YoutubeBrandChannelMasthead Video Banner<br />Boas práticas<br />Planos diferentes para cada rede virtual<br />Criar vinculações marca-cliente<br />83<br />
  84. 84. 6. Link Building<br />84<br />Boas práticas<br />Escrever e distribuirartigosoriginaisna Web<br />Escrever e publicar comunicados de imprensa na Web<br />Ter o site bem optimizado<br />
  85. 85. 7. Custo por Mil Impressões<br />O utilizador paga por 1000 vezes que o anúncio for publicado independentemente de ser clicado ou não<br />85<br />8. Custo por Acção<br />O utilizador paga quando o utilizador cumpre uma tarefa pré definida, como por exemplo a conclusão do formulário de venda.<br />
  86. 86. 9. Media Tradicionais<br />Sentido da comunicação: emissorreceptor<br />Receptor passivo<br />Envolve gastos elevados<br />Media Online<br />Sentido da comunicação: emissor receptor<br />Receptor activo<br />Pode não envolver gastos<br />Comunicação e informação em tempo real<br />Selectividade<br />86<br />
  87. 87. Web semântica 3.0<br />87<br />máquina inteligente<br />
  88. 88. Toda a linguagem tem sintaxe e semântica<br />88<br />
  89. 89. Sintaxe estuda a gramática<br />89<br />
  90. 90. Semânticaestuda o significado<br />90<br />
  91. 91. O Problema<br />91<br />
  92. 92. Páginas web são feitas em html<br />92<br />
  93. 93. HTML trata da estrutura(sintaxe) da informação e não da semântica!<br />93<br />
  94. 94. Computadores comunicam por números<br />101010101101010110100100101010101010100101001010101010011001010010111110110101110101010100110010111110001010011101010101001010<br />94<br />
  95. 95. Pessoas comunicam por palavras<br />Bidé corvina pesmacwindows frango chuveiro aroma catinga amor odeio paixão comer chorar jogar brincar ajax flash comunicar aritmética matemática português <br />95<br />
  96. 96. Se os computadores entenderem as letras por trás dos números<br />96<br />
  97. 97. Poderão “entender” o que nos interessa<br />Poderão ajudar-nos a encontrar o que queremos<br /> Maior Usabilidade<br />97<br />
  98. 98. 98<br />
  99. 99. Meta-informação<br />99<br />
  100. 100. Estruturas de dados sobre os próprios dados, uma breve descrição do conteúdo da página<br />100<br />
  101. 101. Dicas<br />Tagssimples e concisas<br />Prioridade às palavras-chave mais importantes<br />Evite o uso da meta tagREFRESH<br />Nãoabuse das meta tags<br />Para o Google, elas não existem<br />101<br />
  102. 102. MICROFORMATOS<br />102<br />
  103. 103. Simples convenções para agregar a semântica ao HTML<br />103<br />
  104. 104. Vantagens<br />Providenciam uma maneira estandardizada e fácil de catalogar os conteúdos<br />Por ser opensource, facilitam o desenvolvimento de ferramentas<br />Ligação entre o conteúdo online e aplicações como o Outlook ou iCal<br />Dotam o conteúdo de significado para as máquinas<br />Poupam tempo e esforço ao utilizador, logo aumentam a usabilidade<br />104<br />
  105. 105. EXEMPLOS<br />Hcard<br />hCalendar<br />Geo<br />Entre outros<br />105<br />
  106. 106. OBRIGADO PELA ATENÇÃO<br />106<br />

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