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Componentes da aptidão física

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Componentes da aptidão física

  1. 1. APTIDÃO FÍSICA Relacionada à Saúde Profª Ms. Mônica Vieira - FIP
  2. 2. Histórico <ul><li>Final da década de 60 com a publicação do livro “Aerobics” (Cooper) em português: “Aptidão Física em qualquer idade”, onde ele desafiava as pessoas a prestarem atenção no seu estilo de vida para combater as doenças coronarianas, a obesidade e os stress da vida moderna e o aumento dos gastos com tratamentos médicos . </li></ul><ul><li>Livro: “Capacidade aeróbica” em 1970 </li></ul><ul><li>Livro: “Método Cooper para a Mulher” em 1972 </li></ul><ul><li>Esses livros impulsionaram o mundo todo, dando inicio ao movimento de Aptidão Física. </li></ul>
  3. 3. Continuação… <ul><li>A partir daí… o movimento da Aptidão Física se alastrou pelo mundo e começamos a entender o significado da palavra AERÓBICA e a dar mais atenção para essas atividades (nadar, correr, caminhar, pedalar), que antes eram voltadas para a força e volume muscular. </li></ul><ul><li>67% dos brasileiros não faziam atividades físicas e nem entendiam os benefícios que elas traziam. </li></ul><ul><li>“ Fazer Cooper” - popularizou </li></ul><ul><ul><li>Nº de provas de corrida realizadas anualmente aumentou consideravelmente no Brasil (São Silvestre…); </li></ul></ul><ul><ul><li>Nº de participantes nas corridas; </li></ul></ul>
  4. 4. Continuação… <ul><li>Na década de 70, juntou-se os exercícios aeróbicos a dança e nasceu a Dança aeróbica…chegando no Brasil no início da década de 80 com o nome de Ginástica Aeróbica e foi um BUMMM… No Brasil… </li></ul><ul><ul><li>Centenas de academias foram abertas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumentou o nº de praticantes; </li></ul></ul><ul><ul><li>A “Indústria do Esporte” começou a tirar proveito (roupas, tênis, equipamentos esportivos, vídeos de ginástica, filmes, artistas de tv, bebidas), usando a imagem do esporte; </li></ul></ul><ul><ul><li>Locais como praças e praia começaram a ter outra função; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumentou substancialmente a participação feminina e de idosos nas atividades esportivas (ginástica e musculação); </li></ul></ul>
  5. 5. O que é Aptidão Física? <ul><li>Aptidão física significa, de uma forma geral, a capacidade e o estado de rendimento do ser humano, assim como a disposição atual para uma determinada área de atuação (WEINECK, 2003). </li></ul><ul><li>A capacidade de executar tarefas diárias com vigor e vivacidade, sem fadiga excessiva e com ampla energia para apreciar as ocupações das horas de lazer e para enfrentar emergências imprevistas (…,1971). </li></ul>
  6. 6. O que é Aptidão Física? <ul><li>É o oposto de estar fadigado! </li></ul><ul><li>É ter energia para realizar tarefas da vida diária com entusiasmo! </li></ul><ul><li>É o estado de ser apto para uma meta qualquer! </li></ul>Pate (1988), definiu como sendo “… estado caracterizado por uma capacidade de executar atividades diárias com vigor e demonstração de traços e capacidade associados com o baixo risco de desenvolvimento prematuro das doenças hipocinéticas.”
  7. 7. Como medir Aptidão Física? <ul><li>Vigor , fadiga , alegria … não são fáceis de serem medidas! </li></ul><ul><li>Portanto, temos que identificar os componentes que podem ser medidos e desenvolvidos separadamente… </li></ul><ul><ul><li>Nesta ótica, a aptidão física relacionada ao desempenho atlético deve levar em consideração a especificidade de cada especialidade esportiva, ao passo que a aptidão física relacionada à saúde envolve, especialmente, aqueles componentes que, em questões motoras, podem influenciar positivamente no combate às doenças do tipo degenerativas não transmissíveis (GUEDES e GUEDES, 2006). </li></ul></ul>
  8. 8. APTIDÃO fÍSICA Aptidão Relacionada à Saúde Aptidão Relacionada à Habilidade Agilidade Potência Equilíbrio Coordenação Tempo de Reação Resistência Cardiorespiratória Composição Corporal Aptidão Músculo Esquelética Força Muscular Resistência Muscular Flexibilidade
  9. 9. Componentes da Aptidão Física <ul><li>Uma pessoa com maior velocidade, ou equilíbrio, ou coordenação vive mais ou menos do que uma pessoa que não tem? </li></ul><ul><ul><li>Estes componentes repercutem pouco com relação a saúde ou na prevenção de doenças. </li></ul></ul><ul><li>Porém, os Componentes relacionados à saúde, (capacidade cardiorrespiratória, composição corporal, flexibilidade e resistência/força muscular), são tidos como funcionais, pois têm como características: auxiliar na aptidão física geral e exercem uma importância na prevenção e preservação da saúde. </li></ul>
  10. 10. Capacidade Aeróbica <ul><li>Capacidade Aeróbica (Cooper), Aptidão, capacidade ou resistência cardiorrespiratória… </li></ul><ul><li>É a capacidade de continuar ou persistir em tarefas extenuantes envolvendo grandes grupos musculares por períodos de tempo prolongados. Assim como, a capacidade dos sistemas circulatórios e respiratórios de se ajustar e de se recuperar dos efeitos de atividades de intensidade moderada ou vigorosa (NIEMAN, 1999). </li></ul><ul><li>Cooper (1970), diz que os exercícios aeróbicos devem estimular a atividade do coração e pulmões durante um período suficientemente longo afim de produzir mudanças benéficas para o corpo. </li></ul>
  11. 11. Continuação… <ul><li>Podemos dizer que esta capacidade tem relação direta com o quanto uma pessoa é capaz de absorver oxigênio (O2) para os pulmões, transportá-lo pela corrente sanguínea até os músculos esqueléticos que estiverem trabalhando em esforços vigorosos ou prolongados, contando ainda com a eficiência do coração (SHARKEY, 1998). </li></ul><ul><li>Assim, a capacidade aeróbia configura-se como o melhor indicador da aptidão física, pois além de refletir a capacidade de suportar esforços físicos por um longo período, também favorece, indiretamente, as outras componentes da aptidão física, por isso, se tivermos como avaliar a condição de aptidão aeróbia de uma pessoa, poderemos estimar o quanto ela é ou não ativa. </li></ul>
  12. 12. Continuação… <ul><li>Existe uma variedade enorme de modalidades esportivas e atividades físicas – e o importante e escolher uma atividade que seja prazeirosa, pois devemos praticá-la com uma intensidade suficiente por um longo período de tempo. </li></ul><ul><li>... quanto mais músculos tiverem envolvidos na respectiva atividade, mais eficiente ela será e mais rapidamente observaremos os efeitos que promovem a saúde. </li></ul>
  13. 13. Benefícios da Capacidade Aeróbica WEINECK, 2003. Principais efeitos Outros efeitos <ul><li>Manutenção e aumento da aptidão física geral </li></ul><ul><li>Prevenção de doenças degenerativas </li></ul><ul><li>Fortalecimento do sistema imunológico </li></ul>- Otimização da capacidade de recuperação - Aumento da capacidade psíquica - Redução do estresse - Redução de estados depressivos - Regulação de distúrbios do sono - Melhora a circulação sanguínea cerebral - Aumenta a capacidade de concentração e memorização - Prevenção de doenças do sistema venoso - Manutenção do convívio social - Manutenção da autonomia nas atividades diárias
  14. 14. Como avaliar a Capacidade aeróbica <ul><li>Vários testes e protocolos para avaliar a aptidão aeróbia </li></ul><ul><ul><li>Direta ou Indireta, </li></ul></ul><ul><ul><li>Em condições de esforço máximo ou sub-máximo. </li></ul></ul><ul><li>Exemplo podemos citar: </li></ul><ul><ul><li>O famoso teste de 12 minutos de Cooper – é um teste de esforço máximo, onde os avaliados correm ou caminham (de preferência em uma pista de atletismo) durante os 12 minutos, pela maior distância possível, assim, quanto maior a distância percorrida, maior a resistência aeróbia e estima-se, de forma indireta, o VO2max. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em laboratórios (mais caro), é medido pela utilização de esteiras ou bicicletas ergométricas e um analisador de gases (CO2 e O2), onde é medido a ventilação e calculado o VO2max. </li></ul></ul>
  15. 15. Continuação… <ul><li>Atletas – VO2max entre 65 e 94ml.kg.min </li></ul><ul><li>Níveis bons para homens adultos – superior a 45ml.kg.min (equivalente a correr 1,6km num período inferior a 8min) </li></ul><ul><li>Níveis bons para mulheres adultas – superior a 40ml.kg.min (equivalente a correr 1,6km num período inferior a 9min) </li></ul><ul><li>Para aumentar a resistência cardiorrespiratória o ACSM - (American College Sport Medicine) recomenda que seja realizado de 3 a 5 vezes por semana, com sessões de 20-60min, numa intensidade de 50-85% do VO2max ou 60-90% da frequência cardíaca máxima. </li></ul><ul><li>Quando o objetivo é a melhoria da saúde, atividade física de menor intensidade, distribuída ao longo do dia, parece ser suficiente. </li></ul>
  16. 16. Conclusão <ul><li>O treinamento da capacidade aeróbica é um aspecto importante na luta contra a inatividade geral e os diferentes fatores de risco para o surgimento de doenças degenerativas do sistema cardiovascular. Ele não pode ser trocado por nenhum outro componente de treinamento e deve ser feito com um volume adequado, deve fazer parte de um treinamento variado e ser prazeroso para a saúde e se possível, integrado diariamente em nossa dia (WEINECK, 2003). </li></ul>
  17. 17. Força e Resistência Muscular <ul><li>Howley e Franks (2000) definem força muscular como a capacidade que os músculos têm para exercerem força contrátil máxima contra uma carga, geralmente em uma só repetição. </li></ul><ul><li>Já a resistência muscular é a capacidade desses mesmos músculos realizarem contrações repetitivas por um período de tempo, com várias repetições. </li></ul>
  18. 18. Continuação… <ul><li>Muitas vezes o treinamento de força era visto como compensação para uma “imagem externa” – masculinidade desenvolvida e falta de nível intelectual. </li></ul><ul><li>Várias pesquisas apontaram que uma quantidade suficiente de força para a saúde e o bem-estar individual não poderia ser desprezada. </li></ul><ul><li>Um treinamento de força, integrado e adaptado a nossa rotina diária, traz ganhos para nossa capacidade psicofísica de rendimento, para nossa saúde e satisfação. </li></ul>
  19. 19. Como avaliar a Força e a Resistência? <ul><li>Dinamometria (pesquisa) - Força </li></ul><ul><li>1RM </li></ul><ul><li>Barra Modificada (suspensão na barra) </li></ul><ul><li>Abdominal </li></ul>
  20. 20. Benefícios <ul><li>A força e resistência muscular também são essenciais para permitirem que os indivíduos realizem atividades cotidianas com conforto e segurança e podem ser trabalhadas através de vários equipamentos, ou ainda, através de exercícios onde o peso corporal é a própria carga de trabalho, portanto, tem forte relação com a saúde. </li></ul><ul><li>Outros Benefícios: </li></ul><ul><ul><li>retardamento no processo de desenvolvimento de artrose e osteoporose devido ao aumento da densidade óssea; </li></ul></ul><ul><ul><li>manutenção e autonomia em idades avançadas (profilaxia de quedas); </li></ul></ul><ul><ul><li>Prevenção e tratamento de disfunções posturais, articulares e de lesões musculoesqueléticas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Regulação hormonal; </li></ul></ul>
  21. 21. Recomendações do ACSM <ul><li>Para obter força e resistência a níveis desejáveis para a saúde, recomenda-se que: </li></ul><ul><ul><li>Frequência de 2 vezes por semana </li></ul></ul><ul><ul><li>Séries de 8-10 exercícios diferentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Repetições de 8-12 vezes </li></ul></ul><ul><ul><li>Envolvendo todos os grandes grupos musculares </li></ul></ul><ul><ul><li>Para iniciantes, sugere-se de 3 a 5 sessões semanais. </li></ul></ul>
  22. 22. Flexibilidade <ul><li>O estilo de vida pouco ativo e a falta de exercícios específicos de alongamento vem diminuindo drasticamente os níveis de flexibilidade das pessoas, principalmente com o passar dos anos (ACHOUR JÚNIOR, 1999). </li></ul><ul><li>Representa um importante componente da aptidão física, sendo fundamental para a eficiência dos movimentos simples e complexos, tanto no desempenho esportivo, quanto na preservação da saúde. </li></ul>
  23. 23. O que é Flexibilidade? <ul><li>A flexibilidade é entendida como a qualidade física responsável pela execução voluntária de um movimento de amplitude angular máxima, executado por uma ou mais articulações, dentro dos limites morfológicos, evitando-se o risco de provocar lesão (DANTAS, 1998). </li></ul><ul><li>Obs.: </li></ul><ul><li>- Limites morfológicos: limites naturais do movimento articular. </li></ul><ul><li>- A flexibilidade varia de pessoa para pessoa e sofre influência de vários fatores, os principais são: a idade, o gênero e o treinamento específico. </li></ul>
  24. 24. Como avaliar a Flexibilidade? <ul><li>Destacamos o teste do Sit and Reach conhecido por nós como Sentar-e-Alcançar configura-se como a técnica mais freqüentemente descrita na literatura e mais empregada em estudos populacionais (POLLOCK; WILMORE, 1993). </li></ul><ul><ul><li>Neste teste o avaliado senta-se de frente para uma caixa de madeira, especialmente construída para este teste, com as pernas estendidas e desliza as mãos sobrepostas no máximo que ele possa alcançar através da flexão do tronco à frente. </li></ul></ul>
  25. 25. Continuação… <ul><li>O gênero feminino apresenta, em média, melhor pré-disposição para a flexibilidade. Outro fator importante para a flexibilidade é a idade, pois a medida que envelhecemos perdemos mobilidade articular . </li></ul><ul><li>Do ponto de vista da saúde os baixos níveis de flexibilidade podem trazer riscos para lesões articulares e musculares. Mas o principal problema é a íntima relação dos baixos níveis de flexibilidade da porção posterior das pernas, quadris e coluna lombar com as dores lombares muito comum em mulheres e homens adultos. </li></ul>
  26. 26. Continuação… <ul><li>Para muitos “profissionais” as sessões de alongamento configuravam-se como perda de tempo, a exceção das modalidades esportivas onde esta componente relaciona-se ao rendimento. </li></ul><ul><li>Hoje porém, os exercícios específicos de flexibilidade tornam-se importantes nos programas relacionados à saúde, sendo necessários pelo menos de 10 a 15 minutos de prática, durante a fase inicial das sessões de Educação Física nas escolas ou nos clubes de iniciação esportiva ou ainda em sessões de treinamento com adultos, onde o tempo deve ser maior. </li></ul>
  27. 27. Composição Corporal <ul><li>A preocupação em estudarmos e determinarmos a composição corporal surgiu da necessidade de melhor entendermos a distribuição e a quantificação dos principais componentes estruturais do corpo. </li></ul><ul><li>Refere-se ao fracionamento do peso corporal em seus diferentes componentes ( GUEDES & GUEDES, 2006). </li></ul><ul><ul><li>Massa Magra – (água, ossos e músculos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Massa Gorda – (tecido adiposo/gordura) </li></ul></ul><ul><li>Esta última componente tem-nos preocupado bastante pela sua forte relação com o surgimento de doenças crônicas. </li></ul>
  28. 28. Continuação… <ul><li>Nos anos 80 a composição corporal passou a ser considerada um fator determinante da aptidão física relacionada à saúde, isto devido a crescente associação de seus componentes corporais com as doenças degenerativas ligadas a obesidade (excesso de gordura corporal), como as doenças cardiovasculares, diabetes e câncer. </li></ul><ul><li>Nos últimos 25 anos, o interesse sobre a mensuração da Composição Corporal, teve um aumento muito grande, devido à relação dela com a saúde e o desempenho esportivo. </li></ul>
  29. 29. Como medir os componentes corporais? <ul><li>Estudar a Composição Corporal significa determinar por meios diretos ou indiretos, as quantidades (valores absolutos) e proporções (valores relativos) dos componentes corporais (NAHAS, 1999). </li></ul><ul><ul><li>Métodos Diretos – dissecação macroscópica ou extração lipídica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Métodos Indiretos – ressonância magnética, Absortometria radiológica de dupla energia, tomografia axial, ultra-sonografia, pesagem hidrostática e outros. </li></ul></ul><ul><ul><li>Métodos Duplamente Indiretos – antropometria, bioimpedância e outros. </li></ul></ul>
  30. 30. Continuação… <ul><li>Desde o inicio do século XX as espessuras do tecido adiposo subcutâneo têm sido mensuradas para efeito de predição da gordura corporal total. O método e suas equações evoluíram, tornando-se hoje o mais usual, principalmente em pesquisa epidemiológicas (WILMORE e COSTIL, 2001). </li></ul><ul><li>Estamos falando das medidas de dobras cutâneas que são mais práticas e baratas, permitindo um cálculo estimado do %G (percentual de gordura corporal) de um indivíduo . </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Essas medidas são realizadas através de aparelhos especiais chamados de plicômetros ou compassos de dobras. As medidas são feitas em mm em pontos pré-determinados. Existem vários protocolos para se determinar o %G e geralmente usam-se de 2 a 7 dobras cutâneas. </li></ul><ul><ul><li>A dobra cutânea é constituida de uma camada dupla de pele e da gordura sub-cutânea. </li></ul></ul>Plicômetro
  32. 32. Observação!!! <ul><li>Não é a quantidade total de peso que importa em termos de saúde, mas a proporção de gordura em relação a de músculos e ossos!!! </li></ul><ul><li>Ex.: Algumas pessoas são pesadas porque tem músculos muito desenvolvidos ou uma ossatura pesada, mas nem por isso são gordas. Por outro lado, muitas pessoas estão no “peso ideal” e são obesas! </li></ul><ul><li>A porcentagem de gordura corporal ideal é: </li></ul><ul><ul><li>Homens adultos jovens 12% a 15% (ideal) – acima de 25% (obeso) </li></ul></ul><ul><ul><li>Mulheres adultas jovens 22% a 25% (ideal) – acima de 33% (obesa) </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>(NIEMAN, 1999; GUEDES & GUEDES, 2006)) </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  33. 33. Índice de Massa Corporal - IMC <ul><li>Uma maneira simples e prática de determinar se a massa corporal (peso) de uma pessoa está dentro do recomendável para a saúde é através do cálculo do IMC – Índice de Massa Corporal, também conhecido como Índice de Quetelet: </li></ul>Massa Corporal em kg Estatura em metros ² IMC =
  34. 34. Continuação… Tabela proposta pela OMS – NAHAS, 2001 IMC Classificação Até 18,4 Baixo Peso 18,5 – 24,9 Faixa Recomendável 25 – 29,9 Sobrepeso 30 – 34,9 Obesidade I 35 – 39,9 Obesidade II 40 ou mais Obesidade III

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