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Ensaios de densidade e massa especifica

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Ensaios de densidade e massa especifica

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Ensaios de densidade e massa especifica

  1. 1. ENSAIOS DENSIDADE E MASSA ESPECÍFICA DOS SOLOS GRUPO: DIOGO JOSÉ DA SILVEIRA GILBERTO GERALDO JÚNIOR JOSEFINA JÚLIA R. SOUZA MARCELA APARECIDA CAIXETA SAMANTA APARECIDA RODRIGUES
  2. 2. DENSIDADE DO SOLO
  3. 3. INTRODUÇÃO • RELAÇÕES ENTRE AS FASES DO SOLO:  MASSA: AR, ÁGUA E SÓLIDOS  VOLUME: AR, ÁGUA E SÓLIDOS • OUTRAS DENOMINAÇÕES:  DENSIDADE APARENTE (OBSOLETO)  DENSIDADE GLOBAL (USO REGIONAL) • GENERALIDADES:  DESCREVE O ESTADO DA ESTRUTURA DO SOLO  BAIXO COEFICIENTE DE VARIAÇÃO  VARIA COM O TEMPO, MANEJO E PROFUNDIDADE
  4. 4. Y Z X Sólidos + Água + Ar Superfície do solo REPRESENTAÇÃO DE VOLUME DE SOLO
  5. 5. CONCEITO  É A RELAÇÃO ENTRE A MASSA DE SOLO SECO (105 -110 ºC) E O VOLUME TOTAL DO SOLO AO NATURAL (VP + VS), INCLUINDO OS ESPAÇOS POROSOS.  DS = DENSIDADE DO SOLO, G/CM3 OU KG/DM3 OU T/M3  MS = MASSA DE SOLO SECO, G OU KG OU T  V = VOLUME TOTAL DE SOLO, CM3 OU DM3 OU M3 Ds = Ms / V
  6. 6. IMPORTÂNCIA  É FUNÇÃO DO ARRANJAMENTO DAS PARTÍCULAS SÓLIDAS E ESTÁ RELACIONADA COM A ESTRUTURA DO SOLO → “MEDIDA DE COMPACTAÇÃO” FUNDAMENTAL PARA CÁLCULOS DE:  MASSA DE UM CERTO VOLUME DE SOLO  ÍNDICE DE COMPACTAÇÃO  TRANSFORMAR UMIDADE GRAVIMÉTRICA EM VOLUMÉTRICA  CÁLCULO DE LÂMINA DE ÁGUA  CÁLCULO DE POROSIDADE TOTAL, ETC.
  7. 7. VARIÁVEIS RELACIONADAS  MATERIAL DE ORIGEM  MATÉRIA ORGÂNICA  TEXTURA  ESTRUTURA  UMIDADE DO SOLO  COMPACTAÇÃO  POROSIDADE  MANEJO DO SOLO
  8. 8. VALORES MAIS COMUNS Solo Densidade (g/cm3) Turfosos 0,20-0,40 Humíferos 0,75-1,00 Argilosos 1,00-1,25 Arenosos 1,25-1,40
  9. 9. ENSAIO EQUIPAMENTOS:  PENEIRA 10 OU 2MM  PENEIRA 200 OU 0,075  FUNDO  BALANÇA  PICNÔMETRO VIDRO  FOGAREIRO ELÉTRICO OU BOMBA DE VÁCUO
  10. 10. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL PESAR O BALÃO, REGISTRAR O PESO E EM SEGUIDA COLOCAR A AMOSTRA NO BALÃO, PODE-SE USAR UM FUNIL PARA FACILITAR A COLOCAÇÃO DA AMOSTRA NO BALÃO, COLOCAR AGUA DESTILADA ATE COBRIR A AMOSTRA. LEVAR A AMOSTRA COM AGUA ATÉ UMA FONTE DE CALOR PARA AGITAR E RETIRAR AS BOLHAS DE AGUA POR 15 MINUTOS. EM SEGUIDA COMPLETAR A AGUA ATÉ A MARCA DE AFERIÇÃO DO BALÃO, EM SEGUIDA PESAR O BALÃO NOVAMENTE. RETIRAR A AMOSTRA E A AGUA DO BALÃO, LIMPAR O BALÃO E COLOCAR AGUA NOVAMENTE ATÉ O PONTO DE AFERIÇÃO, SECAR O BALÃO PARA NÃO TER INTERFERÊNCIA DE EXCESSO DE AGUA, E SERÁ NOVAMENTE PESADO, EFETUAR OS CÁLCULOS.
  11. 11. MASSA ESPECÍFICA
  12. 12. CONCEITO  A MASSA ESPECÍFICA REAL DE UM SOLO É O VALOR MÉDIO DA MASSA ESPECÍFICA DOS GRÃOS DO SOLO, OU SEJA, OS VAZIOS NÃO SÃO COMPUTADOS.  A SUA OBTENÇÃO É NECESSÁRIA PARA O CÁLCULO DO ENSAIO DE SEDIMENTAÇÃO E A DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE VAZIOS E DEMAIS ÍNDICES FÍSICOS DO SOLO.  TEM COMO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES, SEGUNDO O QUAL UM CORPO SUBMERSO NUM LÍQUIDO DESLOCA UM VOLUME DESTE IGUAL AO VOLUME DO PRÓPRIO CORPO.
  13. 13. IMPORTÂNCIA  A MASSA ESPECIFICA É UM DADO NECESSÁRIO PARA A DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE VAZIOS E OUTROS ÍNDICES FÍSICOS DO SOLO E TAMBÉM PARA O ENSAIO DE SEDIMENTAÇÃO. OBSERVAÇÃO:  A MASSA ESPECÍFICA DO SOLO POSSUI DEFINIÇÃO SEMELHANTE À DEFINIÇÃO DE PESO ESPECÍFICO, CONSIDERANDO-SE A SUA MASSAAO INVÉS DO PESO, NA FÓRMULA.
  14. 14. PARA O CÁLCULO DA MASSA ESPECÍFICA DOS GRÃOS DO SOLO, UTILIZA-SE A SEGUINTE RELAÇÃO: γs = d. γw , onde d = Ps / (Ps + Pa - Pas )  γs - massa específica real do solo  d - densidade do solo  γw - massa específica da água na temperatura do ensaio  Ps - peso do solo seco  Pa - peso do picnômetro cheio de água destilada  Pas - peso do picnômetro cheio de água e solo.
  15. 15. CONCLUSÃO  O ENSAIO DE DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECIFICA DOS GRÃOS É RELEVANTE PARA FINS DE ANÁLISE DA ESTRUTURA DO SOLO, REVELANDO IMPORTANTES INFORMAÇÕES SOBRE A RESISTÊNCIA E A ESTABILIDADE DO MESMO.
  16. 16. EQUIPAMENTOS  PENEIRA 10 OU (2MM)  ESTUFA  PICNÔMETRO COM A CURVA DE CALIBRAÇÃO  FOGAREIRO ELÉTRICO OU BOMBA DE VÁCUO  TERMÔMETRO  BALANÇA
  17. 17. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL PRIMEIRO PESAR O PICNÔMETRO SECO, DEPOIS COLOCAR UMA CERTA QUANTIDADE DA AMOSTRA NO PICNÔMETRO E PESAR O PICNÔMETRO COM SOLO, EM SEGUIDA ADICIONAR ÁGUA ATÉ METADE DO VOLUME DO PICNÔMETRO, DEPOIS FERVER EM FOGAREIRO POR 10 A 15 MINUTOS OU APLICAR VÁCUO POR 15 MINUTOS, ESSA ETAPA DESTINA-SE A RETIRADA DE TODO O AR EXISTENTE ENTRE AS PARTÍCULAS DO SOLO. DEIXAR O PICNÔMETRO EM REPOUSO ATÉ QUE SUA TEMPERATURA SE ESTABILIZE ANOTANDO O VALOR DA MESMA, EM SEGUIDA PESAR O PICNÔMETRO COM O CONTEÚDO E ANOTAR COMO Pas. OBTER NA CURVA DE CALIBRAÇÃO DO PICNÔMETRO O PESO DO PICNÔMETRO CHEIO D’ÁGUA E ANOTAR COMO Pa. REPETIR O PROCESSO MAIS UMA VEZ, NO MÍNIMO.
  18. 18. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:  NBR 6508  NBR 6457  CURSO BÁSICO MECÂNICA DOS SOLOS - CARLOS DE SOUZA PINTO. 3ªEDIÇÃO.  INTRODUÇÃO A MECÂNICA DOS SOLOS - J.A.R. ORTIGÃO 3° EDIÇÃO  VÍDEOS: www.youtube.com.br

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