Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
Eng. Everton Moraes
Projeto Elétrico
Residencial
A importância do projeto
e os primeiros passos
Eng. Everton Moraes
Eng. Everton Moraes
Eng. Everton Moraes
Sala da Elétrica
Engenheiro Eletricista atua como Instrutor
de Treinamentos há 10 ...
Eng. Everton Moraes
Projeto Elétrico Residencial
A importância do projeto e os primeiros passos
O que veremos?
• Qual a im...
Eng. Everton Moraes
Qual a Importância do Projeto?
Sem projeto elétrico, sem instalação segura
v
• Rastreabilidade da inst...
Eng. Everton Moraes
Rastreabilidade
Eng. Everton Moraes
Execução Correta
Eng. Everton Moraes
Segurança
Eng. Everton Moraes
Cumprimento das Normas
Eng. Everton Moraes
Portaria 51 INMETRO
Programa de Avaliação da Conformidade IEBT
• Foco: Aumentar Níveis de Segurança
at...
Eng. Everton Moraes
O que é Realmente Necessário
Pense sempre na segurança
• Conhecer a Norma NBR 5410 [Primeiro Important...
Eng. Everton Moraes
Planta Baixa
Um exemplo para melhorar seu entendimento
Fonte: reprodução site http://www.montesuacasa....
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
A definição de potência no inicio do
pr...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
Por definição a NBR 5410:2004
determina...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
9.5.2.1.1
Em cada cômodo ou dependência...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Cálculo de Área
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
No dimensionamento de TUG’s da
residênc...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
9.5.2.2 - Pontos de tomada
9.5.2.2.1 - ...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Cálculo de Perímetro
Eng. Everton Moraes
Nosso Exemplo:
Área e Perímetro
L H
Sala 2,70 3,20 8,64 11,80
Dimensões (m)
Cômodo Área (m²) Perímetro...
Eng. Everton Moraes
Nosso Exemplo:
Área e Perímetro
L H
Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40
Cômodo
Dimensões (m)
Área (m²) Períme...
Eng. Everton Moraes
Nosso Exemplo:
Área e Perímetro
L H
Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10
Cômodo
Dimensões (m)
Área (m²) Perím...
Eng. Everton Moraes
Nosso Exemplo:
Área e Perímetro
L H
Quarto 2 2,85 2,35 6,70 10,40
Cômodo
Dimensões (m)
Área (m²) Perím...
Eng. Everton Moraes
Nosso Exemplo:
Área e Perímetro
L H
WC 1,95 1,20 2,34 6,30
Cômodo
Dimensões (m)
Área (m²) Perímetro (m)
Eng. Everton Moraes
Nosso Exemplo:
Área e Perímetro
L H
Varanda 6,00 1,50 9,00 15,00
Cômodo
Dimensões (m)
Área (m²) Períme...
Eng. Everton Moraes
Nosso Exemplo:
Área e Perímetro
L H
Hall 1,20 0,90 1,08 4,20
Cômodo
Dimensões (m)
Área (m²) Perímetro ...
Eng. Everton Moraes
L H
Sala 2,70 3,20 8,64 11,80
Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40
Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10
Quarto 2 2,85...
Eng. Everton Moraes
Próximo Webinar
Demanda Instalada
Projeto Elétrico – Cálculo de Demanda e determinação de dispositivo ...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
9.5.2.1.1
Em cada cômodo ou dependência...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
Na NBR 5410 sobre TUG’s
9.5.2.2 - Ponto...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
a) em banheiros, deve ser previsto pelo...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
d) em salas e dormitórios devem ser pre...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
Critérios 9.5.2.2 - Pontos de tomada:
e...
Eng. Everton Moraes
Premissas Iniciais
Área e Perímetro para definição de Potência
9.5.2.2.2 Potências atribuíveis aos pon...
Eng. Everton Moraes
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
TUG, TUE e Iluminação de nossa Planta Baixa
Eng. Everton Moraes
L H
Sala 2,70 3,20 8,64 11,80
Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40
Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10
Quarto 2 2,85...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas da Sala
Tomadas de Uso Geral [TUG’s]Iluminação
Como a própria Norma...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas da Cozinha
Iluminação
Como podemos observar a cozinha possui uma
ár...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas da Cozinha
Tomadas de Uso Específico [TUE’s]
Teremos 3250W de potên...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas do Quarto 1
Iluminação
Podemos observar que a norma NBR5410 define
...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas do Quarto 2
Iluminação
Neste cômodo você poderá perceber que todo
o...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas do Banheiro
Iluminação
Considerando que nosso banheiro possui uma
á...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas do Banheiro
Tomadas de Uso Específico [TUE’s]
Teremos 6800W de potê...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas da Varanda
Iluminação
Para este ambiente levamos em consideração
su...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Iluminação e tomadas da Varanda
Iluminação
Primeiramente observamos que o hall é, na
ver...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Previsão de Demanda Instalada
Potência em VA Cos ɸ Potência em W
Potência ativa de Ilumi...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Previsão de Demanda Instalada
iluminação TUG's Total I= P = 2236 = 17,6 A
700 3600 4300 ...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Dispositivo de Proteção
Com base nestes valores teríamos então uma prote...
Eng. Everton Moraes
NBR5410 – 9.5.3.1
Todo ponto de utilização previsto para
alimentar, de modo exclusivo ou
virtualmente ...
Eng. Everton Moraes
9.5.3.1 - Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo
ou virtualmente dedicado...
Eng. Everton Moraes
9.5.3.1 - Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo
ou virtualmente dedicado...
Eng. Everton Moraes
9.5.3.1 - Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo
ou virtualmente dedicado...
Eng. Everton Moraes
Cômodo Área (m²) Perímetro (m)
Iluminação
(VA)
Qtde Pot. Pot. Total Qtde Pot.
Sala 8,64 3,20 100 4 100...
Eng. Everton Moraes
Distribuição de Carga
Considerando o Circuito como Principal fator
Na NBR 5410 item 4.2.5
4.2.5.4 - Na...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Qtde de Circuitos
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA)
Sala 1 x 1...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Qtde de Circuitos
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA)
Sala 1 x 1...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Qtde de Circuitos
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA)
Sala 1 x 1...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Qtde de Circuitos
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA)
Sala 1 x 1...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Qtde de Circuitos
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA)
Sala 1 x 1...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Qtde de Circuitos
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA)
Sala 1 x 1...
Eng. Everton Moraes
Nosso Projeto
Determinação de Qtde de Circuitos
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA)
Sala 1 x 1...
Eng. Everton Moraes
Na Planta Baixa
Definição de posição de TUG’s, TUE’s e Ilm
100
2
100
2
100
2
100
1 100
1
100
1
100
1
3...
Eng. Everton Moraes
Na Planta Baixa
Transposição de circuitos
Eng. Everton Moraes
Fator de Agrupamento
Importante para fase final
Na NBR 5410 item 6.2.5.5.3
Eng. Everton Moraes
Transposição do diagrama Unifilar
Considere o fator de agrupamento
Eng. Everton Moraes
Fator de Agrupamento
Importante para fase final
Na NBR 5410 item 6.2.5.5.3
Eng. Everton Moraes
Fator de Agrupamento
Importante para fase final
n° Tipo Quantidade
Potência
(VA)
Total (VA) Fator
Corr...
Eng. Everton Moraes
Eng. Everton Moraes
Sala da Elétrica
Engenheiro Eletricista atua como Instrutor
de Treinamentos há 10 ...
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Projetos elétricos residenciais - Completo

63,079 views

Published on

Apresentação sobre projetos elétricos residenciais utilizado nas palestras que ministrei no portal eletricista consciente ...

Published in: Technology

Projetos elétricos residenciais - Completo

  1. 1. Eng. Everton Moraes Projeto Elétrico Residencial A importância do projeto e os primeiros passos Eng. Everton Moraes
  2. 2. Eng. Everton Moraes Eng. Everton Moraes Sala da Elétrica Engenheiro Eletricista atua como Instrutor de Treinamentos há 10 anos é também criador do blog Sala da Elétrica onde veicula conteúdo da área técnica e cursos para profissionais que atuam na área da eletroeletrônica http://www.saladaeletrica.com.br
  3. 3. Eng. Everton Moraes Projeto Elétrico Residencial A importância do projeto e os primeiros passos O que veremos? • Qual a importância do projeto em uma instalação elétrica residencial. • O que é realmente necessário para iniciar um projeto elétrico de uma residência. • Cálculo de Área e Perímetro para Definição de Potência Instalada / Demanda.
  4. 4. Eng. Everton Moraes Qual a Importância do Projeto? Sem projeto elétrico, sem instalação segura v • Rastreabilidade da instalação elétrica residencial • Execução Correta – reduz a probabilidade de interferências que não estão previstas e que podem interferir significativamente na instalação. • Garantia de Segurança (uma instalação sem um projeto nunca poderá ser considerada segura) • Atendimento de Normas como NBR 5410, NBR 5419, etc... • Portaria 51 – INMETRO
  5. 5. Eng. Everton Moraes Rastreabilidade
  6. 6. Eng. Everton Moraes Execução Correta
  7. 7. Eng. Everton Moraes Segurança
  8. 8. Eng. Everton Moraes Cumprimento das Normas
  9. 9. Eng. Everton Moraes Portaria 51 INMETRO Programa de Avaliação da Conformidade IEBT • Foco: Aumentar Níveis de Segurança através do mecanismo de Certificação • Publicada em 28 de janeiro de 2014 • Carácter “Voluntário” • Item 7 da NBR5410 “A portaria pode ser um divisor de águas na área de instalações elétricas. Embora tenha caráter voluntário, ela é um marco na medida em que disciplina como e quem pode realizar a avaliação de uma instalação elétrica” - Hilton Moreno.
  10. 10. Eng. Everton Moraes O que é Realmente Necessário Pense sempre na segurança • Conhecer a Norma NBR 5410 [Primeiro Importantíssimo Passo] • Definição de quantidades de pontos de iluminação em todos os cômodos da residência • Definição de quantidade de Tomadas de USO Específico (TUE’s) desta residência • Definição de quantidade de Tomadas de Uso Geral (TUG’s) para todos os ambientes. • Planta baixa do projeto em questão
  11. 11. Eng. Everton Moraes Planta Baixa Um exemplo para melhorar seu entendimento Fonte: reprodução site http://www.montesuacasa.com.br/
  12. 12. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência A definição de potência no inicio do projeto reflete diretamente em: Definição da demanda total instalada. Previsão de consumo para determinação de sistema de proteção do relógio padrão Requerimento de fornecimento de Energia por parte da Concessionária
  13. 13. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência Por definição a NBR 5410:2004 determina que a potência de iluminação em cada cômodo irá levar em consideração a área do cômodo como fator principal para este dimensionamento. Identificando Potência de Iluminação
  14. 14. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência 9.5.2.1.1 Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto pelo menos um ponto de luz fixo no teto, comandado por interruptor. 9.5.1.2 b) em cômodo ou dependências com área superior a 6 m², deve ser prevista uma carga mínima de 100VA para os primeiros 6 m², acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m² inteiros. Na NBR 5410 sobre iluminação
  15. 15. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Cálculo de Área
  16. 16. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência No dimensionamento de TUG’s da residência é considerado o perímetro do cômodo para a composição de quantidades mínimas de tomadas. Obs.: cada tipo de ambiente é tratado de maneira distinta. Identificando Potência de Tomadas de Uso Geral (TUG’s)
  17. 17. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência 9.5.2.2 - Pontos de tomada 9.5.2.2.1 - Número de pontos de tomada O número de pontos de tomada deve ser determinado em função da destinação do local e dos equipamentos elétricos que podem ser aí utilizados... Na NBR 5410 sobre TUG’s
  18. 18. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Cálculo de Perímetro
  19. 19. Eng. Everton Moraes Nosso Exemplo: Área e Perímetro L H Sala 2,70 3,20 8,64 11,80 Dimensões (m) Cômodo Área (m²) Perímetro (m)
  20. 20. Eng. Everton Moraes Nosso Exemplo: Área e Perímetro L H Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  21. 21. Eng. Everton Moraes Nosso Exemplo: Área e Perímetro L H Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  22. 22. Eng. Everton Moraes Nosso Exemplo: Área e Perímetro L H Quarto 2 2,85 2,35 6,70 10,40 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  23. 23. Eng. Everton Moraes Nosso Exemplo: Área e Perímetro L H WC 1,95 1,20 2,34 6,30 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  24. 24. Eng. Everton Moraes Nosso Exemplo: Área e Perímetro L H Varanda 6,00 1,50 9,00 15,00 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  25. 25. Eng. Everton Moraes Nosso Exemplo: Área e Perímetro L H Hall 1,20 0,90 1,08 4,20 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  26. 26. Eng. Everton Moraes L H Sala 2,70 3,20 8,64 11,80 Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40 Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10 Quarto 2 2,85 2,35 6,70 10,40 WC 1,95 1,20 2,34 6,30 Varanda 6,00 1,50 9,00 15,00 Hall 1,20 0,90 1,08 4,20 Dimensões (m) Cômodo Área (m²) Perímetro (m) DIMENSIONAMENTO DE ÁREA E PERÍMETRO Planta Baixa Área e Perímetro
  27. 27. Eng. Everton Moraes Próximo Webinar Demanda Instalada Projeto Elétrico – Cálculo de Demanda e determinação de dispositivo de proteção do padrão de energia • Determinar potência das TUG’s e TUE’s através dos cálculos de perímetro • Determinação de Potência de Iluminação através da determinação do cálculo da área • Determinação da Demanda Instalada e dispositivo de proteção principal
  28. 28. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência 9.5.2.1.1 Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto pelo menos um ponto de luz fixo no teto, comandado por interruptor. 9.5.1.2 b) em cômodo ou dependências com área superior a 6 m², deve ser prevista uma carga mínima de 100VA para os primeiros 6 m², acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m² inteiros. Na NBR 5410 sobre iluminação
  29. 29. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência Na NBR 5410 sobre TUG’s 9.5.2.2 - Pontos de tomada 9.5.2.2.1 - Número de pontos de tomada O número de pontos de tomada deve ser determinado em função da destinação do local e dos equipamentos elétricos que podem ser aí utilizados, observando-se no mínimo os seguintes critérios:
  30. 30. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência a) em banheiros, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, próximo ao lavatório, atendidas as restrições de 9.1; b) em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, cozinha-área de serviço, lavanderias e locais análogos, deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro, sendo que acima da bancada da pia devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo ponto ou em pontos distintos; c) em varandas, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada; Critérios 9.5.2.2 - Pontos de tomada: NOTA: Admite-se que o ponto de tomada não seja instalado na própria varanda, mas próximo ao seu acesso, quando a varanda, por razões construtivas, não comportar o ponto de tomada, quando sua área for inferior a 2 m2 ou, ainda, quando sua profundidade for inferior a 0,80 m.
  31. 31. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência d) em salas e dormitórios devem ser previstos pelo menos um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível; Critérios 9.5.2.2 - Pontos de tomada: NOTA Particularmente no caso de salas de estar, deve-se atentar para a possibilidade de que um ponto de tomada venha a ser usado para alimentação de mais de um equipamento, sendo recomendável equipá-lo, portanto, com a quantidade de tomadas julgada adequada
  32. 32. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência Critérios 9.5.2.2 - Pontos de tomada: e)em cada um dos demais cômodos e dependências de habitação devem ser previstos pelo menos: • um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for igual ou inferior a 2,25 m2. Admite-se que esse ponto seja posicionado externamente ao cômodo ou dependência, a até 0,80 m no máximo de sua porta de acesso; • um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for superior a 2,25 m2 e igual ou inferior a 6 m2; • um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro, se a área do cômodo ou dependência for superior a 6 m2, devendo esses pontos ser espaçados tão uniformemente quanto possível.
  33. 33. Eng. Everton Moraes Premissas Iniciais Área e Perímetro para definição de Potência 9.5.2.2.2 Potências atribuíveis aos pontos de tomada • A potência a ser atribuída a cada ponto de tomada é função dos equipamentos que ele poderá vir a alimentar e não deve ser inferior aos seguintes valores mínimos: a) em banheiros, cozinhas, copas, copas- cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos, no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até três pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, considerando-se cada um desses ambientes separadamente. Quando o total de tomadas no conjunto desses ambientes for superior a seis pontos, admite-se que o critério de atribuição de potências seja de no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até dois pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, sempre considerando cada um dos ambientes separadamente; b) nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por ponto de tomada.
  34. 34. Eng. Everton Moraes
  35. 35. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto TUG, TUE e Iluminação de nossa Planta Baixa
  36. 36. Eng. Everton Moraes L H Sala 2,70 3,20 8,64 11,80 Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40 Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10 Quarto 2 2,85 2,35 6,70 10,40 WC 1,95 1,20 2,34 6,30 Varanda 6,00 1,50 9,00 15,00 Hall 1,20 0,90 1,08 4,20 Dimensões (m) Cômodo Área (m²) Perímetro (m) DIMENSIONAMENTO DE ÁREA E PERÍMETRO Nosso Projeto Área e Perímetro [1° Webinar]
  37. 37. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas da Sala Tomadas de Uso Geral [TUG’s]Iluminação Como a própria Norma menciona, utilizaremos como fator determinante no dimensionamento de iluminação a área da Sala que é representada por 8,64m². L H Sala 2,70 3,20 8,64 11,80 Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40 Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10 Quarto 2 2,85 2,35 6,70 10,40 Dimensões (m) Cômodo Área (m²) Perímetro (m) DIMENSIONAMENTO DE ÁREA E PERÍMETRO Teremos 100VA de potência de iluminação na Sala Qtde de Tomadas = 11,8 = 2,36 5 A Norma NBR5410 deixa claro que no caso em particular deste cômodo deve-se considerar a quantidade de equipamentos que será utilizado/instalado neste cômodo Consideraremos um mínimo de um ponto por parede, ou seja, 4 pontos de TUG
  38. 38. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas da Cozinha Iluminação Como podemos observar a cozinha possui uma área de 8,12m² e a previsão de potência de iluminação deverá ficar próximo ou idêntica do que consideramos para a sala Teremos 100VA de potência de iluminação na Cozinha Qtde de Tomadas = 11,4 = 2,36 3,5 Considerando que a norma define para a cozinha a necessidade de dimensionarmos uma tomada a cada 3,5 metros e que em nosso projeto temos um perímetro de 11,40m... Consideraremos um mínimo de um ponto por parede, ou seja, 4 pontos de TUG = 3x600VA + 1x100VA L H Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m) Tomadas de Uso Geral [TUG’s]
  39. 39. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas da Cozinha Tomadas de Uso Específico [TUE’s] Teremos 3250W de potência da Torneira Elétrica Para este ambiente consideraremos que será utilizado um ponto de torneira elétrica, com base em pesquisa que realizamos, uma torneira elétrica pode ser considerada com uma potência média de 3250W (segundo a Eletrobras neste link). L H Cozinha 2,85 2,85 8,12 11,40 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  40. 40. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas do Quarto 1 Iluminação Podemos observar que a norma NBR5410 define para a potência de iluminação um valor de 100VA definido para este ambiente de 9,05m² Teremos 100VA de potência de iluminação no Quarto 1 Qtde de Tomadas = 12,1 = 2,42 5 Nosso cálculo resultou em 2,42 que pressupõe três pontos de tomadas definidos pelo cálculo... Consideraremos um mínimo de um ponto por parede, ou seja, 4 pontos de TUG Tomadas de Uso Geral [TUG’s] L H Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  41. 41. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas do Quarto 2 Iluminação Neste cômodo você poderá perceber que todo os fatores adotados para o seu dimensionamento será idêntico ao que tivemos para o Quarto 1. A área deste ambiente é de 6,70m². Teremos 100VA de potência de iluminação no Quarto 2 Qtde de Tomadas = 10,4 = 2,08 5 Nosso cálculo resultou em 2,42 que pressupõe três pontos de tomadas definidos pelo cálculo... Consideraremos um mínimo de um ponto por parede, ou seja, 4 pontos de TUG Tomadas de Uso Geral [TUG’s] L H Quarto 1 3,35 2,70 9,05 12,10 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m) L H Quarto 2 2,85 2,35 6,70 10,40 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  42. 42. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas do Banheiro Iluminação Considerando que nosso banheiro possui uma área de 2,34m² teremos que prever uma potência mínima de 100VA como segue na norma NBR5410 Teremos 100VA de potência de iluminação no Banheiro Neste caso, consideraremos um único ponto de tomada de uso geral, porém, neste nosso projeto em execução irei propor uma potência de 1200VA para esta TUG Consideraremos um mínimo de um ponto por parede, ou seja, 1 pontos de TUG de 1200VA. Tomadas de Uso Geral [TUG’s] L H WC 1,95 1,20 2,34 6,30 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  43. 43. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas do Banheiro Tomadas de Uso Específico [TUE’s] Teremos 6800W de potência da Torneira Elétrica Sabendo da atual tendência de possuir em casa um chuveiro de maior potência, vamos considerar que neste ambiente será instalado um chuveiro de uma potência de 6800W. L H WC 1,95 1,20 2,34 6,30 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  44. 44. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas da Varanda Iluminação Para este ambiente levamos em consideração sua área de 9m² e por isso a potência de iluminação será no valor de 100VA como prevê a norma NBR5410 Teremos 100VA de potência de iluminação na Varanda Como a NBR5410 sugere, neste cômodo deve ser previsto pelo menos um ponto de Tomada de Uso Geral considerando este com 100VA, consideraremos. Consideraremos um mínimo de um ponto por parede, ou seja, 1 pontos de TUG de 100VA. Tomadas de Uso Geral [TUG’s] L H Varanda 6,00 1,50 9,00 15,00 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  45. 45. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Iluminação e tomadas da Varanda Iluminação Primeiramente observamos que o hall é, na verdade, a parte da casa que interliga os cômodos. Como este local possui somente 1,08m² consideraremos uma potência mínima de 100VA Teremos 100VA de potência de iluminação no Hall Da mesma maneira como abordamos a varanda, o Hall possuirá um único ponto de Tomada de Uso Geral considerando este com 100VA. Consideraremos um mínimo de um ponto por parede, ou seja, 1 pontos de TUG de 100VA. Tomadas de Uso Geral [TUG’s] L H Hall 1,20 0,90 1,08 4,20 Cômodo Dimensões (m) Área (m²) Perímetro (m)
  46. 46. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Previsão de Demanda Instalada Potência em VA Cos ɸ Potência em W Potência ativa de Iluminação 700 1,0 700 Potência ativa de TUG's 4500 0,8 3600 Potência Ativa de TUE's 10050 1,0 10050 14350Potência Ativa Total (W)
  47. 47. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Previsão de Demanda Instalada iluminação TUG's Total I= P = 2236 = 17,6 A 700 3600 4300 V 127 em kW FD Dem. Ilm+TUG 4,3 0,52 2,236 Cálculo de demanda Iluminação + TUG's Chuveiro (W) Torneira (W) Total I= P = 10050 = 45,7 A 6800 3250 10050 V 220 em kW FD Dem. TUE 10,05 1 10,05 Cálculo de demanda TUE
  48. 48. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Dispositivo de Proteção Com base nestes valores teríamos então uma proteção de 63A (disjuntor) e condutor de 16mm² em um sistema de fornecimento tipo B (2F+N) Demanda Ilm+TUG Demanda TUE Total Potência 2,236 10,05 12,3 kW Corrente 17,6 45,7 63,3 A
  49. 49. Eng. Everton Moraes NBR5410 – 9.5.3.1 Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo ou virtualmente dedicado, equipamento com corrente nominal superior a 10 A deve constituir um circuito independente. Os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais. Obs.: Item 4.2.5.1 A instalação deve ser dividida em tantos circuitos quantos necessários, devendo cada circuito ser concebido de forma a poder ser seccionado sem risco de realimentação inadvertida através de outro circuito. NBR5410 – 9.5.3.2 9.5.3 - Divisão da Instalação O Mais Importante no Projeto
  50. 50. Eng. Everton Moraes 9.5.3.1 - Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo ou virtualmente dedicado, equipamento com corrente nominal superior a 10 A deve constituir um circuito independente. 9.5.3.2 - Os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais. 9.5.3.3 - Em locais de habitação, admite-se, como exceção à regra geral de 4.2.5.5, que pontos de tomada, exceto aqueles indicados em 9.5.3.2, e pontos de iluminação possam ser alimentados por circuito comum, desde que as seguintes condições sejam simultaneamente atendidas: a) a corrente de projeto (IB) do circuito comum (iluminação mais tomadas) não deve ser superior a 16 A; b) os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas); e c) os pontos de tomadas, já excluídos os indicados em 9.5.3.2, não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas).. 9.5.3 - Divisão da Instalação O Mais Importante no Projeto Em 127V ... Máx. 1270VA I = 1270 = 10A 127 Em 220V ... Máx. 2200VA I = 2200 = 10A 220
  51. 51. Eng. Everton Moraes 9.5.3.1 - Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo ou virtualmente dedicado, equipamento com corrente nominal superior a 10 A deve constituir um circuito independente. 9.5.3.2 - Os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais. 9.5.3.3 - Em locais de habitação, admite-se, como exceção à regra geral de 4.2.5.5, que pontos de tomada, exceto aqueles indicados em 9.5.3.2, e pontos de iluminação possam ser alimentados por circuito comum, desde que as seguintes condições sejam simultaneamente atendidas: a) a corrente de projeto (IB) do circuito comum (iluminação mais tomadas) não deve ser superior a 16 A; b) os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas); e c) os pontos de tomadas, já excluídos os indicados em 9.5.3.2, não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas).. 9.5.3 - Divisão da Instalação O Mais Importante no Projeto
  52. 52. Eng. Everton Moraes 9.5.3.1 - Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo ou virtualmente dedicado, equipamento com corrente nominal superior a 10 A deve constituir um circuito independente. 9.5.3.2 - Os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais. 9.5.3.3 - Em locais de habitação, admite-se, como exceção à regra geral de 4.2.5.5¹, que pontos de tomada, exceto aqueles indicados em 9.5.3.2, e pontos de iluminação possam ser alimentados por circuito comum, desde que as seguintes condições sejam simultaneamente atendidas: a) a corrente de projeto (IB) do circuito comum (iluminação mais tomadas) não deve ser superior a 16 A; b) os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas); e c) os pontos de tomadas, já excluídos os indicados em 9.5.3.2, não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas).. 9.5.3 - Divisão da Instalação O Mais Importante no Projeto ¹ - 4.2.5.5 Os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Em particular, devem ser previstos circuitos terminais distintos para pontos de iluminação e para pontos de tomada.
  53. 53. Eng. Everton Moraes Cômodo Área (m²) Perímetro (m) Iluminação (VA) Qtde Pot. Pot. Total Qtde Pot. Sala 8,64 3,20 100 4 100 400 3 600 1800 1 3250 1 100 100 Quarto 1 9,05 2,70 100 4 100 400 Quarto 2 6,70 2,35 100 4 100 400 WC 2,34 1,20 100 1 1200 1200 1 6800 Varanda 9,00 1,50 100 1 100 100 Hall 1,08 0,90 100 1 100 100 TOTAL 700 4500 VA 10050 W DIMENSIONAMENTO DE DEMANDA DE ILUMINAÇÃO, TUG'S E TUE'S Tomadas de Uso Geral - TUG (VA) Tomadas de Uso Específico - Cozinha 8,12 2,85 100 Lembra? Determinação de Demanda!
  54. 54. Eng. Everton Moraes Distribuição de Carga Considerando o Circuito como Principal fator Na NBR 5410 item 4.2.5 4.2.5.4 - Na divisão da instalação devem ser consideradas também as necessidades futuras. As ampliações previsíveis devem se refletir não só na potência de alimentação, como tratado em 4.2.1, mas também na taxa de ocupação dos condutos e dos quadros de distribuição. 4.2.5.6 - As cargas devem ser distribuídas entre as fases, de modo a obter-se o maior equilíbrio possível.
  55. 55. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Qtde de Circuitos n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 Total (VA) 15250 6,30127TUG's5 4 TUG's 127 600 800 Corrente (A) 1 Potência 400 Circuito Tensão (V) Local 3,15 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 Ilumin. Social 127 Cozinha3 TUG's 127 1900 14,96 4,72
  56. 56. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Qtde de Circuitos n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 Total (VA) 15250 6,30127TUG's5 4 TUG's 127 600 800 Corrente (A) 1 Potência 400 Circuito Tensão (V) Local 3,15 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 Ilumin. Social 127 Cozinha3 TUG's 127 1900 14,96 4,72
  57. 57. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Qtde de Circuitos n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 Total (VA) 15250 6,30127TUG's5 4 TUG's 127 600 800 Corrente (A) 1 Potência 400 Circuito Tensão (V) Local 3,15 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 Ilumin. Social 127 Cozinha3 TUG's 127 1900 14,96 4,72
  58. 58. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Qtde de Circuitos n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 Total (VA) 15250 6,30127TUG's5 4 TUG's 127 600 800 Corrente (A) 1 Potência 400 Circuito Tensão (V) Local 3,15 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 Ilumin. Social 127 Cozinha3 TUG's 127 1900 14,96 4,72
  59. 59. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Qtde de Circuitos n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 Total (VA) 15250 6,30127TUG's5 4 TUG's 127 600 800 Corrente (A) 1 Potência 400 Circuito Tensão (V) Local 3,15 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 Ilumin. Social 127 Cozinha3 TUG's 127 1900 14,96 4,72
  60. 60. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Qtde de Circuitos n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 Total (VA) 15250 6,30127TUG's5 4 TUG's 127 600 800 Corrente (A) 1 Potência 400 Circuito Tensão (V) Local 3,15 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 Ilumin. Social 127 Cozinha3 TUG's 127 1900 14,96 4,72 4.2.5.6 - As cargas devem ser distribuídas entre as fases, de modo a obter-se o maior equilíbrio possível.
  61. 61. Eng. Everton Moraes Nosso Projeto Determinação de Qtde de Circuitos n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 Total (VA) 15250 6,30127TUG's5 4 TUG's 127 600 800 Corrente (A) 1 Potência 400 Circuito Tensão (V) Local 3,15 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 Ilumin. Social 127 Cozinha3 TUG's 127 1900 14,96 4,72 Fase 1 ...  Circuito 1  Circuito 2  Circuito 3  Circuito 7  Circuito 8 400 VA 300 VA 1900 VA 3400 VA 1625 VA 7625 VA Fase 2 ...  Circuito 4  Circuito 5  Circuito 6  Circuito 7  Circuito 8 600 VA 800 VA 1200 VA 3400 VA 1625 VA 7625 VA
  62. 62. Eng. Everton Moraes Na Planta Baixa Definição de posição de TUG’s, TUE’s e Ilm 100 2 100 2 100 2 100 1 100 1 100 1 100 1 3 5 3 3 3 5 5 5 4 4 4 4 5 5 5 5 4 6 7 4 8
  63. 63. Eng. Everton Moraes Na Planta Baixa Transposição de circuitos
  64. 64. Eng. Everton Moraes Fator de Agrupamento Importante para fase final Na NBR 5410 item 6.2.5.5.3
  65. 65. Eng. Everton Moraes Transposição do diagrama Unifilar Considere o fator de agrupamento
  66. 66. Eng. Everton Moraes Fator de Agrupamento Importante para fase final Na NBR 5410 item 6.2.5.5.3
  67. 67. Eng. Everton Moraes Fator de Agrupamento Importante para fase final n° Tipo Quantidade Potência (VA) Total (VA) Fator Corrente Corrigida Sala 1 x 100 Quarto 1 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto2 1 x 100 Cozinha 1 x 100 WC 1 x 100 Varanda 1 x 100 3 x 600 1 x 100 Hall 1 x 100 Quarto 1 4 x 100 Varanda 1 x 100 Sala 4 x 100 Quarto 2 4 x 100 6 TUG's 127 WC 1 x 1200 1200 9,45 0,75 12,60 7 TUE's 220 WC 1 x 6800 6800 30,91 1 30,91 8 TUE's 220 Cozinha 1 x 3250 3250 14,77 0,79 18,70 0,75 6,30 0,79 7,97 Fator de Agrupamento 0,75 4,20 0,75 3,15 0,79 18,94 5 TUG's 127 800 6,30 14,96 4 TUG's 127 600 4,72 2 Ilumin. Serviço 127 300 2,36 3 TUG's 127 Cozinha 1900 Circuito Tensão (V) Local Potência Corrente (A) 1 Ilumin. Social 127 400 3,15
  68. 68. Eng. Everton Moraes Eng. Everton Moraes Sala da Elétrica Engenheiro Eletricista atua como Instrutor de Treinamentos há 10 anos é também criador do blog Sala da Elétrica onde veicula conteúdo da área técnica e cursos para profissionais que atuam na área da eletroeletrônica http://www.saladaeletrica.com.br

×