Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Revisão 3º ano geografia

1,708 views

Published on

Olha ai moçada esta na hora de estudar.

  • Be the first to comment

Revisão 3º ano geografia

  1. 1. REVISÃO 3º ANO GEOGRAFIA
  2. 2. Os conflitos étnicos acontecem por diferenças de religião, nacionalidade e por questões políticas. No continente asiático podemos encontrar 60% da população mundial, numa mistura de várias etnias. Por isso, os conflitos étnicos são comuns nessa região.
  3. 3. Vamos conhecer os principais conflitos étnicos dos países da Ásia: Índia – Nesse país os conflitos são entre hindus, que correspondem a 82% da população da Índia, e os muçulmanos, que representam apenas 12% da população. Os conflitos acontecem por diferenças nas crenças religiosas. Os muçulmanos estariam interferindo no sistema de castas estabelecido pela religião hindu na sociedade indiana.
  4. 4. Paquistão – Os conflitos acontecem entre as minorias étnico-religiosas que vivem no Paquistão e os muçulmanos. As causas são discriminação no mercado de trabalho, nas universidades e nos cargos públicos e violenta repressão sofrida principalmente pelos urdus.
  5. 5. Oriente Médio – Marcado pelos conflitos entre muçulmanos e judeus por causa do domínio da região do Estado de Israel. Esse conflito já deu início a várias guerras entre árabes e israelenses.
  6. 6. Tibete – Os conflitos acontecem entre chineses e tibetanos por questões territoriais. O Tibete é uma região situada a sudoeste do território da China, mas é um Estado independente. A China afirma que o Tibete faz parte do seu território.
  7. 7. Há cinco décadas, a China enfrenta protestos que fazem parte da luta pela independência do Tibete. Essa região, tem forte importância geoestratégica e uma marcante influência dos monges budistas. Fator geopolítico, condicionado por questões naturais, que torna essa região importante estrategicamente para o Estado chinês é
  8. 8. A rica hidrografia da região, sendo nascente dos principais rios que abastecem a China (o Huang-Ho, Mekong e Yang Tsé) somado a isso Por ser uma região de fronteira com países litigiosos (Índia, Nepal), o Planalto Tibetano, onde situa-se a maior cordilheira montanhosa fronteira com países litigiosos (Índia, Nepal), o Planalto Tibetano, onde situa-se a maior cordilheira montanhosa do mundo, o Himalaia (e nela o Monte Everest), assume uma importante posição estratégica
  9. 9. A diáspora judaica diz respeito ao conjunto de comunidades judaicas que vivem fora da Palestina por razões de ordem política (deportações) e, sobretudo, comerciais. A principal origem da diáspora se encontra no Cativeiro da Babilônia, pois apesar da liberdade concedida por Ciro II de regressarem à Palestina, a maior parte dos judeus preferiu permanecer na Babilônia. A partir daí se dispersaram por outros países de tal modo que passou a haver mais judeus fora do que dentro da Palestina.
  10. 10. O conflito Israel-palestino ou conflito israel-palestiniano (português europeu) é a designação dada à luta armada entre israelenses e palestinos, sendo parte de um contexto maior, o conflito árabe-israelense. As raízes remotas do conflito remontam aos fins do século XIX quando colonos judeus começaram a migrar para a região e se juntar a outros judeus remanescentes das invasões históricas
  11. 11. Sendo os judeus um dos povos do mundo que não tinham um Estado próprio, tendo sempre sofrido por isso várias perseguições, foram movidos pelo projeto do sionismo - cujo objetivo era refundar na Palestina um estado judeu. Entretanto, a Palestina que já era habitada há milênios por judeus, nos últimos séculos foi habitada por uma maioria árabe muitos oriundos da Síria e outros locais vizinhos dentro também do império Turco-otomano em busca de pastoreio e outros trabalhos.
  12. 12. As tensões entre judeus e árabes começaram a emergir a partir da década de 1890, após a fundação do movimento sionista, e principalmente quando judeus provenientes da Europa começaram a emigrar, formando e aumentando comunidades judaicas na Palestina, quer por compra de terras dos otomanos, quer por compra direta a árabes proprietários de terrenos.
  13. 13. Por motivos históricos, religiosos, políticos e materiais, israelenses e palestinos disputam continuamente pela soberania da Palestina, região do Oriente Médio. O conflito, que se insere no contexto maior das disputas entre árabes e israelenses, remonta ao século 19, quando o movimento sionista e o nacionalismo árabe começaram a ganhar forma.
  14. 14. Reivindicada por ambos os grupos, a Palestina é o cenário de muitas narrativas bíblicas, sendo apontada como o local onde teria florescido a antiga monarquia hebraica, posteriormente desmembrada nos reinos de Israel e Judá. É também o berço de muitas outras civilizações semíticas, muitas das quais coexistiram com os povoados hebreus ou os que precederam.
  15. 15. Em 1917, o governo britânico, através da Declaração Balfour (uma carta de Arthur Balfour, secretário britânico dos Assuntos Estrangeiros, ao Barão Rothschild, líder da comunidade judaica do Reino Unido), manifestou seu apoio ao plano sionista de colonizar a Palestina e lá estabelecer o "lar nacional judeu". Poucos anos depois, em 1922, a Liga das Nações aprovou o Mandato Britânico da Palestina. O mandato previa que a mandatária se responsabilizaria por colocar em prática a Declaração Balfour, isto é, favorecer o estabelecimento, na Palestina, de um lar nacional para povo judeu.
  16. 16. A primeira guerra entre árabes e israelenses foi causada pela independência de Israel e começou em maio de 1948, terminando em janeiro de 1949. De um lado estava Israel; de outro, Egito, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria, membros da Liga Árabe.
  17. 17. Os israelenses, que contavam com o apoio dos Estados Unidos, derrotaram seus oponentes, ocuparam a Galiléia e o deserto de Neguev. Com as conquistas, o território israelense passou de 14.500 km2 para 20.900 km2. Jerusalém, que tinha 105 mil árabes e 100 mil judeus, foi dividida entre Jordânia e Israel, que incorporou os territórios a oeste do rio Jordão, a Cisjordânia. A Faixa de Gaza, com 40 quilômetros de comprimento e 8 quilômetros de largura, ficou com o Egito.
  18. 18. Esta primeira guerra criou um dos mais complicados problemas para a paz na região: um imenso número de palestinos refugiados. Já na época eles eram mais de 300 mil. Os palestinos - árabes que viviam na região antes da criação do Estado de Israel - ficaram sem uma nação. Muitos fugiram para o Líbano, para Gaza ou para a Jordânia.
  19. 19. O Estado de Israel foi criado pela ONU em 1948. Desde a sua criação, Israel mantém um conflito permanente com os palestinos: A expansão de Israel sobre a Palestina tem um caráter geopolítico no tocante à expansão do território, fato que se cruza com questões culturais, étnicas, religiosas e históricas Israel é um estado com um forte aparato bélico. Por meio de guerras, o país ocupou várias partes do território palestino, entre elas a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, que permanecem ocupadas
  20. 20. o papel estratégico dos Estados Unidos nesse conflito é que , na condição de potência mundial, sempre apoiaram Israel. A presença de um Estado judeu no Oriente Médio, fortemente armado e aliado dos Estados Unidos, contribui para os interesses econômicos estadunidenses na região.
  21. 21. Guerra de Suez Em outubro de 1956, Israel - apoiado pela França e Inglaterra -, declarou guerra ao Egito por causa da nacionalização do canal de Suez e do fechamento do porto de Eilat, no golfo de Ácaba, pelo então presidente egípcio Nasser.
  22. 22. O fechamento de Eilat e a nacionalização do canal ameaçavam os projetos judeus de irrigação do deserto de Neguev e cortavam o seu único contato com o Mar Vermelho. Na ofensiva, Israel conquistou a península do Sinai e controlou o Golfo de Ácaba, reabrindo o porto de Eilat. No entanto, pressões da União Soviética e dos Estados Unidos fizeram Israel recuar às fronteiras de 1949, sob a supervisão das tropas da ONU.
  23. 23. Na década de 50, a resistência palestina se organizou, tendo como mola propulsora a classe média exilada, que tinha maior acesso à participação política. Daí nasceu a mais importante organização de resistência, a Organização para a Libertação da Palestina, a OLP, fundada em 1964. Nesta época também surgiu um importante grupo político-militar palestino, chamado Al Fatah. Fatah é uma palavra composta pelas iniciais invertidas, em árabe, de Movimento para a Libertação Nacional da Palestina. Na ordem correta, as iniciais formam a palavra hataf, que quer dizer morte.
  24. 24. Este grupo começou a tomar corpo entre 1956 e 1959 e projetou o nome de Yasser Arafat. O Fatah caracteriza-se como um movimento de caráter anti-sionista e anti-imperialista, com o objetivo de criar um Estado laico em território palestino.
  25. 25. Guerra dos Seis Dias Esta guerra envolveu Israel contra o Egito, a Jordânia e a Síria. A partir de 1959, com a criação do Al Fatah, cresceram os ataques terroristas palestinos às instalações judaicas. Cada ataque era respondido com uma retaliação israelense, muitas vezes maior que a investida sofrida e nem sempre dirigida especificamente contra os atacantes.
  26. 26. A tensão na região atingiu níveis críticos em 1966, quando a Síria passou a dar apoio aos guerrilheiros palestinos. Em abril de 1967, a Força Aérea israelense atacou a Jordânia e, no mês seguinte, o Egito colocou suas Forças Armadas em alerta.
  27. 27. O presidente Nasser ordenou a retirada das tropas da ONU do Egito e as substituiu por divisões egípcias, ocupando o golfo de Ácaba e bloqueando o porto israelense de Eilat, que recebia suprimentos petrolíferos do Irã.
  28. 28. No final de maio, Jordânia e Síria firmaram o Acordo de Defesa Mútua com o Egito. Em julho, Israel atacou sem declaração de guerra, dizimando a Força Aérea egípcia em terra. O exército egípcio foi derrotado, juntamente com o da Jordânia e o da Síria. Como resultado, Israel conquistou a península do Sinai (devolvida ao Egito em 1982), a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e as colinas de Golã, aumentando sua área para 89.489 km2. O cessar-fogo, decretado pela ONU, foi atendido pelos árabes, mas Israel não retirou suas tropas dos territórios ocupados.
  29. 29. Guerra do Yom Kpur Após a Guerra de Seis Dias, o governo israelense tomou providências no sentido de proteger as terras conquistadas e, principalmente, o controle obtido sob o Canal de Suez. Por isso, construíram uma linha de fortificações ligadas por estradas que ficou conhecida como a Linha Bar-Lev
  30. 30. Por outro lado, as nações árabes derrotadas nesse primeiro conflito ainda se sentiam desrespeitadas com tal situação e logo organizaram uma resposta contra Israel.
  31. 31. No dia 6 de outubro de 1973, grande parte da nação judaica se encontrava ocupada com os preparativos do “Yom Kippur”, um importante feriado também conhecido como o “dia do perdão”. Egito e Síria iniciaram um pesado ataque militar abrindo fogo contra as postos israelenses que protegiam a região de Suez. Em questão de minutos, os exércitos israelenses receberam uma verdadeira saraivada de granadas.
  32. 32. Uma das mais pesadas consequências da Guerra do Yom Kippur foi a deflagração da Crise do Petróleo. Tal crise se instalou logo que os países árabes integrantes da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) se negaram a vender petróleo aos países que apoiavam o governo israelense. No curto prazo, esta sanção econômica motivou várias nações a descobrirem fontes de energia que reduzissem a dependência em relação aos derivados do petróleo
  33. 33. Guerra do Golfo Essa guerra envolveu, primeiramente, dois países: Iraque e Kuwait. Depois, outras nações entraram no conflito, dentre elas, os EUA.
  34. 34. Tudo começou quando o presidente iraquiano Saddam Hussein acusou o Kuwait de praticar uma política de super-extração de petróleo causando uma queda nos preços e prejudicando a economia iraquiana. Saddam também ressuscitou problemas antigos e exigiu indenização. Como o Kuwait não aceitou foi invadido por tropas iraquianas.
  35. 35. A atitude de Saddam mobilizou o mundo e diversas nações, lideradas pelos EUA, se uniram para tentar reverter esse quadro. Os americanos estavam desesperados, pois, com a guerra, o Golfo Pérsico foi fechado e eles perderam seus fornecedores de petróleo: Iraque e Kuwait.
  36. 36. Como todas as tentativas de paz fracassaram, no dia 17/01/91 um gigantesco ataque aéreo foi iniciado. Em pouco tempo, o Iraque estava destruído. Centenas de pessoas morreram, dentre elas civis e militares, milhares de mísseis foram usados e o mundo presenciava, pela primeira vez, uma guerra com a cobertura total da mídia. A TV transmitia, às vezes , ao vivo, bombardeios, mortes e destruições.
  37. 37. O Kuwait perdeu quase 10 bilhões de dólares com a queda da produção de petróleo, mas voltou a ser independente. O Iraque sofreu sanções econômicas e os EUA conseguiram despertar o ódio em mais gente. Não podemos esquecer do desastre ambiental que a guerra trouxe. Quando o Iraque se preparava para se retirar do Kuwait, incendiou poços de petróleo e o óleo derramado no Golfo Pérsico destruiu a vida de centenas de animais.
  38. 38. Primavera Árabe Entende-se por Primavera Árabe a onda de protestos e revoluções ocorridas no Oriente Médio e norte do continente africano em que a população foi às ruas para derrubar ditadores ou reivindicar melhores condições sociais de vida
  39. 39. No mundo árabe, países governados há décadas por regimes políticos centralizadores contabilizam metade da população com menos de 30 anos; desses, 56% têm acesso à internet. Sentindo-se sem perspectivas de futuro e diante da estagnação da economia, esses jovens incubam vírus sedentos por modernidade e democracia. Em meados de dezembro, um tunisiano de 26 anos, vendedor de frutas, põe fogo no próprio corpo em protesto por trabalho, justiça e liberdade.
  40. 40. Uma série de manifestações eclode na Tunísia e, como uma epidemia, o vírus libertário começa a se espalhar pelos países vizinhos, derrubando em seguida o presidente do Egito, Hosni Mubarak. Sites e redes sociais – como o Facebook e o Twitter - ajudaram a mobilizar manifestantes do norte da África a ilhas do Golfo Pérsico. o acesso à internet permitiu aos jovens árabes difundir ideias revolucionárias que mobilizaram a população.
  41. 41. A Ciência geográfica
  42. 42. Geografia – “escrever sobre a Terra” Até o século XIX, a Geografia consistia em um conhecimento disperso GRANDES NAVEGAÇÕES – tratava-se de um conhecimento meramente descritivo das paisagens observadas pelos viajantes
  43. 43. Determinismo Escola alemã Meio como determinante das condições de vida do homem O homem se adapta ao meio sem promover grandes modificações na paisagem Defendia o expansionismo alemão Ex: a indolência do homem dos Trópicos
  44. 44. Possibilismo Escola francesa Defendia o colonialismo francês O homem é tido como capaz de transformar a natureza, adaptando-a às suas necessidades
  45. 45. GEOGRAFIA CLÁSSICA OU TRADICIONAL Prevaleceu até os anos 1950 Caracterizava-se por ser descritiva e empírica Principais correntes: determinismo e possibilismo
  46. 46. MOVIMENTO DE RENOVAÇÃO DA GEOGRAFIA Anos 1950 – crise da Geografia Surgem questionamentos devido ao caráter pouco prático da Geografia Tradicional Não bastava descrever o mundo, era preciso explicar suas configurações e dinâmicas Novo contexto – grandes transformações sociais, políticas e econômicas ocorreram nos anos 1960 e 1970
  47. 47. Momento de Renovação O cenário internacional tornou-se mais complexo – influências da superpotência norte-americana, Revolução Comunista, Revolução Cubana, Guerra do Vietnã A Geografia passou a se preocupar também com questões locais: más condições de vida nas cidades, perversas relações de trabalho, meio ambiente Duas vertentes do movimento de renovação: Geografia Crítica Geografia Teorética Quantitativa
  48. 48. Ao analisar o texto seguinte vamos perceber que o texto faz referência a corrente geográfica da geografia crítica onde além do homem interagir com o meio se aprofunda na pesquisa e discussão social, provocando uma abordagem nas questões sociais, integra novos temas e busca soluções para os problemas, bem como tem competência para interferir no futuro.
  49. 49. Passou-se a compreender o homem como ser social e as relações políticas e econômicas são introduzidas no debate com o objetivo de compreender as profundas desigualdades espaciais existentes. ... Fica evidente a preocupação do método com a transformação da realidade. Não basta apenas compreender a essência, é necessário compreender para mudar. O pesquisador busca compreender a essência oculta nas relações sociais historicamente produzidas com a finalidade de transformá-las.
  50. 50. A geografia crítica estava Baseada em explicações socioeconômicas Ideias marxistas, crítica ao modo de produção capitalista Porém, essa corrente deixou de lado importantes elementos na análise geográfica (política, cultura, relações cotidianas)
  51. 51. GEOGRAFIA TEORÉTICA QUANTITATIVA Vertente conservadora do movimento de renovação Apenas sugere uma roupagem nova, mantendo algumas características tradicionais Baseada em modelos matemáticos e estatísticos para explicar a realidade
  52. 52. Princípios da geografia Princípio da Extensão: criado pelo alemão F. Ratzel. Nesse, o geógrafo deve localizar o fato geográfico e determinar sua área de ocorrência e a Cartografia é ferramenta indispensável. Ou seja, nesse princípio o importante é localizar o fenômeno na superfície terrestre.
  53. 53. Princípio da Analogia: seus defensores foram o alemão Karl Ritter e o francês Paul Vidal De La Blache. Nesse, o estudo de um fenômeno geográfico supõe a preocupação constante em estabelecer semelhanças e as diferenças dos fenômenos ocorridos em outra parte do globo.
  54. 54. Princípio da Causalidade: defendido pelo alemão Alexander Von Humboldt. Esse estabelece que se deve sempre buscar as causas e determinar as consequências do fator geográfico, pois nada acontece por acaso.
  55. 55. Princípio da Conexão ou Coexistência ou ainda Interação: formulado pelo francês Jean Brunhes. Esse estabelece que os fatos geográficos físicos ou humanos nunca aparecem isolados e estão sempre interligados por elos de relacionamento, o objetivo é identificar e analisar as relações existentes
  56. 56. Princípio da Atividade: formulado pelo Brunhes. Estabelece o caráter dinâmico do fato geográfico que deve ser estudado em seu passado para poder ser compreendido no presente para se ter uma imagem do futuro.
  57. 57. Astronomia A Astronomia é a Ciência que estuda os corpos celestes, que vão desde planetas a galáxias, e todos os fenómenos com origem fora da nossa atmosfera, como os vários tipos de radiações. Esta envolve o movimento de objetos celestes, a Física e a Química que tudo compõem, a formação e o desenvolvimento de todo o universo.
  58. 58. A partir da necessidade e também da curiosidade intelectual, origina-se uma nova ciência: a Astronomia, cujo objetivo é a observação dos astros, seus movimentos, além de estudos e teorias sobre a origem e evolução.
  59. 59. Astronomia é a ciência que estuda o movimento, a constituição e a formação dos astros e suas relações entre si. Historicamente surgiu com o objetivo de marcar o tempo, se orientar no espaço e prever comportamentos climáticos do planeta
  60. 60. O sistema solar é formado por um conjunto de oito planetas, satélites naturais, milhares de asteroides e cometas que se ligam ao Sol através da gravidade. O sistema solar também é composto por uma grande quantidade de gases e poeiras interplanetárias. O Sistema Solar situa-se na Via Láctea
  61. 61. Muitos destes planetas podemos visualizar a noite a olho nú ou com a ajuda de um telescópio. Os planetas, ao contrário das estrelas, não possuem luz própria e só podem ser vistos graças a luz que refletem do Sol. Ao redor dos planetas, gravitam 67 satélites, dentre eles a Lua (satélite natural do nosso planeta), que gravita ao redor no planeta Terra.
  62. 62. Os asteroides Nas órbitas de Marte e Júpiter, localizam-se grande parte dos asteroides que variam de tamanho, podendo ser até mesmo minúsculos. Os asteroides são compostos de blocos de rocha, diferente dos cometas que são formados por poeira cósmica e gelo
  63. 63. Astros são os corpos celestes que giram no espaço. Alguns astros brilham muito, têm luz própria: são as estrelas. Outros, têm uma luz mais pálida, não têm luz própria: são os planetas. O Sol é uma estrela de 5ª grandeza e que dá luz e calor à Terra. A Terra e a Lua são planetas. Ambos recebem a luz do Sol. A Terra e os outros planetas que giram à volta do Sol formam o sistema solar. Os astros do Sistema Solar mantêm um equilíbrio harmonioso em função do mecanismo explicado pela Lei da Gravitação Universal.

×