Slide orientação educacional

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Slide - Orientação Educacional - (Vários aspectos) - Seminário - Imperatriz - Ma (Brasil)

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  1. 1. Gilvânia A Orientação Educacional e a Integração do Aluno à Escola e à Sociedade Ao entrar para a escola, deve-se considerar que o aluno irá passar nela, muitas horas do dia e muitos dias de sua vida. Experiências positivas ou negativas vivenciadas na escola irão refletir-se pela vida toda do individuo:• adaptação• primeira vez na escola
  2. 2. • conversas ou expressões sobre escola ouvida pela criança;• alunos de séries iniciais;• transferência de uma escola para outra;• alunos que pertencem a minorias (cor, religião, classe social); [ ...], os professores devem ser assessorados com relação à formação de equipes para os trabalhos em grupos [...]• técnica sociometria
  3. 3. Nem só minorias e alunos discriminados por diferentes motivos apresentam problemas de ajustamento à escola:• a filosofia da escola;• dificuldades de aprendizagem;• super dotados; Cabe ao Orientador Educacional, com o auxílio dos demais educadores, o desafio de fazer da escola um ambiente adequado e agradável para todos e, sobretudo, fazer dela uma instituição educativa, no sentido mais amplo do termo educação;
  4. 4. Rise A Orientação Educacional e o Aspectos morais, cívicos e religiosos da Educação do aluno• Nesse aspecto a escola visa desenvolver atividades programadas na formação integral do aluno, ou seja, uma concepção que contemple de forma direta e harmoniosa o lado intelectual, emocional, moral, o cívico e vocacional do aluno.
  5. 5. • A disciplina educação moral, cívica e religiosa, apesar de importante, nem sempre é tranquila, pois existe o receio de que a inclusão ou exclusão da mesma esteja voltada para o meio político- ideológico.• Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo. (Redação dada pela Lei nº 9.475, de 22.7.1997).
  6. 6. • A sala de aula não pretende ser uma comunidade de fé, mas um espaço privilegiado de reflexão sobre limites e superações. Por isso, a escola começa a desenvolver atitudes e comportamentos fundamentais para a valorização e preservação da vida e o respeito humano.
  7. 7. Rosângela• Nessa realidade, a escola não poderia se eximir das responsabilidades ou preocupações relativas a comportamentos morais, cívicos e religiosos porque se trata de aspectos do desenvolvimento da personalidade do indivíduo.• Cada pessoa aprende e desenvolve um padrão moral, de civismo e de religiosidade, sendo que seu comportamento, as decisões que toma a maneira de agir, de encarar as coisas e de se relacionar com os outros são pautados pelos valores e por elas incorporados, durante toda sua formação, inclusive na escola.
  8. 8. • Somente por meio de uma ação integrada pode-se alcançar o desenvolvimento de atitudes esperadas, em geral, dos alunos.• Além da unidade de ação, o plano, definido em conjunto com o corpo doente e a equipe técnica deve prever também o uso de estratégias adequadas e eficientes.• Comemorações cívicas;• Comportamento cívico do aluno;• A religiosidade e os conflitos.
  9. 9. Bruna A Orientação Educacional e o desenvolvimento físico emocional do aluno “A escola deve atentar para essa problemática e está preparada da melhor maneira possível”. • Os professores devem ser informados sobre alunos, que devido as deficiências físicas, se encontrem impossibilitados de exercerem atividades programadas.
  10. 10. • Mesmo estudantes sem problemas especiais de saúde, precisam ser orientados sobre doenças de higiene pessoal;• O Orientador Educacional diante da sexualidade na adolescência;
  11. 11. • "Não é suficiente que os professores tratem teoricamente de assuntos de saúde e higiene para que os alunos apresentem comportamentos compatíveis com tais noções”.• Cabe ao Orientador Educacional dar o apoio necessário à família e ao aluno, procurando encaminhá-lo aos especialistas ou às instituições indicadas.
  12. 12. Cláudia A Orientação Educacional e o lazer do aluno • Mente sã – corpo sadio; • Estudantes com boa aparência física e mental com princípios sadios de higiene corporal podem ser comprometidos nos educandos que não praticam esportes e lazer; • Esporte = Lazer sadio com os pais;
  13. 13. Função do Orientador Educacional no lazer do aluno:• Orientar os pais no sentido de saber que atividades esportivas, culturais e de lazer proporcionar aos filhos, alem de informar se são ou não indicadas para a idade escolar deles;• Colaborar, juntamente com os professores, na descobertas de talentos esportivos;• Descobrir os alunos com altas habilidades;• Descobrir os alunos sem nenhuma habilidade e que não gosta de esportes;
  14. 14. Algumas estratégias usadas na área de esportes, cultura e lazer:• Palestras com os pais;• Orientação individual; Debates;• Competição entre classes; coral; clube de leitura;• Opção de lazer na escola e fora dela;• Espetáculos de variados tipos (danças, teatros...);• Filmes, vídeos...;• Festivais, data comemorativas (Festa junina, por exemplo);• biblioteca, aquisição e coleta de livros caso não haja biblioteca na escola, entre outros;
  15. 15. Lazer diferente de ócio; Fazer nada não deixa o corpo e a mente descansados mais a distração sadia é que pode trazer novos ares ao educando:• Andar de bicicleta;• Passeios;• Futebol, entre tantos outros;
  16. 16. A prática de esportes... lazer sadio...éque trará o equilíbrio entre mente sã ecorpo, beneficiando os estudos e dia adia dos educandos, cabe ao OrientadorEducacional auxiliar pais e alunos nestadescoberta.
  17. 17. Patrícia A Atuação do Orientador Educacional em relação à Orientação Vocacional do aluno Orientação Vocacional - um instrumento psicológico que mediante a pesquisa e a análise das potencialidades de um indivíduo indica os elementos básicos e indispensáveis à verdadeira realização profissional e pessoal do mesmo. Trabalha no adolescente a percepção de si mesmo, da realidade exterior e familiar, ampliando a capacidade de perceber de forma mais amadurecida possível qual a melhor escolha.
  18. 18. Objetivos da Orientação Vocacional: Geral:• Oferecer ao jovem oportunidades para pensar em si mesmo, levá-lo refletir sobre o seu dia a dia, ajudar tomar consciência de si mesmo, das coisas que ele mais gosta de fazer, suas habilidades, bem como o que ele precisa desenvolver mais, quais são suas capacidades reconhecidas pelos colegas e amigos;
  19. 19. Específicos:• Conhecer as profissões: O que é? O que faz? Como faz?• Pesquisar junto com os estudantes as profissões, universidades, sites, para ajuda, mercado de trabalho e empregabilidade;• Trabalhar os fatores que interferem na escolha profissional, fatores sociais, políticos, econômicos, educacionais, familiares e psicológicos;
  20. 20. O Decreto nº 72.826 de 26 de setembro de 1973 diz: Art. 8º. São atribuições privativas do Orientador Educacional:• Coordenar a Orientação Vocacional do educando, incorporando-o ao processo educativo global;• Coordenar o processo de sondagem de interesses, aptidões e habilidades do educando;• Coordenar o processo de informações profissional e educacional com vistas à Orientação Vocacional;
  21. 21. É importante considerar o que a profissão representa para o individuo como pessoa; Causas e dificuldades relacionadas à opção vocacional:• O desenvolvimento científico e tecnológico;• Transformações sociais e econômicas;
  22. 22. Fatores que influenciam negativamente nessa área:• Restrições econômicas;• Limitações físicas/psicológicas;• Família;• Influências;
  23. 23. O que é preciso ter para uma boa escolha profissional:• Maturidade;• Conhecimento das opções existentes; A Orientação Vocacional deve ser conduzida como uma sucessão de experiências de aprendizagem em tomadas de decisão;
  24. 24. 04 de Dezembro

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