7 apres v oficina jorge

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7 apres v oficina jorge

  1. 1. IMPLANTAÇÃO DA EBBS EM FLORIANÓPOLIS Síntese de avanços, limitações e desafios
  2. 2. Principais marcas da EBBSTransversalidade das ações x verticalidadeCartografia de iniciativas locais e consideração dos contextosIntervenções promotoras de ambientes facilitadores do desenvolvimentoSustentação institucional para a intersetorialidade Função apoiador
  3. 3. Cenário de implantação 2010 Alta cobertura de APS; NASF e PSE Monitoramento dos nascimentos e vinculação entre maternidade e APS Baixa mortalidade infantil e materna Grupos na APS e projetos nas creches Monitoramento dos nascimentos e vinculação entre maternidade e APS Articulação intersetorial prévia Apoiador – interessado, médico, gerente
  4. 4. Escolhas estratégicas Fortalecer iniciativas locais: da cartografia ao observatório de práticas Trabalhar o GEL como Comitê Intersetorial - Alinhamento de ideias para foco definido - Integração de profissionais da gestão e assistência - Estímulo à comunicação informal e blog municipal - Articulação macro e micropolítica Integrar funções de apoiador e gerente Integrar agenda da EBBS na agenda do município
  5. 5. Sobre a cartografia Um facilitador da construção da cartografia e da “penetração” da EBBS no município foi a posição do apoiador, pelo acesso às informações e aos técnicos. Grande parte da cartografia foi montada de memória. Por outro lado, esta facilidade pode ter limitado o envolvimento de profissionais na cartografia, dispositivo importante de mobilização, alinhamento conceitual e demonstração de viabilidade da Estratégia
  6. 6. PRODUTO - CARTOGRAFIA Ações propostas para a EBBS Ações em curso no municípioAções sobre o universo psicossocial Grupos de gestantes e novos paisda mãe adolescente Oficinas com adolescentesApoio matricial e institucional para as Apoio matricial e os NASFequipes de referência Apoio institucional na SM e APSIntegração dos equipamentos sociais PSE, Floripa Saudável 2040,do território discussão de casos com CRASCapacitação e qualificação de Grupos de educadoras em creche comcuidadores infantis NASF
  7. 7. Sobre a transversalidade A potencialização de ações poderia ser feita por incorporação de temas e enfoques relacionados ao desenvolvimento infantil, ampliação das parcerias ou apoio à disseminação das práticas. A intenção era evitar que a EBBS fosse identificada como mais uma ação programática ou tarefa paralela sem integração com tudo que já era feito para promoção do desenvolvimento infantil. Muitas vezes introduzi o tema de maneira sutil e busquei adesão das equipes.
  8. 8. PRODUTO - PLANO DE AÇÃO1. Levantamento e disseminação de boa práticas de cuidado na rede de atenção2. Compartilhamento de informações sobre as crianças entre secretarias;3. Integração dos territórios da saúde, educação e assistência;
  9. 9. PRODUTO - DISSEMINAÇÃOhttp://brasileirinhospmf.blogspot.com/
  10. 10. PRODUTO - INTRA E INTERSETORIALIDADE Ênfase na agenda da criança e integração de setores na saúde Criação e sustentação de comitê intersetorial com saúde, assistência social e educação Territorialização dos CRAS (mapas) e PBF Revisão de critérios para creches (NIS) Interfaces do infosaúde para outros setores DESAFIOS: Como trazer esportes/cultura, judiciário, conselhos (ampliar a roda do comitê) Como aumentar autonomia dos parceiros (empoderar o grupo) Como produzir ações de interesse mútuo (criar objetos de investimento comum)
  11. 11. Mapeando as relações: por uma intersetorialidade estrutural • Trabalho em rede – Envolve troca de informações para benefício mútuo. Requer pouco tempo e confiança entre os parceiros. • Coordenação – Envolve também alteração de atividades por um propósito comum. • Cooperação – Envolve também divisão de recursos. Requer bastante tempo, alto grau de confiança e compartilhamento de “capital” entre os parceiros. • Colaboração -. Envolve também fortalecimento da capacidade dos parceiros para benefício mútuo e por propósito comum. Requer a doação de parte de seu “capital” pela criação de um sistema de serviços melhor.
  12. 12. PRODUTO - SAÚDE DA CRIANÇA E APS Saúde da criança / adolescente Monitoramento do AME Comitê de mortalidade materna Ampliação do PSE e do trabalho em creches Atenção primária Ampliação de acesso na APS Pediatras em função de apoio ... Rumo a uma agenda comum Integração da alta da UTI com APS Discussão dos óbitos nos centros de saúde Acompanhamento CRAS-ESF/NASF do PBF
  13. 13. Sobre a agenda do apoiadorEm alguns momentos, a EBBS funcionou como modificador deagenda da gerência de atenção primária: priorizandoenvolvimento direto com ações sinérgicas aos objetivos daEstratégia, dedicando energia a espaços que pudessemfacilitar sua implantação, valorizando ações das equipes desaúde com potencial de contribuir para o desenvolvimento daEBBS enquanto política efetiva. É preciso destacar que estapriorização se faz em meio a um campo de disputas demúltiplas tarefas e demandas burocráticas, gerenciais,políticas, de atores externos, áreas programáticas, categoriasprofissionais.
  14. 14. Sobre a função apoiador O apoiador, diferente de um consultor, supervisor ou do gerente, deve se implicar nas soluções que ajuda a construir, propagar as mudanças que propõe, criar condições para ampliação das potencialidades que identifica. Seu objeto são as práticas e os processos de trabalho dos coletivos que apóia. O apoiador dispara um processo junto a um coletivo, aciona movimentos de mudança das práticas de saúde e acompanha este processo de mudança. Sua função de referência, presença e constância de objetivo garantem alguma regularidade ao processo de mudança.
  15. 15. TRADUZINDO POLÍTICASQue ações eu teria feito apenas como gerente?Que constrangimentos meu lugar trouxe ao desenvolvimento da EBBS?Por que o Comitê se manteve pequeno?Que valor estes constrangimentos têm como modificadores da intervenção?(Eficácia x Efetividade)Como acontecem as traduções entre as demandas e os cenários de programas, setores, município?

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