A Pérola John Steinbeck
Temas de discussão <ul><li>Valores familiares : música, canoa que transita de geração em geração,  educação; </li></ul><ul...
<ul><li>Na cidade contam a história da grande pérola – como foi encontrada e como se perdeu.  </li></ul><ul><li>Contam a h...
<ul><li>E tantas vezes a história foi contada que acabou por se enraizar na mente de cada um. </li></ul><ul><li>E, como su...
<ul><li>Se considerarmos esta história como uma parábola, talvez seja possível extrairmos dela uma moral e descobrirmos ne...
<ul><li>Baseada num conto popular mexicano,  A Pérola  constitui uma inesquecível parábola poética sobre as grandezas e as...
<ul><li>É, assim, a história comovente de uma pérola enorme de como foi descoberta e de como se perdeu… </li></ul><ul><li>...
Capítulo I <ul><li>Kino acorda muito cedo ao primeiro raiar do sol. Observou o filho e também a mulher. Reparou que ela já...
<ul><li>A Canção da Família soava agora ao ritmo da mó com que Juana moía o milho para os bolos da manhã. </li></ul><ul><l...
<ul><li>Tomaram o pequeno-almoço, sem palavras, pois não eram necessárias. </li></ul><ul><li>Um barulho imperceptível, … v...
<ul><li>Kino tentou apanhar o escorpião, mas o filho, ao rir, agitou a corda e o escorpião caiu… </li></ul><ul><li>Kino ap...
<ul><li>O Menino foi picado. </li></ul><ul><li>Todos sabiam o que acontecia após a picada de um escorpião – morte. </li></...
<ul><li>Chegaram às casas de pedras, e a procissão foi engrossando. </li></ul><ul><li>Os pedintes concluíram que aquela fa...
<ul><li>O Médico estava em casa e a comer um óptimo pequeno-almoço. </li></ul><ul><li>Ficando irado por ter sido interromp...
Conhecimento explícito da língua Capítulo II - coordenação <ul><li>A praia tinha areia amarela, mas à beira da água cobria...
<ul><li>No fundo do mar abundavam formas que rastejavam, nadavam e cresciam. </li></ul><ul><li>Novamente complexa e coorde...
<ul><li>O venenoso peixe-globo jazia no fundo dos leitos de algas e os coloridos caranguejos passavam rapidamente sobre el...
<ul><li>O povo de Kino tinha cantado tudo o que acontecia ou existia. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas disjuntivas, i...
<ul><li>O inchaço estava a desaparecer do ombro da criança, logo o veneno estava a sair do seu corpo. </li></ul><ul><li>Or...
<ul><li>Os homens das outras canoas olharam para ele, pois estavam espantados. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas expli...
Síntese - coordenação <ul><li>Nas frases complexas, as orações podem estar ligadas através do processo de coordenação; ist...
Conhecimento explícito da língua Capítulo III - subordinação <ul><li>Chegou aos ouvidos do padre  que  passeava no seu jar...
<ul><li>Eles olharam para as roupas de homem  que  não se tinham vendido muito bem. </li></ul><ul><li>Novamente uma oração...
<ul><li>A notícia chegou aos ouvidos do médico , que estava a atender uma mulher, cuja doença era a idade,  embora nem ela...
Orações subordinadas relativas <ul><li>Relativas restritivas : limitam o sentido do nome ou pronome antecedente, sendo por...
Oração subordinada concessiva <ul><li>Exprimem uma concessão; isto é, a acção enunciada na oração subordinante realiza-se,...
<ul><li>Quando descobriu  quem era Kino , o médico tomou um ar simultaneamente severo e judicioso. </li></ul><ul><li>Oraçã...
Oração subordinada temporal <ul><li>Localiza no tempo a situação apresentada na oração subordinante. </li></ul><ul><li>Ora...
<ul><li>Recordou-se do quarto  onde vivera   como se fosse uma casa importante e luxuosa . </li></ul><ul><li>Oração subord...
Oração subordinada comparativa <ul><li>Estabelece uma relação de comparação. </li></ul><ul><li>Não confundir com a figura ...
<ul><li>A música da pérola tinha-se fundido com a música da família,  de modo que uma embelezara a outra . </li></ul><ul><...
Oração subordinada consecutiva <ul><li>Exprime uma consequência relativamente ao facto apresentado na oração subordinante....
<ul><li>Kino olhou para a sua pérola e Juana baixou as pálpebras  e cobriu o rosto com o xaile , para que ninguém pudesse ...
Oração subordinada final <ul><li>Indica a finalidade, intenção da realização daquilo que é apresentado na oração subordina...
<ul><li>Sabia   que os deuses se vingavam de um homem  se ele alcançasse o sucesso através dos seus próprios esforços. </l...
Oração subordinada condicional <ul><li>Indica a condição necessária para que se realize aquilo que é expresso na oração su...
<ul><li>O ódio ardia  e chispava nos seus olhos, e o medo também ,  porque as centenas de anos de dominação calavam bem fu...
Oração subordinada causal <ul><li>Apresenta o motivo ou a causa daquilo que é expresso na oração subordinante. </li></ul>L...
<ul><li>Penso  que o veneno vai atacar muito em breve . </li></ul><ul><li>Oração subordinante,  oração subordinada complet...
Oração subordinada completiva <ul><li>Estas orações completam o sentido do verbo. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie L...
Síntese subordinação <ul><li>Orações subordinadas: </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* completivas </li></ul></ul></ul></u...
Frases para analisar <ul><li>Foi a espingarda que quebrou as barreiras. </li></ul><ul><li>Sentiu um ardor nos nós dos dedo...
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A pérola, de John Steinbeck

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A pérola, de John Steinbeck

  1. 1. A Pérola John Steinbeck
  2. 2. Temas de discussão <ul><li>Valores familiares : música, canoa que transita de geração em geração, educação; </li></ul><ul><li>Paterfamilias : pai manda e a família obedece; </li></ul><ul><li>Avareza do médico que só atendia quem tivesse dinheiro; </li></ul><ul><li>Concertação entre todos os vendedores para conseguirem a pérola o mais barata possível; </li></ul><ul><li>Felicidade : ter ou não ter a pérola. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  3. 3. <ul><li>Na cidade contam a história da grande pérola – como foi encontrada e como se perdeu. </li></ul><ul><li>Contam a história de Kino, o pescador, da sua mulher, Juana, e do seu filho, Coyotito. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  4. 4. <ul><li>E tantas vezes a história foi contada que acabou por se enraizar na mente de cada um. </li></ul><ul><li>E, como sucede com todas as histórias muitas vezes contadas que o povo guarda no coração, só contém coisas boas e más, coisas a preto e branco, generosas e perversas, sem tonalidades intermédias. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  5. 5. <ul><li>Se considerarmos esta história como uma parábola, talvez seja possível extrairmos dela uma moral e descobrirmos nela a própria vida. Seja como for, contam na cidade que… </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  6. 6. <ul><li>Baseada num conto popular mexicano, A Pérola constitui uma inesquecível parábola poética sobre as grandezas e as misérias do mundo tão contraditório em que vivemos. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  7. 7. <ul><li>É, assim, a história comovente de uma pérola enorme de como foi descoberta e de como se perdeu… </li></ul><ul><li>Levando com ela os sonhos bons e maus que representava, mas é também a história de uma família e da solidariedade especial entre uma mulher, um pobre pescador índio e o filho de ambos. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  8. 8. Capítulo I <ul><li>Kino acorda muito cedo ao primeiro raiar do sol. Observou o filho e também a mulher. Reparou que ela já tinha os olhos abertos como era hábito, ele não se lembra de os ver fechados ao acordar. </li></ul><ul><li>Kino fecha os olhos para ouvir o som do mar e também há canções na mente e a dele tinha a Canção da Família. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  9. 9. <ul><li>A Canção da Família soava agora ao ritmo da mó com que Juana moía o milho para os bolos da manhã. </li></ul><ul><li>Era uma manhã igual a todas as manhãs, mas parecia-lhe a mais bela de todas. </li></ul><ul><li>Todos os sons faziam parte da Canção da Família. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  10. 10. <ul><li>Tomaram o pequeno-almoço, sem palavras, pois não eram necessárias. </li></ul><ul><li>Um barulho imperceptível, … viram um escorpião a descer pelas cordas que seguravam o caixote do filho. </li></ul><ul><li>Uma nova canção surgiu, a do mal. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  11. 11. <ul><li>Kino tentou apanhar o escorpião, mas o filho, ao rir, agitou a corda e o escorpião caiu… </li></ul><ul><li>Kino apanhou-o após este picar o filho e a Canção do Inimigo rugia nos seus ouvidos. </li></ul><ul><li>Juana pegou no bebé e chupou o sítio da picada, os berros de Coyotito chamaram a atenção de toda a aldeia. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  12. 12. <ul><li>O Menino foi picado. </li></ul><ul><li>Todos sabiam o que acontecia após a picada de um escorpião – morte. </li></ul><ul><li>Chamar um médico, ele não vem por viverem num sítio de barracas. </li></ul><ul><li>Então resolveram eles ir ter com o médico. </li></ul><ul><li>Formaram uma procissão até casa do médico. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  13. 13. <ul><li>Chegaram às casas de pedras, e a procissão foi engrossando. </li></ul><ul><li>Os pedintes concluíram que aquela família não teria hipóteses de o médico os ajudar. </li></ul><ul><li>Os pedintes estavam com curiosidade de saber como o médico iria reagir perante aquela família de pobres e de índios. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  14. 14. <ul><li>O Médico estava em casa e a comer um óptimo pequeno-almoço. </li></ul><ul><li>Ficando irado por ter sido interrompido, «eu tenho mais que fazer se não curar picadas de insectos dos “pobres índios”. Eu sou médico, não sou veterinário». </li></ul><ul><li>O Médico recusou-se a prestar assistência por eles não terem dinheiro e somente umas pequenas e defeituosas pérolas. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  15. 15. Conhecimento explícito da língua Capítulo II - coordenação <ul><li>A praia tinha areia amarela, mas à beira da água cobriam-na algas e fragmentos de conchas. </li></ul><ul><li>Frase simples ou complexa? </li></ul><ul><li>Complexa, por ter duas acções: “tinha” e “ cobriam-na”. </li></ul><ul><li>Será por coordenação ou subordinação? </li></ul><ul><li>Coordenação, as orações fazem sentido sozinhas, exemplo: A praia tinha areia amarela. / À beira da água cobriam-na algas e fragmentos de conchas. </li></ul><ul><li>O nome destas orações será, então, coordenadas adversativas; oração coordenada + mas … oração coordenada adversativa. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  16. 16. <ul><li>No fundo do mar abundavam formas que rastejavam, nadavam e cresciam. </li></ul><ul><li>Novamente complexa e coordenada. Nesta caso assindética [quando se usa a vírgula em vez da conjunção ‘e’] e a última copulativa. </li></ul><ul><li>Ainda nesta frase encontramos orações subordinadas, relativa. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  17. 17. <ul><li>O venenoso peixe-globo jazia no fundo dos leitos de algas e os coloridos caranguejos passavam rapidamente sobre ele. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas copulativas, atenção à conjunção copulativa ‘e’. Os verbos «jazia» e «passavam» são o coração das orações. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  18. 18. <ul><li>O povo de Kino tinha cantado tudo o que acontecia ou existia. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas disjuntivas, isto é, apresenta uma ideia alternativa àquela que é expressa na oração anterior. Conjunção utilizada nesta frase é ‘ou’. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  19. 19. <ul><li>O inchaço estava a desaparecer do ombro da criança, logo o veneno estava a sair do seu corpo. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas conclusivas. Conjunção ‘logo’. Isto é, apresenta uma conclusão ou consequência daquilo que é expresso na oração anterior. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  20. 20. <ul><li>Os homens das outras canoas olharam para ele, pois estavam espantados. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas explicativas, por apresentarem uma explicação daquilo que é expresso na oração anterior. </li></ul><ul><li>Conjunção ‘pois’. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  21. 21. Síntese - coordenação <ul><li>Nas frases complexas, as orações podem estar ligadas através do processo de coordenação; isto é, as orações são sintacticamente independentes. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas: </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* copulativa [adição] (e, nem, …) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* adversativa [oposição] (mas, porém,…) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* disjuntiva [alternativa] (ou, quer…quer, …) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* conclusiva [conclusão] (logo, por conseguinte, …) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* explicativa [explicação] (pois, …) </li></ul></ul></ul></ul></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  22. 22. Conhecimento explícito da língua Capítulo III - subordinação <ul><li>Chegou aos ouvidos do padre que passeava no seu jardim. </li></ul><ul><li>Frase simples ou complexa? </li></ul><ul><li>Complexa. Chegou aos ouvidos do padre. Oração subordinante – esta frase faz sentido sozinha. Que passeava no seu jardim – oração subordinada relativa restritiva – quem passeava? O que refere-se ao antecedente que é o nome padre. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  23. 23. <ul><li>Eles olharam para as roupas de homem que não se tinham vendido muito bem. </li></ul><ul><li>Novamente uma oração subordinada relativa restritiva, o que refere-se ao seu antecedente – roupas de homem. </li></ul><ul><li>Estas orações são as mais frequentes na nossa língua. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  24. 24. <ul><li>A notícia chegou aos ouvidos do médico , que estava a atender uma mulher, cuja doença era a idade, embora nem ela nem o médico o admitissem . </li></ul><ul><li>Oração subordinante, oração subordinada relativa explicativa [que, cuja], oração subordinada concessiva. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  25. 25. Orações subordinadas relativas <ul><li>Relativas restritivas : limitam o sentido do nome ou pronome antecedente, sendo por isso indispensáveis ao sentido da frase e não se separam na escrita por vírgula. </li></ul><ul><li>Relativas explicativas : acrescentam ao antecedente uma informação acessória, podendo por isso serem suprimidas, separam--se por vírgula. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  26. 26. Oração subordinada concessiva <ul><li>Exprimem uma concessão; isto é, a acção enunciada na oração subordinante realiza-se, embora haja uma contrariedade. </li></ul><ul><li>Há um contraste. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  27. 27. <ul><li>Quando descobriu quem era Kino , o médico tomou um ar simultaneamente severo e judicioso. </li></ul><ul><li>Oração subordinada temporal, oração subordinada completiva, oração subordinante. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  28. 28. Oração subordinada temporal <ul><li>Localiza no tempo a situação apresentada na oração subordinante. </li></ul><ul><li>Oração subordinada completiva </li></ul><ul><li>Orações que completam o sentido do verbo. Estas orações podem ser substituídas pelo pronome demonstrativo “isso”. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  29. 29. <ul><li>Recordou-se do quarto onde vivera como se fosse uma casa importante e luxuosa . </li></ul><ul><li>Oração subordinante, oração subordinada relativa , oração subordinada comparativa . </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  30. 30. Oração subordinada comparativa <ul><li>Estabelece uma relação de comparação. </li></ul><ul><li>Não confundir com a figura de estilo comparação. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  31. 31. <ul><li>A música da pérola tinha-se fundido com a música da família, de modo que uma embelezara a outra . </li></ul><ul><li>Oração subordinante, oração subordinada consecutiva . </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  32. 32. Oração subordinada consecutiva <ul><li>Exprime uma consequência relativamente ao facto apresentado na oração subordinante. </li></ul><ul><li>Estas orações subordinadas consecutivas não podem ser deslocadas na frase, vêm sempre a seguir às orações subordinantes. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  33. 33. <ul><li>Kino olhou para a sua pérola e Juana baixou as pálpebras e cobriu o rosto com o xaile , para que ninguém pudesse ver a sua excitação. </li></ul><ul><li>Orações coordenadas copulativas , oração subordinante , subordinada final </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  34. 34. Oração subordinada final <ul><li>Indica a finalidade, intenção da realização daquilo que é apresentado na oração subordinante. </li></ul><ul><li>Exige o modo conjuntivo. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  35. 35. <ul><li>Sabia que os deuses se vingavam de um homem se ele alcançasse o sucesso através dos seus próprios esforços. </li></ul><ul><li>Oração subordinante , oração subordinada completiva , oração subordinada condicional. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  36. 36. Oração subordinada condicional <ul><li>Indica a condição necessária para que se realize aquilo que é expresso na oração subordinante. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  37. 37. <ul><li>O ódio ardia e chispava nos seus olhos, e o medo também , porque as centenas de anos de dominação calavam bem fundo dentro dele . </li></ul><ul><li>Oração subordinante, oração coordenada copulativa , oração subordinada causal . </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  38. 38. Oração subordinada causal <ul><li>Apresenta o motivo ou a causa daquilo que é expresso na oração subordinante. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  39. 39. <ul><li>Penso que o veneno vai atacar muito em breve . </li></ul><ul><li>Oração subordinante, oração subordinada completiva . </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  40. 40. Oração subordinada completiva <ul><li>Estas orações completam o sentido do verbo. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  41. 41. Síntese subordinação <ul><li>Orações subordinadas: </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* completivas </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* relativas </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* adverbiais (correspondem a grupos adverbiais ou preposicionais que exprimem diferentes ideias): </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- causal (causa) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- final (fim) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- temporal (tempo) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- condicional (condição) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- concessiva (concessão) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- comparativa (comparação) </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>- consecutiva (consequência) </li></ul></ul></ul></ul></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD
  42. 42. Frases para analisar <ul><li>Foi a espingarda que quebrou as barreiras. </li></ul><ul><li>Sentiu um ardor nos nós dos dedos feridos da sua mão direita, quando viu quem eles eram. </li></ul>LP - Isabel Correia / Atelie Ler Sem Medo (8º ano) - BE-ESOD

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