Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Pastelaria digital

2,578 views

Published on

Como organizar o fluxo de trabalho e a elaboração de objetos de aprendizagem.
How to organize workflow and creation of Learning Objects.

  • Be the first to comment

Pastelaria digital

  1. 1. Pastelaria digital Criando e organizando ideias para produzir boas receitas de objetos de aprendizagem. Érico da Silva Candido , geógrafo, professor de geografia e roteirista de material digital.
  2. 2. Qual é o nosso negócio? <ul><li>Trabalhamos com objetos digitais de aprendizagem. Isso vai muito além do livro impresso. </li></ul><ul><li>Nosso público são os alunos , é para eles que nos dedicamos. </li></ul><ul><li>Multitarefa : temos que ser criativos, bons professores e… organizados! </li></ul>
  3. 3. Qual é o nosso negócio? <ul><li>Inovar : ter boas ideias é pensar em como falar do conteúdo de maneira criativa . </li></ul><ul><li>Dá para fazer? Precisamos alinhar: criatividade+conteúdo+ tempo </li></ul>
  4. 4. Por que se organizar? <ul><li>Para saber quais os objetivos do objeto de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Porque precisamos saber se há tempo e condições para fazer. </li></ul><ul><li>Prazos : se trabalhamos com eles, ter um cronograma é vital. </li></ul>
  5. 5. Qual é o nosso negócio? <ul><li>Ser criativo , ter em mente o que se faz e organizar-se ajuda a fazer os melhores pasteis! </li></ul>
  6. 6. Das ideias para a prática <ul><li>Não basta ter boas ideias: é preciso saber se dá para realizá-las. </li></ul><ul><li>O LO , produto final, é resultado de um processo de trabalho bem definido. </li></ul>
  7. 7. Das ideias para a prática <ul><li>O passo-a-passo desse processo pode ser definido em: </li></ul><ul><ul><li>Briefing </li></ul></ul><ul><ul><li>Sugestões de pauta </li></ul></ul><ul><ul><li>Projeto </li></ul></ul><ul><ul><li>Cronograma </li></ul></ul><ul><ul><li>Roteiro </li></ul></ul><ul><ul><li>Layout </li></ul></ul><ul><ul><li>Revisão . </li></ul></ul>
  8. 8. Briefing : viagem na maionese <ul><li>O Briefing é o momento em que as ideias podem surgir. </li></ul><ul><li>Não podemos nos acanhar em ter as mais mirabolantes ideias possiveis. </li></ul><ul><li>É importante anotar , desenhar , ou expressar de alguma forma nossas ideias. </li></ul>
  9. 9. Briefing : viagem na maionese <ul><li>Com as ideias em mente ou na mão, precisamos saber se têm relação com o conteúdo ou objetivo do que queremos ensinar. </li></ul><ul><li>Para isso, a pesquisa serve para fundamentar a ideia: o que pensei tem a ver com o que quero ensinar? </li></ul>
  10. 10. Briefing : viagem na maionese <ul><li>Para saber se a mensagem pode ser entendida pelo seu público, mostre suas ideias para outras pessoas. </li></ul><ul><li>Se suas ideias estiverem em sinergia com os objetivos, é hora de estruturá-las . </li></ul>
  11. 11. Pauta: sugestões para pastel <ul><li>A pauta é o momento de apresentar de maneira formal as suas ideias. </li></ul><ul><li>Compartilhar : em reuniões de pauta, o contato com uma equipe ajuda a definir melhor como organizar as suas ideias. </li></ul><ul><li>É bom estar munido de uma boa pesquisa : isso ajuda a expor as ideias. </li></ul>
  12. 12. Projeto: dá pra fazer esse pastel? <ul><li>Se as suas ideias são consideradas viáveis, é hora de fazer um esboço delas. </li></ul><ul><li>Um projeto descreve e detalha como será, na prática, a sua ideia. </li></ul>
  13. 13. Projeto: dá pra fazer esse pastel? <ul><li>Bons projetos possuem esses detalhes: </li></ul><ul><ul><li>Proposta: nome da ideia </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivos </li></ul></ul><ul><ul><li>Concepção visual </li></ul></ul><ul><ul><li>Esboço do conteúdo: textual, sonoro, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Interatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Fontes: livros, links, revistas, jogos, etc. </li></ul></ul>
  14. 14. Projeto: dá pra fazer esse pastel? <ul><li>Quanto melhor forem os projetos, melhor será a nossa capacidade para tornar as nossas ideias realizáveis . </li></ul>
  15. 15. Olho no peixe, outro no gato: o cronograma <ul><li>Organização tem a ver com a maneira como damos prioridade para as nossas tarefas. </li></ul><ul><li>Agendas, planilhas e tabelas são ferramentas para administrar o tempo. </li></ul><ul><li>Não precisamos ter pudor de, até mesmo, usar um caderninho ou uma folha de papel para nossa organização. </li></ul>
  16. 16. Olho no peixe, outro no gato: o cronograma <ul><li>Se trabalhamos em uma equipe , precisamos pensar em nós e nos outros: o nosso tempo tem que ser compatível com os prazos . </li></ul><ul><li>Quando há prazos envolvidos, negociar pode ser uma boa saída para horas de aperto. </li></ul>
  17. 17. Olho no peixe, outro no gato: o cronograma <ul><li>Com um cronograma definido e as tarefas distribuídas, ganhamos as seguintes vantagens: </li></ul><ul><ul><li>Sabemos quantas e quais são nossas tarefas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Conhecemos quanto tempo levaremos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Podemos nos programar melhor: se adiantamos uma tarefa, o tempo vira nosso aliado. </li></ul></ul>
  18. 18. Seguindo a receita: o roteiro <ul><li>O roteiro é o momento em que as ideias, a pesquisa e o projeto são transformados em um documento. </li></ul><ul><li>Esse documento é um manual de instruções , como uma receita de pastel. </li></ul>
  19. 19. Seguindo a receita: o roteiro <ul><li>No trabalho em equipes que produzem objetos de aprendizagem digitais, muitas pessoas estão envolvidas: </li></ul><ul><ul><li>Animadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Programadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Roteiristas </li></ul></ul><ul><ul><li>Professores </li></ul></ul><ul><ul><li>Ilustradores </li></ul></ul><ul><ul><li>Etc. </li></ul></ul>
  20. 20. Seguindo a receita: o roteiro <ul><li>Orientar de maneira clara o que queremos é fundamental para que o produto final seja possível. </li></ul><ul><li>Por isso, é importante detalhar o passo-a-passo da receita: ilustrações, textos, funcionamento, interatividade, etc. </li></ul>
  21. 21. A receita está pronta: o objeto de aprendizagem sai do forno. <ul><li>Uma revisão do que foi feito nunca é demais: ajuda a saber se houve equívocos, lacunas ou falta de clareza. </li></ul><ul><li>Assim como provamos um bolo para saber se está bom, precisamos testar o que foi feito. </li></ul>
  22. 22. De cozinheiro a chef: dicas para boas receitas e sucesso <ul><li>Trabalhar com objetos digitais de aprendizagem, mídias digitais e comunicação requer: </li></ul><ul><ul><li>Criatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunicação </li></ul></ul><ul><ul><li>Responsabilidade </li></ul></ul>
  23. 23. De cozinheiro a chef: dicas para boas receitas e sucesso <ul><li>A criatividade surge quando estamos antenados no que acontece e procuramos entender o cotidiano do nosso público </li></ul><ul><li>Comunicar significa, também, dizer o que e como estamos fazendo. A troca de ideias sempre ajuda a resolver problemas. </li></ul>
  24. 24. De cozinheiro a chef: dicas para boas receitas e sucesso <ul><li>A responsabilidade, no caso do trabalho em equipe, significa pensar em mais do que o produto: pensamos no processo, ou seja, em tudo o que está envolvido até o objeto final. </li></ul>
  25. 25. De cozinheiro a chef: dicas para boas receitas e sucesso <ul><li>Pesquisar o funcionamento de infográficos, jogos e outros objetos de aprendizagem traz mais experiências e ideias </li></ul><ul><li>Pesquisar diferentes formas para transmitir uma informação vai além do produto eletrônico. </li></ul>
  26. 26. De cozinheiro a chef: dicas para boas receitas e sucesso <ul><li>Outras formas criativas de ensino: </li></ul><ul><ul><li>Infográficos impressos </li></ul></ul><ul><ul><li>Jogos analógicos: tabuleiros, cartas, RPG, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Quadrinhos </li></ul></ul><ul><ul><li>E o que mais houver para além do computador, do celular ou das tablets. </li></ul></ul>

×