WORKSHOPJosé Carvalho12-04-2011 - Pombal
APRESENTAÇÃOJosé Carvalho - jcarvalho@sdum.uminho.ptGabinete de Projectos Open AccessServiços de DocumentaçãoUniversidade ...
PROGRAMA Introdução – Gestão e Organização da Colecção  Digital Colecções locais, recursos externos e ferramentas  Web 2...
CONCEITOS
INTRODUÇÃO – CONCEITOS BÁSICOS   Colecção       “(…)conjunto de recursos documentais da biblioteca        escolar, em di...
INTRODUÇÃO – GESTÃO DA COLECÇÃO DIGITAL   Tal como para o conjunto da colecção, envolve a    identificação, avaliação, se...
AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DE RECURSOS DIGITAIS   Aplicam-se os critérios gerais de avaliação de    recursos informativos:    ...
AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DE RECURSOS DIGITAIS   Recursos Adquiridos Licenciados     Características do conteúdo (abrangência...
ORGANIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DE RECURSOSDIGITAIS   Métodos “tradicionais”     Catalogação     Classificação     Indexação ...
TIPOS DE RECURSOS DIGITAIS   Versões digitais de documentos “tradicionais” (mas    que já começam a ser realmente diferen...
INTEGRAR RECURSOS DIGITAIS NASBIBLIOTECAS ESCOLARES   Para além da incorporação e gestão de    documentos digitais nas su...
INTEGRAR RECURSOS DIGITAIS NAS   BIBLIOTECAS ESCOLARES (EXEMPLOS)Tipo de conteúdo/serviço                             Idei...
CONCEITOS
MASHUP
MASHUPS   Um mashup é uma aplicação Web que utiliza    informação de mais do que uma fonte para criar um    novo serviço ...
SOCIAL BOOKMARKING
A prática de organizar marcadores com palavras-          chave num website público é …      SOCIAL BOOKMARKING         (ed...
SOCIAL BOOKMARKING O conceito e a prática de partilhar online apontadores,  marcadores e favoritos, desenvolveu-se a part...
BOOKMARKING (TRADICIONAL)Utilização usual de marcadores: Favorito guardado num único computador Num único browser Difíc...
SOCIAL BOOKMARKING   Com o social bookmarking, os marcadores:     Estão disponíveis de qualquer lugar     Guardam-se fa...
COMO FUNCIONA? ESQUEMA BÁSICOhttp://www.flickr.com/photos/mansszat/144464547/in/set-72057594118780372/
UTILIZAÇÃO DO SOCIAL BOOKMARKING Uso pessoal Educação Equipas / projectos Descoberta de áreas / assuntos relacionadosP...
O SOCIAL BOOKMARKING PERMITE…   Gerir e filtrar informação   Criar uma rede de conceitos/informação   Facilitar a poste...
PALAVRAS-CHAVE | TAGS |FOLKSONOMIA
TAG OU PALAVRA-CHAVE   É uma palavra relevante, ou um termo associado a    um objecto com informação (imagem, artigo, víd...
ESQUEMA COMPLEXOhttp://www.flickr.com/photos/mansszat/144478280/
MAIS INFO   Vídeo:    http://www.commoncraft.com/bookmarking-plain-    english   http://pt.wikipedia.org/wiki/Social_boo...
DELICIOUS
DELICIOUS   Serviço web para Social    Bookmarking   Algumas características     Integrado com Internet Explorer e     ...
CONCEITO   A vantagem da utilização deste tipo de sistemas    de social bookmarking é o filtro de qualidade    criado pel...
PASSOS / FUNCIONAMENTOhttp://www.flickr.com/photos/eco2oh/3062380890/
SERVIÇO EM CONTEXTO (INTERNET EXPLORER)                       Serviço integrado no                        browser para ad...
SERVIÇO EM CONTEXTO (FIREFOX)
MY DELICIOUS
MENU
GUARDAR MARCADOR
INFORMAÇÃO DO MARCADOR
PESQUISAR INFORMAÇÃO Pesquisa nos marcadores pessoais Pesquisa na rede de amigos Pesquisa global em todos os utilizadores
TOP 10 TAGSDefine o perfil do utilizador através das palavras- chave mais usadas
REFINAR RESULTADOS   Permite refinar resultados para diminuir o    número de resultados e encontrar o que    realmente se...
REDE SOCIAL   Permite adicionar outros utilizadores,    criando uma rede.   É possível criar grupos de utilizadores    a...
NAVEGAÇÃO: DELICIOUS VS GOOGLE   Google:       Depois de uma pesquisa simples, faça outra pesquisa        ou passe para ...
MY DELICIOUS           Criado com http://www.wordle.net/
EXEMPLO PRÁTICOhttp://www.delicious.com/bmfigueirodosvinhos
TWITTERhttp://twitter.com/
TWITTER   O Twitter - www.twitter.com - é um serviço de    mensagens, ou “microbloging, e uma rede social, que é    por v...
TWITTER As mensagens de texto são exibidas na página  pessoal (perfil) do seu autor, enviadas para os  seus “seguidores” ...
TWITTER – COMO UTILIZAR1 – Criar uma conta m http://twitter.com/signup2 – Encontrar pessoas e/ou organizações para seguir:...
O QUE SE PASSA?
ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER Tweet Resposta (reply) = @nomedeutilizador Retweet = RT @nomedeutilizador Mensagem directa...
ALGUNS CONCEITS DO TWITTER FOLLOWSeguir utilizador do Twitter. Os Tweets desseutilizador passam a ser exibidos na Timelin...
ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER HASHTAG #Uma forma desenvolvida pela comunidade Twitterpara etiquetar, agrupar e localizar tw...
ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER LISTSDesde Novembro de 2009 é possível criar listas noTwitter, para organizar os utilizadores...
EXEMPLO DE FUNCIONAMENTO   http://twitter.com/#!/bibliotecasUM
FLICKR
FLICKR   O Flickr é um sistema de alojamento e partilha    de fotografias. Este serviço permite que qualquer    utilizado...
FUNCIONALIDADES Envio de fotos (100mb / Mês) Edição de foto Descrição de foto Georeferênciação       http://www.flick...
EXEMPLO PRÁTICO BM Figueiró dos Vinhoshttp://www.flickr.com/photos/bmfigueirodosvinhos Biblioteca de Arte da Fundação Ca...
LIBRARY THINGhttp://pt.librarything.com
LIBRARY THING   O LibraryThing – www.librarything.com - é um serviço e    uma rede social para catalogação de livros.   ...
LIBRARY THING   Para além dos dados bibliográficos registados pelos    seus membros, o LibraryThing obtém informação    s...
LIBRARY THING Dois     tipos de contas no LibraryThing.     Contas gratuitas, que limitam a dimensão das      biblioteca...
LIBRARY THING Existemvários métodos para adicionar livros a uma biblioteca de um utilizador:     pesquisa por código de ...
LIBRARY THINGO LibraryThing possui uma base de mais de um milhão de capas de livros, que podem ser associados aos livros ...
LIBRARY THING E AS BIBLIOTECAS Várias   utilizações possíveis:     Utilização simples com conta normal     LibraryThing...
LIBRARYTHING SHELFBROWSE
RECURSOS ADICIONAIS   Breve introdução    http://www.librarything.com/quickstart.php   Adicionar livros    http://www.li...
EXEMPLO DE FUNCIONAMENTO   Exemplos de bibliotecas usando o LTFL    http://www.librarything.com/wiki/index.php/LTF    L:L...
FACEBOOK
FACEBOOK - CONCEITO   Rede Social como muitas outras… mas     Com uma novidade “plataforma Facebook”      (http://www.fa...
FACEBOOK - HISTÓRIA Iniciou-se no início de 2004 por Mark Zuckerberg,  um ex-estudante da Universidade de Harvard. Inici...
FACEBOOK - CONCEITO   Cada utilizador tem um perfil       Aplicações próprias       Amigos       Notícias       Links...
FACEBOOK - CONCEITO   O conceito do perfil pessoal baseia-se num mural    onde cada utilizador pode escrever mensagens,  ...
FACEBOOK – PÁGINAS E GRUPOS   Grupos     Se achar útil juntar outras pessoas para discutirem      um mesmo assunto, pode...
HTTP://PT-PT.FACEBOOK.COM/HELP/
MAIS INFOS SOBRE FACEBOOK   Estatísticas FACEBOOK    http://www.checkfacebook.com/   Manual    http://mashable.com/guide...
EXEMPLOS PRÁTICOS Biblioteca Pública de Évora http://www.facebook.com/BPEVORA Bibliotecas UA http://www.facebook.com/p...
INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS
INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS   Devido à multiplicidade de sistemas é necessário    agrupar / rentabilizar os conteúdos   Vário...
AS FORMAS DE INTEGRAÇÃO   Podem ser feitas através de serviços na web    (sites)   Podem ser através de programas instal...
ANÁLISE DE 2 FERRAMENTAS   Tweetdeck - http://www.tweetdeck.com/       É uma aplicação que lhe permite enviar mensagens ...
DEMO TWEETDECK
EXEMPLO                   Blog                   Site 1          Site 2
EXEMPLO DO CONGRESSO BAD   http://www.congressobad.net/blog/ Blog Youtube Twitter Flickr Email
OUTRO EXEMPLO COM MASHUP   Netvibes.com       http://www.netvibes.com/bibliotecasua#BibliotecasUA   Agrega notícias / f...
OUTROS SISTEMAS   Ping.fm - http://ping.fm/       Serviço gratuito para actualização do Twitter,        Facebook, Delici...
CONCLUSÃO
gerar conteúdos         relevantesDavid Álvarez, Mi PLE - http://e-aprendizaje.es/2010/03/09/mi-ple
serviços em diferentes        canaisMartin Weller - My personal work/leisure/learning environmenthttp://nogoodreason.typep...
úteis onde o utilizador         está  Alec Couros, PhD Thesis illustration, the Networked Teacher -  http://educationaltec...
com integração dos               recursosIsmael Peña-López, Mapping the PLE sphere - http://ictlogy.net/20100715-mapping-t...
construção de comunidades          onlineKatherine Pisana - My PLE and 3 Sub PLEs oriented towards specific learning netwo...
fontes de informação     relevantes Paulo Simões - Twitter - the Heart of a #PLE
MUDANÇA• WEB 2.0 E WEB SOCIAL• MEDIA EMERGENTES E PARTICIPATIVOS• BIBLIOTECA 2.0OPORTUNIDADES• MAIS VISIBILIDADE• MAIOR RE...
QUESTÕES
MUITO OBRIGADO!jcarvalho@sdum.uminho.pt
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Gestão e Organização da colecção Digital

1,597 views

Published on

Apresentado no Workshop dos Encontro(s) - Bibliotecas: desafios na sociedade actual, no dia 12 de Abril em Pombal - José Carvalho

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
1,597
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
265
Actions
Shares
0
Downloads
45
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Gestão e Organização da colecção Digital

  1. 1. WORKSHOPJosé Carvalho12-04-2011 - Pombal
  2. 2. APRESENTAÇÃOJosé Carvalho - jcarvalho@sdum.uminho.ptGabinete de Projectos Open AccessServiços de DocumentaçãoUniversidade do Minho
  3. 3. PROGRAMA Introdução – Gestão e Organização da Colecção Digital Colecções locais, recursos externos e ferramentas Web 2.0  Conceitos: Folksonomia | Tagging | Social Bookmarking | MashupsServiços Web  Delicious  Flickr  Tweeter  Library Thing  Facebook Integração de Sistemas
  4. 4. CONCEITOS
  5. 5. INTRODUÇÃO – CONCEITOS BÁSICOS Colecção  “(…)conjunto de recursos documentais da biblioteca escolar, em diferentes suportes (livro, não livro e documentação online), geridos por esta e de acesso local ou remoto.” RBE - Gestão da Colecção Colecção Digital  Sub-conjunto da colecção da biblioteca constituído por recursos documentais digitais que podem ter diferentes características:  De produção própria, ou externa;  Digitais de origem ou digitalizados a partir de “documentos materiais”  Alojados local ou remotamente;  Adquiridos/licenciados/assinados ou de acesso gratuito e livre;  Adquiridos/licenciados perpetuamente ou por períodos de tempo definidos (assinatura);  “Estáticos”/Perenes ou dinâmicos/efémeros
  6. 6. INTRODUÇÃO – GESTÃO DA COLECÇÃO DIGITAL Tal como para o conjunto da colecção, envolve a identificação, avaliação, selecção, aquisição ou incorporação, descrição e disponibilização de recursos documentais informativos para uma comunidade de utilizadores. A política e os procedimentos de gestão da colecção digital devem estar integrados e ser coerentes com a política geral de desenvolvimento da colecção da biblioteca, tendo em conta as necessidades da comunidade que a biblioteca serve.
  7. 7. AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DE RECURSOS DIGITAIS Aplicam-se os critérios gerais de avaliação de recursos informativos:  Autoridade  Actualização  Precisão  Público-Alvo  Facilidade de utilização  …. Mas existem ainda aspectos específicos a considerar
  8. 8. AVALIAÇÃO E SELECÇÃO DE RECURSOS DIGITAIS Recursos Adquiridos Licenciados  Características do conteúdo (abrangência, periodicidade de actualização, organização, etc.);  Condições de acesso (utentes simultâneos, métodos de autenticação, interfaces de pesquisa, etc.);  Condições de aquisição ou licenciamento (custo, condições legais, etc.) Recursos gratuitos e de acesso livre  Conteúdo (autoridade, precisão, actualização, organização, audiência e propósito)  Acesso (estabilidade, disponibilidade, pesquisa, requisitos especiais)  Design (navegabilidade, usabilidade, ajudas, estética, etc.)
  9. 9. ORGANIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DE RECURSOSDIGITAIS Métodos “tradicionais”  Catalogação  Classificação  Indexação Métodos e ferramentas Web 2.0  Social Bookmarking  Library Thing Necessitamos de combinar e integrar os métodos tradicionais e as novas ferramentas
  10. 10. TIPOS DE RECURSOS DIGITAIS Versões digitais de documentos “tradicionais” (mas que já começam a ser realmente diferentes dos seus antecessores)  E-books  Revistas electrónicas  Enciclopédias online  … Recursos/documentos digitais “estáveis”  Apresentações, vídeos, imagens, podcasts, … Recursos documentais dinâmicos  Blogues, Feeds, mashups, …
  11. 11. INTEGRAR RECURSOS DIGITAIS NASBIBLIOTECAS ESCOLARES Para além da incorporação e gestão de documentos digitais nas suas colecções, as bibliotecas escolares podem usar conteúdos e serviços digitais nos seus sites, para aumentar a sua utilidade e atractividade.
  12. 12. INTEGRAR RECURSOS DIGITAIS NAS BIBLIOTECAS ESCOLARES (EXEMPLOS)Tipo de conteúdo/serviço Ideias de utilizaçãoVídeos Apresentação dos espaços e serviços Formação/Ajuda Listas de recursosFotos Apresentação dos espaços e serviços Apresentação de colecções especiais (mapas, gravuras, fotografias) Fotografias da biblioteca ou escola de membros da comunidade Bancos de imagens de actividades da escola (estágios, visitas, etc.)RSS Feeds (internos/externos) Novidades bibliográficas Posts de blog(ues) e outro(s) sítios Web da biblioteca/escola Notícias de órgãos de comunicação social locais ou nacionais Informação/previsão meteorológicaMapas Localização dos serviços da bibliotecaLivros Digitalizados (Open Library ou GoogleBooks) Colecções/Páginas sobre autores/temas trabalhados pelos alunos trabalhados pelos alunosInformação sobre livros (LibraryThing, Amazon) Capas, comentários e críticas dos novos livros adquiridosServiços online (MSN, Skype) Serviços de referência e ajuda aos utentes (Pergunte ao bibliotecário)
  13. 13. CONCEITOS
  14. 14. MASHUP
  15. 15. MASHUPS Um mashup é uma aplicação Web que utiliza informação de mais do que uma fonte para criar um novo serviço - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup As bibliotecas podem criar mashups combinando fontes internas e/ou externas, e podem também disponibilizar dados/informações para a criação de mashups por terceiros.
  16. 16. SOCIAL BOOKMARKING
  17. 17. A prática de organizar marcadores com palavras- chave num website público é … SOCIAL BOOKMARKING (educause – Learning Initiative – 2005)
  18. 18. SOCIAL BOOKMARKING O conceito e a prática de partilhar online apontadores, marcadores e favoritos, desenvolveu-se a partir da segunda metade da década de 1990. No entanto o termo “social bookmarking” só emergiu há cerca de 7 anos, após o aparecimento do Delicious (então chamado del.icio.us). Nos anos seguintes, entre 2004 e 2007 surgiram dezenas de outros serviços e sites com objectivos e funcionalidades semelhantes
  19. 19. BOOKMARKING (TRADICIONAL)Utilização usual de marcadores: Favorito guardado num único computador Num único browser Difícil gestão Estrutura hierárquica (organizado em pastas)
  20. 20. SOCIAL BOOKMARKING Com o social bookmarking, os marcadores:  Estão disponíveis de qualquer lugar  Guardam-se facilmente  Organizam-se em tags (palavras-chave)  Podem ser partilhados
  21. 21. COMO FUNCIONA? ESQUEMA BÁSICOhttp://www.flickr.com/photos/mansszat/144464547/in/set-72057594118780372/
  22. 22. UTILIZAÇÃO DO SOCIAL BOOKMARKING Uso pessoal Educação Equipas / projectos Descoberta de áreas / assuntos relacionadosPor outro lado… Análise da marcação de um website www.rbe.min-edu.pt/ Retirado do Delicious
  23. 23. O SOCIAL BOOKMARKING PERMITE… Gerir e filtrar informação Criar uma rede de conceitos/informação Facilitar a posterior recuperação da informação Desenvolver uma rede social de interesses comuns
  24. 24. PALAVRAS-CHAVE | TAGS |FOLKSONOMIA
  25. 25. TAG OU PALAVRA-CHAVE É uma palavra relevante, ou um termo associado a um objecto com informação (imagem, artigo, vídeo, página…) que o descreve e que permite a sua classificação.http://www.flickr.com/photos/mansszat/144468545/in/set-72057594118780372/
  26. 26. ESQUEMA COMPLEXOhttp://www.flickr.com/photos/mansszat/144478280/
  27. 27. MAIS INFO Vídeo: http://www.commoncraft.com/bookmarking-plain- english http://pt.wikipedia.org/wiki/Social_bookmarks No delicious: http://delicious.com/search?p=social+bookmarkin g&chk=&context=main|&fr=del_icio_us&lc=
  28. 28. DELICIOUS
  29. 29. DELICIOUS Serviço web para Social Bookmarking Algumas características  Integrado com Internet Explorer e Firefox  Usa RSS para cada tag ou utilizador  Utilização intuitiva e simpleshttp://delicious.com
  30. 30. CONCEITO A vantagem da utilização deste tipo de sistemas de social bookmarking é o filtro de qualidade criado pelos utilizadores. Quantas mais vezes uma página tiver sido guardada, mais probabilidades há de ela ser interessante!
  31. 31. PASSOS / FUNCIONAMENTOhttp://www.flickr.com/photos/eco2oh/3062380890/
  32. 32. SERVIÇO EM CONTEXTO (INTERNET EXPLORER)  Serviço integrado no browser para adicionar marcadores  Permite pesquisas directas no browser
  33. 33. SERVIÇO EM CONTEXTO (FIREFOX)
  34. 34. MY DELICIOUS
  35. 35. MENU
  36. 36. GUARDAR MARCADOR
  37. 37. INFORMAÇÃO DO MARCADOR
  38. 38. PESQUISAR INFORMAÇÃO Pesquisa nos marcadores pessoais Pesquisa na rede de amigos Pesquisa global em todos os utilizadores
  39. 39. TOP 10 TAGSDefine o perfil do utilizador através das palavras- chave mais usadas
  40. 40. REFINAR RESULTADOS Permite refinar resultados para diminuir o número de resultados e encontrar o que realmente se pretende
  41. 41. REDE SOCIAL Permite adicionar outros utilizadores, criando uma rede. É possível criar grupos de utilizadores amigos.
  42. 42. NAVEGAÇÃO: DELICIOUS VS GOOGLE Google:  Depois de uma pesquisa simples, faça outra pesquisa ou passe para a pesquisa avançada Delicious  Navegação por palavras-chave relacionadas (de acordo com associações dos utilizadores)
  43. 43. MY DELICIOUS Criado com http://www.wordle.net/
  44. 44. EXEMPLO PRÁTICOhttp://www.delicious.com/bmfigueirodosvinhos
  45. 45. TWITTERhttp://twitter.com/
  46. 46. TWITTER O Twitter - www.twitter.com - é um serviço de mensagens, ou “microbloging, e uma rede social, que é por vezes designada como o “SMS da Internet” As mensagens que os utilizadores trocam no Twitter são designadas por Tweets, e estão limitadas a 140 caracteres. O Twitter foi criado em 2006, e teve um crescimento impressionante desde meados de 2008.  Em cada dia produzem-se mais de 50 milhões de Tweets.  No final de 2009 existiriam cerca de 75 milhões de utilizadores registados, mas apenas 20% eram activos.
  47. 47. TWITTER As mensagens de texto são exibidas na página pessoal (perfil) do seu autor, enviadas para os seus “seguidores” (followers) e acessíveis através de pesquisa. As mensagens podem ser públicas (opção por defeito) ou apenas disponíveis para os seguidores do emissor. Originalmente os Tweets eram exclusivamente enviados a partir do site do Twitter, mas hoje mais de 50% são enviados através de outros meios (aplicações externas, telemóveis, etc.). Existem cerca de 50.000 aplicações para o Twitter na Internet ou telemóveis
  48. 48. TWITTER – COMO UTILIZAR1 – Criar uma conta m http://twitter.com/signup2 – Encontrar pessoas e/ou organizações para seguir: Pesquisando: http://twitter.com/invitations/find_on_twitter Importando dos vossos contactos: https://twitter.com/invitations/ find_on_contacts Convidando: https://twitter.com/invitations/invite_by_email Dar a conhecer a sua presença no Twitter e criar uma rede de “seguidores”  Anunciando através de outros “canais” (Blog, Facebook, etc.)  Começando a twittar…
  49. 49. O QUE SE PASSA?
  50. 50. ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER Tweet Resposta (reply) = @nomedeutilizador Retweet = RT @nomedeutilizador Mensagem directa = D nomedeutilizador Timeline / Página inicial Perfil pessoal
  51. 51. ALGUNS CONCEITS DO TWITTER FOLLOWSeguir utilizador do Twitter. Os Tweets desseutilizador passam a ser exibidos na Timeline doseguidor e na sua lista “Following” UNFOLLOWDeixar de seguir um utilizador. Os Tweets deixamde ser exibidos na Timeline e de figurar na lista BLOCKBloquear utilizador. O utilizador deixará de seguiros Tweets e de aparecer na lista de Followers
  52. 52. ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER HASHTAG #Uma forma desenvolvida pela comunidade Twitterpara etiquetar, agrupar e localizar tweets.Os hashtags podem ser usados em qualquer pontodo tweet. #biblioteca
  53. 53. ALGUNS CONCEITOS DO TWITTER LISTSDesde Novembro de 2009 é possível criar listas noTwitter, para organizar os utilizadores que seseguem, ou mesmo para se acompanharutilizadores que não se seguem Cada utente pode ter até 20 listas As listas podem ser públicas ou privadas Os utentes podem Follow/Unfollow listas de mesma forma que contas individuais Como mencionar uma lista: @<nomeutilizador>/<nomedalista>
  54. 54. EXEMPLO DE FUNCIONAMENTO http://twitter.com/#!/bibliotecasUM
  55. 55. FLICKR
  56. 56. FLICKR O Flickr é um sistema de alojamento e partilha de fotografias. Este serviço permite que qualquer utilizador registado possa guardar, organizar e partilhar as suas fotografias na Internet. Este serviço foi criado em 2002 por uma equipa de desenvolvimento canadiana e foi adquirido pela Yahoo em 2003. http://www.flickr.com/
  57. 57. FUNCIONALIDADES Envio de fotos (100mb / Mês) Edição de foto Descrição de foto Georeferênciação  http://www.flickr.com/map Permite a criação de grupos Criação de Albuns
  58. 58. EXEMPLO PRÁTICO BM Figueiró dos Vinhoshttp://www.flickr.com/photos/bmfigueirodosvinhos Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbekianhttp://www.flickr.com/photos/biblarte/
  59. 59. LIBRARY THINGhttp://pt.librarything.com
  60. 60. LIBRARY THING O LibraryThing – www.librarything.com - é um serviço e uma rede social para catalogação de livros. A ideia que esteve por trás da sua criação foi a de que as pessoas “normais” poderiam querer catalogar as suas bibliotecas pessoais, torná-las acessíveis, partilhá-las e discuti-las com outros. O LibraryThing foi apresentado em Março 2006, e no final de 2009 contava com quase um milhão de membros registados, com cerca de 47 milhões de livros catalogados, e mais 6.000 grupos.
  61. 61. LIBRARY THING Para além dos dados bibliográficos registados pelos seus membros, o LibraryThing obtém informação sobre livros de várias outras fontes como a Amazon e várias centenas de bibliotecas. Os utilizadores do LibraryThing podem ser pessoas ou organizações. Os utilizadores podem pesquisar e adicionar livros, atribuir-lhes uma avaliação de qualidade, associar- lhes etiquetas ou escrever recensões e comentários, editar a informação de livros já registados, criar colecções e até imprimir uma cópia do seu catálogo.
  62. 62. LIBRARY THING Dois tipos de contas no LibraryThing.  Contas gratuitas, que limitam a dimensão das bibliotecas a 200 livros  Contas com pagamento que não impõem qualquer limitação ao número de livros que podem ser catalogados.  O custo dessas contas é o mesmo para utentes individuais ou organizacionais: 10 USD por ano, ou 25 USD para utilização perpétua.
  63. 63. LIBRARY THING Existemvários métodos para adicionar livros a uma biblioteca de um utilizador:  pesquisa por código de barras (que pode ser digitado, ou introduzido através de um leitor de código de barras), título, autor, em bibliotecas ou na Amazon;  importação em lote utilizando a funcionalidade Universal Import que permite inserir listas de livros a partir de ficheiros (de texto, Excel, etc.), das Wishlists da Amazon, e outras fontes;  os utilizadores podem acrescentar livros às suas bibliotecas a partir das obras catalogados pelos outros membros.
  64. 64. LIBRARY THINGO LibraryThing possui uma base de mais de um milhão de capas de livros, que podem ser associados aos livros catalogados pelos seus membros. Essa utilização pode ser realizada porque o LibraryThing disponibiliza vários APIs (Application Programming Interface) que permitem a utilização dos seus dados por serviços e sites externos.
  65. 65. LIBRARY THING E AS BIBLIOTECAS Várias utilizações possíveis:  Utilização simples com conta normal  LibraryThing for Libraries  Disponibilização do catálogo da biblioteca para o LibraryThing
  66. 66. LIBRARYTHING SHELFBROWSE
  67. 67. RECURSOS ADICIONAIS Breve introdução http://www.librarything.com/quickstart.php Adicionar livros http://www.librarything.com/addbooks Grupos no LibraryThing http://www.librarything.com/groups Ajuda e FAQS http://www.librarything.com/wiki/index.php/Help_and_FAQ
  68. 68. EXEMPLO DE FUNCIONAMENTO Exemplos de bibliotecas usando o LTFL http://www.librarything.com/wiki/index.php/LTF L:Libraries_using_LibraryThing_for_Libraries
  69. 69. FACEBOOK
  70. 70. FACEBOOK - CONCEITO Rede Social como muitas outras… mas  Com uma novidade “plataforma Facebook” (http://www.facebook.com/platform_tour.php) que permite ao utilizador criar novas funcionalidades e adicioná-las ao seu perfil, tornando-o mais rico em conteúdos interactivos.  Esta novidade permite, através da consulta do directório de aplicações http://www.facebook.com/apps/ a activação e a utilização de novas funcionalidades no Facebook
  71. 71. FACEBOOK - HISTÓRIA Iniciou-se no início de 2004 por Mark Zuckerberg, um ex-estudante da Universidade de Harvard. Inicialmente apenas disponível para estudantes e o seu acesso foi progressivamente aberto a outros públicos. Em início de 2006, o sistema ficou disponível para outras escolas e algumas empresas mas no final desse mesmo ano acabou por ficar aberto a todos os utilizadores.
  72. 72. FACEBOOK - CONCEITO Cada utilizador tem um perfil  Aplicações próprias  Amigos  Notícias  Links  Fotos  (….)
  73. 73. FACEBOOK - CONCEITO O conceito do perfil pessoal baseia-se num mural onde cada utilizador pode escrever mensagens, partilhar links, fotos, etc… É possível ver as actualizações dos murais dos vários amigos e estar sempre em cima do acontecimento.
  74. 74. FACEBOOK – PÁGINAS E GRUPOS Grupos  Se achar útil juntar outras pessoas para discutirem um mesmo assunto, pode criar grupos e convidar outras pessoas a participar. (conceito de clube)  BE (espanha) - http://www.facebook.com/group.php?gid=5681214115 8&ref=search&sid=1338827198.3537037966..1  http://www.facebook.com/group.php?gid=2212848798 Páginas  As páginas do Facebook são outra forma de divulgar informação, contudo menos interactiva que os grupos. Adequadas para divulgar produtos ou eventos.
  75. 75. HTTP://PT-PT.FACEBOOK.COM/HELP/
  76. 76. MAIS INFOS SOBRE FACEBOOK Estatísticas FACEBOOK http://www.checkfacebook.com/ Manual http://mashable.com/guidebook/facebook/
  77. 77. EXEMPLOS PRÁTICOS Biblioteca Pública de Évora http://www.facebook.com/BPEVORA Bibliotecas UA http://www.facebook.com/pages/Bibliotecas-da- Universidade-de-Aveiro/140893472631456 The Commons http://www.flickr.com/commons/institutions/
  78. 78. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS
  79. 79. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS Devido à multiplicidade de sistemas é necessário agrupar / rentabilizar os conteúdos Vários serviços = várias formas de distribuição de informação Quantas mais formas usar, mais divulgação fará!
  80. 80. AS FORMAS DE INTEGRAÇÃO Podem ser feitas através de serviços na web (sites) Podem ser através de programas instalados no computador (software) Implica um processo:  Fonte de informação » Processamento » Distribuição
  81. 81. ANÁLISE DE 2 FERRAMENTAS Tweetdeck - http://www.tweetdeck.com/  É uma aplicação que lhe permite enviar mensagens do seu computador directamente para o twitter, Facebook, LinkedIN e MySpace. Permite-lhe aceder num só local a todas as informações dos vários sistemas Twitterfeed - http://twitterfeed.com/  Este serviço permite-lhe encaminhar automaticamente a informação do seu blogue através do RSS para outros sistemas como o Twitter e o Facebook. Além disso, permite-lhe aceder a estatísticas sobre quantas vezes um determinado conteúdo foi acedido.
  82. 82. DEMO TWEETDECK
  83. 83. EXEMPLO Blog Site 1 Site 2
  84. 84. EXEMPLO DO CONGRESSO BAD http://www.congressobad.net/blog/ Blog Youtube Twitter Flickr Email
  85. 85. OUTRO EXEMPLO COM MASHUP Netvibes.com  http://www.netvibes.com/bibliotecasua#BibliotecasUA Agrega notícias / feeds / informação
  86. 86. OUTROS SISTEMAS Ping.fm - http://ping.fm/  Serviço gratuito para actualização do Twitter, Facebook, Delicious, etc…
  87. 87. CONCLUSÃO
  88. 88. gerar conteúdos relevantesDavid Álvarez, Mi PLE - http://e-aprendizaje.es/2010/03/09/mi-ple
  89. 89. serviços em diferentes canaisMartin Weller - My personal work/leisure/learning environmenthttp://nogoodreason.typepad.co.uk/no_good_reason/2007/12/my-personal-wor.html
  90. 90. úteis onde o utilizador está Alec Couros, PhD Thesis illustration, the Networked Teacher - http://educationaltechnology.ca/couros/580
  91. 91. com integração dos recursosIsmael Peña-López, Mapping the PLE sphere - http://ictlogy.net/20100715-mapping-the-ple-sphere/
  92. 92. construção de comunidades onlineKatherine Pisana - My PLE and 3 Sub PLEs oriented towards specific learning networks
  93. 93. fontes de informação relevantes Paulo Simões - Twitter - the Heart of a #PLE
  94. 94. MUDANÇA• WEB 2.0 E WEB SOCIAL• MEDIA EMERGENTES E PARTICIPATIVOS• BIBLIOTECA 2.0OPORTUNIDADES• MAIS VISIBILIDADE• MAIOR RELEVÂNCIA• ACÇÃO INOVADORACONTEÚDOS E SERVIÇOS• RELEVANTES E ÚTEIS• INCORPORADOS NOS SISTEMAS• UTILIZANDO TECNOLOGIAS EMERGENTESESTRATÉGIA• ACÇÃO ESTRATÉGICA• BOAS PRÁTICAS• AVALIAÇÃO E MONITORIZAÇÃO
  95. 95. QUESTÕES
  96. 96. MUITO OBRIGADO!jcarvalho@sdum.uminho.pt

×