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Revisão bahiana 2ª etapa

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Revisão Bahiana - 2ª

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Revisão bahiana 2ª etapa

  1. 1. Escola Bahiana de Medicina Prof. Emanuel Revisã o .2ª Etapa - Biologia
  2. 2. Regulação da homeostasiaProf. Emanuel Sinais químicos Via corrente sanguínea Resposta lenta e de longa duração Sinais elétricos Via neurônio (nervos) Resposta rápida e de curta duração Endócrino Nervoso
  3. 3. Regulação da homeostasiaProf. Emanuel  Hormônios – São sinais químicos produzidos por células especializadas e que regulam outras células do mesmo organismo
  4. 4. Regulação da homeostasiaProf. Emanuel  Feromônios - São substâncias químicas usadas na comunicação entre indivíduos da mesma espécie.
  5. 5. Sinalização celular Prof. Emanuel b) Parácrina: a secreção é liberada no espaço extracelular e se difunde para células vizinhas a) Autócrinos: a secreção se liga a receptores de superfície da própria célula que a liberou. HORMÔNIO
  6. 6. Sinalização celular Prof. Emanuel c) Endócrina: o hormônio é liberado no sangue e se atinge células a distância
  7. 7. Sinalização celular Prof. Emanuel
  8. 8. Sinalização celular Prof. Emanuel
  9. 9. Tipos de hormôniosProf. Emanuel Esteróides Lipofílicos Peptídicos Hidrofílicos
  10. 10. Tipos de hormôniosProf. Emanuel
  11. 11. Seletividade da membranaProf. Emanuel A matriz lipídica possui alta afinidade por compostos pequenos, sem carga elétrica e apolares (lipossolúveis)
  12. 12. Seletividade da membranaProf. Emanuel
  13. 13. Seletividade da membranaProf. Emanuel
  14. 14. Hormônio X ReceptorProf. Emanuel a) Hormônios hidrofílicos ( peptídicos e polares) • Não necessitam de transportadores sanguíneos • Receptor localizado na plasmalema da célula alvo • Ocorre a transferência do sinal e a ativação do 2º mensageiro • Ex. Insulina, Glucagon
  15. 15. Hormônio X ReceptorProf. Emanuel b) Hormônios lipofílicos ( esteróides e apolares) • Necessitam de transportadores sanguíneos • Receptor intracelular (citoplasma ou núcleo) • Ex. Esteróides e tireoidianos
  16. 16. Difusões Prof. Emanuel
  17. 17. Osmose e afogamentoProf. Emanuel
  18. 18. Osmose e afogamentoProf. Emanuel
  19. 19. Osmose reversa Prof. Emanuel  É a inversão no sentido da osmose, mediante aplicação de uma pressão elevada sobre a solução hipertônica  Aplicação: a) Purificação e tratamento da água b) Dessalinização
  20. 20. Cotransporte Prof. Emanuel  É o transporte conjunto de dois compostos (íons/moléculas) através da membrana.  Ambos no mesmo sentido - SIMPORTE.  Sentidos opostos - ANTIPORTE. Cotransporte Molécula transportada Íon cotransportado Uniporte Simporte Antiporte Íon cotransportado Matriz lipídica
  21. 21. Transportes por proteínasProf. Emanuel
  22. 22. Interação gênica (polimeria)Prof. Emanuel • Genes não alelos interagem condicionando o mesmo caráter
  23. 23. Herança aditiva ou multifatorialProf. Emanuel • O fenótipo varia gradualmente de acordo com o número de genes efetivos • Entre os fenótipos extremos existem fenótipos intermediários • Ex. Cor da pele humana, produção de leite, tamanho dos frutos, cor dos olhos
  24. 24. Herança aditiva ou multifatorialProf. Emanuel Fenótipo Número de genes efetivos Genótipo Branco 0 aabb Mulato Claro 01 Aabb ou aaBb Mulato Médio 02 AAbb,aaBB,AaBb Mulato Escuro 03 AABb ou AaBB Negro 04 AABB
  25. 25. Herança aditiva ou multifatorialProf. Emanuel
  26. 26. Herança aditiva ou multifatorialProf. Emanuel AB Ab AB aB aB Ab ab ab AABB aabb AABb AaBB AaBb AABb AAbb AaBb Aabb AaBB AaBb aaBB aaBb AaBb Aabb aaBb Brancos : 1/16 Mulato claro : 4/16 Mulato médio : 6/16 Mulato escuro : 4/16 Negros: 1/16
  27. 27. Alimentos X EnergiaProf. Emanuel
  28. 28. Processos exergônicosProf. Emanuel
  29. 29. Alimentos X EnergiaProf. Emanuel
  30. 30. Processos exergônicosProf. Emanuel
  31. 31. Tecido muscular LisoProf. Emanuel Fibras pequenas, fusiformes e mononucleadas Contração fraca, lenta e involuntária Sem estrias transversais Encontrado nos vasos e nas vísceras
  32. 32. Tecido muscular estriado cardíacoProf. Emanuel Fibras cilíndricas, mononucleadas com estrias transversais Presença de anastomoses Altamente diferenciado Contração forte,rápida e involutária. Controlado pelo SNA e pelo nó sinoatrial
  33. 33. Tecido muscular estriado esquelético Prof. Emanuel Fibras cilíndricas,longas, multinucleadas e com estrias transversais Contração forte,rápida e voluntária Células ricas em retículo sarcoplasmático Possui reserva de glicogênio
  34. 34. Prof. Emanuel Suas extremidades são geralmente afiladas e terminam num cordão fibroso resistente (tendão) Controlado pelo S.N.C Tecido muscular estriado esquelético Prof. Emanuel
  35. 35. Tipos de fibras Prof. Emanuel
  36. 36. Tipos de fibras Prof. Emanuel
  37. 37. Estrutura das proteínas Primária Secundária Terciária Quaternária Linear Helicoidal Globosa Alta complexidade Complexidade e estabilidade
  38. 38. Ação Temperatura/pH Temperatura ótima Desnaturação Desnaturação enzimática
  39. 39. Resposta imune Prof. Emanuel
  40. 40. A GLIA e suas funçõesProf. Emanuel 1 – Oligodendrócito 2 – Axônio 3 – Corpo celular 4 – Milelina 5 - Micróglia 6 – Astrócito 7 – Fenda sináptica 8 - Vaso
  41. 41. Astrócitos BHE A GLIA e suas funçõesProf. Emanuel
  42. 42. Barreira hematoencefálicaProf. Emanuel
  43. 43. Neurônio Prof. Emanuel AxônioPericárioDendrito Impulso nervoso unidirecional
  44. 44. Sinapse Química Com neurotransmissor Sinapse Elétrica Sinapses Prof. Emanuel Sem neurotransmissor
  45. 45. • Comunicação intercelular • Ex. Sinapses elétricas Junção GAP ou nexusProf. Emanuel
  46. 46. Placa motora ou junção neuro muscular Sinapse química Prof. Emanuel Acetilcolina
  47. 47. Potencial de repouso Polarização Potencial de ação Despolarização Difusão facilitada Potencial de repouso Repolarização Bomba de íons
  48. 48. Encéfalo M edula
  49. 49. Medula espinhal Neurônio associativo Nervo sensorial (aferente) Terminação sensitiva Nervo motor (eferente) Órgão efetuador 1 2 3 4 5 Raiz dorsal (sentitiva) Raiz ventral (motora) Arco reflexo Prof. Emanuel
  50. 50. Reflexo mono sináptico Reflexo poli sináptico Sem neurônio associativo Com neurônio associativo Arco reflexo Prof. Emanuel
  51. 51. Ciclo ovariano Prof. Emanuel
  52. 52. Ciclo ovariano Prof. Emanuel  Fase Menstrual: Descamação do endométrio (1º ao 5º dia)  Fase Estrogênica: Secreção de estrógeno pelo folículo ovariano, que se encontra em maturação. (5º ao 14º dia)  Fase Progesterônica: Ocorre a ovulação. Fase de intensa ação do corpo lúteo. (14º ao 26º dia)  Fase Isquêmica: A camada superficial do endométrio perde seu suprimento sanguíneo normal e a mulher está prestes a menstruar. Pode ser acompanhada por dor de cabeça, dor nas mamas, irritabilidade e insônia (TPM). (26º ao 28º dia)
  53. 53. Ciclo ovariano Prof. Emanuel
  54. 54. Após a ovulação Prof. Emanuel
  55. 55. Após a ovulação Prof. Emanuel
  56. 56. Genética de populaçõesProf. Emanuel  É a ciência que estuda as frequências gênicas, genotípicas e fenotípicas nas populações e as forças capazes de alterá las‐ ao longo das gerações. Gene pool Conjunto de genes de uma população  Associada a Teoria sintética da evolução (Sec. XX)
  57. 57. Genética de populaçõesProf. Emanuel Teorema de Hardy e Weinberg “ Numa população em equilíbrio genético a frequência e a distribuição dos genes tende a permanecer constante ”
  58. 58. Genética de populaçõesProf. Emanuel Com seleção naturalSem seleção natural Com mutaçãoSem mutação Com migraçãoSem migração Pequena populaçãoGrande população Cruzamentos endogâmicosCruzamentos sem endogamia Cruzamentos preferenciais Cruzamentos não preferenciais (panmixia) Altera o gene poolNão altera o gene pool POPULAÇÃO EM EVOLUÇÃO POPULAÇÃO EM EQUILÍBRIO GENÉTICO
  59. 59. Genética de populaçõesProf. Emanuel Mudanças nas freqüências alélicas e/ou freqüências genotípicas através do tempo • mutação • migração • seleção natural • deriva genética Fatores evolutivos
  60. 60. Genética de populaçõesProf. Emanuel • mutação • migração • seleção natural • deriva genética Mudanças no DNA • Cria novos alelos • Fonte primária da variação genética
  61. 61. Genética de populaçõesProf. Emanuel • mutação • migração • seleção natural • deriva genética Movimento de indivíduos entre populações • Introduz novos alelos “Fluxo gênico”
  62. 62. Genética de populaçõesProf. Emanuel • mutação • migração • seleção natural • deriva genética Certos genótipos deixam mais descendentes • Sobrevivência e reprodução diferenciais • Leva a adaptação
  63. 63. Genética de populaçõesProf. Emanuel • mutação • migração • seleção natural • deriva genética Alteração causal na frequência gênica. Sem valor adaptativo
  64. 64. Vasos sanguíneos Vasos linfáticos Monossacarídeos Aminoácidos e hidrossolúveis Glicerol e ácidos graxos lipossolúveis Absorção de nutrientesProf. Emanuel
  65. 65. Alto IG Baixo IG Potencial do alimento de aumentar a glicemia Índice glicêmica Prof. Emanuel
  66. 66. Hipolactasia Intolerância ≠ Alergia Intolerância a lactoseProf. Emanuel
  67. 67. Glúten é uma proteína que se encontra na semente de muitos cereais combinada com o amido A doença celíaca (enteropatia glúten-induzida). Glúten e os celíacosProf. Emanuel
  68. 68. • São alterações na estrutura ou no número dos cromossomos (citogenética) • São identificadas pela cariotipagem A mutações numéricas relacionam-se com erros de divisão (não disjunção) Mutações cromossômicasProf. Emanuel
  69. 69. Mutações cromossômicasProf. Emanuel
  70. 70. Mutações cromossômicasProf. Emanuel
  71. 71.  Euploidias – Alterações que envolvem genomas inteiros. Mutações cromossômicas Letais
  72. 72.  Aneuploidias – Alterações em apenas alguns cromossomos (não afetam todo o genoma) a) Nulissomia (2n - 2)  44 cromossomos. b) Monossomia (2n - 1)  45 cromossomos. c) Trissomia (2n + 1)  47 cromossomos. d) Tetrassomia (2n + 2)  48 cromossomos Mutações cromossômicas

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