A Europa

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A Europa

  1. 1. Escola Secundária de Alcanena Filosofia – 11ºAno Ano Lectivo 2007-08 Profª Elvira Sequeira
  2. 2. <ul><li>Proposta a 9 de Maio de 1950 por Robert Schuman, ministro dos Negócios Estrangeiros, visando a constituição de um mercado comum em dois importantes ramos de produção (carvão e aço). </li></ul><ul><li>Fundada pela Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo em Abril de 1951. </li></ul>Comunidade Europeia do Carvão e do Aço - CECA Fig.1 Robert Schuman
  3. 3. <ul><li>Instituída a 25 de Março de 1957, aquando do Tratado de Roma, juntamente com a Comunidade Europeia de Energia Atómica (CEFA ou EURATOM). </li></ul><ul><li>O primeiro alargamento da Europa deu-se em 1 de Janeiro de 1973 (Reino Unido, Irlanda e Dinamarca). Em 1981, foi a vez da Grécia aderir à União Europeia e, em 1986 de Portugal e Espanha. </li></ul>Comunidade Económica Europeia - CEE
  4. 4. <ul><li>Já concluída a união aduaneira, em 1986, foi assinado o Acto Único Europeu, que fixou como grande objectivo a construção do Mercado Único Europeu, até final de 1992. </li></ul><ul><li>Em 1 de Janeiro de 1993 as quatro liberdades, nomeadamente a livre circulação de bens, de pessoas, capitais e serviços eram, já, uma realidade. </li></ul>Comunidade Económica Europeia - CEE
  5. 5. <ul><li>Assinado em 1992, em Maastricht, o Tratado da UE veio transformar uma comunidade, essencialmente, económica numa união política. </li></ul><ul><li>Definiu-se, assim, o conceito de cidadania europeia, onde os cidadãos da União têm: </li></ul><ul><ul><li>Direito de voto e de elegibilidade nas eleições autárquicas e europeias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Direito de circulação e permanência em todo o território da União; </li></ul></ul><ul><ul><li>Protecção diplomática nos países terceiros por parte das embaixadas e consulados de todos os Estados-Membros; </li></ul></ul><ul><ul><li>Direito de petição perante o Parlamento Europeu. </li></ul></ul>União Europeia - UE
  6. 6. <ul><li>Criada a partir do Tratado de Maastritch. </li></ul><ul><li>Traduziu-se num processo progressivo de integração económica, que levou à adopção de uma moeda única no espaço comunitário e à definição e execução de uma política monetária comum, a cargo de uma nova instituição, o Banco Central Europeu. </li></ul><ul><li>O euro é, então, adoptado como moeda única em 1999, entrando em circulação em 2002 nos países da UEM. </li></ul>União Económica e Monetária - UEM
  7. 7. <ul><li>Para garantir a sua integração na UEM, cada Estado-membro tem que obedecer aos seguintes critérios de convergência: </li></ul><ul><ul><li>Estabilidade dos preços: a taxa de inflação não poderá ultrapassar, em mais de 1,5% a média dos três Estados com a inflação mais baixa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Taxas de juro: as taxas de juro a longo prazo não poderão exceder, em mais de 2% as verificadas nos Estados com a inflação mais baixa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Défices: o défice orçamental não poderá ultrapassar 3% do PIB; a dívida pública não poderá exceder 60% do PIB; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estabilidade monetária: as taxas de câmbio deverão ter-se mantido na margem da flutuação autorizada durante os dois anos anteriores, não se tendo desvalorizado ou valorizado relativamente à de outro Estado-membro. </li></ul></ul>Para qualquer país entrar na UEM…
  8. 8. <ul><li>Já quando os países se encontram integrados na UEM vêm-se obrigados a respeitar o Pacto de Estabilidade e Crescimento. </li></ul><ul><li>Visa obter orçamentos nacionais equilibrados, de forma a contribuir para a manutenção da taxa de juro num nível mais baixo e para um menor endividamento dos Estados, condições indispensáveis à estabilidade dos preços e à solidez das finanças públicas. </li></ul><ul><li>O PAC impôs o limite de 3% do PIB para o défice orçamental dos Estados. </li></ul>Pacto de Estabilidade e Crescimento - PAC
  9. 9. <ul><li>Para qualquer país aderir à UE deve respeitar os seguintes valores: </li></ul><ul><ul><li>Viabilidade Económica </li></ul></ul><ul><ul><li>Democracia </li></ul></ul><ul><ul><li>Estado de Direito </li></ul></ul><ul><ul><li>Respeito pelos Direitos Humanos </li></ul></ul>Condições de acesso à UE
  10. 10. <ul><li>O fabrico de artigos de baixo valor acrescentado, como os têxteis ou o calçado, deixou de ser competitivo; </li></ul><ul><li>O crédito tornou-se mais barato, provocando o aumento do consumo interno, fazendo subir o endividamento das famílias; </li></ul><ul><li>As importações começaram a crescer mais do que as exportações; </li></ul><ul><li>O PIB (Produto Interno Bruto) que até 1998 crescia a uma media de 5% ao ano, baixou para 0% em 2005; </li></ul>Sabias que?...
  11. 11. <ul><li>O desemprego que em 1998 estava nos 5%, subiu para 8% em 2005; </li></ul><ul><li>A dívida pública que era 55% do PIB subiu para 64%; </li></ul><ul><li>O rendimento “per capita” (por trabalhador activo), que em 1998 era 71% da média europeia, desceu para 66% em 2005. </li></ul><ul><li>O alargamento da União Europeia, fez disparar a concorrência interna, agravada com o impacto da globalização. As consequências deste processo, a partir de 2002, tornaram-se catastróficas, originando a estagnação económica (falta de investimentos públicos e privados), o encerramento de muitas empresas, o aumento do desemprego etc. </li></ul>Sabias que?...
  12. 12. FIM! <ul><li>Trabalho elaborado por: </li></ul><ul><ul><li>Madalena Amaral </li></ul></ul><ul><ul><li>Ricardo Reis </li></ul></ul>

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