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HISTÓRIA DO 
DESIGN GRÁFICO 
Prof. Ms. Elizeu N. Silva
Opondo-se ao radicalismo dos paulistas do grupo Ruptura, 
que por meio da abstração geométrica renegava totalmente 
a infl...
O grupo de São Paulo propunha, em manifesto, “a 
renovação dos valores essenciais das artes visuais” por 
meio da pesquisa...
O Grupo Frente, do Rio de Janeiro, opõe-se aos paulistas 
do Ruptura. De partida, rejeitavam o dogmatismo dos 
paulistas e...
O grupo adota construções poéticas, num cruzamento 
entre forma e poesia. 
Hélio Oiticica realiza pinturas monocromáticas,...
Lygia Clark caminha na 
direção da não-representação 
e da 
superação do suporte. 
Propõe uma criação da obra 
compartilha...
Arte sensorial de Lygia Clark
Parangolés de Hélio Oiticica
Aula 07   história do design gráfico
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Aula 07 história do design gráfico

História do Design Gráfico.

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Aula 07 história do design gráfico

  1. 1. HISTÓRIA DO DESIGN GRÁFICO Prof. Ms. Elizeu N. Silva
  2. 2. Opondo-se ao radicalismo dos paulistas do grupo Ruptura, que por meio da abstração geométrica renegava totalmente a influência da subjetividade do artista sobre a obra. Produziam sob a racionalidade geométrica, a arte de forma pura baseada na abstração e não contaminada pelas emoções. Pretendia-se rediscutir a linguagem plástica moderna adotada nas artes em geral. Promovem uma aproximação entre a pintura e a escultura, a arquitetura e os relevos, baseados em pesquisas sobre percepção visual, gestalt e a defesa da integração da arte na sociedade.
  3. 3. O grupo de São Paulo propunha, em manifesto, “a renovação dos valores essenciais das artes visuais” por meio da pesquisa geométrica, aproximando trabalho artístico e produção industrial. Afasta da arte todo caráter lírico e simbólico. A arte não tem outra significação se não ela própria. A Arte Concreta chega ao Rio de Janeiro em 1954 com a formação do Grupo Frente, que tinham Mário Pedrosa e Ferreira Gullar como principais referências teóricas. O grupo carioca procura novas experimentações na estética concretista, contudo, mantendo a fidelidade quanto ao geometrismo não figurativo.
  4. 4. O Grupo Frente, do Rio de Janeiro, opõe-se aos paulistas do Ruptura. De partida, rejeitavam o dogmatismo dos paulistas e acreditavam na missão social da arte. Sentiam a necessidade de educar o homem para que este pudesse aproveitar plenamente a arte, adotou a linguagem geométrica como um meio para promover experiências e indagações estéticas. O grupo não tem um estilo único. Antes, tem como fator de união apenas a rejeição à pintura figurativa e nacionalista do modernismo brasileiro. De modo geral, adotam o minimalismo e a abstração geométrica como linguagens.
  5. 5. O grupo adota construções poéticas, num cruzamento entre forma e poesia. Hélio Oiticica realiza pinturas monocromáticas, com reflexões poéticas, referências, fundamentos, posições críticas.
  6. 6. Lygia Clark caminha na direção da não-representação e da superação do suporte. Propõe uma criação da obra compartilhada entre o artista e o espectador, desmistificando a arte e o artista e desalienando o espectador. Procura integrar o corpo à arte. Lygia Clark com a Máscara Abismo
  7. 7. Arte sensorial de Lygia Clark
  8. 8. Parangolés de Hélio Oiticica

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