Design Sistemas Centrado Usuario

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Parte do conteúdo educacional compartilhado com os alunos de pós-graduação da FAINC - Santo André - 2009, sobre mediação da informação.

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Design Sistemas Centrado Usuario

  1. 1. Elisabeth Adriana Dudziak 2009 Mediação da Informação Design de Sistemas Centrado no Usuário
  2. 2. Princípios fundamentais da mediação <ul><li>Imparcialidade do Mediador – O mediador é, um terceiro imparcial porque não defende, representa ou aconselha nenhuma das partes. </li></ul><ul><li>Confidencialidade – Aquilo que é discutido ou trabalhado no âmbito de uma Mediação não sai desse âmbito. </li></ul><ul><li>Autonomia da vontade das partes –A Mediação é portanto um processo voluntário e a responsabilidade das decisões tomadas no decorrer da mesma cabe aos mediados. </li></ul><ul><li>Cooperação entre as partes – Os mediados são responsáveis por trabalharem em conjunto. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Possibilita o efetivo desenvolvimento pessoal, uma vez que são as partes que criam responsavelmente a solução para o problema. </li></ul>Vantagem da mediação
  4. 4. <ul><li>Promove o respeito </li></ul><ul><li>Investiga os reais interesses e desejos dos mediados </li></ul><ul><li>Investiga para auxiliar a que os mediados descubram quais são os reais conflitos </li></ul><ul><li>Orienta os mediados para que procurem informações corretas sobre o que vão decidir </li></ul><ul><li>Intervém para que os mediados assumam juntos a responsabilidade de resolver as questões que ali os levaram </li></ul>O mediador
  5. 5. O mediador <ul><li>Incentiva a criatividade dos mediados na busca de soluções </li></ul><ul><li>Auxilia na análise de cada uma das opções de solução criadas para ver qual ou quais satisfazem os interesses dos mediados </li></ul><ul><li>Auxilia na construção de um acordo final no sentido de garantir a sua exequibilidade, durabilidade e aceitabilidade para as partes </li></ul>
  6. 6. Início da Mediação Troca de Informações Negociação Consensos e Conclusão
  7. 7. Mediação e os Sistemas de Informação <ul><li>Sistemas – Organização – pessoas </li></ul><ul><li>Pessoas – pessoas </li></ul><ul><li>Pessoas – computador – sistemas </li></ul>
  8. 8. O que é design? <ul><li>design. (dizain) [Ingl.] S. m. 1. Concepção de um projeto ou modelo; planejamento. 2. O produto deste planejamento. </li></ul><ul><li>design , segundo o Oxford English Dictionary. “[design é] um plano ou esquema concebido na mente, com o intuito de ser posteriormente executado”. </li></ul>
  9. 9. Design de sistemas em Bibliotecas
  10. 13. Mediação de sistemas
  11. 14. Design de bibliotecas <ul><li>- Acessibilidade Comunicacional. Não deve haver barreiras na comunicação interpessoal, escrita e virtual; </li></ul><ul><li>- Acessibilidade Metodológica. Não deve haver barreiras nos métodos e técnicas de estudo, de trabalho, de ação comunitária e de educação dos filhos; </li></ul><ul><li>- Acessibilidade Instrumental. Não deve haver barreiras nos instrumentos, utensílios e ferramentas de estudo, de trabalho e de lazer ou recreação; </li></ul><ul><li>- Acessibilidade Programática. Não deve haver barreiras invisíveis embutidas em políticas públicas e normas ou regulamentos; </li></ul><ul><li>- Acessibilidade Atitudinal. Não deve haver preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. </li></ul><ul><li>Fonte:acessibilidade, 2006. </li></ul>
  12. 15.                                                                                                                                                                                                                                                  
  13. 17. <ul><li>Design físico </li></ul><ul><ul><li>Urbano </li></ul></ul><ul><ul><li>Arquitetônico </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Acessos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sinalização </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Iluminação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pavimentos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Acervo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Banheiros </li></ul></ul></ul><ul><li>Tecnologias assistivas </li></ul><ul><ul><li>bengalas, lupas, rugosidades nos pavimentos, contrastes, ampliadores de tela, Braile, Libras, etc. </li></ul></ul><ul><li>Design digital </li></ul><ul><ul><li>Mobiliário e Computadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Webdesign </li></ul></ul><ul><ul><li>Leitores de tela e síntese de voz (dosvox, virtual vision, etc). </li></ul></ul>
  14. 21. 3 Tipos de design <ul><li>1. Centrado no sistema – </li></ul><ul><ul><li>Focado em seus componentes e na tecnologia </li></ul></ul><ul><ul><li>Garante que as partes funcionam </li></ul></ul><ul><ul><li>O design é feito com base em modelos que historicamente “deram certo” </li></ul></ul><ul><ul><li>O projetista imagina e projeta respostas </li></ul></ul><ul><li>2. Centrado nas atividades – </li></ul><ul><ul><li>Focado nos processos </li></ul></ul><ul><ul><li>O projetista imagina os processos, cria ferramentas e respostas </li></ul></ul><ul><ul><li>Os usuários procuram se adaptar </li></ul></ul><ul><li>3. Centrado no usuário – </li></ul><ul><ul><li>Focado nas pessoas, suas necessidades e metas </li></ul></ul><ul><ul><li>Os usuários guiam o design </li></ul></ul><ul><ul><li>O projetista identifica e traduz as necessidades dos usuários, a partir deles. </li></ul></ul>
  15. 22. Design - 3 pontos de vista <ul><li>1) Ponto de vista da Tecnologia </li></ul><ul><li>Quando um produto parte da descoberta ou desenvolvimento de uma tecnologia nova . É o caso da maioria das empresas de tecnologia, que investem em um novo produto a partir da tecnologia desenvolvida. Ex.: Celulares e Indústria de Jogos. </li></ul><ul><li>2) Ponto de vista das Atividades </li></ul><ul><li>Quando um produto é pensado para suportar uma atividade já realizada pelas pessoas antes da tecnologia específica. Exemplo: Softwares de comunicação instânea, como Skype e MSN. Estes sistemas possibilitaram que as pessoas realizassem a mesma atividade de comunicação de uma outra forma. Nesses casos as pessoas é que se adaptam às atividades. </li></ul><ul><li>3) Ponto de vista das Pessoas </li></ul><ul><li>Quando um produto é pensado através do estudo das necessidades e características das pessoas. É neste cenário que se encontra o Design centrado no usuário: significa entender necessidades reais das pessoas para projetar produtos, experiências e serviços mais adequados a elas. </li></ul><ul><li>Fonte: Karen Drummond. </li></ul>
  16. 23. &quot;O homem razoável adapta-se ao mundo; o homem não razoável persiste em tentar adaptar o mundo a ele próprio. Por isso, todo o progresso depende do homem não razoável.&quot; George Bernard Shaw (1856-1950)
  17. 24. Design de Sistemas Centrado no Usuário <ul><li>Descobrir: </li></ul><ul><li>necessidades dos usuário , que podem ser conscientes ou inconscientes. Nem sempre se descobre perguntando. </li></ul><ul><li>características físicas dos usuários . (Que sejam relevantes ao projeto) </li></ul><ul><li>estilo de aprendizado . Com qual tecnologia ou estilo de interação os usuários estão mais acostumados? </li></ul><ul><li>o que querem alcançar? Pensar nos objetivos das pessoas. </li></ul><ul><li>como realizam as tarefas ? </li></ul><ul><li>como aumentar a produtividade deles. </li></ul><ul><li>medir o padrão de qualidade deles. Qual a expectativa de qualidade. Qual o padrão de qualidade ? </li></ul>
  18. 25. Design de interação <ul><li>“ Design de interação é um campo ou metodologia criada para se projetar e produzir esperiências interativas e lida com o fluxo da experiência dos usuários, clientes, público ou participantes.” Nathan Shedroff, 1999 </li></ul><ul><li>“ Design de interação define a estrutura e o comportamento de produtos e serviços interativos e suas interações com usuários.” Interaction Design Association, 2004 </li></ul>
  19. 26. Em busca da superação de modelos de atuação bibliotecária <ul><li>Your Life Work The Librarian http://www.youtube.com/watch?v=smrrZpbvI20 </li></ul>
  20. 27. Mediando a tecnologia <ul><li>Assista ao vídeo ao lado para compreender um pouco mais sobre o que estamos falando. </li></ul><ul><li>Mudar paradigmas é difícil – 2:38 </li></ul>http ://www. youtube .com/ watch ?v=znQND531ulM
  21. 28. Interação homem-computador <ul><li>Envolve: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Ciência da Computação </li></ul><ul><li>Psicologia Cognitiva </li></ul><ul><li>Design </li></ul><ul><li>Ergonomia e estudo de fatores humanos </li></ul><ul><li>Psicologia social e organizacional </li></ul><ul><li>Lógica </li></ul><ul><li>Linguística </li></ul><ul><li>Inteligência Artificial </li></ul><ul><li>Filosofia, Sociologia e Antropologia </li></ul><ul><li>Engenharia </li></ul>
  22. 29. Exemplo de Sistema Centrado no Usuário <ul><li>Interactive ui in Minority Report </li></ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=NwVBzx0LMNQ </li></ul>
  23. 30. Entendendo o usuário Criando o design Testando o design Construindo um protótipo Testando o protótipo Construindo a interface Monitoramento da interface Modificando a interface
  24. 32. E- serviços <ul><li>Maturidade do serviço prestado eletronicamente </li></ul><ul><li>Níveis de maturidade e relação com os aspectos </li></ul><ul><ul><li>Informação </li></ul></ul><ul><ul><li>Interação </li></ul></ul><ul><ul><li>Transação </li></ul></ul>
  25. 33. E-serviço <ul><ul><li>Informação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>onde obter, horário e local de funcionamento da instituição e pré-requisitos necessários. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>geralmente são informações estáticas, básicas, limitadas e com propósito geral. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>cada serviço é claramente identificado com a unidade da instituição que o executa. </li></ul></ul></ul>
  26. 34. E-serviço <ul><ul><li>Interação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Oferece a possibilidade de pesquisa, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>obtenção e submissão dos formulários necessários para a realização do procedimento em questão, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>links para outras informações relevantes. </li></ul></ul></ul>
  27. 35. E-serviço <ul><ul><li>Transação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O estágio de evolução tecnológica no nível transacional já permite a obtenção completa do serviço público de forma on-line. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O serviço é totalmente realizado por meio eletrônico e está disponível 24 horas durante os 7 dias da semana (24x7). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Além disso, a estrutura departamental por trás da prestação de serviços deixa de ser percebida. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Neste estágio os usuários podem conduzir, inclusive transações financeiras on-line. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O foco desta fase é construir aplicações de auto-serviço e também usar a Web como um complemento para outros canais de entrega. </li></ul></ul></ul>
  28. 36. Comunicabilidade <ul><li>O usuário tem o direito de ser ouvido e receber explicações </li></ul><ul><li>Receptividade e abertura </li></ul><ul><li>Capacidade de oferecer ajuda </li></ul><ul><li>Facilidade de acesso a informação </li></ul><ul><li>Ter acesso as pessoas e órgãos que gerenciam a prestação de serviços </li></ul><ul><li>Direito de receber resposta adequadas as suas duvidas e manifestações </li></ul>
  29. 37. Meios de contato <ul><li>Meios de Contato </li></ul><ul><ul><li>Correio eletrônico das instituições envolvidas </li></ul></ul><ul><ul><li>Telefone das instituições envolvidas </li></ul></ul><ul><ul><li>Endereço das instituições envolvidas </li></ul></ul><ul><ul><li>Existência de informação sobre prazo para atendimento dos contatos </li></ul></ul>
  30. 38. Ajuda <ul><li>Ajuda </li></ul><ul><ul><li>Existência de FAQ </li></ul></ul><ul><ul><li>Existência de ajuda on-line </li></ul></ul><ul><ul><li>Ajuda por telefone </li></ul></ul>
  31. 39. Multiplicidade de acesso <ul><ul><li>SMS - Serviços prestados por celular por meio de mensagens curtas (SMS). </li></ul></ul><ul><ul><li>Quiosques ou PCs de acesso público. </li></ul></ul><ul><ul><li>Intermediação presencial a serviços eletrônicos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Call Center/Contact Center (telefone fixo). </li></ul></ul>
  32. 40. Acessibilidade <ul><li>Acessibilidade </li></ul><ul><ul><li>Pessoas portadoras de necessidades especiais </li></ul></ul><ul><ul><li>Presença de selo de acessibilidade A, AA, AAA. </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação da acessibilidade </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>DaSilva </li></ul></ul></ul></ul>
  33. 41. Disponibilidade <ul><li>Disponibilidade </li></ul><ul><ul><li>Peso da Página </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Até 50 Kb </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Mais de 70 Kb </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Entre 50 Kb e 70 Kb </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Prontidão 24 x 7 </li></ul></ul></ul></ul>
  34. 42. Facilidade de uso <ul><li>Linguagem compreensível </li></ul><ul><li>Navegabilidade </li></ul><ul><li>Presença de motor de busca </li></ul><ul><li>Presença de mapa do sítio ou portal </li></ul><ul><li>Presença de barra de estado ou “migalha de pão” </li></ul><ul><li>Acesso à informação/serviço em até três cliques </li></ul><ul><li>Acesso à informação/serviço de forma fácil e intuitiva </li></ul><ul><li>Existência de uniformidade/padrão de apresentação e formatos </li></ul>
  35. 43. Confiabilidade <ul><li>Presença de informações sobre segurança </li></ul><ul><li>Presença de informações sobre política de privacidade </li></ul><ul><li>Presença de informações sobre atualização do conteúdo </li></ul>
  36. 44. Transparência <ul><li>Indicação do responsável pelos atos administrativos </li></ul><ul><li>Acompanhamento da situação/status do serviço </li></ul>
  37. 46. Referências <ul><li>BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. Departamento de Governo Eletrônico. Indicadores e métricas para avaliação de e-Serviços / Departamento de Governo Eletrônico . – Brasília : MP, 2007. Disponível em: </li></ul><ul><li>https ://www. governoeletronico . gov . br /anexos/indicadores-e- metricas -para- avaliacao -de-e- servicos </li></ul><ul><li>http://www.acessobrasil.org.br/ </li></ul><ul><li>http://www.dasilva.org.br/ </li></ul><ul><li>http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-99362007000200011&script=sci_arttext&tlng=e </li></ul>
  38. 47. <ul><li>Acessibilidade : discurso e prática no cotidiano das bibliotecas. Campinas: UNICAMP/Biblioteca Central Cesar Lattes, 2006. Disponível em: http :// styx . nied .unicamp. br :8080/ todosnos /artigos- cientificos /livro_acessibilidade_bibliotecas. pdf . </li></ul>
  39. 48. Bibliografia utilizada <ul><li>DRUMOND, K. Design for humans . Disponível em: http :// karinedrumond . wordpress .com/ tag /design-centrado-no- usuario / Acesso em: 6 maio 2009. </li></ul><ul><li>GARCIA, L.S. Interação homem-computador, UFPR, 2003. Disponível em: http ://www. inf .ufpr. br / sunye / ihc /IHCUnid12. rtf Acesso em: 6 de maio 2009. </li></ul><ul><li>Human factors and HCI. http ://www. personal . psu . edu /cwc5/ blogs / coursedesign / lesson -04-interface-design. html </li></ul>

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