Apresentação abertura emeem leandro diniz

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Apresentação abertura emeem leandro diniz

  1. 1. Educação Matemática e a prática pedagógica de professores pesquisadores Formador: Leandro Diniz
  2. 2. <ul><li>O professor de Matemática é um matemático? </li></ul><ul><li>- Educação para Matemática; </li></ul><ul><li>- Educação pela Matemática. </li></ul>Educação Matemática
  3. 3. <ul><li>Fronteiras? </li></ul><ul><li>Identidade? </li></ul><ul><li>O que é ser um educador matemático? </li></ul><ul><li>Professor de Matemática é um educador matemático? </li></ul>Educação Matemática
  4. 4. Educação Matemática “ Caracteriza-se como uma práxis que envolve o domínio do conteúdo específico (a matemática) e o domínio de idéias e processos pedagógicos relativos à transmissão/assimilação e/ou apropriação/construção do saber matemático escolar.” (FIORENTINI; LORENZATO, 2007, p. 5).
  5. 5. <ul><li>Divulgação e socialização das idéias matemáticas: reformulação curricular com Felix Klein; </li></ul><ul><li>Especialistas em ensino de Matemática; </li></ul><ul><li>Psicólogos americanos e europeus: como as crianças aprendem? </li></ul><ul><li>(KILPATRICK, 1996). </li></ul>A Educação Matemática
  6. 6. A Educação Matemática <ul><li>Campo Científico; </li></ul><ul><li>Campo Profissional. </li></ul>
  7. 7. A Prática na sala de aula <ul><li>“ Assim, a prática é algo que pode ser reproduzido por funcionar bem” (KLÜBER, 2010, p. 2); </li></ul><ul><li>Reflexão-na-ação e reflexão-sobre-a-ação (PEREZ, 1999); </li></ul><ul><li>Prática empirista: a questão do surgimento das adversidades. </li></ul>
  8. 8. A Prática na sala de aula <ul><li>O Continuum teoria-prática (KLÜBER, 2010); </li></ul><ul><li>“ o professor ou a professora não deveria ser um técnico que desenvolve ou implementa inovações prescritas, mas deveria converter-se em um profissional que deve participar ativa e criticamente no verdadeiro ... </li></ul>
  9. 9. A Prática na sala de aula <ul><li>... processo de inovação e mudança, a partir de e em seu próprio contexto, em um processo dinâmico e flexível” (IMBERNÓN, 2000, p. 2, apud. OLIVEIRA, 2003, p. 4-5). </li></ul>
  10. 10. Objetivo do Programa <ul><li>A autoformação continuada: os grupos de estudos – o EMFoco; </li></ul><ul><li>“ Se eu não conseguir fazer algo que vi aqui no curso, na minha sala de aula? Queria tanto que você fosse assistir à minha aula. Poderia conversar com você, caso tivesse dificuldades” (OLIVEIRA, 2003, p. 3). </li></ul>
  11. 11. Referências <ul><li>KILPATRICK, J. Fincando Estacas: uma tentativa de demarcar a Educação Matemática como campo profissional e científico. Zetetiké. Campinas, SP, v. 4, n. 5, 1996, p. 99-120. </li></ul><ul><li>KLÜBER, T. E. Considerações sobre Prática(s) de Modelagem Matemática na Educação Matemática. 2010. 1 CD-ROM. </li></ul><ul><li>LORENZATO, S.; FIORENTINI, D. Investigação em Educação Matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas, SP: Autores Associados, 2006. </li></ul>
  12. 12. Referências <ul><li>OLIVEIRA, A. M. P. A Formação Continuada de Professores de Matemática e suas Percepções sobre as Contribuições de um Curso . 2003. Dissertação (Mestrado em Educação Matemática) – Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2003. </li></ul><ul><li>PEREZ, G. Formação de Professores de Matemática sob a Perspectiva do Desenvolvimento Profissional. In: BICUDO, M. A. V. Org.). Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: UNESP, 1999, p. 235-255. </li></ul>

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