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Músculos de Cabeça e Pescoço

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Músculos de Cabeça e Pescoço

  1. 1. Funções Estomatognáticas Pontífica Universidade Católica de Minas Gerais CURSO DE FONOAUDIOLOGIA Edvânia Freitas Belo Horizonte 2014
  2. 2. São estruturas individualizadas que cruzam uma ou mais articulações e pela sua contração são capazes de transmitir-lhes movimento. Este é efetuado por células especializadas denominadas fibras musculares, cuja energia latente é/ou pode ser controlada pelo sistema nervoso. Os músculos são capazes de transformar energia química em energia mecânica. O músculo vivo é de cor vermelha. Essa coloração denota a existência de pigmentos e de grande quantidade de sangue nas fibras musculares. Os músculos representam 40-50% do peso corporal total.
  3. 3.  Produção dos movimentos corporais: Movimentos globais do corpo, como andar e correr.  Estabilização das Posições Corporais: A contração dos músculos esqueléticos estabilizam as articulações e participam da manutenção das posições corporais, como a de ficar em pé ou sentar.  Regulação do Volume dos Órgãos: A contração sustentada das faixas anelares dos músculos lisos (esfíncteres) pode impedir a saída do conteúdo de um órgão oco.
  4. 4.  Movimento de Substâncias dentro do Corpo: As contrações dos músculos lisos das paredes vasos sangüíneos regulam a intensidade do fluxo. Os músculos lisos também podem mover alimentos, urina e gametas do sistema reprodutivo. Os músculos esqueléticos promovem o fluxo de linfa e o retorno do sangue para o coração.  Produção de Calor: Quando o tecido muscular se contrai ele produz calor e grande parte desse calor liberado pelo músculo é usado na manutenção da temperatura corporal.
  5. 5.  Origem: Gálea aponeurótica  Inervação: Ramo temporal do nervo facial  Inserção: Pele do supercílio, sobrancelhas  Ação: Elevar a pele da fronte e do supercílio; é visualizado em expressões de surpresa e espanto
  6. 6.  Origem: Fáscia temporal  Inserção: Borda lateral da gálea aponeurótica  Inervação: Ramos temporais  Ação: Estica o couro cabeludo e traciona para trás a pele das têmporas. Combina-se com o occipitofrontal para enrugar a fronte e ampliar os olhos (expressão de medo e horror).
  7. 7.  Origem: Parte nasal do osso frontal (porção orbital), processo frontal da maxila, crista lacrimal posterior(porção lacrimal) e da superfície anterior e bordas do ligamento palpebral medial (porção palpebral)  Inserção: Circunda a órbita, como um esfíncter  Inervação: Ramos temporal e zigomáticas do nervo facial  Ação: Fechamento ativo das pálpebras
  8. 8.  Origem: Extremidade medial do arco superciliar  Inserção: Superfície profunda da pele  Inervação: Ramos temporal e zigomáticas do nervo facial  Ação: Traciona a sobrancelha para baixo e medialmente, produzindo rugas verticais na fronte. Músculos da expressão de sofrimento
  9. 9.  Origem: Fáscia que reveste a parte mais inferior do osso nasal e a parte superior da cartilagem nasal lateral  Inserção: Pele da parte mais inferior da fronte entre as duas sobrancelhas  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Traciona para baixo o ângulo medial da sobrancelha e origina as rugas transversais sobre a raiz do nariz
  10. 10.  Origem: • Porção Transversal - Maxila, acima e lateralmente à fossa incisiva • Porção Alar - Asa do nariz  Inserção: • Porção Transversal - Dorso do nariz • Porção Alar - Imediações do ápice do nariz  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Dilatação do nariz
  11. 11.  Origem: Parte marginal e parte labial  Inserção: Rima da boca  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Fechamento direto dos lábios
  12. 12.  Origem: Margem inferior da órbita acima do forame infra-orbital, maxila e zigomático  Inserção: Lábio superior e asa do nariz  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Levanta o lábio superior e leva-o um pouco para frente
  13. 13.  Origem: Fossa canina (maxila)  Inserção: Ângulo da boca  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Eleva o ângulo da boca e acentua o sulco nasolabial
  14. 14.  Origem: Superfície malar do osso zigomático  Inserção: Ângulo da boca  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Traciona o ângulo da boca para trás e para cima (risada)
  15. 15.  Origem: Superfície malar do osso zigomático  Inserção: Lábio superior (entre o levantador do lábio superior e o zigomático maior)  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Auxilia na elevação do lábio superior e acentua o sulco nasolabial
  16. 16.  Origem: Superfície externa dos processos alveolares da maxila, acima da mandíbula  Inserção: Ângulo da boca  Inervação: Ramos bucais do nervo facial  Ação: Deprime e comprime as bochechas contra a mandíbula e maxila. Importante para assobiar e soprar
  17. 17.  Origem: Fáscia do masseter  Inserção: Pele no ângulo da boca  Inervação: Ramos mandibular e bucal do nervo facial  Ação: Retrai o ângulo da boca lateralmente (riso forçado)
  18. 18.  Origem: Linha oblíqua da mandíbula  Inserção: Ângulo da boca  Inervação: Ramos mandibular e bucal do nervo facial  Ação: Deprime o ângulo da boca (expressão de tristeza)
  19. 19.  Origem: Linha oblíqua da mandíbula  Inserção: Tegumento do lábio inferior  Inervação: Ramos mandibular e bucal do nervo facial  Ação: Repuxa o lábio inferior diretamente para baixo e lateralmente (expressão de ironia)
  20. 20.  Origem: Fossa incisiva da mandíbula  Inserção: Tegumento do queixo  Inervação: Ramos mandibular e bucal do nervo facial  Ação: Eleva e projeta para fora o lábio superior e enruga a pele do queixo
  21. 21.  Origem: Região anterior do pescoço  Inserção • Superior: Face inferior da mandíbula, pele da parte inferior da face e canto da boca • Inferior: Fáscia que recobre as partes superiores dos músculos peitoral maior e deltóide  Inervação: Ramo cervical do nervo Facial (7º par craniano)  Ação: Traciona o lábio inferior e o ângulo bucal, abrindo parcialmente a boca (expressão de horror). Puxa a pele sobre a clavícula em direção à mandíbula
  22. 22.  Origem: Face externa do temporal  Inserção: Processo coronóide da mandíbula e face anterior do ramo da mandíbula  Inervação: Nervo temporal (Ramo mandibular do nervo Trigêmeo - V Par Craniano)  Ação: Elevação (oclusão) e retração da mandíbula
  23. 23.  Origem: Arco zigomático  Inserção: • Fascículo Superficial: Ângulo e ramo da mandíbula • Fascículo Profundo: Ramo e processo coronóide da mandíbula  Inervação: Nervo massetérico (Ramo mandibular do nervo Trigêmeo - V Par Craniano)  Ação: Elevação (oclusão) da mandíbula
  24. 24.  Origem: Face medial da lâmina lateral do processo pterigóideo do osso esfenóide  Inserção: Face medial do ângulo e ramo da mandíbula  Inervação: Nervo do pterigóideo medial (Ramo mandibular do nervo Trigêmeo – V par craniano)  Ação: Elevação (oclusão) da mandíbula
  25. 25.  Origem: • Cabeça Superior: Asa maior do esfenóide • Cabeça Inferior: Face lateral da lâmina lateral do processo pterigóide do osso esfenóide  Inserção: • Cabeça Superior: Face anterior do disco articular • Cabeça Inferior: Côndilo da mandíbula  Inervação: Nervo do pterigoideo lateral (Ramo mandibular do nervo Trigêmeo - V par craniano)  Ação: Abertura da boca e protrusão da mandíbula. Move a mandíbula de um lado para o outro
  26. 26.  Inserção Superior: • Ventre Anterior: Fossa digástrica da mandíbula • Ventre Posterior: Processo mastóide  Inserção Inferior: Corpo do osso hióide  Inervação: Nervo Facial (ventre posterior) e Nervo Mandibular(ventre anterior)  Ação: Elevação do osso hióide e abaixamento da mandíbula (abertura da boca). O ventre anterior traciona o osso hióide para frente e o ventre posterior para trás
  27. 27.  Inserção Superior: Processo estilóide  Inserção Inferior: Corpo do osso hióide  Inervação: Nervo Facial (VII par craniano)  Ação: Elevação e retração  do osso hióide
  28. 28.  Inserção Superior: Linha milo-hióidea da mandíbula  Inserção Inferior: Corpo do osso hióide  Inervação: Nervo Mandibular (Ramo do nervo Trigêmeo - V par craniano)  Ação: Elevação do osso hióide e  da língua
  29. 29.  Inserção Superior: Espinha mentoniana da mandíbula  Inserção Inferior: Corpo do osso hióide  Inervação: Nervo Hipoglosso  Ação: Tração anterior do osso hióide e da língua
  30. 30.  Inserção Superior: Corpo do osso hióide  Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno e ¼ medial da clavícula  Inervação: Ramos da Alça Cervical (N. do Hipoglosso) com fibras de C1 à C3  Ação: Baixar o osso hióideo
  31. 31.  Inserção Superior: Corpo do osso hióide  Inserção Inferior: Borda superior da escápula  Inervação: Ramos da Alça Cervical (N. do Hipoglosso) com fibras de C1 à C3  Ação: Baixar o osso hióide
  32. 32.  Inserção Superior: Cartilagem tireóide  Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno  Inervação: Ramos da  Alça Cervical (N. do Hipoglosso) com fibras de C1 à C3  Ação: Baixar a cartilagem tireóide
  33. 33.  Inserção Superior: Corno maior do osso hióide  Inserção Inferior: Cartilagem tireóide  Inervação: Nervo do Hipoglosso (C1 e C2)  Ação: Baixar o osso hióide
  34. 34.  Longitudinal superior: descrito como uma fina camada de fibras musculares oblíquas e longitudinais situadas bem abaixo da mucosa do dorso da língua. Quando contraído, tende a encurtar a língua, virando o ápice para cima.  Longitudinal inferior: estende-se da raiz ao ápice da língua, ao se contrair, encurta a língua ou empurra o ápice para baixo.  Transverso: distribui-se em forma de leque, originando-se no septo da língua e fazendo trajeto diretamente para a lateral. Sua contração faz com que a língua se estreite e alongue.  Vertical: suas fibras originam-se na mucosa do dorso da língua. Quando contraído achata a língua.
  35. 35. Genioglosso  Origem: Superfície interna da mandíbula, próximo a sífise.  Inserção: Septo mediano da língua; Corpo do osso hióide  Inervação: Nervo Hipoglosso  Ação: Várias fibras projetam e retraem a língua; Deprime a sua linha média; Elevam o osso hióide  Origem: Corpo e corno maior do osso hióide  Inserção: Lado da língua, metade posterior  Inervação: Nervo Hipoglosso  Ação: Deprime e retrai a língua; Deprime os lados da língua. Hioglosso
  36. 36. Estiloglosso  Origem: Processo estilóide do osso temporal  Inserção: Margem lateral, comprimento total da língua  Inervação: Nervo Hipoglosso  Ação: Impulsiona a língua para cima e para trás; Elevar o lado da língua  Origem: Superfície anterior do véu palatino.  Inserção: Lateral da porção posterior da língua.  Inervação: Nervo glossofaríngeo  Ação: Comprimir o ístmo facial; Elevar a parte posterior da língua. Palatoglosso
  37. 37.  O Condroglosso é um músculo inconstante, insere-se no Pequeno Corno do osso Hioideo e na língua, a artéria lingual atravessa o músculo hioglosso separando estes feixes do resto, esse músculo é responsável pela depressão e retração da língua.
  38. 38. Tensor do Véu Palatino  Origem: Fossa Escafóide  Inserção: Contorna o hâmulo pterigóideo e insere-se na aponeurose palatina  Inervação: Ramo do nervo mandibular do trigêmeo  Ação: Torna tenso o palato mole  Origem: Aspecto inferior da parte petrosa do temporal  Inserção: Aponeurose palatina  Inervação: Nervo vago  Ação: Eleva o palato mole Levantador do Véu Palatino
  39. 39. Úvula  Origem: Espinha nasal posterior  Inserção: Mucosa da Úvula  Inervação: Nervo vago  Ação: Movimenta a úvula  Origem: Aponeurose palatina  Inserção: Superfície póstero- lateral da faringe  Inervação: Nervo vago  Ação: Eleva a faringe e estreita o istmo da garganta Palatofaringeo
  40. 40.  O constritor superior apresenta quatro fascículos: o pterigofaríngeo, o bucofaríngeo, o milofaríngeo e o glossofaríngeo. A inserção dorsal do fascículo pterigofaríngeo faz-se na rafe posterior, desde próximo ao processo basilar, onde se fixa via inserção aponeurótica dessa rafe; curva-se lateralmente indo inserir-se no hâmulo pterigóideo, localizado na extremidade distal do processo pterigóide do osso esfenóide. Sua margem superior modela-se ao contorno inferior da tuba auditiva e ao músculo elevador do palato, que se coloca abaixo e paralelo à tuba. O espaço compreendido entre a base do crânio, a rafe posterior e a borda superior do fascículo pterigofaríngeo não apresenta músculo. Essa região é preenchida pela fáscia faringobasilar que dá passagem à tuba auditiva que se abre, lateralmente por seu óstio, no interior da faringe. O fascículo bucofaríngeo ganha sua inserção anterior na rafe pterigomandibular que serve de inserção posterior ao músculo bucinador. A inserção anterior do fascículo milofaríngeo se faz na face interna da mandíbula, em nível da extremidade posterior da linha milo-hióidea. A porção glossofaríngea insere-se nas bordas laterais da língua por interpenetração de suas fibras com as do músculo transverso da língua.
  41. 41. Constritor Médio  O constritor médio apresenta dois fascículos: o condrofaríngeo, que se insere no corno menor do osso hióide, e o ceratofaríngeo, que se insere no corno maior desse osso.  O constritor inferior é também formado por dois fascículos: o tireofaríngeo, que faz sua inserção anterior na linha oblíqua da cartilagem tireóide, e o cricofaríngeo, que se insere na borda lateral da cartilagem cricóide. Admitiu-se, indevidamente, que o cricofaríngeo fosse a estrutura básica responsável pela função esfinctérica da transição faringo-esofágica Constritor Inferior
  42. 42. Estilofaringeo  O músculo estilofaríngeo é um músculo fusiforme de pequeno porte, que faz sua inserção cranial no processo estilóide e se projeta de cima para baixo, de lateral para medial e de posterior para anterior, indo se fixar na faringe. Suas fibras distais penetram na faringe lateralmente entre os constritores superior e médio. Essas fibras distais revestidas pela mucosa formam as pregas faringoepiglóticas que constituem as bordas laterais da valécula. A contração desse músculo, inervado pelo IX par craniano, contribui para a elevação da faringe durante a deglutição.  O músculo salpingofaríngeo é um diminuto fascículo muscular fusiforme, que se insere cranialmente na tuba auditiva e inferiormente na face interna da parede ântero-lateral da faringe. Embora inervado pelo plexo faríngeo e passível de contração, em associação com os demais músculos faríngeos de ação na fase involuntária da deglutição, o pequeno volume desse músculo dificulta admitir-lhe ação faríngea. Acredita-se que por sua inserção cranial na tuba auditiva ele possa atuar contribuindo para o seu fechamentoou para sua abertura Salpingofaríngeo
  43. 43.  Inserção Superior: Processo mastóide e linha nucal superior  Inserção Inferior: Face anterior do manúbrio do esterno junto à face superior e borda anterior do 1/3 medial da clavícula  Inervação: C2, C3 e parte espinhal do nervo Acessório (11º par craniano)  Ação: • Fixo Superiormente: Ação inspiratória • Fixo Inferiormente: *Contração Unilateral: Flexão, inclinação homolateral e rotação com a face virada para o lado oposto; *Contração Bilateral: Flexão da cabeça
  44. 44. Esplênio da Cabeça  Inserção Superior: 1/3 lateral da linha nucal superior e processo mastóide do osso temporal  Inserção Inferior: Processos espinhosos da C7 à T4  Inervação: Nervos espinhais do segmento correspondente  Ação: Extensão, inclinação e rotação homolateral da cabeça  Inserção Superior: Processo transverso das 3 primeiras vértebras cervicais  Inserção Inferior: Processo espinhoso da T3 à T6  Inervação: Nervos espinhais do segmento correspondente  Ação: Extensão, inclinação e rotação homolateral da cabeça Esplênio do Pescoço
  45. 45. Oblíquo Inferior da Cabeça  Inserção Superior: Processo transverso do atlas  Inserção Inferior: Processo espinhoso do áxis  Inervação: Plexo Cervical (C2)  Ação: Extensão e rotação homolateral do atlas  Inserção Superior: Linha nucal inferior  Inserção Inferior: Processo espinhoso do áxis  Inervação: Plexo Cervical (C1)  Ação: Extensão da cabeça e rotação contralateral Reto Posterior Maior da Cabeça
  46. 46. Reto anterior da Cabeça  Inserção Superior: Processo basilar do occipital  Inserção Inferior: Processo transverso e superfície anterior de atlas  Inervação: Ramo da alça cervical entre C1 e C2  Ação: Flexão da cabeça Longo da Cabeça  Inserção Superior: Processo basilar do occipital  Inserção Inferior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 3ª à 6ª vértebras cervicais  Inervação: C1, C2 e C3  Ação: Flexão da cabeça
  47. 47.  Inserção Superior: Processo jugular do occiptal  Inserção Inferior: Processo transverso de atlas  Inervação: Ramo da alça cervical entre o 1º e 2º nervos cervicais  Ação: Inclinação homolateral da cabeça Reto Lateral da Cabeça
  48. 48. Escaleno Anterior  Inserção Superior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 3ª à 6ª vértebras cervicais  Inserção Inferior: Face superior da 1º costela (tubérculo do escaleno anterior)  Inervação: Ramos dos nervos cervicais inferiores  Ação: Elevação da primeira costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação inspiratória  Inserção Superior: Tubérculos posteriores dos processos transversos da 5ª à 7ª vértebras cervicais  Inserção Inferior: Borda superior da 2ª costela  Inervação: Ramos anteriores dos 3 últimos nervos cervicais  Ação: Elevação da segunda costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação inspiratória Escaleno Posterior
  49. 49. Reto Posterior Menor da Cabeça  Inserção Superior: Linha nucal inferior  Inserção Inferior: Tubérculo do arco posterior do atlas  Inervação: Plexo Cervical (C1)  Ação: Extensão da cabeça  Inserção Superior: Entre as linhas nucais superior e inferior  Inserção Inferior: Processo transverso do atlas  Inervação: Plexo Cervical (C1)  Ação: Extensão, inclinação homolateral e rotação contralateral da cabeça Oblíquo Superior da Cabeça

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