Slide de Estatística Aplicada à Educação

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Slide de Estatística Aplicada à Educação

  1. 1. Profº Eduardo Alves dos Reis
  2. 2. Estatística? O que é?  Um conjunto de métodos utilizados para se analisar dados;  A estatística é uma ciência exata que atua na coleta de dados, na sua organização, na visualização para ajudar na solução de problemas. Resumindo:  qualquer coleta de dados quantitativos. Profº Eduardo Alves dos Reis
  3. 3. No dia a dia, você, professor faz uso de Estatística?  Faz coleta de dados?  Analisa informações? Profº Eduardo Alves dos Reis
  4. 4. E isso? o que é? Diário de Classe – TURMA – A NOME FREQUÊNCIA NOTAS 01 02 03 04 1ª NOTA 2ª NOTA 3ª NOTA 4ª NOTA MÉDIA Abelina de Jesus P P F F 7,0 6 5 4 5,5 Belmiro dos Santos P P P P 8,0 9 9 9 8,75 Carlota da Silva F F F P 0 2 3 6 2,75 Durvalina Oliveira P P P P 5 6 4 5 5 Edvaldo Almeida P P P P 9 10 9 9 9,25 Fabrício de Deus P F P P 5 6 4 3 4,5 Gilberto Paturi P P P F 4 3 5 4 4 Humberto Tanuri F F P P 2 4 5 3 3,5 Isla Batista P P P P 3 4 5 3 3,75 João Gualberto P P P P 7 6 5 5 5,75 Profº Eduardo Alves dos Reis
  5. 5. Num primeiro momento o que podemos ver nesse diário? Diário de Classe – TURMA – A NOME FREQUÊNCIA NOTAS 01 02 03 04 1ª NOTA 2ª NOTA 3ª NOTA 4ª NOTA MÉDIA Abelina de Jesus P P F F 7,0 6 5 4 5,5 Belmiro dos Santos P P P P 8,0 9 9 9 8,75 Carlota da Silva F F F P 0 2 3 6 2,75 Durvalina Oliveira P P P P 5 6 4 5 5 Edvaldo Almeida P P P P 9 10 9 9 9,25 Fabrício de Deus P F P P 5 6 4 3 4,5 Gilberto Paturi P P P F 4 3 5 4 4 Humberto Tanuri F F P P 2 4 5 3 3,5 Isla Batista P P P P 3 4 5 3 3,75 João Gualberto P P P P 7 6 5 5 5,75 Profº Eduardo Alves dos Reis
  6. 6. E agora? Diário de Classe – TURMA – A – LÍNGUA PORTUGUESA NOME FREQUÊNCIA NOTAS 01 02 03 04 1ª NOTA 2ª NOTA 3ª NOTA 4ª NOTA MÉDIA Abelina de Jesus P P F F 7,0 6 5 4 5,5 Belmiro dos Santos P P P P 8,0 9 9 9 8,75 Carlota da Silva F F F P 0 2 3 6 2,75 Durvalina Oliveira P P P P 5 6 4 5 5 Edvaldo Almeida P P P P 9 10 9 9 9,25 Fabrício de Deus P F P P 5 6 4 3 4,5 Gilberto Paturi P P P F 4 3 5 4 4 Humberto Tanuri F F P P 2 4 5 3 3,5 Isla Batista P P P P 3 4 5 3 3,75 João Gualberto P P P P 7 6 5 5 5,75 80% de reprovação Profº Eduardo Alves dos Reis
  7. 7. E agora? Diário de Classe – TURMA – A – LÍNGUA PORTUGUESA NOME FREQUÊNCIA NOTAS 01 02 03 04 1ª NOTA 2ª NOTA 3ª NOTA 4ª NOTA MÉDIA Abelina de Jesus P P F F 7,0 6 5 4 5,5 Belmiro dos Santos P P P P 8,0 9 9 9 8,75 Carlota da Silva F F F P 0 2 3 6 2,75 Durvalina Oliveira P P P P 5 6 4 5 5 Edvaldo Almeida P P P P 9 10 9 9 9,25 Fabrício de Deus P F P P 5 6 4 3 4,5 Gilberto Paturi P P P F 4 3 5 4 4 Humberto Tanuri F F P P 2 4 5 3 3,5 Isla Batista P P P P 3 4 5 3 3,75 João Gualberto P P P P 7 6 5 5 5,75 Dos alunos com notas baixas 50% tem faltas. É importante considerar isso? Profº Eduardo Alves dos Reis
  8. 8. O que podemos considerar a partir da análise de um Diário Escolar?  Se 10 a 20% dos alunos tem nota inferior à média escolar?  Se só 10 a 20% dos alunos são aprovados por média? Profº Eduardo Alves dos Reis
  9. 9. Se 10 a 20% dos alunos tem nota inferior à média escolar?  O que podemos considerar como origem do problema?  Dificuldades individuais de aprendizagem: Deficiência Intelectual, Deficiência Visual ou Auditiva e/ou outros problemas que dificultam a aprendizagem (dislexia, disfasia e disgrafia);  Problemas familiares: maus tratos, abusos, etc.  Alimentação inadequada: fome, subnutrição e outros.  Problemas de saúde: doenças, verminoses e outros.  Problemas de convívio social: bullying, preconceito, entre outros. Profº Eduardo Alves dos Reis
  10. 10. É preciso muito cuidado com os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. Profº Eduardo Alves dos Reis
  11. 11. Se só 10 a 20% dos alunos são aprovados por média?  O que considerar como origem do problema?  Dificuldade dos alunos à metodologia utilizada pelo professor;  Dificuldade dos alunos ante o assunto apresentado.  Fatores externos: barulho, e/ou outras atividades que desviem a atenção dos alunos. Profº Eduardo Alves dos Reis
  12. 12. O que foi possível constatar?  Diariamente, o professor faz uso da Estatística;  Diariamente, faz análise de dados;  Pode, a partir da análise de dados, encontrar soluções para problemas; Profº Eduardo Alves dos Reis
  13. 13. A História da Estatística  A origem da palavra Estatística está associada à palavra latina STATUS (Estado).  Há indícios de que 3000 anos A.C. já se faziam censos na Babilônia, China e Egito e até mesmo o 4º. livro do Velho Testamento faz referência à uma instrução dada a Moisés, para que fizesse um levantamento dos homens de Israel que estivessem aptos para guerrear. Profº Eduardo Alves dos Reis
  14. 14. A História da Estatística  Em 1085, Guilherme, O Conquistador, solicitou um levantamento estatístico da Inglaterra, que deveria conter informações sobre terras, proprietários, uso da terra, empregados e animais. Os resultados deste Censo foram publicados em 1086 no livro intitulado "Domesday Book" e serviram de base para o cálculo de impostos. Profº Eduardo Alves dos Reis
  15. 15. A História da Estatística  Contudo, mesmo que a prática de coletar dados sobre colheitas, composição da população humana ou de animais, impostos, etc., fosse conhecida pelos egípcios, hebreus, caldeus e gregos, e se atribuam a Aristóteles cento e oitenta descrições de Estados, apenas no século XVII a Estatística passou a ser considerada disciplina autônoma, tendo como objetivo básico a descrição dos BENS do Estado. Profº Eduardo Alves dos Reis
  16. 16. E a Estatística Moderna onde está?  Nas mais diversas áreas, entre elas: agricultura, biologia, comércio, química, comunicações, economia, educação, medicina, ciências políticas. Profº Eduardo Alves dos Reis
  17. 17. Roteiro da Estatística  Coleta de dados;  Organização;  Resumo;  Apresentação;  E análise. Profº Eduardo Alves dos Reis
  18. 18. Qual o objetivo da Estatística?  A obtenção de conclusões válidas;  Auxiliar na tomada de decisões razoáveis baseadas em tais análises. Profº Eduardo Alves dos Reis
  19. 19. A Estatística pode ser dividida em:  Estatística Descritiva: Trabalha com organização e apresentação de dados.  Estatística Indutiva: Trabalha com análise e interpretação de dados. Elas se inter-relacionam. Profº Eduardo Alves dos Reis
  20. 20. Para podermos trabalhar com Estatística precisamos conhecer o que é:  Dados: são as informações coletadas. Ex: faixa etária dos alunos, notas, frequência e/ou quaisquer outras informações importantes para o resultado pretendido.  População: é o todo, ou seja, é o conjunto de todos os elementos que tem uma característica em comum. Ex: a turma A de Pedagogia de Ourolândia. Profº Eduardo Alves dos Reis
  21. 21. Para trabalhar com Estatística precisamos conhecer o que é:  Amostra: É um subconjunto da população que terá a função de representar o todo. Ex: uma pesquisa com 10 alunos de cada turma de Pedagogia de Ourolândia. As pesquisas políticas e do IBOPE são feitas por amostragem, ou seja, fazem pesquisas com uma parte da população, para então, representar o todo. Profº Eduardo Alves dos Reis
  22. 22. É importante saber que  A fase de coleta de dados é uma parte importante nesse processo, pois, se a amostra não contiver informações adequadas, todo o tratamento estatístico realizado posteriormente não trará informações conclusivas sobre a população sob investigação ou estudo. Além disso, podem-se tomar decisões erradas quando a amostra não é adequada. Profº Eduardo Alves dos Reis
  23. 23. Para isso precisamos saber que: Existem dois tipos de amostra:  Amostra representativa: caracteriza bem a população em estudo. Ex: Fazer pesquisa nas escolas do campo. Em comunidades quilombolas, ou a determinado grupo.  Neste tipo de amostra será identificado traços daquele grupo, não podendo aplicar soluções para qualquer outro grupo. Profº Eduardo Alves dos Reis
  24. 24. Para isso precisamos saber que: Existem dois tipos de amostra:  Amostragem aleatória ou casual simples: É o método mais simples de obter uma amostra, todos os elementos da população têm a mesma chance de serem escolhidos. Um dos procedimentos para realizar esse tipo de amostragem é enumerar cada indivíduo ou objeto da população e, através de sorteio de números, escolher os indivíduos ou objetos que formarão a amostra.  Ex: Uma pesquisa de satisfação de serviço de determinada empresa numa cidade. No bairro A já foi plenamente atendido pela empresa. No bairro B, a empresa não terminou o serviço ou fez de qualidade inferior. Profº Eduardo Alves dos Reis
  25. 25. Variável, o que é?  Característica dos elementos de uma população ou de uma amostra, que pode assumir diferentes valores, sejam numéricos ou não numéricos, e que sejam interessantes ao estudo. Profº Eduardo Alves dos Reis
  26. 26. A variável pode ser: Variável qualitativa Variável Quantitativa Não pode ser medida numericamente. Ex: cor dos olhos, Cor dos cabelos, marca de bebida Pode ser medida numericamente Ex: peso, altura, número de faltas de cada aluno, número de gols em cada jogo, etc. Ordinal: Nominais: Discretas Contínua Tem uma relação entre eles. Ex. Colocação -1º lugar, 2º lugar, 3º lugar Conceito: ótimo, bom, regular e péssimo São identificados por um nome. Ex. Cor dos olhos – azul, castanho, preta e verde Marcas de carro – Fiat, Chevrolet, Ford, etc O valor muda em saltos ou passos, não admitindo valores intermediários entre cada salto ou passo. Ex. -número de carros vendidos: O, 1, 2, 3, 4, 5, ... -número de filhos dos casais:0, 1, 2 ,3 ,4, 5, Admite infinitos valores dentro de um intervalo. EX. -altura das pessoas: 1,48m, 1,52m, 1,65m, 1,70m, 1 ,83m, etc. -Peso dos recém-nascidos: 2,8kg, 3,0 kg, 3,2kg, 3,5kg, etc. Profº Eduardo Alves dos Reis
  27. 27. Profº Eduardo Alves dos Reis
  28. 28. Como construir uma Tabela de Estatística 1) O título da tabela: Ex.: Conceito da amostra de alunos das turmas A, B e C do 6º ano das escolas públicas de Ourolândia IESI - 2013 Profº Eduardo Alves dos Reis
  29. 29. Como construir uma Tabela de Estatística 1) A tabela: Ex.: Conceito da amostra de alunos das turmas A, B e C do 6º ano das escolas públicas de Ourolândia IESI – 2013 CONCEITO QUANTIDADE A B C D E TOTAL Profº Eduardo Alves dos Reis
  30. 30. Como construir uma Tabela de Estatística 1) A tabela: Ex.: Conceito da amostra de alunos das turmas A, B e C do 6º ano das escolas públicas de Ourolândia IESI – 2013 CONCEITO QUANTIDADE A 05 B 10 C 10 D 05 E 00 TOTAL 30 Profº Eduardo Alves dos Reis
  31. 31. Como construir uma Tabela de Estatística 1) A pode se acrescentar o percentual: Ex.: Conceito da amostra de alunos das turmas A, B e C do 6º ano das escolas públicas de Ourolândia IESI – 2013 CONCEITO QUANTIDADE % A 05 17 B 10 33 C 10 33 D 05 17 E 00 00 TOTAL 30 100 Profº Eduardo Alves dos Reis
  32. 32. Como fazer o cálculo do percentual? Existem duas maneiras práticas: 1. (5/30) . 100= 5/30= 0,1666 . 100= 17 2. O outro modo é considerar o total: Ou seja: 30 = 100%, então divide-se 100 por 30, e encontramos o valor de 1%. Agora ficou fácil, não foi? O valor encontrado é 3.3333 que equivale a 1%. Multiplica-se esse valor por 5, e encontramos o valor de 16,66666 = 17 Profº Eduardo Alves dos Reis
  33. 33. REFERÊNCIAS  http://www.ufrgs.br/mat/graduacao/estatistica/histori a-da-estatistica Profº Eduardo Alves dos Reis

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