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  1. 1. SEGURANÇA NO TRABALHO E USO DE EPI Prof. Barreto 1
  2. 2. Conteúdo: Conteúdo: -Acidente do trabalho - conceitos; - Riscos ocupacionais; - Medidas preventivas; - Tipos de EPI; - Aplicabilidade dos EPIs; - Uso, aquisição, conservação e guarda. Prof. Barreto 2
  3. 3. Objetivo Objetivo Levar ao conhecimento dos funcionários do SESI e do SENAI, informações básicas sobre segurança no trabalho, a aquisição, uso correto e conservação dos EPIs. Prof. Barreto 3
  4. 4. ACIDENTES DO TRABALHO BRASIL: MAIOR ÍNDICE DE ACIDENTES DO TRABALHO DO MUNDO - 537.500 acidentes por ano. - 2.801 mortes por ano. Prof. Barreto 4
  5. 5. Objetivos do SESMT Objetivos do SESMT Serviço de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho Serviço de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho Promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no Promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho local de trabalho Preservar o patrimônio da empresa, prevenindo danos materiais Preservar o patrimônio da empresa, prevenindo danos materiais Prof. Barreto 5
  6. 6. NORMAS REGULAMENTADORAS --NRs NORMAS REGULAMENTADORAS NRs PORTARIA 3214 – 08.06.1978 PORTARIA 3214 – 08.06.1978 NR 05 --CIPA //MAPA DE RISCOS NR 05 CIPA MAPA DE RISCOS NR 06 --E. P. I. NR 06 E. P. I. NR 07 --P. C. M. S. O. NR 07 P. C. M. S. O. NR 09 --P. P. R. A. NR 09 P. P. R. A. Prof. Barreto 6
  7. 7. RISCOS AMBIENTAIS RISCOS AMBIENTAIS RISCOS FÍSICOS RISCOS QUÍMICOS RISCOS BIOLÓGICOS RISCOS ERGONÔMICOS RISCOS DE ACIDENTES Prof. Barreto 7
  8. 8. RISCOS FÍSICOS RISCOS FÍSICOS SÃO AS DIVERSAS FORMAS DE ENERGIA QUE PODEM AGREDIR A SAÚDE OU INTEGRIDADE FÍSICA DOS TRABALHADORES. 1. RUÍDO 2. VIBRAÇÕES 3. PRESSÕES ANORMAIS 4. TEMPERATURAS EXTREMAS: FRIO - CALOR 5. RADIAÇÕES IONIZANTES E RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES 6. UMIDADE Prof. Barreto 8
  9. 9. RISCOS QUÍMICOS RISCOS QUÍMICOS SÃO AS SUBSTÂNCIAS, COMPOSTOS OU PRODUTOS QUE POSSAM PENETRAR, TER CONTATO OU SER ABSORVIDOS PELO ORGANISMO ATRAVÉS DE VIAS RESPIRATÓRIA, CUTÂNEA OU DIGESTIVA. 1. POEIRAS 2. FUMOS 3. NÉVOAS 4. NEBLINAS 5. GASES 6. VAPORES 7. PRODUTOS QUÍMICOS Prof. Barreto 9
  10. 10. RISCOS BIOLÓGICOS RISCOS BIOLÓGICOS SÃO MICROORGANISMOS QUE, EM CONTATO COM O HOMEM, PODEM PROVOCAR INUMERAS DOENÇAS. 1. VÍRUS 2. BACTÉRIAS 3. PROTOZOÁRIOS 4. FUNGOS 5. PARASITAS 6. BACILOS Prof. Barreto 10
  11. 11. RISCOS ERGONÔMICOS RISCOS ERGONÔMICOS SÃO CONDIÇÕES QUE PODEM CAUSAR O ESTRESSE FÍSICO OU PSÍQUICO DO TRABALHADOR. 1. ESFORÇO FÍSICO INTENSO 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. LEVANTAMENTO E TRANSPORTE DE PESO EXIGÊNCIA DE POSTURA INCORRETA CONTROLE RÍGIDO DA PRODUTIVIDADE IMPOSIÇÃO DE RÍTMOS EXCESSIVOS TRABALHO EM TURNO E NOTURNO JORNADAS DE TRABALHO PROLONGADAS MONOTONIA E REPETITIVIDADE PRESSÃO PSICOLÓGICA Prof. Barreto 11
  12. 12. RISCOS DE ACIDENTES RISCOS DE ACIDENTES SÃO AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DE MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS; DA ORDEM E LIMPEZA DO LOCAL; DO ESPAÇO FÍSICO E DISTRIBUIÇÃO DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, CAPAZES DE ELEVAR A PROBABILIDADE DE ACIDENTES. 1. ARRANJO FÍSICO INADEQUADO 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS SEM PROTEÇÃO FERRAMENTAS INADEQUADAS OU DEFEITUOSAS ILUMINAÇÃO INADEQUADA (DEFICIENTE / AUSENTE) ELETRICIDADE INCÊNDIO OU EXPLOSÃO ARMAZENAMENTO INADEQUADO TRABALHOS EM ALTURA ANIMAIS PEÇONHENTOS Prof. Barreto 12
  13. 13. Objetivo da CIPA ou designado – NR-5 Objetivo da CIPA ou designado – NR-5 Prevenção de doenças e de acidentes de trabalho, mediante controle dos riscos presentes: • no ambiente • nas condições e • na organização do trabalho Prof. Barreto 13
  14. 14. MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS significado significado PEQUENO MÉDIO GRANDE CÍRCULO = GRAU DE INTENSIDADE COR = TIPO DO RISCO • • • • • VERDE VERMELHO MARROM AMARELO AZUL Prof. Barreto Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos De Acidentes 14
  15. 15. MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS leiaute leiaute Prof. Barreto 15
  16. 16. PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS -- PPRA – NR 9 AMBIENTAIS PPRA – NR 9 TODOS OS EMPREGADORES E INSTITUIÇÕES QUE ADMITAM TRABALHADORES COMO EMPREGADOS Visando: PROMOVER E PRESERVAÇÃO DA SAÚDE E DA INTEGRIDADE FÍSICA DOS TRABALHADORES. Antecipação, Reconhecimento, Avaliação e Controle dos Riscos Prof. Barreto 16
  17. 17. PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL -- PCMSO --NR-7 OCUPACIONAL PCMSO NR-7 TODOS OS EMPREGADORES E INSTITUIÇÕES QUE ADMITAM TRABALHADORES COMO EMPREGADOS Visando: A PROMOÇÃO E PRESERVAÇÃO DA SAÚDE DO CONJUNTO DOS SEUS TRABALHADORES. Deverá considerar o indivíduo e a relação entre a sua saúde e o trabalho. Prof. Barreto 17
  18. 18. INCIDENTE INCIDENTE INCIDENTE (QUASE ACIDENTE) É TODA OCORRÊNCIA ANORMAL COM POTENCIALIDADE PARA PROVOCAR PERDA DE TEMPO ÚTIL. Prof. Barreto 18
  19. 19. ACIDENTE ACIDENTE CONCEITO PREVENCIONISTA CONCEITO PREVENCIONISTA Toda ocorrência não programada, inesperada ou não, que interrompe ou interfere no processo normal de uma atividade, ocasionando: PERDA DE TEMPO DANOS MATERIAIS LESÕES FÍSICAS OU DANOS FUNCIONAIS. Prof. Barreto 19
  20. 20. ACIDENTE DO TRABALHO ACIDENTE DO TRABALHO CONCEITO LEGAL CONCEITO LEGAL Ocorre pelo exercício do Trabalho. A serviço da Empresa. PROVOCANDO Lesão Corporal; Perturbação Funcional; Redução da Capacidade; Temporária ou Permanente Morte Prof. Barreto 20
  21. 21. ACIDENTE DO TRABALHO ACIDENTE DO TRABALHO NO LOCAL E HORÁRIO DE TRABALHO em decorrência de: Ato de Terceiros - sabotagem ou terrorismo. - pessoa privada do uso da razão. - ofensa física. Motivos de Força Maior (Catástrofes) - terremotos, inundações, etc. Prof. Barreto 21
  22. 22. ACIDENTE DO TRABALHO ACIDENTE DO TRABALHO FORA DO LOCAL E HORÁRIO DE TRABALHO Acidente de trajeto Execução de serviço sob ordem da empresa Viagem a serviço Prestação espontânea de serviço Prof. Barreto 22
  23. 23. DOENÇAS DO TRABALHO DOENÇAS DO TRABALHO São as doenças adquiridas ou desencadeadas em função de condições especiais em que é realizado o trabalho e que com ele se relacione diretamente. Exemplo: Surdez e Câncer de Pele. Prof. Barreto 23
  24. 24. Conseqüências dos Acidentes Conseqüências dos Acidentes Conseqüências Sociais: Conseqüências Humanas: Danos Físicos e Psicológicos Redução Salarial: auxílio previdenciário / aposentadoria Aumento de Despesas: Cuidados Especiais, Medicamentos Sub-emprego :Complemento Salarial Replanejamento familiar: Orçamento Doméstico Aumento dos Custos Previdenciários Redução da Força Ativa do País Redução do Número de Leitos Hospitalares Aumento de Tributos Conseqüências Econômicas: Paralisação da Produção Atraso no Cronograma Danos Materiais: Retrabalho / Reposição Material / Ferramentas Indenizações : Direitos Trabalhistas / Civis Hora Extra: (Maior custo operacional, Menor Produtividade) imagem : Perda da Confiança / Má Fama Prof. Barreto 24
  25. 25. MedidasMEDIDAS DE SEGURANÇA Medidas de Segurança de Segurança Administrativa Educativa Técnica { EPC EPI Médica Prof. Barreto 25
  26. 26. MEDIDAS TÉCNICAS EPC EPI AMBIENTE HOMEM elimina/neutraliza/sinaliza O RISCO evita ou diminui A LESÃO Prof. Barreto 26
  27. 27. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL São artefatos destinados a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Funcionam como uma barreira entre o homem e a fonte emissora procurando impedir que os agentes penetrem no organismo do trabalhador. Cabe à empresa, fornecer ao empregado, gratuitamente, o EPI adequado ao risco exposto e em perfeito estado de conservação. (NR 6, NR 5.1.1 e DRH 18/03). Prof. Barreto 27
  28. 28. Responsabilidade do Empregador Responsabilidade do Empregador Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade; Exigir seu uso; Fornecer ao trabalhador somente o EPI aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho (CA); Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e Comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. Prof. Barreto 28
  29. 29. Responsabilidade dos Empregados Responsabilidade dos Empregados Utilizá-los, apenas para as finalidades a que se destinam; Responsabilizar-se pela guarda e conservação; Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. Prof. Barreto 29
  30. 30. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Constitui ATO FALTOSO do empregado a RECUSA INJUSTIFICADA ao uso do EPI. (NR 6, 6.16, NR 5.8 e DRH 18/03). Advertência, Suspensão. Prof. Barreto 30
  31. 31. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL LUVAS DE SEGURANÇA: Proteção dos membros superiores contra cortes, abrasão, substâncias químicas, choque elétrico, etc. RESPIRADOR DE SEGURANÇA Proteção respiratória contra partículas suspensas no ar, como poeiras, neblinas, vapores orgânicos, metálicos e fumos. CINTO DE SEGURANÇA: Proteção do usuário nas tarefas acima de dois metros de altura com risco de queda. Prof. Barreto 31
  32. 32. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL CAPACETE DE SEGURANÇA: Proteção da cabeça contra impactos, perfurações, choque elétrico, etc. PROTETOR AURICULAR: Proteção auditiva para trabalhos realizados em locais com ruídos superiores ao limite de tolerância. (NR-15) ÓCULOS DE SEGURANÇA: Proteção dos olhos contra impactos de partículas volantes, respingos, poeiras, etc. CALÇADO DE SEGURANÇA: Proteção dos membros inferiores do usuário contra riscos de quedas de materiais, trabalhos realizados em ambientes úmidos, etc. Prof. Barreto 32
  33. 33. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC Guarda corpo Escadas com corrimão Sinalização Sistemas de exaustão Proteção de máquinas, etc Prof. Barreto 33
  34. 34. ESCADAS --DICAS DE SEGURANÇA ESCADAS DICAS DE SEGURANÇA VERIFICAR SUAS CONDIÇÕES DE USO E A SUPERFÍCIE ONDE SERÁ INSTALADA. NÃO PINTAR, NO MÁXIMO ENVERNIZÁ-LAS. ESCADAS DEVEM POSSUIR SAPATAS ANTIDERRAPANTES. ESCADAS METÁLICAS NÃO DEVEM SER UTILIZADAS NA EXECUÇÃO DE TRABALHOS COM ENERGIA ELÉTRICA. NÃO FIQUE NA PONTA DOS PÉS DO ÚLTIMO DEGRAU DA ESCADA, SE NECESSÁRIO SUBSTITUA-A POR OUTRA COM ALTURA ADEQUADA. NÃO ADICIONAR EXTENSÕES À ESCADA, IMPROVISAR É PERIGOSO. A DISTÂNCIA SEGURA ENTRE A ESCADA E A ESTRUTURA DE APOIO DEVE SER DE 1 / 4 DO COMPRIMENTO DA ESCADA. PARA TAREFAS ACIMA DE DOIS METROS DE ALTURA A ESCADA DEVERÁ SER AMARRADA OU BLOQUEADA PARA IMPEDIR O SEU DESLOCAMENTO, SE NECESSÁRIO PEÇA AJUDA AO COLEGA PARA SEGURÁ-LA; QUANDO OCORRER TAREFA PRÓXIMO À ÁREAS DE CIRCULAÇÃO, PORTAS E PASSAGENS, O LOCAL DEVERÁ SER SINALIZADO E ISOLADO ALÉM DAS PESSOAS COMUNICADAS; ESCADAS TIPO TESOURA DEVEM SER USADAS SOMENTE EM POSIÇÃO COMPLETAMENTE ABERTA, COM O DISPOSITIVO DE EXTENSÃO OU TRAVAMENTO ENCAIXADO PARA IMPEDIR O FECHAMENTO ACIDENTAL. Prof. Barreto 34
  35. 35. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL LEMBRE-SE: Os EPI’S não evitam os acidentes. Atenuam as lesões decorrentes dos acidentes. Quem evita o acidente é o empregado, obedecendo as regras de segurança Prof. Barreto 35
  36. 36. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL “Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.” Eduardo Galeano Prof. Barreto 36
  37. 37. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL “Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la” Cícero Prof. Barreto 37
  38. 38. PRÁTICAS DE RISCO PRÁTICAS DE RISCO Prof. Barreto 38
  39. 39. PRÁTICAS DE RISCO PRÁTICAS DE RISCO Prof. Barreto 39
  40. 40. SITUAÇÕES DE RISCO SITUAÇÕES DE RISCO Prof. Barreto 40
  41. 41. SITUAÇÕES DE RISCO SITUAÇÕES DE RISCO Prof. Barreto 41
  42. 42. SITUAÇÕES DE RISCO SITUAÇÕES DE RISCO Prof. Barreto 42

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